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Ofner inaugura loja no Iguatemi Campinas com conceito contemporâneo e foco em experiência

Campinas, SP, por Kleber Patricio

Unidade apresenta projeto arquitetônico premium, tecnologia no atendimento e proposta alinhada ao novo posicionamento da marca. Fotos: Divulgação.

A Ofner inaugura uma loja no Iguatemi Campinas, apresentando ao público um conceito de operação mais atual, que integra design, tecnologia e conveniência. Localizada no 1º piso, a unidade foi concebida como um ponto de pausa no fluxo do shopping, estimulando encontros e momentos de convivência. A abertura marca uma nova etapa do plano de expansão da marca e reflete a evolução do seu modelo de negócios, com projeto focado na experiência do consumidor e no uso de tecnologia para trazer ainda mais conveniência.

A inauguração acontece em um momento de crescimento consistente da Ofner. Em 2025, a marca encerrou o ano com avanço de 20% no faturamento em relação a 2024 e mantém, em 2026, a estratégia de expansão em áreas-chave, reforçando o compromisso de estar cada vez mais próxima do seu público. O movimento prioriza a experiência, amplia a conveniência e preserva a alta qualidade e o padrão premium que fazem parte do DNA da empresa.

O espaço traduz a evolução do modelo de loja da marca, combinando sofisticação e funcionalidade em um ambiente alinhado ao perfil do Iguatemi Campinas, reconhecido como um dos principais polos de compras, gastronomia e lazer da região. “Essa inauguração soma ao nosso mix uma marca com forte identidade e reconhecimento nacional, que dialoga com o perfil do nosso público e amplia a diversidade gastronômica do shopping. A Ofner chega ao Iguatemi Campinas com um conceito que valoriza ambientes bem desenhados e acolhedores, aliado ao alto padrão e qualidade de seus produtos, que são referência no mercado”, afirma Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de marketing do empreendimento.

Reconhecida pelo cuidado em cada detalhe, pela excelência dos produtos e pela cultura centrada em pessoas, a Ofner reforça, com essa inauguração, sua missão de oferecer muito mais do que uma cafeteria: um espaço de pausa, conexão e experiência. “O novo quiosque no Shopping Iguatemi Campinas materializa esse posicionamento e convida o público a estar, sentir e se conectar com a marca”, explica Denilson Moraes, CEO da marca.

Com visual clean, elegante e acolhedor, o novo projeto arquitetônico traduz um conceito alinhado às transformações no comportamento do consumidor, que busca ambientes sensoriais e confortáveis. A arquitetura aposta em linhas contemporâneas, iluminação suave e elementos de biofilia para criar uma atmosfera de bem-estar e conexão, reforçando o posicionamento da marca em um espaço sofisticado e atemporal.

Entre os destaques está o mobiliário assinado pelo designer Fahrer, referência no design brasileiro, que adiciona personalidade e autenticidade ao ambiente. Pequenas áreas de convivência convidam o consumidor a desacelerar em meio à dinâmica do shopping, enquanto a presença do verde integra natureza e estética, tornando a experiência mais leve e acolhedora.

A operação também incorpora tecnologia ao atendimento, com pedidos e pagamentos realizados diretamente na mesa ou por meio de totens de autoatendimento, garantindo mais agilidade e autonomia ao consumidor.

Além do portfólio tradicional da marca, o público poderá conhecer os itens da campanha de verão Sabores do Mundo, com sobremesas, gelatos, bebidas e salgados inspirados nos sabores do Brasil, Portugal e Itália. 

Sobre a Ofner 

Com mais de 73 anos de história, a Ofner é referência no setor de confeitaria premium no Brasil. Fundada em São Paulo, a marca se destaca pela produção artesanal de doces, salgados, chocolates e gelatos, unindo tradição, qualidade e inovação. Atualmente, conta com mais de 30 lojas e uma fábrica própria com mais de 7.500 m², responsável pela produção de mais de 70 mil itens por dia. A empresa também atua em canais digitais, parcerias com o varejo, eventos e com a marca L’Atelier, voltada a celebrações de alto padrão.

(Fonte: FSB Comunicação e Macchina)

José Roberto Aguilar apresenta “Rapsódias Amazônicas” no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba

Sorocaba, SP, por Kleber Patricio

José Roberto Aguilar, “Rio Tapajós”, 2015. Mostra reúne cerca de 30 pinturas, entre elas sete telas de grandes dimensões, além da instalação “Guardiões das águas”. Foto: Divulgação.

O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba apresenta a exposição “Rapsódias Amazônicas”, individual de José Roberto Aguilar com curadoria de Fabio Magalhães. A mostra reúne cerca de 30 pinturas, entre elas sete telas de grandes dimensões, além da instalação “Guardiões das águas”.

Desde 2004, Aguilar divide seu tempo entre São Paulo e Alter do Chão, no Pará, onde mantém residência e ateliê. A convivência com a floresta amazônica e com comunidades ribeirinhas atravessa o conjunto apresentado no MACS. A exposição marca o encontro de dois trajetos que atravessam mais de seis décadas de atuação no campo da arte brasileira, articulando produção artística e reflexão crítica em torno de uma obra que se mantém em movimento.

Nos anos 1960, o físico e crítico Mário Schenberg identificou Aguilar como um dos pioneiros da nova figuração no Brasil. Em 1965, o artista passou a utilizar spray e pistola, incorporando à pintura uma dinâmica direta entre gesto e superfície. O embate com a tela tornou-se procedimento recorrente. A pintura se organiza como ação contínua, em que texto, palavra e imagem coexistem. A fabulação comparece como estrutura, não como ilustração.

Aguilar também atua na literatura e na música. Na juventude, integrou, ao lado de Jorge Mautner e José Agrippino de Paula, o grupo Kaos, experiência que antecede o ambiente cultural da Tropicália. Em 1981 lançou o livro A Divina Comédia Brasileira e criou a Banda Performática com Paulo Miklos e Arnaldo Antunes. A circulação entre linguagens informa a construção de uma pintura que incorpora narrativa, ritmo e enunciação poética.

José Roberto Aguilar. Foto: Fernanda Sarmento.

Haroldo de Campos observou que o rapsodo é aquele que reúne poemas. Ao definir Aguilar como rapsodo de imagens, aponta para um procedimento de montagem e sobreposição que atravessa sua produção. A escala também integra esse vocabulário. Em 1991, ao ocupar o subsolo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand com obras de grande formato, apresentou a tela Hermenêutica, da série Gigantomaquia, com vinte metros de altura. A dimensão física da pintura tornou-se parte da experiência pública.

Em Alter do Chão, às margens do rio Tapajós, a pintura encontra outra medida de espaço e tempo. A floresta, os ciclos das águas, a relação entre matéria orgânica e transformação atravessam a produção recente. A convivência com lideranças locais e com saberes tradicionais amplia o campo simbólico da obra. A instalação Guardiões das águas insere essa dimensão no espaço expositivo, tensionando pintura e ambiente.

Rapsódias Amazônicas apresenta um recorte que articula memória, deslocamento e permanência. Ao reunir telas recentes e trabalhos de grande escala, a exposição inscreve no museu uma trajetória que atravessa diferentes momentos da arte brasileira, conectando experiência urbana e vivência amazônica em uma mesma superfície pictórica.

Serviço:

Exposição Rapsódias Amazônicas – José Aguilar

Curadoria: Fabio Magalhães

Abertura: 14 de março, às 10h30

Período: 15 de março a 04 de julho de 2026

Local: Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – MACS

Endereço: Av. Dr. Afonso Vergueiro, 280 – Centro, Sorocaba

Visitação: terça a sexta, 10h às 17h | sábados, domingos e feriados, 10h às 15h

Realização: Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba

Apoio: Secretaria de Cultura de Sorocaba, Dan Galeria

Patrocínio: Laranjinha Itaú, Itaú, White Martins, Sorocaba Refrescos, Ibram, Ministério da Cultura.

(Com Uiara Costa de Andrade/Agência Catu)

Espetáculo “Subversão Kafka”, com Ricardo e Caio Blat, estreia no teatro do Sesc Bom Retiro

São Paulo, por Kleber Patricio

Adaptação de contos de Kafka por Rogério Blat marca parceria inédita dos primos no teatro. Foto: Carlos Costa.

Dirigida por Caio Blat e estrelada por Caio e Ricardo Blat, “Subversão Kafka”, adaptação do dramaturgo Rogério Blat dos contos “Primeira Dor”, “O Artista da Fome” e “Josefina, A Cantora dos Ratos”, do escritor tcheco Franz Kafka, estreia no teatro do Sesc Bom Retiro, em São Paulo, no dia 20 de março. Com sessões sextas (exceto dia 3 de abril, feriado da Paixão de Cristo) e sábados às 20h, domingos e feriados, às 18h, além das sessões extras, nos dias 17 e 24/4, sextas, às 15h, e também no dia 21/4, terça, às 18h (feriado do Dia de Tiradentes), a peça marca o encontro inédito dos três primos no teatro e dos atores em cena. A temporada conta ainda com duas sessões com recursos de acessibilidade no final de semana dos dias 18 e 19/4: no sábado com audiodescrição, e no domingo com libras.

“Meu primo Ricardo é a maior inspiração da minha carreira; ele é um ator imprevisível, ‘ameaçador’, magnético. Em parceria com meu primo Rogério, eles criaram alguns dos espetáculos que mais me marcaram, como O Patinho Feio, em que o Ricardo fazia um solo apavorante e delirante com adaptação do Rogério. É um absurdo que eu nunca tenha trabalhado com eles. Mas agora esse absurdo está sendo corrigido e esse desejo está sendo realizado de uma forma sublime. É um sonho fazer Kafka, um dos artistas que eu mais amo e temo, com a adaptação do Rogério, e contracenando um dos maiores atores desse país, que é o Ricardo Blat”, comenta Caio Blat.

O espetáculo, que conta com trilha sonora ao vivo do pianista, arranjador e compositor de música original de diversas obras no teatro e no audiovisual Fernando Moura, reúne três dos últimos contos de Kafka que falam sobre a condição do artista no mundo contemporâneo, confrontando a dedicação insana à perfeição artística ao talento que beira a fraude. No palco, os atores apresentam o último espetáculo em um teatro em ruínas e com o impacto do absurdo sobre suas vidas, e desconstroem Kafka com ousadia e humor, convencidos que o fim dos tempos chegou.

Para escrever Subversão Kafka, Rogério Blat pesquisou sobre vida e obra do autor para buscar uma tradução cênica autêntica, viabilizando no palco através da ação, um sonho-pesadelo, a destruição e a renovação dos conceitos intrigantes de Kafka. “Os três contos se intercalam com situações desafiadoras vividas pelos atores no espetáculo envolvendo a plateia no contrassenso dos acontecimentos. Como é um projeto familiar, meu principal objetivo foi escrever uma peça que meu irmão e meu primo se divertissem a cada apresentação, consolidando a união e o afeto que existe entre nós”, explica o dramaturgo.

O processo de criação dos artistas em cena exige musculatura física, mental e espiritual. Para Ricardo Blat, estar em cena com um texto de Kafka é como “vivenciar um sistema social e artístico apontado por ele há um século, mas que permanece atual”, e complementa: “Trabalhar sobre a dramaturgia do Rogério, meu irmão, atuando com e sob a direção do Caio, meu primo, é estar envolto na ternura dos Blat. Uma honra!”

Sinopse

Diante da ruína de uma companhia de Teatro de Variedades, dois artistas remanescentes realizam o último espetáculo, que tem como atração a famosa cantora Josefina – uma rata. Para surpresa dos atores, que já nem contavam com público, os ratos comparecem em peso para desfrutar da sublime arte da diva inigualável. Porém, a apresentação se torna incerta quando a cantora é anunciada e não entra em cena. Verificam que ela ainda estaria se preparando e pedem paciência ao público. Diante dessa adversidade, os atores são obrigados a improvisar para conter a ansiedade da plateia.

Já que é o derradeiro dia, eles resolvem homenagear personalidades que fizeram história na companhia e merecem ser lembrados, como o trapezista que se dedicou tanto à sua arte que nunca mais quis descer do trapézio, e o jejuador, que sofre profundamente quando o público passa a rejeitar o seu sagrado ofício. Ambos dedicaram suas nobres vidas à busca do êxtase da perfeição; porém, a plateia quer mesmo é ver e ouvir Josefina. Afinal, ela é um mito. O seu canto hipnotiza multidões e abranda as dores mais agudas desses tempos tão difíceis. Quando, finalmente, os acordes anunciam a sua entrada e ela surge com sua aparência imperial, todos silenciam e quase param de respirar. Josefina joga a cabeça para trás, abre sua boquinha rosa-pálida e emite um som — ou melhor, um guincho estridente inigualável. Mas o que tem esse canto que a tornou tão famosa?

CAIO BLAT | Diretor e ator

Com 36 anos de uma carreira consolidada, sendo 24 dedicados à Rede Globo, o ator, produtor e diretor paulistano Caio Blat, de 45 anos, destaca-se na cena artística pela versatilidade de sua trajetória artística, além de atualmente focar em desenvolver e impulsionar seus próprios projetos, transitando entre a atuação e a direção no teatro e no audiovisual.

Trabalhou com uma ampla gama de nomes da cena teatral brasileira, como Felipe Hirsch, Fauzi Arap, Domingos Oliveira, Elias Andreato, além de Bia Lessa, em Grande Sertão Veredas, que lhe rendeu o prêmio Shell de melhor ator em 2018.

Ao lado de Manoel Candeias, Caio é autor da adaptação do clássico da literatura Os Irmãos Karamázov, do russo Fiódor Dostoiévski. Dirigida por Caio e Marina Vianna, a peça nasceu após 20 anos de estudo e amadurecimento dos autores, a partir da leitura de diversas traduções e adaptações até a montagem final. Sucesso de público, o espetáculo recebeu dois prêmios Bibi Ferreira, em 2025, e está indicado ao prêmio Shell 2026.

Sua estreia na direção foi em 2022, com o longa-metragem O Debate, escrito por Guel Arraes e Jorge Furtado, autores do livro homônimo que deu origem ao filme. Protagonizado por Debora Bloch e Paulo Betti, o filme foi rodado, montado e lançado em um tempo recorde de dois meses, contou com boa avaliação da crítica. No teatro, dirigiu as peças A Frente Fria Que A Chuva Traz, de Mário Bortolotto, em codireção com Caco Ciocler, em 2005; e Êxtase, de Walcyr Carrasco, com Daniel de Oliveira e Caco Ciocler no elenco, vencedora do prêmio Shell de melhor texto, em 2001.

No streaming, seus últimos trabalhos foram na novela Beleza Fatal (Max), escrita por Raphael Montes e com direção-geral de Maria de Médicis e direção de Giovanna Machline, Matheus Senra e Rafael Miranda, além do próprio Caio, que também integra o elenco da trama; e em Mar Branco (Netflix), série portuguesa de sucesso global desde a estreia.

RICARDO BLAT | Ator

Premiado ator e diretor brasileiro com uma consolidada carreira no teatro, no cinema e na televisão. No teatro, destacou-se em produções como Equus (dir. Celso Nunes, em 1975/1976), Peer Gynt (dir. Antunes Filho), Pinóquio (dir. Eduardo Tolentino de Araújo), Uma Estória de Borboletas e O Patinho Feio (ambas dir. Gilberto Gawronski). No cinema, atuou em filmes como Anjos do Arrabalde (dir. Carlos Reichenbach), Carandiru (dir. Hector Babenco) e Última Parada 174 (dir. Bruno Barreto). Na televisão, participou de novelas icônicas, como A Viagem, da TV Tupi, e, Estúpido Cupido, Mulheres de Areia, Hilda Furacão, Fina Estampa e Deus Salve o Rei, da TV Globo, além de produções recentes como Cangaço Novo (Amazon).

Como diretor, assinou as peças Nota 10!, Lendas e Parlendas, A Menina dos Fósforos, Os Gérmens da Discórdia, Anti-Humanos Atacam e Fala Que É Amor, de Rogério Blat, e Maldita Parentela, de França Júnior.

Sua trajetória foi reconhecida com prêmios importantes, incluindo o Prêmio Governador do Estado de São Paulo por Pinóquio e Anjos do Arrabalde, o Prêmio Mambembe por Pinóquio, O Patinho Feio e Na Solidão dos Campos de Algodão, o Prêmio APETESP por Pinóquio, o Prêmio Shell por Uma Estória de Borboletas e o Prêmio Coca-Cola por O Patinho Feio.

ROGÉRIO BLAT | Dramaturgo

Autor de mais de 40 textos teatrais, indicado ao Prêmio Shell em 2008, vencedor de Prêmios Mambembe, Coca-Cola, entre outros. Começou sua carreira como assistente de direção de Ademar Guerra (1933 – 1993, diretor de teatro e televisão, tem entre outras realizações a direção do programa Vila Sésamo, na TV Globo) ), foi assistente de direção do Projeto Pixinguinha quando trabalhou com grandes nomes como Jackson do Pandeiro, Marlene, Gonzaguinha e Antônio Adolfo. Com Alceu Valença realizou, como diretor de cena, os shows Coração Bobo e Cinco Sentidos. Fez iluminação para shows de Ivan Lins e Geraldo Azevedo. Seu primeiro texto encenado foi Os Germens da Discórdia, com trilha de Lulu Santos. Foi autor da consagrada trilogia Andersen, O Contador de Histórias, e com o monólogo O Patinho Feio, representou o Brasil no Festival de Teatro Jovem de Lyon, na França, 1997. Fundador da ONG Palco Social – Oficina de Criação de Espetáculo, junto ao diretor Ernesto Piccolo, escreveu 16 espetáculos musicais, entre eles Funk-se, O Futuro Era HojeCom o Rio na BarrigaDá um Jeitinho AíCriança Quero Ser Quando CrescerDiferente Igual a Gente e Sorria – Você Está Sendo Roubado. Dirigiu espetáculos de sua autoria como Pamonha e Panaca e No Meio Do Nada. Também teve textos, como Camarão Azul e Feiki – É tudo Mentira, encenados recentemente. Como roteirista de TV escreveu para os programas Vida Ao Vivo ShowLinha Direta e Sandy e Junior na TV Globo. Fez preparação de atores para os Filmes 174- Última ParadaSonhos Roubados e Ó Paí Ó, entre outros. Desde 2016, realiza, junto a seu irmão Ricardo Blat, Oficinas de Teatro para crianças, jovens e adultos, no Sesi Macapá.

SERVIÇO:

Estreia: 20 de março

Sessões: 20/3 a 26/4 – exceto dia 3/4. Sextas e sábados, às 20h. Domingos e feriados, às 18h.

Sessões extras: 17 e 24/4, sextas, às 15h. 21/4, terça, feriado, 18h.

Duração: 70 minutos.

Ingressos: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia), R$60 (Inteira).

Local: Sesc Bom Retiro (Alameda Nothmann, 185 – Campos Elíseos, São Paulo).

Classificação etária: 12 anos.

Acessibilidade:

Dia 18/4 – Audiodescrição

Dia 19/4 – Libras

Venda de ingressos disponível pelo APP Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/bomretiro, ou nas bilheterias das unidade, atenção às datas:

Dia 10/3, 17h – abertura da venda on line.

Dia 11/3, 17h – abertura da venda presencial.

Estacionamento do Sesc Bom Retiro (Vagas Limitadas): O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com necessidades especiais e bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529. Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Valores para o público de espetáculos: R$ 11 (Credencial Plena). R$ 21 (Outros). Horários: Terça a sexta: 9h às 20h. Sábado: 10h às 20h. Domingo: 10h às 18h.

Importante: Em dias de evento à noite no teatro, o estacionamento funciona até o término da apresentação.

Transporte gratuito: O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorre na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz.

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185. CEP 01216-000.

Campos Elíseos, São Paulo – SP. Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais:

Facebook, Instagram: @sescbomretiro.

(Com Flávio Aquistapace/Assessoria de Imprensa Sesc Bom Retiro)

A brasilidade pulsante de Rogério Pedro em Campinas

Campinas, SP, por Kleber Patricio

Artista plástico multiplataforma celebra 20 anos de carreira em exposição no MACC. Foto: Tim Irwin.

A exposição Pulso, que acontece entre 18 de março e 11 de abril de 2026 no Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” (MACC), marca um momento simbólico na trajetória do artista plástico Rogério Pedro e reúne um recorte significativo de sua produção. Reconhecido pela investigação sensível e expressiva da cor como linguagem e emoção, o artista apresenta um percurso que atravessa design, ilustração, pintura e muralismo.

A mostra evidencia uma obra que transita entre múltiplas plataformas e ocupa diferentes contextos do espaço urbano, estando presente em galerias, livros, murais, objetos, estampas e coleções particulares sempre celebrando o imaginário e a diversidade da cultura brasileira.

Foto: Divulgação.

O título Pulso representa um batimento contínuo do fazer artístico: o ritmo do gesto que se repete, a energia que atravessa diferentes escalas e sustenta uma produção construída com constância, pesquisa e identidade ao longo do tempo. “Pulso nasce do gesto repetido, da insistência em criar e da escuta do cotidiano que me cerca. Esta exposição se materializa aqui, na minha cidade. Realizá-la no MACC é devolver a Campinas parte do que ela me deu e reafirmar meu compromisso com a cultura como força de encontro e transformação”, explica Rogério Pedro.

Com atuação nacional e internacional, o trabalho do artista plástico constrói pontes entre territórios, culturas e formas de expressão contemporânea. Atualmente, o artista possui obras em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Paris, Barcelona, Cidade do México, Miami, Nova York, Dubai, Viena e Buenos Aires, entre outras.

A exposição conta com o patrocínio do FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas) e da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Campinas, destacando a importância de abrir à visitação pública parte do acervo de Rogério Pedro — um artista de Campinas — em sua cidade natal.

Força cromática e atuação multiplataforma como identidade

Em diversas cidades do Brasil e do mundo, suas obras de forte presença cromática integram a paisagem urbana, transformando muros em espaços de inspiração coletiva. “Sua capacidade de articulação de formas e combinação de cores mostra que o artista tem uma métrica pessoal admirável, construindo efeitos nítidos com uma limpeza técnica surpreendente”, afirma o professor e curador Paulo Cheida Sans.

Foto: Tim Irwin.

Inserido em constante diálogo com o mercado cultural, o artista plástico já desenvolveu colaborações com grandes marcas e nomes consagrados da música brasileira, entre eles Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Saulo Fernandes e Sandra de Sá.

O artista plástico fez a direção de arte para a turnê Margareth Menezes 30 Anos, ilustrando o seu trio elétrico. “Rogério Pedro é um artista carismático, muito inspirado e inspirador. Ele, com sua genialidade com as cores e formas, traz na contemporaneidade das suas obras algo que, ao mesmo tempo, impacta e encanta. Ele sabe, através das imagens e das cores, ir resignificando a aspereza das paredes e o branco das telas de maneira que nos toca no primeiro olhar.  Além de tudo, é um homem generoso, delicado e tem a sabedoria de espalhar sua arte por toda parte. Agora nos cabe mergulhar nesse universo de cores, deslumbres e amores”, diz a cantora e Ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes.

Formado em Artes Plásticas, Rogério possui sólida base acadêmica e transita por diversas técnicas na busca de expressar sua identidade marcante, seja em projetos que envolvem pinturas em telas e murais, seja em outras plataformas, como ilustrações editoriais e publicitárias, estampas de tecidos ou objetos impressos em grande escala.

A exposição fala de movimento, de permanência e de escuta, revelando a visão do artista sobre o cotidiano e a natureza que o cercam. Segundo Paulo Cheida Sans, “como se fosse um poeta, Rogério Pedro transpõe o seu universo com imaginação e nos mostra, assim, o nosso próprio mundo: mais belo, colorido e esperançoso”.

A arte como elemento de inclusão social

Foto: Tim Irwin.

O engajamento social atravessa de maneira consistente a trajetória de Rogério Pedro e dialoga diretamente com sua compreensão da arte como ferramenta de transformação e inclusão.

Ao longo de sua carreira, o artista colaborou com projetos do Instituto Anelo e de diversas organizações sociais, como o Instituto Ayrton Senna, a Fundação Síndrome de Down e a Casa da Criança de Valinhos, levando sua produção para além dos espaços expositivos e reforçando o papel da arte como agente de impacto coletivo.

Sobre Rogério Pedro

Rogério Pedro é um artista nascido em Campinas com atuação internacional, cuja obra transita entre diferentes linguagens e suportes, celebrando a diversidade da cultura brasileira.

Formado em Artes Plásticas pela PUC-Campinas, o artista plástico, designer gráfico e muralista iniciou sua trajetória ainda na adolescência, quando o desenho já se afirmava como linguagem e expressão de suas paixões pelo rock e pelo skate.

Estudioso, aprofundou sua pesquisa no uso das cores à medida que mergulhava na arte brasileira. Experimentou o grafite, expandiu sua atuação para os murais e ilustrações digitais, sempre mantendo a aplicação das técnicas utilizadas nas telas como base de suas criações.

Serviço:

Exposição Pulso, por Rogério Pedro

Período: 18 de março a 11 de abril de 2026

Horários: terça a sexta-feira, das 9h às 18h; sábados, das 10h às 16h

Local: Museu de Arte Contemporânea de Campinas “José Pancetti” (MACC)

Endereço: Av. Benjamin Constant, 1633 – Campinas – SP

Entrada: gratuita

Patrocínio: FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas) e Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Campinas.

(Com Adriana Frasson/Prosa Comunicação)

Paço Imperial comemora 40 anos com grande exposição

Rio de Janeiro, RJ, por Kleber Patricio

Elizabeth Jobim – Variações – 2019. Foto: Pat Kilgore.

O Paço Imperial inaugura, no dia 28 de março de 2026, a grande exposição “Constelações – 40 anos do Paço Imperial”, que celebra as quatro décadas do mais antigo centro cultural da região central do Rio de Janeiro. Com curadoria de Claudia Saldanha e Ivair Reinaldim, em parceria com a equipe da instituição, a mostra ocupará 12 salões e os dois pátios internos com cerca de 160 obras de mais de 100 artistas, de diferentes gerações, que fazem parte da história do centro cultural, como Adriana Varejão, Amilcar de Castro, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Antonio Manuel, Arthur Bispo do Rosário, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Denilson Baniwa, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, Ivens Machado, Luiz Aquila, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Lygia Pape, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre, Roberto Burle Marx, Tunga, entre muitos outros. Completam a mostra uma série de vídeos feitos pela Rio Arte com alguns artistas nas décadas de 1980 e 1990. No dia da inauguração, haverá uma mesa de abertura com convidados e, ao longo do período da exposição, serão realizados seminários, oficinas e atividades educativas, valorizando a importante trajetória da instituição.

“Passados quarenta anos, o Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial – primeiro equipamento inaugurado no entorno da Praça XV, no centro histórico do Rio de Janeiro – teve seu caráter de monumento reiterado, mas também se tornou ponto de encontro e referência para o circuito das artes visuais da cidade. Ao longo do tempo, abrigou grande número de mostras individuais e coletivas, nacionais e internacionais, entre outros evento e, se no passado foi o cenário de importantes acontecimentos históricos do país, diversas outras memórias foram acrescidas à edificação nas últimas décadas. Celebrar essa história, composta por múltiplas temporalidades, é reconhecer local e nacionalmente a importância do Paço Imperial na promoção das artes e da cultura brasileira”, afirmam os curadores Claudia Saldanha e Ivair Reinaldim.

Adelina Gomes, 30/06/1953, óleo sobre tela, 33,3 x 41,1 cm. Foto: Mauro Domingues/Cortesia Museu de Imagens do Inconsciente.

Ao longo de sua história, o Paço Imperial realizou exposições com diversas vertentes, que vão desde arte contemporânea até arte popular, passando por arquitetura, design, paisagismo, história e patrimônio. Desta forma, a exposição “Constelações – 40 anos do Paço Imperial” abrange esse conceito e traz a ideia de reunião, sem hierarquia, juntando os artistas contemporâneos aos artistas populares, unindo diferentes gerações, técnicas e suportes em uma única mostra, dividida por núcleos temáticos. “Se a palavra constelação define um agrupamento de estrelas, cosmologicamente distantes umas das outras, mas conectadas pela imaginação humana, constituindo uma forma reconhecível com finalidades diversas, aqui reunidas, as obras produzidas por diferentes gerações de artistas procuram reforçar sua singularidade, assim como sua interação por proximidade”, afirmam os curadores, que ressaltam também a importância da constelação institucional, com obras emprestadas por diversos parceiros, como Instituto Moreira Salles, Museu Bispo do Rosário, Museu de Imagens do Inconsciente, Museu de Arte do Rio, Museus Castro Maya, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu do Folclore e Sítio Roberto Burle Marx.

Para a mostra, foi realizada uma extensa pesquisa, que demorou cerca de um ano, na qual foram levantadas todas as exposições realizadas no espaço e os artistas que dela participaram. “Não partimos de obras que necessariamente foram expostas no Paço e sim de artistas que já expuseram e foram importantes nessa história”, conta Ivair Reinaldim. Desta forma, na mostra haverá obras icônicas, mas também trabalhos inéditos, além de outros que não necessariamente foram apresentados no espaço, mas pertencem a artistas que ajudaram a escrever a história do lugar.

Jardim de Burle Marx.

Entre as obras que voltarão a ser apresentadas nesta exposição está um jardim de Roberto Burle Marx, que integrou a mostra comemorativa do centenário de nascimento do artista, em 2008, com curadoria de Lauro Cavalcanti, diretor do Paço Imperial na época. O jardim será recriado especialmente para esta mostra e estará no pátio principal, mesmo local onde foi instalado originalmente, em diálogo com obras de Elizabeth Jobim. Mas também haverá obras inéditas, criadas especialmente para esta mostra, como a instalação “Agrupamento”, de José Damasceno, feita com materiais garimpados na feira da Praça XV, em frente ao Paço Imperial, e os trabalhos de Marcelo Monteiro e Regina de Paula.

A exposição será complementada por 15 vídeos da série sobre arte contemporânea produzida pela Rio Arte, com artistas como Amilcar de Castro (filmado no Paço Imperial durante sua exposição em 1989), Anna Maria Maiolino, Antonio Manuel, Lygia Clark, Lygia Pape, Tunga, entre outros. “São vídeos bem importantes, feitos a quatro mãos pelos artistas e diretores. Não são um mero registro em vídeo, mas sim obras de arte, concebidos como peças artísticas”, conta Claudia Saldanha. Dada a importância, uma das salas da mostra será inteiramente dedicada a estes filmes.

NÚCLEOS TEMÁTICOS

Ione Saldanha – Sem-titulo, 1966. Foto: Jaime Acioli/Cortesia Galeria Gustavo Rebello.

A exposição estará dividida em nove núcleos temáticos: “Paisagem”, “In Situ”, “Simbiose”, “Construção”, “Geografias”, “Corpos”, “Fortunas”, “Terra e Mar” e “Cidade”. No entanto, intencionalmente, não haverá um circuito pré-definido. Todos os portões do Paço Imperial estarão abertos, incluindo o principal, que tem vista para a Baía de Guanabara e está fechado desde a pandemia. “Sempre gostamos quando o visitante faz o seu próprio percurso. Pode começar pelo primeiro ou segundo andar, pode entrar por qualquer um dos portões. A mostra não tem uma cronologia, foi uma decisão da curadoria não classificar, não categorizar, não criar barreiras nem distinções entre as obras, que é um pouco do que tentamos fazer hoje, mostrando artistas de vários perfis, de várias genealogias, com raízes diferentes”, diz Claudia Saldanha, que há dez anos dirige o Paço Imperial.

No pátio principal estará o núcleo “Paisagem”, com o jardim de Roberto Burle Marx em diálogo com as obras de Elizabeth Jobim. No pátio pórticos, haverá o núcleo “In Situ”, que evidenciará relações entre arte e elementos da arquitetura do Paço Imperial, com obras de Ascânio MMM, Ivens Machado, Celeida Tostes, Iole de Freitas, entre outros.

No primeiro andar, na sala Treze de Maio, estará o núcleo “Simbiose”, com obras que dialogam com elementos da natureza e com a arquitetura do Paço Imperial. Na sala do Trono encontra-se o núcleo “Construção”, que traz muitos artistas neoconcretos e falará sobre o processo de construir e projetar uma obra. Para este núcleo, foram considerados momentos importantes da história do Paço Imperial, como as exposições de Hélio Oiticica e Lygia Clark, em 1986, durante o 9º Salão Nacional de Artes Plásticas, e a primeira retrospectiva de Amilcar de Castro, em 1989, com curadoria de Glória Ferreira, durante a gestão de Paulo Sergio Duarte. Na sala do Dossel, estará “Geografias”, com obras que evocam espaços, sejam eles reais ou virtuais. As salas Mestre Valentim e Seletos serão dedicadas ao núcleo “Corpos”, com trabalhos que trazem representações diversas de corpos, sozinhos ou em grupo, visíveis ou sugestionados.

Jean Baptiste Debret – Marimba, 1826. Foto: Horst Merkel/Cortesia Museus Castro Maya.

No segundo andar, estarão núcleos que passarão pela própria história do Paço, o lugar em que está inserido – um prédio histórico, com a Baia de Guanabara em frente –, então muitos trabalhos vão falar sobre cidade, mapa, cartografia, mas também sobre a relação com o mar e colonialidade. Desta forma, serão apresentados os núcleos “Fortuna”, com obras que criam sentidos para aquilo que é recorrente ou que poderia ser considerado corriqueiro, “Terra e mar”, com trabalhos que plástica e conceitualmente trazem esses elementos, e “Cidade”, entendendo que o Paço Imperial é uma extensão da cidade, das estruturas, das muitas pessoas que por lá passaram.

A exposição também trará uma linha do tempo, que contará a história do Paço Imperial desde a sua construção, tendo sido palco de importantes acontecimentos da história do Brasil, como o Dia do Fico e a Abolição da Escravidão. Haverá, ainda, três seminários, que discutirão a importância da instituição para a cidade do Rio de Janeiro e para o país, que contará com a participação de artistas, dos antigos diretores, Paulo Sergio Duarte e Lauro Cavalcanti, e do arquiteto Glauco Campello, responsável pela reforma que transformou o Paço Imperial em centro cultural. Uma série de oficinas em parceria com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage também completará a programação, que terá, ainda, um programa educativo. A mostra também será acompanhada de um catálogo a ser lançado no final da exposição.

O Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial foi fundado em 6 de março de 1985, tendo completado os 40 anos no ano passado. “Consideramos que até março de 2026, quando iremos inaugurar a exposição, estamos celebrando este momento de aniversário”, afirma Claudia Saldanha.  

SOBRE O PAÇO IMPERIAL

Emygdio de Barros, 1949, óleo sobre tela, 70,3 x 98 cm. Foto: Mauro Domingues/Cortesia Museu de Imagens do Inconsciente.

Construído em 1733 e inaugurado em 1743, o Paço Imperial foi usado primeiramente como Casa dos Vice-Reis do Brasil. Com a chegada da Corte de D. João VI ao Rio de Janeiro, em 1808, tornou-se Paço Real e sede dos governos do Reinado e do Império. Após a Proclamação da República, em 1889, abrigou a Agência Central dos Correios e Telégrafos. A primeira planta em escala da cidade, feita em 1713, e os vestígios arqueológicos revelam que, no Paço Imperial, também funcionaram a Casa da Moeda e o Armazém del Rei. O casarão foi tombado pelo Iphan em 1938. Desde sua restauração em 1983, conduzida pelo arquiteto Glauco Campello, o Paço Imperial resgatou sua essência histórica e se tornou referência na arte contemporânea. Em 1985, depois de restaurado, tornou-se um centro cultural vinculado ao Iphan.

Serviço:

“Constelações – 40 anos do Paço Imperial”

Abertura: 28 de março de 2026, às 14h

Exposição: até 7 de junho de 2026

Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial [pátios, 1º e 2° pavimentos]

Praça XV de Novembro, 48 – Centro – Rio de Janeiro – RJ

Terça a domingo e feriados, das 12h às 18h.

Entrada gratuita

Curadoria: Claudia Saldanha, Ivair Reinaldim e equipe do Paço Imperial

Produção: AREA27.

(Com Beatriz Caillaux/Midiarte Comunicação)