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Arte & Cultura

São Paulo, SP

MAM São Paulo e Sesc promovem diálogo entre seus acervos em exposição inédita

por Kleber Patrício

De 30 de junho a 27 de setembro de 2026, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Sesc São Paulo realizam a exposição “Mire Veja: MAM São Paulo visita Sesc Bom Retiro”, no centro da capital. Com curadoria de Valquíria Prates e Mirela Estelles, a mostra nasce do encontro entre os acervos das instituições, reunindo cerca de 50 obras de diferentes […]

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Meio Ambiente & Responsabilidade Social

Ubatuba, SP

Instituto Argonauta auxilia baleia-jubarte emalhada em Ubatuba

por Kleber Patrício

A Equipe de desenredamento de grandes cetáceos do Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha foi acionada para atender uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) juvenil avistada emalhada nas proximidades da Ponta Grossa, em Ubatuba. O animal, conhecido como Lena, já havia sido registrado na região no ano passado e voltou a ser avistado neste ano […]

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MAM São Paulo e Sesc promovem diálogo entre seus acervos em exposição inédita

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo. Rodrigo Braga, Comunhão I, 2006. Foto: Rodrigo Braga.

De 30 de junho a 27 de setembro de 2026, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Sesc São Paulo realizam a exposição “Mire Veja: MAM São Paulo visita Sesc Bom Retiro”, no centro da capital. Com curadoria de Valquíria Prates e Mirela Estelles, a mostra nasce do encontro entre os acervos das instituições, reunindo cerca de 50 obras de diferentes linguagens, suportes e períodos.

Como visitante, o museu integra obras de sua coleção (de artistas como Alberto da Veiga Guignard, Alfredo Ceschiatti, Amelia Toledo, Brígida Baltar, Cao Guimarães, Carlos Zilio, Emanoel Araujo, Franz Weissmann, German Lorca, Giuliana Giorgi, Heitor dos Prazeres, Labo & Rafaela Kennedy, Laura Vinci, Lenora de Barros, Lothar Charoux, Paulo Nenflidio, Pedro Motta, Rodrigo Braga, Rosângela Rennó, Sara Ramo, Xadalu Tupã Jekupe e Zimar) ao acervo já presente na unidade, sem alterar a configuração da instituição anfitriã. Obras que já habitam o edifício, entre elas trabalhos de Antonio Henrique Amaral, Artur Barrio, Cássio Vasconcellos, Claudio Tozzi, Cleber Machado, Eduardo Coimbra, Iran do Espírito Santo, Motta & Lima, Nelson Leirner, Paulo Bruscky, Rodrigo Andrade e Rubens Gerchman, passam a integrar a mostra sendo ressignificadas a partir desse novo contexto.

A exposição faz parte do programa MAM em Movimento, iniciativa que promove a circulação de obras do acervo do museu em diálogo com outros espaços e instituições culturais. Ao colocar essas duas coleções em convivência, Mire Veja propõe um diálogo entre diferentes modos de fazer instituição, construir narrativas e estabelecer relações com os públicos. Partindo da seleção de obras das duas instituições e ocupando toda unidade do Sesc Bom Retiro, a curadoria da mostra tem como interesse principal a possibilidade de investigar os modos como a mediação cultural trabalha publicamente seus acervos em ações específicas de curadoria, educação e comunicação de exposições de arte.

MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo. Pedro Motta, Treme Terra, 1998 – 2008.

“Todo acervo começa com um gesto de escolha. Escolher guardar é também escolher o que permanece, o que será cuidado, pesquisado, documentado e mostrado ao longo do tempo”, explica Mirela Estelles, que também é coordenadora do MAM Educativo. “Partindo dessa reflexão, a mostra convida as pessoas a pensar sobre o que significa constituir, preservar e tornar público um conjunto de obras, evidenciando os processos, decisões e práticas que sustentam a vida pública da arte”, diz Mirela.

“A exposição convida o público a refletir sobre o que se busca transformar a partir do contato de pessoas com obras de arte em exposições, conversando sobre trabalhos de arte contemporânea e sobre as múltiplas camadas de experiência que podem ocorrer nas exposições”, continua Valquíria Prates. “O que se coloca em exposição são as obras e seus processos de criação, mas também as formas de as mostrar, os dispositivos que as acompanham, os textos, os áudios, os livros, os materiais educativos e os próprios espaços por onde o público circula. Aqui, a obra é entendida como um campo aberto de relações intencionais, continuamente atualizado no encontro com cada visitante que esteja interessado em fazer parte dos processos de mediação de uma mostra de arte”, reflete a curadora, que investiga saberes e práticas colaborativas de mediação cultural em diferentes territórios, instituições e contextos sociais.

A exposição ocupa todo edifício onde parte do Acervo Sesc de Arte é exibido desde a abertura do Sesc Bom Retiro, contemplando também o espaço expositivo e a biblioteca da unidade. Corredores, escadas e áreas de convivência tornam-se parte do percurso, ampliando as possibilidades de encontro com as obras dos dois acervos e convidando o público a perceber a arte para além dos espaços expositivos musealizados.

MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo. Lenora de Barros, Não quero nem ver, 2006. Foto: Marcelo Arruda.

Constituído desde os primeiros anos da instituição, o Acervo Sesc de Arte configura-se como uma importante ação institucional no campo das artes visuais, atuando simultaneamente como patrimônio cultural e suporte para ações educativas. Composto por obras de arte moderna, contemporânea e popular, o acervo teve momentos decisivos de formação nas décadas de 1970 e 1980 e segue, até hoje, em constante expansão por meio de aquisições e doações orientadas por critérios estéticos e históricos rigorosos.

Distribuído por todas as unidades do estado de São Paulo, o acervo se destaca por sua presença cotidiana: as obras permanecem em exibição permanente, muitas vezes em espaços de ampla circulação ou ainda em projetos site-specific, especialmente concebidos para os ambientes arquitetônicos das novas unidades. Dessa forma, o Acervo Sesc de Arte promove o encontro direto entre público e obra, integrando arte, arquitetura e território, e ampliando o acesso à produção artística em diálogo com o contexto social local.

“A opção por apresentar seu acervo artístico em espaços de circulação, é um gesto da instituição que visa aproximar a produção visual do cotidiano de seus frequentadores. Dessa forma, o Sesc São Paulo escolheu pela apresentação de sua coleção em locais improváveis – piscinas, ginásios, centrais de atendimento – permitindo que a arte esteja presente para além dos espaços dedicados”, comenta Juliana Braga, gerente de Artes Visuais e Tecnologia do Sesc São Paulo, responsável pela gestão do Acervo Sesc de Artes.

MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo. Lothar Charoux, Composição, 1958. doação Glaucia e Peter Cohn, 2005. Foto: Ding Musa.

A pesquisa de mediação cultural a partir de processos de educação e exposições ocupa a biblioteca da unidade, como espaço de exposição, pesquisa e mediação. Reunindo livros, materiais educativos, maquetes táteis e outros recursos desenvolvidos pelo MAM Educativo, esse ambiente expande a noção de acervo, evidenciando os conhecimentos, práticas e experiências que se constroem em torno das obras.

Ao colocar em diálogo obras, instituições, práticas curatoriais e ações educativas, Mire Veja: MAM São Paulo visita Sesc Bom Retiro propõe pensar as transformações dos acervos a partir dos contatos com seus públicos, considerando que cada vez que uma obra é mostrada, uma nova relação se torna possível a partir do que alguém percebe nela. E é nesse movimento contínuo entre guardar e mostrar, entre mirar e ver, que a arte se torna experiência de percepção e posicionamento no mundo.

Sobre as curadoras

Valquíria Prates investiga a mediação cultural das artes visuais e da literatura, com uma trajetória que integra pesquisa, escrita, curadoria e educação em museus, bibliotecas, universidades, escolas e outras instituições culturais. É graduada em Letras e Pedagogia, Mestre em políticas públicas de acessibilidade pela Universidade de São Paulo e Doutora em Artes pela Unesp, onde defendeu a tese Como fazer junto: a arte e a educação na mediação cultural. Seu trabalho articula saberes e práticas colaborativas de mediação em diferentes territórios e contextos sociais.

Mirela Estelles é mediadora cultural que investiga os desdobramentos da narração de histórias na educação em museus e exposições de arte. Estudou comunicação das artes do corpo na PUC-SP e especializou-se em linguagens da arte no Centro Universitário Maria Antônia, onde iniciou as pesquisas e atividades do projeto Histórias para Ver e Ouvir (2011-2026). Com experiência em arte contemporânea, educação, livro e leitura, culturas da infância, patrimônio imaterial e públicos de museus, realiza a curadoria de exposições e de projetos educativos em escolas, livrarias, bibliotecas, museus e outras instituições culturais, com atenção aos aspectos de acessibilidade e diversidade na gestão cultural de equipes multidisciplinares. Atualmente, coordena a área de educação do Museu de Arte Moderna de São Paulo, onde atua desde 2009. Neste museu, fez a curadoria da exposição Elementar: fazer junto (2023); idealizou os projetos Semana das Culturas da Infância (2012-2026), Festival Corpo Palavra (2021-2026) e Histórias no Jardim (2022-2025).

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de cinco mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas. O MAM tem uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

O MAM está temporariamente fora de sua sede no Ibirapuera desde agosto de 2024 devido à reforma da marquise, realizada pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, e o retorno do museu ao Parque está previsto para o segundo semestre de 2026. A programação de exposições está sendo apresentada em instituições parceiras. Acompanhe as atividades do MAM através do site (mam.org.br) e pelas redes sociais (@mamsaopaulo).

Sobre o Sesc São Paulo

O Serviço Social do Comércio é uma entidade privada com finalidade pública, criada em 1946 por iniciativa do empresariado do setor de comércio de bens, serviços e turismo, e que tem como missão contribuir para a qualidade de vida dos trabalhadores dessas categorias, seus dependentes e da sociedade em geral.

No estado de São Paulo, o Sesc conta com uma rede de 44 unidades, incluindo centros culturais e esportivos, bem como unidades especializadas. Oferece programações em diversas linguagens artísticas, atividades físico-esportivas e de turismo social, programas de saúde, educação para sustentabilidade, para a diversidade e para acessibilidade, alimentação, programas especiais para crianças, jovens e pessoas idosas, além do Sesc Mesa Brasil – programa institucional de combate à fome e ao desperdício de alimentos.

O Sesc desenvolve, assim, uma ação de educação não formal permanente com o intuito de valorizar as pessoas ao estimular a autonomia, a convivência e o contato com expressões e modos diversos de pensar, agir e sentir. Para mais informações, acesse o portal: sescsp.org.br.

SERVIÇO:

Exposição Mire Veja: MAM São Paulo visita Sesc Bom Retiro

Local: Sesc Bom Retiro

Curadoria: Valquíria Prates e Mirela Estelles

Abertura: Dia 30 de junho, 19h.

Período expositivo: 1 de julho a 27 de setembro de 2026.

Terça a sexta, 9h às 20h. Sábado, 10h às 20h.

Domingo e feriado, 10h às 18h.

Espaço Expositivo. Livre.

Endereço: Alameda Nothmann, 185 – Campos Elíseos, São Paulo – SP

Entrada: gratuita.

Mais informações:

MAM São Paulo

instagram.com/mamsaopaulo

facebook.com/mamsaopaulo

youtube.com/@mamsaopaulo

Sesc Bom Retiro

Alameda Nothmann, 185. CEP 01216-000. Campos Elíseos, São Paulo – SP.

Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais:

Facebook, Instagram: @sescbomretiro.

(Com Flávio Aquistapace/Sesc Bom Retiro)

 

Espetáculo “Saudade”, do grupo Os Geraldos, reinaugura o Teatro Municipal João Caetano, em São Paulo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Peça retorna à capital para reabrir as portas desse patrimônio cultural da cidade; a data também marca o lançamento do “Giro Sesc 80 anos nos Teatros Municipais de São Paulo”. Foto: Tatiana Reis.

O grupo campineiro Os Geraldos retorna à capital com seu mais recente espetáculo, “Saudade”, para a reinauguração do Teatro João Caetano (Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino), equipamento municipal da cidade de São Paulo. As portas voltam a abrir para o público no sábado, dia 27 de junho de 2026, com sessão às 20h e ingressos gratuitos distribuídos uma hora antes.

Saudade tem direção e concepção de Douglas Novais, texto de Julia Cavalcanti e Paula Guerreiro e direção musical de Everton Gennari. A montagem narra a história de um vilarejo onde a morte era tratada como brincadeira pelas crianças, até que um acontecimento altera de forma definitiva a maneira como elas compreendem a perda.

Foto: Tatiana Reis.

O espetáculo  cumpriu temporada de cinco semanas entre maio e junho deste ano, no Sesc Santana, atraindo mais de 2 mil espectadores, e agora retorna para um evento duplamente histórico: além de reabrir as portas desse patrimônio cultural da cidade, em cuja modernização foram investidos cerca de R$ 10 milhões, a apresentação também marca o lançamento do “Giro Sesc 80 anos nos Teatros Municipais de São Paulo”.

Inspirada no conto Pinguinho, de Viriato Correia, e em textos de Rubem Alves, a peça articula infância, morte e memória a partir de uma encenação que integra narrativa e canto coletivo. No vilarejo que se constrói em cena, a saudade surge como experiência compartilhada entre atores e público.

Foto: Stephanie Laura.

O espetáculo reúne 13 intérpretes em cena, que executam ao vivo canções tradicionais em português, espanhol, francês, italiano e latim. A música organiza a progressão das cenas e aproxima referências culturais distintas de um imaginário popular.

Criado há 18 anos em Campinas, Os Geraldos desenvolvem pesquisa em teatro popular centrada na relação direta com a plateia. O grupo já circulou por 106 cidades, em 24 estados brasileiros e 10 países.

Giro Sesc 80 anos nos Teatros Municipais de São Paulo

O espetáculo marca o início do “Giro Sesc 80 anos nos Teatros Municipais de São Paulo”, com uma temporada de espetáculos gratuitos em diversos teatros municipais oferecidos por uma parceria entre o Sesc e a Prefeitura. No domingo (28), às 15h, sobe ao palco a peça infantil “Monstro da Porta da Frente”, do coletivo A Digna, que homenageia a sétima arte e discute o direito à cidade, acompanhando a menina Laura na missão de salvar o antigo cinema de rua do seu bairro.

Sobre a revitalização do Teatro João Caetano

Confira os detalhes da reforma na matéria publicada pela Prefeitura de São Paulo no link a seguir: Teatro João Caetano reabre nesta sexta (26) e estreia programação em parceria com Sesc São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa – Prefeitura https://share.google/bHwem7Hrgnumw33wU.

Foto: Bob Sousa.

Sinopse | Em um pequeno vilarejo, a morte, antes motivo de festa e brincadeiras, transforma-se em um encontro íntimo com a fragilidade da vida e a força das memórias. Inspirado livremente no conto “Pinguinho”, de Viriato Correia, o espetáculo “Saudade” celebra a poesia das raízes de um povo, conectando o interior do Brasil a tantos outros cantos.

FICHA TÉCNICA

Direção e concepção de cena, figurino e cenografia: Douglas Novais

Direção musical e preparação vocal: Everton Gennari

Dramaturgia: Julia Cavalcanti e Paula Guerreiro

Direção de texto: Douglas Novais e Paula Guerreiro

Elenco: Alexandre Cremon, Carolina Delduque, Emme Toniolo, Everton Gennari, Gileade Batista, Guilherme Crivelaro, João Fernandes, Julia Cavalcanti, Paty Palaçon, Paula Guerreiro, Pedro Dias, Roberta Postale e Valéria Aguiar

Iluminação: Caetano Vilela

Visagismo e maquiagem: Douglas Novais e Gileade Batista

Assistência de direção: Julia Cavalcanti

Assistência Dramatúrgica: Emme Toniolo e Tatiana Alves

Coordenação do Ateliê Kairós: Emme Toniolo

Assistência do Ateliê Kairós: Gileade Batista, Guilherme Crivelaro, Vinícius Zaggo, Valéria Aguiar, Agnes Foster, Aline Sivieri e Jennifer Adélia

Fotografia: Stephanie Lauria, Bob Sousa e Guto Muniz

Design gráfico e Ilustrações: Guilherme Crivelaro

Redação do programa: Paula Guerreiro

Operação de luz: Débora Piccin

Coordenação de produção executiva: Paty Palaçon

Produção executiva: Anna Helena Longuinhos

Assistência de produção: João Vitor Paulato, Nicole Mesquita, Lívia Telles

Captação e Projetos: Carolina Delduque, Paula Guerreiro, Lívia Telles, Paty Palaçon

Assistência de Captação e Projetos: Pedro Dias, Anna Helena Longuinhos e Débora Piccin

Coordenação técnica: João Fernandes e Alexandre Cremon

Assistência técnica: Roberta Postale e Pedro Dias

Coordenação de comunicação: Nicole Mesquita

Coordenação de gestão: Tatiana Alves

Coordenação geral: Douglas Novais

Produção: Os Geraldos.

SERVIÇO:

Saudade

Grupo Os Geraldos, na reabertura do Teatro João Caetano

Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino, São Paulo – SP

Quando: sábado (27), a partir das 19h (início do espetáculo às 20h)

Duração: 60 minutos

Recomendação etária indicativa: 14 anos

Ingressos: gratuitos, distribuídos uma hora antes.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Indaiatuba recebe 3 mil bailarinos de todo o Brasil e América Latina

Indaiatuba, SP, por Kleber Patricio

Mostra competitiva reúne mais de 3 mil bailarinos no Ciaei. Foto: Divulgação/Passo de Arte.

Indaiatuba (SP) se prepara para viver mais uma vez o clima de um dos maiores festivais de dança do Brasil. Entre os dias 8 e 18 de julho, a cidade recebe a 33ª edição do Passo de Arte Grand Prix, que reunirá cerca de 3 mil bailarinos de mais de 150 grupos provenientes de 13 estados brasileiros. Além de representantes de importantes polos da dança nacional, como São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Ceará, o Festival também receberá delegações internacionais do Paraguai e da Argentina.

Realizado há 20 anos em Indaiatuba (SP), o Festival transformou o município em uma importante referência para a dança nacional, atraindo anualmente artistas, professores, coreógrafos, estudantes e profissionais do setor. Ao longo de 11 dias, a programação reúne mostra competitiva, cursos, workshops, masterclasses, feira especializada e apresentações com profissionais reconhecidos internacionalmente.

A mostra competitiva acontece na Sala Acrísio de Camargo, no Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba (Ciaei), e contempla diferentes modalidades. Entre os dias 8 e 12 de julho acontece a Fase A, dedicada ao balé clássico e repertório. Já entre os dias 13 e 18 acontece a Fase B, com performances de jazz, sapateado, dança contemporânea, danças urbanas, danças populares e estilo livre.

Além da competição, o Passo de Arte contará com uma agenda formativa que inclui cursos, workshops e masterclasses ministrados por profissionais de destaque no cenário nacional e internacional. Entre os convidados estão Julio Bocca, diretor do Teatro Colón, da Argentina; Luca Masala, diretor da Princess Grace Academy, de Mônaco; Tadeuz Matacz, diretor da John Cranko School, da Alemanha; e Telmo Moreira, diretor da Rock School, dos Estados Unidos. Saiba mais aqui.

Paralelamente à programação artística, o Passo de Arte Fashion Dance reúne algumas das principais marcas do segmento, além de praça de alimentação e espaços de convivência para participantes e visitantes.

Além de projetar o nome de Indaiatuba no cenário nacional da dança, o Grand Prix também movimenta diversos setores da economia local, atraindo participantes, familiares, professores e profissionais que utilizam serviços de hospedagem, alimentação, transporte e comércio durante os dias de programação. Para o diretor de produção do Passo de Arte, William Romão Costa, o evento desempenha um papel importante no fortalecimento cultural e econômico da cidade. “Ao longo de duas décadas, o Passo de Arte ajudou a consolidar Indaiatuba como um dos principais polos da dança no Brasil. A cada edição recebemos participantes de diferentes regiões do país e da América Latina, promovendo intercâmbio artístico, formação profissional e movimentando diversos setores da economia local”, destaca William Romão Costa, diretor de produção do Festival.

Programação formativa inclui cursos, workshops e masterclasses ministrados por profissionais de destaque no cenário nacional e internacional.

O festival também contará com forte participação de grupos da região e do interior paulista, como Campinas, Valinhos, Jundiaí, Hortolândia, Salto, Santa Bárbara d’Oeste, Sorocaba, Pedreira, Tatuí e da própria cidade de Indaiatuba.

A programação inclui ainda duas Galas das Estrelas, momentos que reúnem os trabalhos vencedores de cada fase. Ao final da competição, serão distribuídos R$ 40 mil em premiações, contemplando os destaques da competição.

Passo de Arte Grand Prix, que acontece de 8 a 18 de julho em Indaiatuba (SP) integra a programação do Festival de Inverno da cidade e tem apoio da Prefeitura de Indaiatuba.

SERVIÇO:

33º Passo de Arte Grand Prix

Data: 08 a 18/07

Local: Ciaei – Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba

Endereço: Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, 3.655 – Jardim Regina – Indaiatuba (SP) MAPA AQUI

Informações: (11) 99480-8501 | projetos@passodearte.com.br

IngressosAQUI

Programação completaAQUI

Instagram passodearte.

Sobre o Instituto Passo de Arte Fundado em 1985 pelos publicitários William Romão Costa e Juliano Rubens de Carvalho como Star’s Dance, empresa pioneira no Estado de São Paulo a atuar na área de produção e fomento a dança, tornou-se uma das maiores incentivadoras de festivais e veículos de informações do setor. O know-how adquirido ao longo das últimas décadas, aliado a mudança da direção, que passou a contar com a experiência da ex-bailarina Marisa Pivetta, resultou em, entre outras iniciativas, no projeto Passo de Arte, que produz competições de dança pelo Brasil, como representante oficial do concurso ADC/ABC, da Flórida, garantindo oportunidades para bailarinos brasileiros, que atuam em quase todas as companhias de dança do mundo, sendo que muitos deles ocupam cargo de primeiro bailarino e primeiro solista.

(Com Samanta De Martino/Armazém da Notícia)

Livro que revela o lado oculto do TDAH em mulheres ensina como elas podem recuperar o foco e o equilíbrio emocional

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Capa.

Você, mulher, já se sentiu cansada, dispersa, atrasada, improdutiva, tudo isso apesar das tentativas para “funcionar melhor”? Ou teve a sensação de que sua mente nunca desacelera e ainda assim nada parece sair do lugar? Para milhões de mulheres, esse cenário não é exceção, mas uma rotina. E, segundo a especialista Shanna Pearson, há uma explicação pouco reconhecida por trás desse padrão: o TDAH, um transtorno do neurodesenvolvimento, frequentemente invisível nas mulheres, que é mal diagnosticado ou interpretado apenas como “desorganização” ou “falta de disciplina”. Apesar desse aparente caos mental, ela afirma que “o cérebro não está com defeito, ele apenas funciona de forma diferente”.

É nesse ponto cego que Pearson constrói o livro “TDAH Invisível em MulheresEstratégias Comprovadas para Recuperar o Foco, o Equilíbrio Emocional e o Controle da Vida” (352 págs., R$ 72,90), lançamento da Editora Cultrix. A obra que rapidamente se tornou best-seller nos Estados Unidos, possui clareza e linguagem acessíveis e combina experiência clínica, estratégia comportamental e aplicação prática imediata.

Diferente de muitos livros tradicionais sobre o transtorno, TDAH Invisível em Mulheres oferece mais de 100 ferramentas aplicáveis no dia a dia, construídos a partir de mais de 450 mil atendimentos feitos pela autora ao longo de 26 anos de prática clínica e coaching especializado. Pearson traz uma abordagem direta e baseada em ação, sendo descrito por especialistas como um guia que “funciona no mundo real”, justamente por traduzir experiência clínica em estratégias testadas em larga escala.

O livro é estruturado em quatro partes que orientam o leitor de forma prática e progressiva:

Parte I (“O quê?”) explica como funciona o cérebro com TDAH;

Parte II (“Por quê?”) aborda padrões emocionais e estímulos inconscientes que influenciam comportamentos cotidianos;

Parte III (“Ferramentas”) reúne mais de 100 estratégias práticas voltadas para foco, organização, procrastinação e regulação emocional;

Parte IV (“E agora?”) amplia a discussão para autonomia, identidade e construção de uma vida mais sustentável com TDAH.

Shanna Pearson destaca no livro o que muitas vezes é ignorado nos diagnósticos tradicionais: a hiperatividade interna, a sobrecarga emocional, os ciclos de exaustão e a sensação persistente de inadequação vivida por muitas mulheres. Entre os temas trabalhados com as pacientes estão foco, organização, gestão do tempo, procrastinação, regulação emocional e tomada de decisão.

Em vez de oferecer soluções genéricas, TDAH Invisível em Mulheres se dirige especialmente a mulheres que já testaram métodos de organização, aplicativos, técnicas de foco e estratégias de produtividade sem resultados duradouros. O livro traz uma promessa central simples e direta: entender como seu cérebro funciona e aprender a trabalhar com ele, não contra ele.

Trecho do livro:

Talvez você tenha lido outros livros sobre TDAH, seguido influenciadores no tema ou assistido a inúmeras lives e, sem dúvida, acumulou uma pilha de informações. Mas que diferença isso fez em sua vida? Imagino que pouca; menos do que você esperava. Por isso, afirmo que este livro é diferente, e você deve me ouvir.

Primeiro, se você é mulher e tem TDAH, entendo perfeitamente sua dificuldade. Passei por isso – e sobrevivi! Sei muito bem como se sente e quero compartilhar com você soluções que podem facilitar muito sua vida.

Segundo, e muito mais importante, minha prática como coach me permitiu desenvolver a maior empresa do mundo para trabalho individual com adultos com TDAH, e as soluções que compartilho se baseiam em vinte e seis anos de resultados comprovados com dezenas de milhares de clientes! Com genuína humildade e surpresa, desde 1999, tenho o privilégio de ser coach e orientadora de mais de 450 mil indivíduos com TDAH, e hoje realizamos quase 60 mil sessões de uma hora, todos os anos.

Quero esclarecer que estes não são seguidores de redes sociais, membros de grupos on-line ou ouvintes de podcast em busca de informação gratuita (para ser sincera, não sou muito ativa nas redes sociais, pois a maioria de meus clientes nos encontra por recomendação). Quase qualquer pessoa pode acumular milhares de assinantes não pagantes em um grupo gratuito grande e, assim, alegar que “orientou” e “ajudou” milhares de indivíduos, em geral sem oferecer aconselhamento comprovado. — A autora

Sobre a autora:

Shanna Pearson é fundadora e presidente da Expert ADHD Coaching, o maior programa de  coaching personalizado para adultos com TDAH do mundo. Com mestrado em Psicologia e especialização em Educação Experiencial, ela acumula diversos prêmios internacionais de liderança e mais de 26 anos de experiência criando programas inovadores para mais de 120 organizações públicas e privadas. Criadora da metodologia exclusiva de Coaching Cinestésico e Baseado em Ação, Shanna supervisiona quase 60 mil sessões de coaching por ano e treina e orienta cada coach de sua equipe. Sua autoridade no assunto não vem apenas da formação acadêmica, mas de sua própria jornada lidando com o TDAH severo. Essa

Sobre o Grupo Editorial Pensamento:

Mais que livros, inspiração!

Desde 1907, o Grupo Editorial Pensamento publica livros para um mundo em constante transformação e aposta em obras reflexivas e pioneiras. Em busca desse objetivo, construímos uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil. Hoje, o Grupo é formado por três selos: Pensamento, Cultrix e Jangada, e possui em catálogo aproximadamente 2 mil títulos, publicando cerca de 80 lançamentos ao ano. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Editorial Pensamento aposta em mensagens que procuram expandir o corpo, a mente e o espírito. Mensagens que emanam energia positiva e bem-estar. Mensagens que equilibram o ser. Mensagens que transformam o mundo.

SERVIÇO:

Livro TDAH Invisível em Mulheres

Autor: Shanna Pearson (https://adhdcoaching.com/)

Editora: Cultrix

Páginas: 352

Preço: R$ 72,90

Disponível para compra em pré-venda através do link.

(Com Marcelo Boero/Aspas e Vírgulas)

Instituto Tomie Ohtake apresenta “Estrelas escolhidas”, individual de Luiz Zerbini

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Luiz Zerbini, Embaúbas 3, 2026, óleo, acrílica, pastel seco e grafite sobre tela, 195 x 300 cm, foto. Foto: Pat Kilgore.

Ministério da Cultura, o Nubank e o Instituto Tomie Ohtake apresentam, de 26 de junho a 16 de agosto de 2026, “Estrelas escolhidas”, exposição individual de Luiz Zerbini, com curadoria de Ana Roman e Luiza Mello. A mostra reúne cerca de 230 obras produzidas ao longo dos últimos dez anos, entre monotipias, pinturas, livros de artista e instalações, marcadas pela investigação da monotipia realizada a partir do contato direto com plantas, folhas, galhos, cascas e outras materialidades. O conjunto inclui trabalhos desenvolvidos a partir do acervo botânico do Instituto Inhotim e do Sítio Burle Marx, além de obras que ampliam o diálogo da produção gráfica de Luiz Zerbini com diferentes contextos, como as pesquisas relacionadas à gravura japonesa Ukiyo-e. Estrelas escolhidas acontece paralelamente às exposições Viva Viva Escola Viva, sobre o movimento indígena das Escolas Vivas, e Quando o museu é rio, realizada em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi.

Nascido em São Paulo e radicado no Rio de Janeiro, Luiz Zerbini construiu uma relação contínua com a paisagem e com o universo botânico. Seu ateliê – por muitos anos próximo ao bairro do Jardim Botânico – e, posteriormente, seu próprio jardim particular tornaram-se espaços de observação e convivência cotidiana com diferentes espécies vegetais. Essa relação aparece nas obras não como ilustração da natureza, mas como uma experiência de aproximação, contato e escuta do mundo vivo.

Luiz Zerbini, Xamã 1, 2020, óleo e acrílica sobre papel de algodão, 107 x 80 cm. Foto: Pat Kilgore.

Ao longo dos últimos anos, o artista desenvolveu uma prática em que o mundo vegetal se tornou agente do processo artístico. Nas monotipias, as plantas são utilizadas como matrizes, deixando suas marcas diretamente sobre o papel por meio da pressão da prensa, revelando nervuras, texturas e densidades que escapam ao olhar cotidiano.

Sua pesquisa gráfica ganhou novos desdobramentos a partir da colaboração com o gravador João Sánchez, do Estúdio Baren. O encontro entre os dois abriu um campo experimental em que o improviso, o erro e a matéria conduzem a composição das imagens. Ao longo dos anos, a investigação incorporou diferentes suportes, como seda, feltro, pedra litográfica e papéis diversos, além da produção de tintas desenvolvidas especialmente para o trabalho.

Segundo as curadoras, “o rigor técnico do gravador, aliado a uma certa ingenuidade do artista diante dos procedimentos, abriu uma frente experimental de criação. Nela, a composição se resolve no momento da impressão, sem projeto prévio, no encontro entre tinta, papel e matéria orgânica. Não há controle total do processo; o improviso conduz o fazer, e é justamente isso que interessa ao artista”.

Além das obras gráficas, a exposição apresenta núcleos dedicados às publicações produzidas pelo artista, além de um projeto sobre etnobotânica ainda em desenvolvimento. Mesas e instalações concebidas para a exposição aproximam processos, matrizes, referências e obras finalizadas, revelando o caráter experimental e processual da pesquisa de Zerbini.

Sobre o artista:

Luiz Zerbini nasceu em São Paulo, em 1959. Iniciou sua atividade artística no final dos anos 1970. Expoente da chamada Geração 80, é conhecido por fazer pinturas em grande escala, de colorido exuberante, em geral figurativas e com incursões no abstracionismo geométrico. As composições do artista incluem a paisagem e as formas da natureza. Sua obra transita entre a pintura, a escultura, a instalação, a fotografia, a monotipia, e a produção de textos e vídeos. Zerbini integra, ainda, o grupo Chelpa Ferro.

Retrato, Luiz Zerbini. Foto: Eduardo Ortega.

Entre suas exposições recentes, destacam-se: Observations: Luiz Zerbini in Conversation with Frank Walter (2025)Fortes D’Aloia & Gabriel | Jardins, São Paulo, Brasil; Vagarosa luminescência voadora (2025)Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo, Brasil; Afinidades III – Cochichos (2024), Museu Oscar Niemeyer, Curitiba, Brasil; Paisagens ruminadas (2024), Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, Brasil e Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil; Siamo Foresta (2023), Triennale Milano, Milão, Itália; Dry River (2022), Sikkema Jenkins & Co, Nova York, Estados Unidos; A mesma história nunca é a mesma (2022), Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, Brasil; Fire (2020), Stephen Friedman Gallery, Londres, Reino Unido; Nous les Arbres (2019), Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, Paris, França; Intuitive Ratio (2018), South London Gallery, Londres, Reino Unido; e Dreaming Awake (2018), Marres, House for Contemporary Culture, Maastricht, Países Baixos.

Luiz Zerbini é representado pelas galerias Fortes D’Aloia & Gabriel (Brasil) e Sikkema Jenkins & Co (Nova York). Seus trabalhos estão em instituições como o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), em São Paulo, Brasil; Instituto Inhotim, em Brumadinho, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, em São Paulo, Brasil; Christen Sveaas Museum/Kistefos-Museet, na Noruega; Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, na Itália; e Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, na França.

Estrelas escolhidas é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, e do Instituto Tomie Ohtake. A mostra conta com o apoio do mantenedor institucional Nubank e com o patrocínio da Motiva, por meio do Instituto Motiva, e do Aché Laboratórios Farmacêuticos, na cota Prata, além do apoio da galeria Fortes D’Aloia & Gabriel.

SERVIÇO:

Estrelas escolhidas

26 de junho a 16 de agosto de 2026

De terça a domingo, das 11h às 19h [última entrada até 18h]

Entrada franca

Instituto Tomie Ohtake

Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropé, 88) – Pinheiros – SP

Metrô mais próximo: Estação Faria Lima/Linha 4 – Amarela

Telefone: (11) 2245-1900

Site: institutotomieohtake.org.br /

Facebook: facebook.com/inst.tomie.ohtake

Instagram: @institutotomieohtake

Youtube: https://www.youtube.com/@tomieohtake

Loja: www.lojatomie.org.br.

(Com Martim Pelisson/Instituto Tomie Ohtake)