Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Direito ao brincar enfrenta barreiras e mobiliza comunidades para proteger a infância

Vale do Jequitinhonha, MG, por Kleber Patricio

Experiências mostram como brincadeiras, convivência familiar e valorização da cultura popular contribuem para o desenvolvimento infantil e a prevenção à violência. Imagem de TungArt7 por Pixabay.

Embora reconhecido pela legislação brasileira, garantir o direito ao brincar na prática continua sendo um desafio, especialmente em comunidades socialmente vulneráveis. Desigualdade social, a falta de espaços seguros e a presença cada vez mais precoce das telas ainda limitam as oportunidades de vivenciar plenamente a infância. Em setembro de 2026, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou o Projeto de Lei nº 186/2025, que propõe ampliar ações educativas voltadas à parentalidade positiva, incluindo cursos, campanhas e atividades de orientação às famílias. “O reconhecimento do brincar como um direito é um avanço importante, mas precisamos garantir que ele faça parte da realidade das crianças. Em muitos territórios, a ausência de espaços seguros e de oportunidades de convivência ainda representa uma barreira. O desafio é transformar o que está previsto na legislação em ações concretas, principalmente para quem vive em situações de maior vulnerabilidade”, afirma Maurício Cunha, do ChildFund Brasil.

Em Minas Gerais, a experiência de Flaviana Aparecida de Paula mostra como as brincadeiras podem transformar também a relação entre adultos e crianças. Ao participar das atividades da Casinha de Cultura, iniciativa apoiada pelo ChildFund Brasil, ela encontrou uma oportunidade de revisitar a própria infância e mudar a maneira como educa a filha. “Nos primeiros anos da vida da minha filha, tentei passar para ela aquilo que eu havia recebido, mesmo de uma forma que hoje reconheço como errada. Na Casinha de Cultura, encontrei um espaço para me libertar e resgatar o que eu mesma quis ser um dia. Hoje, tenho a oportunidade de brincar com a minha filha e construir brinquedos com ela. Aprendi a tratá-la de outra forma e sou muito grata por isso”, relata Flaviana.

Criada em 1997, no Vale do Jequitinhonha (MG), a Casinha de Cultura utiliza brincadeiras tradicionais, saberes populares e participação comunitária para promover o desenvolvimento infantil. Certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil, a metodologia do ChildFund Brasil está presente em diferentes regiões do país. Somente em 2025, mais de 40 Casinhas, entre fixas e itinerantes, alcançaram cerca de 9,5 mil crianças, adolescentes e familiares em mais de 200 comunidades brasileiras.

As atividades contam com a participação dos chamados brincantes, moradores que ajudam a organizar as experiências e preservar manifestações culturais locais. Para as crianças, esses encontros representam oportunidades de diversão e convivência que nem sempre estão disponíveis em outros espaços. “Se não tivesse a Casinha de Cultura aqui, não teríamos essas brincadeiras. A gente brinca de queimada, pula corda, joga bola e pião. A brincadeira de que eu mais gosto é queimada”, conta Lara, participante da iniciativa em Minas Gerais.

Cauan, também participante do projeto, destaca a importância do espaço para as crianças da comunidade. “A Casinha de Cultura é importante porque guarda tudo o que a gente faz aqui. Sem ela, muitas crianças poderiam ficar na rua, sem ter onde brincar”, afirma.

Além das atividades com as crianças, a iniciativa busca recuperar tradições transmitidas entre gerações, envolvendo pais e moradores na construção artesanal de brinquedos e na valorização dos costumes locais. “A gente constrói as brincadeiras junto com as crianças e procura resgatar costumes da nossa cultura que foram ficando no passado. Também convidamos pais e outras pessoas da comunidade para construir brinquedos com elas. Assim, mantemos essas tradições vivas”, explica Paulo Sidney Silva, de Minas Gerais.

A atuação do ChildFund no estado reúne diferentes organizações comunitárias. Em 2025, o Projeto Caminhando Junto (PROCAJ) desenvolveu atividades em 11 Casinhas de Cultura, distribuídas por nove municípios do Vale do Jequitinhonha, alcançando cerca de 4 mil pessoas. Já em Itaobim, a Associação da Criança e do Adolescente de Itaobim (ASCAI) chegou a 74 comunidades e beneficiou mais de 1.100 pessoas. A metodologia também está presente em municípios do Ceará, como Fortaleza, Ocara, Itapiúna, Ibaretama e Limoeiro do Norte.

Brincar também é uma forma de proteção

A importância dessas experiências vai além do lazer. Uma pesquisa realizada pelo ChildFund Brasil, divulgada em 2023, identificou que cerca de 70% dos familiares entrevistados concordavam, em alguma medida, que crianças que fazem algo errado devem ser castigadas. O levantamento também revelou que apenas 57,1% reconheciam a palmada como uma forma de violência. Os resultados chamam a atenção para a necessidade de apoiar as famílias na adoção de práticas educativas baseadas no diálogo e no respeito. “O brincar cria oportunidades para que crianças e adultos construam relações de confiança e aprendam a lidar com sentimentos e conflitos. Quando as famílias participam dessas experiências, também encontram novas formas de educar, sem recorrer à violência. Por isso, garantir esse direito é parte fundamental de uma estratégia mais ampla de proteção da infância”, explica Maurício Cunha.

O avanço das telas representa outro desafio. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 28% das crianças e adolescentes começaram a navegar na internet antes dos seis anos, ante 10% em 2016. Nesse cenário, atividades presenciais, jogos coletivos e experiências ao ar livre ganham importância para diversificar as vivências infantis e estimular a interação social.

O ChildFund Brasil, que participou da articulação da Lei do Brincar, defende que o brincar vem junto à parentalidade positiva para prevenir violência doméstica contra crianças. A percepção vem da experiência em campo com a iniciativa Brinca e Aprende Comigo, realizada com apoio da The LEGO Foundation, que alcançou 12,5 mil crianças de zero a oito anos e mais de 6.200 mães, pais e cuidadores no Ceará e em Minas Gerais. “Assegurar o direito de brincar vai muito além de oferecer atividades recreativas. Significa garantir que as crianças tenham tempo, espaços seguros e oportunidades para viver plenamente a infância. Experiências como as desenvolvidas nas comunidades mineiras mostram que ações simples, como brincar em grupo, construir brinquedos e resgatar tradições culturais, podem transformar realidades. Nosso compromisso é contribuir para que esse direito seja acessível a todas as crianças, independentemente de onde vivem”, finaliza Maurício Cunha, do ChildFund Brasil.

Sobre o ChildFund Brasil | O ChildFund atua no desenvolvimento integral e na promoção e defesa dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. No Brasil desde 1966, com sede em Belo Horizonte (MG), alcançou 6,9 milhões de pessoas no país em 2025, com presença em 23 estados e 200 municípios. Integra a rede internacional associada ao ChildFund International, presente em mais de 60 países, e está entre as 20 melhores organizações do ranking brasileiro da The Dot Good. Mais informações em www.childfundbrasil.org.br.

(Com Carolina Pelegrin de Almeida/Agência Profile)

Dia do Sanduíche: bao de cogumelos, linguiça artesanal na baguette e Croque Monsieur no Le Cordon Bleu Café

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Celebrado em 3 de novembro, o Dia do Sanduíche homenageia um dos preparos mais democráticos e versáteis da culinária. Essenciais na comensalidade fora de casa, os sanduíches ganham uma interpretação autoral no renovado cardápio do Le Cordon Bleu Café São Paulo.

A pouco mais de um mês de sua reabertura, o espaço apresenta três opções exclusivas que refletem o trabalho de pesquisa e educação gastronômica da instituição. Todos os preparos são executados integralmente pela equipe do instituto, composta por chefs e alunos assistentes.

Veja a seguir:

Bao de cogumelos crocantes com molho de pimenta agridoce

Do brunch ao café da tarde, sanduíches do Le Cordon Bleu Café São  Paulo fazem parte do novo cardápio da reabertura; receitas aplicam técnicas da culinária francesa clássica à pesquisa da gastronomia mundial. Fotos: Bruna Zinetti.

Feito na casa, o delicado e macio pãozinho é cozido no vapor e recheado com cogumelo Eryngui empanado em gergelim e glaceado no molho agridoce de pimenta.

Uma salada fresca de cebola roxa, nirá e bastante coentro finaliza o sanduíche (R$ 35), oferecendo contraste e frescor.

Vitor Oliveira, chef de Cuisine do Le Cordon Bleu São Paulo, ressalta que o bao de cogumelos é 100% plant-based: “Buscamos trazer para o café uma boa variedade de opções feitas à base de plantas e o bao é um dos mais especiais. A influência dele é mais asiática, com cogumelos empanados no gergelim branco e preto, que dão contraste para o pão macio.”

Sanduíche de linguiça artesanal com mostarda na baguette

 

A linguiça, defumada na cozinha do Le Cordon Bleu São Paulo, é a estrela desse sanduíche (R$ 38). Suculenta, é servida dentro de uma baguette de fermentação natural com molho béchamel, compota de tomate e picles de mostarda.

“Quisemos, com esse sanduíche, fazer a nossa interpretação do que seria um cachorro-quente. Escolhemos a baguette, por ter um significado importante para o Le Cordon Bleu, e resolvemos fazer uma linguiça artesanal, uma vez que fazemos tudo do zero no café. Nessa versão, o ketchup vira compota de tomate agridoce e a mostarda é preparada como picles e aparece no béchamel”, explica o chef.

Croque Monsieur

O tradicional sanduíche francês (R$ 42) é feito com o pão de forma, que envolve fatias de presunto Royale e queijo Gruyère e molho béchamel com leve toque de mostarda.

“É um clássico dos bistrots franceses, com origem no século XX em uma época de intensas transformações sociais no país, e esse sanduíche era apreciado por todas as classes sociais. Seguimos a receita clássica, com pão artesanal da nossa produção e dois tipos de béchamel”, adiciona o chef Vitor Oliveira.

SERVIÇO:

Le Cordon Bleu Café São Paulo – R. Natingui, 862 – 1° andar – Vila Madalena, São Paulo, SP.

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira das 09h às 17h e sábado das 10h às 16h.

Instagram: lecordonbleubrasil.

Sobre Le Cordon Bleu

Le Cordon Bleu é a principal rede global de institutos de artes culinárias e gestão de hospitalidade, com um legado de mais de 130 anos. A rede conta com 35 escolas espalhadas em 22 países, formando cerca de 20 mil alunos de mais de 100 nacionalidades diferentes todos os anos. As técnicas culinárias tradicionais francesas permanecem no coração do Le Cordon Bleu, com seus programas acadêmicos e currículos continuamente adaptados para incluir também novas tecnologias e as inovações necessárias para atender às necessidades crescentes da indústria. Presente no Brasil desde 2018, com unidades no Rio de Janeiro e em São Paulo, o instituto oferece programas como o Grand Diplôme, o Diploma de Cozinha Brasileira, o Diplôme de Wine & Spirits e o Diplôme de Plant Based, entre outros.
(Com Luigi Di Fiore/Le Cordon Bleu)

Suhai Music Hall recebe Gipsy Kings® by Diego Baliardo e Sidney Magal

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Gipsy Kings by Diego Baliardo – Pela primeira vez, uma das bandas mais icônicas da música mundial e um dos artistas mais carismáticos do país dividem o palco em um espetáculo grandioso e criado exclusivamente para o público brasileiro. Foto: Mitch Etien.

Em uma turnê jamais vista e criada exclusivamente para o Brasil, uma das bandas mais icônicas da música mundial e um dos artistas mais carismáticos do país unem seus universos musicais.

Pela primeira vez, durante o show dos Gipsy Kings® by Diego Baliardo, Sidney Magal fará participação especial, proporcionando encontros memoráveis e tornando cada noite ainda mais emocionante, repleta de nostalgia, energia e celebração.

O resultado não poderia ser diferente: um espetáculo raro. De um lado, Gipsy Kings® by Diego Baliardo, referência mundial da rumba flamenca, da tradição cigana e da sonoridade inconfundível das seis guitarras.

Com mais de 40 anos de história, mais de 20 milhões de álbuns vendidos e vencedores do Grammy de Melhor Álbum de World Music, o grupo conquistou fãs ao redor do planeta, levando seu repertório aos principais palcos internacionais. Em seus shows, revive clássicos que atravessaram décadas e fronteiras, como Bamboleo, Djobi Djoba, Baila Me, Volare e Hotel California, que se transformaram em verdadeiros hinos e seguem emocionando plateias em diferentes países.

Sidney Magal. Fotos: Divulgação/Nenise Andrade.

Do outro, Sidney Magal, ícone da música brasileira, com um estilo inconfundível, carisma único e uma presença de palco arrebatadora. Celebrando seus 60 anos de carreira, é dono de uma trajetória marcada por irreverência e reconhecido por sua interpretação de sucessos inesquecíveis como Sandra Rosa Madalena, Meu Sangue Ferve por Você, Tenho, Me Chama Que Eu Vou e Se Te Agarro com Outro Te Mato. Poucos artistas atravessaram tantas décadas mantendo a mesma relevância, personalidade e capacidade de se conectar com diferentes gerações.

No repertório, não faltarão os grandes sucessos que transformaram os Gipsy Kings® By Diego Baliardo em um dos maiores nomes da música mundial. Clássicos da carreira conduzem a plateia, convidando o público a cantar, dançar e reviver canções que marcaram época.

No ponto alto da noite, dois ícones da música que representam alegria, dança e romantismo dividem o palco em um encontro inédito. É quando a paixão pela música cigana encontra o calor da música popular brasileira, criando uma atmosfera vibrante e emocionante, daquelas que arrancam aplausos espontâneos e permanecem na memória muito depois do último acorde.

Será uma experiência para viver em família, feita para cantar em coro, dançar do primeiro ao último minuto e reunir diferentes gerações em torno de um repertório que continua emocionando plateias ao redor do mundo.

Sobre Gipsy Kings® by Diego Baliardo

Foto: Orvenyesvolgy Festival.

A história dos Gipsy Kings® By Diego Baliardo é um conto de perseverança e amor pela música, começando com a família Baliardo, uma linhagem de músicos que nasceram para encantar o mundo e transformaram a guitarra em uma extensão de suas almas.

Sob a liderança de Diego Baliardo, o visionário fundador, a banda emergiu das ruas ensolaradas da França para conquistar os palcos globais, mantendo a chama da tradição cigana viva. Baliardo também foi o impulsionador da decisão conjunta de promover a cultura cigana em todo o mundo.

Iniciada em 1978, quando ninguém menos que a moradora mais famosa de Saint-Tropez, Brigitte Bardot, os convidou para entreter (ou melhor, incendiar) uma festa privada, seguida de inúmeros convites na então louca Cote d’Azur, a banda logo se tornou o favorito dos bilionários e estrelas internacionais.

Com mais de 40 anos de história, os Gipsy Kings® By Diego Baliardo aprenderam os segredos da guitarra com seus parentes mais velhos. Essa educação musical não apenas os preparou para o sucesso, mas também os conecta profundamente com suas raízes, inspirando-os a compartilhar a beleza da cultura cigana com o mundo.

A ascensão dos Gipsy Kings® by Diego Baliardo foi meteórica, impulsionada por seu talento inegável e pelo desejo de transmitir a alegria e o espírito da música cigana. O reconhecimento internacional veio com o estouro de sucessos como Bamboleo, uma explosão de ritmo e paixão que conquistou o coração de milhões em todo o mundo. Ritmos irresistíveis como “Djobi Djoba” e “Baila me” incendiaram multidões.

Mas os Gipsy Kings® by Diego Baliardo não se contentaram em simplesmente seguir o caminho trilhado. Eles ousaram reinventar clássicos, transformando hits como “Volare”, “Hotel California” e “A mi Manera” em interpretações únicas que capturam a alma da música cigana com uma intensidade emocional arrebatadora.

O sucesso internacional é indiscutível, com mais de 20 milhões de álbuns vendidos e um prestigioso Grammy de Melhor Álbum de World Music com “Savor Flamenco” em sua coleção de troféus.

Desde então, a banda continuou a evoluir, incorporando novos elementos musicais enquanto mantém firmes suas raízes ciganas. Com seus incomparáveis arranjos de 6 guitarras e sua seção rítmica vigorosa, eles entregam a pura herança artística da música de sua família, que construiu a lenda GIPSY KINGS® by Diego Baliardo.

Sobre Sidney Magal

Ícone da música brasileira, Sidney Magal construiu uma das carreiras mais marcantes e longevas do entretenimento nacional. Celebrando 60 anos de carreira, com um estilo inconfundível, carisma único e uma presença de palco arrebatadora, o artista se tornou um fenômeno popular ao transformar suas apresentações em verdadeiras celebrações da música, da dança e da alegria.

A trajetória artística de Sidney Magal começou nos anos 60, quando, muito jovem, participou de programas de rádio e televisão, em experiências como calouro, iniciando uma formação musical que passou pelo canto lírico e pela música erudita. Antes de se tornar um fenômeno popular, Magal construiu uma base artística ampla, marcada por disciplina, figurinos exuberantes e uma relação precoce com os palcos e os microfones.

Sua canção de maior sucesso, Sandra Rosa Madalena (A Cigana), foi incansavelmente executada em programas como de Silvio Santos e Chacrinha entre o final dos anos 70 e início dos anos 80. Um dos pontos altos de sua popularidade foi no início dos anos 90, com a efêmera explosão da lambada, quando se tornou um dos maiores ícones desta época, explodindo com a música Me Chama Que Eu Vou, que foi inclusive tema de novela Rainha da Sucata da Rede Globo.

Unindo música latina, romantismo, dança, teatralidade e uma presença de palco absolutamente singular, Magal também trabalhou no cinema, estrelando o filme Amante Latino, em que interpretava a si próprio. Ao longo das décadas seguintes, Magal seguiu renovando sua relação com o público, atravessando gerações sem perder a essência que o tornou um dos artistas mais carismáticos do Brasil, sempre presente no imaginário afetivo, popular e festivo do país.

SERVIÇO:

Gipsy Kings® by Diego Baliardo e Sydney Magal

Suhai Music Hall

Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP | Shopping SP Market

www.suhaimusichall.com.br | https://www.instagram.com/suhaimusichall/

Data e hora:

28 de novembro (sábado)

Abertura da casa: 19h

Show: 21h

Classificação: 16 anos. Abaixo de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável

Ar-condicionado

Acessibilidade

INGRESSOS

BILHETERIA ONLINE

Ticketmaster – https://www.ticketmaster.com.br/event/gipsy-kings-by-diego-baliardo-suhai-music-hall

BILHETERIA FÍSICA

Shopping Ibirapuera

Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP

Piso Jurupis (subsolo)

Referência: próximo ao restaurante Frutaria e à Academia Bio Ritmo

Horário de funcionamento:

Terça a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h (não abre nas segundas-feiras).

Importante:

– Para meia-entrada, é obrigatória a apresentação do comprovante tanto na compra quanto na entrada do evento.

– Baixe o app Quentro antes de vir à bilheteria! Com ele, você compra seu ingresso digital de forma rápida e prática.

Capacidade:

Mesa: até 3.407 pessoas.

Como chegar

A Suhai Music Hall está localizada dentro do Shopping SP Market, com acesso direto pela Av. das Nações Unidas e ao lado da estação Jurubatuba da CPTM (Linha 9 – Esmeralda). O local também conta com entrada interna pelo shopping, fácil acesso à Marginal Pinheiros, além de pontos sinalizados para embarque e desembarque de aplicativos e táxis.

Estacionamento: Mais de 3.000 vagas com segurança 24h – Para verificar valores, clique aqui.

(Com Valentina Dewers/Agência Taga)

Canteiro Solidário: evento reúne solidariedade, experiências e palestras em Indaiatuba no dia 7 de novembro

Indaiatuba, SP, por Kleber Patricio

Evento beneficente conta com a participação de expositores de diversos setores com vendas em prol da Volacc. Fotos: Divulgação/Congesa.

A Congesa – empresa do setor imobiliário de Indaiatuba – realiza no próximo sábado, 7 de novembro, a 4ª edição do Canteiro Solidário, iniciativa que reúne a comunidade em torno de uma causa social e destinará os recursos arrecadados à Volacc (Voluntários de Apoio às Famílias com Pessoas Portadoras de Câncer e Patologias Hematológicas).

O evento acontece das 9h às 15h no Storia Congesa e terá como um dos principais destaques o Congesa Talks, uma programação de palestras silenciosas e simultâneas que proporcionará aos participantes a oportunidade de conhecer diferentes etapas e os profissionais envolvidos no desenvolvimento de um empreendimento imobiliário.

A proposta é proporcionar uma experiência dinâmica e próxima do público, compartilhando informações, curiosidades e conhecimentos sobre os bastidores do Storia Congesa. Uma oportunidade de aproximar os visitantes dos processos, das escolhas e dos profissionais que fazem parte do desenvolvimento de um projeto imobiliário. “Acreditamos que o papel de uma empresa vai além de construir empreendimentos. Promover conexões com a comunidade e apoiar iniciativas que geram impacto social faz parte do DNA da Congesa. O Canteiro Solidário traduz esse compromisso em uma ação concreta, que mobiliza parceiros e visitantes em torno de uma causa importante para Indaiatuba. É uma satisfação contribuir com o trabalho da Volacc e ajudar a levar suporte a tantas famílias”, afirma Adriana Mazzoni, CEO da Congesa.

O evento também contará com a venda de produtos diversos de mais de 30 expositores em alimentação, moda adulta infantil e fitness, bem-estar, decoração, pet e educação. Parte do lucro obtido com a venda dos produtos será revertido para a Volacc, uma das entidades beneficentes mais tradicionais da cidade, dedicada a apoiar pacientes oncológicos e seus familiares. “Os recursos arrecadados serão diretamente destinados ao atendimento das 168 famílias acompanhadas pela Volacc. Esse trabalho envolve diferentes necessidades, desde a distribuição de cestas básicas, medicamentos e suplementos alimentares até o acompanhamento realizado por uma equipe multidisciplinar. A contribuição do Canteiro Solidário é importante para mantermos esses serviços e oferecermos o suporte necessário às famílias”, afirma Silvio Alexandre Soares de Oliveira, gestor executivo e presidente voluntário da Volacc.

Iniciativa conecta a comunidade e transforma solidariedade em ação

Expositores se reúnem com o gestor da Volacc, Silvio de Oliveira, para organização dos detalhes do evento.

O Canteiro Solidário teve início em 2020, com sua primeira edição realizada no canteiro de obras do empreendimento Life. Desde então, a iniciativa passou a integrar as ações sociais da Congesa, transformando os espaços de seus empreendimentos em ambientes de encontro, relacionamento e apoio a causas beneficentes.

A Volacc desenvolve um trabalho de apoio a pessoas com câncer e seus familiares, oferecendo assistência por meio de diferentes iniciativas, como fornecimento de medicamentos, fisioterapia, alimentação suplementar, acompanhamento psicológico e oficinas de geração de renda. Os recursos arrecadados durante o Canteiro Solidário contribuirão para a continuidade desses atendimentos e para o suporte às famílias assistidas pela instituição.

Na edição deste ano, o Canteiro Solidário irá proporcionar uma experiência de conexão com a essência da Congesa, aproximando o público dos bastidores da construção, promovendo a troca de conhecimentos com a equipe técnica e o contato com os expositores. Um encontro que reúne conhecimento, relacionamento e solidariedade em prol da Volacc.

SERVIÇO:

4ª edição do Canteiro Solidário Congesa

Data: 7 de novembro de 2026, sábado

Horário: das 9h às 15h

Local: Storia Congesa, Indaiatuba (SP)

Beneficiária: Volacc — Voluntários de Apoio às Famílias com Pessoas Portadoras de Câncer e Patologias Hematológicas.

(Com Horácio Busolin Jr/Vira Comunicação)

Superstição de um lado, companheirismo do outro: gatos pretos só precisam de uma chance

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Especialista explica estigma que ainda afasta famílias de pets de pelagem escura e sobre o bem que esses gatos fazem a quem os adota. Fotos: Banco de Imagem.

Na tela, eles roubam a cena. Salem, o gato falante de “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira”, Luna, a conselheira de “Sailor Moon”, e muitos outros gatos pretos conquistaram gerações de fãs. Na vida real, porém, eles ainda enfrentam um forte estigma, que os colocam em uma fila de espera mais longa por um lar. No Dia de Conscientização pelo Gato Preto, celebrado em 27 de outubro, dados da pesquisa “Panorama da Adoção no Brasil – ONGs”, realizada pelo Opinion Box a pedido de GoldeN e IMVC (Instituto de Medicina Veterinária do Coletivo), ajudam a dimensionar o problema: para 69% das ONGs ouvidas, animais de pelagem preta ou escura enfrentam grandes barreiras para serem escolhidos por uma família.

O estigma é antigo. Por séculos, a cor do pelo foi associada a superstições, azar e bruxaria, uma herança cultural que atravessou gerações e que ainda influencia, muitas vezes de forma inconsciente, a escolha de quem procura um novo companheiro. Ao mesmo tempo, o levantamento aponta que a idade agrava o problema. A preferência dos adotantes se concentra em filhotes (81% dos animais adotados com mais facilidade). Ou seja, quem tem pelo preto e já passou da fase filhote enfrenta um desafio duplo.

“O gato preto carrega um peso simbólico que não pertence a ele. É uma construção cultural antiga, que não tem base no comportamento do animal”, explica Ricardo Menezes, médico-veterinário, psicanalista e gerente de treinamento da PremieRpet. “Como psicanalista, costumo dizer que aquilo que projetamos no outro diz mais sobre nós do que sobre ele. E o que esses gatos devolvem é companheirismo: eles acompanham o tutor pela casa, escolhem o colo, ronronam no fim de um dia difícil. Quem dá uma chance a um gato preto costuma descobrir que ele faz um bem enorme à rotina e às emoções de quem o acolhe.”

O momento, aliás, é favorável aos felinos: segundo a pesquisa, os gatos já são os animais mais adotados pelas ONGs (41%), à frente dos cães (32%). De acordo com o Instituto Pet Brasil (IPB), a população de gatos nos lares brasileiros já ultrapassa 30,8 milhões. O aumento na procura por gatos é um reflexo da chamada “gatificação”, uma tendência de busca por um pet que se adapte à vida moderna, marcada por espaços menores e rotinas mais independentes. O desafio é fazer com que essa preferência crescente alcance também os gatos pretos, que seguem esperando por quem enxergue além da cor.

Adotar com consciência, porém, vai além do gesto de afeto. Para 71% das ONGs, os adotantes têm apenas conhecimento básico, com lacunas relevantes, sobre guarda responsável, e a maior parte das devoluções acontece nos três primeiros meses. A adaptação do animal (73%) e os cuidados veterinários (57%) são os pontos mais subestimados pelos tutores. “É preciso entender que cada gato tem a sua personalidade e o seu próprio tempo de adaptação, e que isso deve ser respeitado. Também é fundamental planejar os custos: alimentação, vacinas, consultas ao veterinário e, claro, os mimos que fazem parte da vida de quem ama um bichano. A adoção não termina no ‘sim’: ela é uma construção diária de um convívio de muito amor”, reforça Ricardo Menezes.

Checklist: como escolher seu melhor amigo preto

Olhe para a personalidade, não para a cor: converse com a ONG ou o protetor sobre o temperamento e a história do animal.

Considere os adultos e idosos: o comportamento de quem já cresceu é mais conhecido, o que ajuda a escolher o perfil que combina com sua rotina.

Planeje os custos: vacinas, castração, consultas e alimentação fazem parte do orçamento desde o primeiro dia.

Tenha paciência na adaptação: os três primeiros meses são os mais críticos, e cada gato tem seu tempo para se sentir em casa.

Visite e converse mais de uma vez: o primeiro encontro conta, mas conviver um pouco mais ajuda a criar vínculo e alinhar expectativas.

Pense no “para sempre”: adotar é um compromisso de longo prazo, e o “sim” precisa ser para a vida toda.

(Com Jessica Azevedo Rocha dos Santos/Current Global PR)