Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Meio Ambiente & Responsabilidade Social

Ubatuba, SP

Instituto Argonauta auxilia baleia-jubarte emalhada em Ubatuba

por Kleber Patrício

A Equipe de desenredamento de grandes cetáceos do Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha foi acionada para atender uma baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) juvenil avistada emalhada nas proximidades da Ponta Grossa, em Ubatuba. O animal, conhecido como Lena, já havia sido registrado na região no ano passado e voltou a ser avistado neste ano […]

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Projeto vai restaurar até 15 hectares de manguezais e brejos no litoral do Paraná

Antonina, PR, por Kleber Patricio

Bicudinho-do-Brejo, espécie de ave endêmica do litoral sul do Brasil ameaçaca de extinção. Foto: Gabriel Marchi.

Com a meta de restaurar até 15 hectares de manguezais e brejos salinos na Baía de Antonina (PR), o projeto Olha o Clima, Litoral!, realizado pelo Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, inicia sua segunda fase no litoral do Paraná. A nova etapa, que vai até 2030, inclui ainda ações de educação ambiental, mobilização de comunidades pesqueiras e apoio técnico aos municípios para fortalecer estratégias de adaptação climática. Este projeto é realizado com o apoio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

A iniciativa ganha ainda mais relevância diante de um alerta da International Union for Conservation of Nature (IUCN), que aponta que metade dos manguezais do mundo pode entrar em colapso até 2050 em razão do aumento do nível do mar, da urbanização desordenada e de outros impactos das mudanças climáticas.

Embora ocupem uma pequena parcela da superfície terrestre, os manguezais estão entre os ecossistemas mais eficientes na captura e armazenamento de carbono, além de atuarem como barreiras naturais contra erosão, ressacas e inundações costeiras. No Brasil, que abriga uma das maiores extensões contínuas de manguezais do planeta, sua conservação auxilia a pesca artesanal, a segurança alimentar de milhares de famílias e a manutenção da biodiversidade.

O projeto Olha o Clima, Litoral! atua de forma integrada em diferentes frentes de atuação, como restauração ecológica, adaptação à mudança climática, articulação territorial, ações socioambientais e comunicação. Na primeira fase, realizada entre 2022 e 2025, o projeto promoveu a restauração de 6,55 hectares de manguezais e brejos salinos na baía de Antonina com a remoção de 654,8 toneladas de braquiárias-d’água, espécie exótica invasora que se espalhou pelo litoral após ter sido introduzida para alimentação de búfalos nas décadas de 1960 e 1970. “Daremos continuidade a todas as frentes de atuação do projeto, incluindo as ações de articulação voltadas à adaptação às mudanças climáticas. Também vamos aproveitar os dados e diagnósticos produzidos ao longo dos dois primeiros anos de trabalho em cada município. Com a posse dos novos gestores municipais em janeiro de 2026, devido ao processo eleitoral de 2025, será necessário retomar o diálogo com as administrações locais para apresentar os resultados já alcançados e fortalecer a continuidade das ações planejadas”, afirma Karina Luiza de Oliveira, bióloga e coordenadora geral do projeto Olha o Clima, Litoral!.

Ainda, dentre os resultados obtidos na primeira fase do projeto, “houve estudos sobre a elevação do nível do mar, estoques de carbono azul e vulnerabilidade costeira, que geraram resultados importantes na produção de conhecimento e na mobilização das pessoas e instituições, além de fornecer um diagnóstico específico para os sete municípios do litoral paranaense”, explica Paula Nassar, da equipe responsável pela frente de articulação e mudanças climáticas do projeto.

Os levantamentos mostraram que todos os municípios da região apresentam algum grau de vulnerabilidade climática, embora os desafios variem conforme as características de cada território. “Enquanto cidades costeiras, como Matinhos, Pontal do Paraná, Guaratuba e Paranaguá, enfrentam riscos relacionados à erosão costeira, inundações e avanço do mar, municípios estuarinos como Antonina, Morretes e Guaraqueçaba têm desafios mais ligados às inundações e aos impactos sobre manguezais e outros ecossistemas”, destaca Paula.

Restauração ecológica amplia áreas recuperadas

Área em processo de restauração com a remoção de braquiárias-da-água. Foto: Gabriel Marchi.

A restauração dos manguezais e brejos salinos continuará sendo uma das principais frentes de atuação da segunda fase do projeto. O trabalho é realizado por meio da remoção da braquiária-d’água. “Atualmente, registramos mais de 200 hectares de áreas ocupadas por espécies invasoras, o que representa uma extensão bastante significativa e reforça a necessidade de ações de manejo e restauração desses ecossistemas”, afirma Larissa Teixeira de Andrade, responsável pela frente de restauração do projeto Olha o Clima, Litoral!. Segundo ela, a espécie invasora compromete o equilíbrio dos ecossistemas ao impedir o desenvolvimento da vegetação nativa e dificultar a sobrevivência de diversas espécies da fauna. “A presença da braquiária reduz significativamente a riqueza de espécies vegetais, pois ela cresce sobre as plantas nativas e dificulta seu desenvolvimento. Isso afeta funções ecológicas importantes desempenhadas por essas espécies, como a fixação dos sedimentos, a oferta de alimento para a fauna local e o processamento da matéria orgânica no solo, gerando impactos em todo o ecossistema”, explica.

O método adotado para a restauração é conhecido como regeneração natural assistida (RNA). Após a remoção da espécie invasora, a vegetação nativa se recupera naturalmente, sem necessidade de plantio. “O manejo realizado consiste exclusivamente na descontaminação da área, por meio da remoção da braquiária, sem a necessidade de plantio posterior. Após a retirada da espécie invasora, a vegetação nativa cresce novamente”, destaca Larissa.

Os impactos positivos da restauração já realizada pelo projeto na fase anterior podem ser observados nos manguezais e brejos salinos recuperados. O retorno da vegetação nativa contribui para o aumento da diversidade de aves, que passou de 27 para 50 espécies registradas nas áreas restauradas. “Na primeira fase, a gente conseguiu disponibilizar área para 13 casais de bicudinho-do-brejo”, destaca Larissa. A ave é considerada um importante indicador ambiental, pois depende de ecossistemas conservados para sua sobrevivência.

A nova fase do projeto também prevê estudos sobre a saúde da vegetação em áreas invadidas pela braquiária, monitoramento da flora e da avifauna e análises para identificar áreas prioritárias para restauração. Outra frente será a elaboração de estudos voltados à restauração ecológica em Paranaguá (PR). As atividades incluem o diagnóstico da viabilidade de recuperação dos bosques urbanos do município, a elaboração de diretrizes para a restauração de manguezais e a construção de um plano de ação para orientar futuras intervenções.

Municípios receberão oficinas e apoio técnico

Manejo de braquiária-da-água em área de restauração do projeto. Foto: Larissa Teixeira.

Além da restauração, a nova etapa será a retomada do diálogo com as prefeituras de Antonina, Guaratuba, Pontal do Paraná, Morretes, Guaraqueçaba, Matinhos e Paranaguá. “Como mudou a gestão, faremos uma oficina com cada um dos municípios, além de uma oficina intermunicipal, pois apesar dos limites físicos, as cidades não estão isoladas na questão da mudança climática”, complementa Karina, coordenadora do projeto.

Além das oficinas, os municípios interessados poderão receber acompanhamento técnico ao longo dos próximos anos. “O projeto oferecerá apoio contínuo às cidades do litoral que desejarem avançar na agenda climática, seja por meio de orientações técnicas, esclarecimento de dúvidas, editais abertos ou compartilhamento de ferramentas e plataformas atualizadas”, complementa Letícia Alves, da equipe de articulação e clima do projeto.

Comunidades pesqueiras e escolas ganham protagonismo

Outra novidade será a implementação da ação Manguezal Limpo, que envolverá pescadores artesanais de Antonina e Paranaguá em atividades mensais de coleta de resíduos e remoção de braquiária-d’água nos manguezais. A iniciativa foi construída a partir das demandas apresentadas pelas próprias comunidades pesqueiras durante a primeira fase do projeto. “Essa foi também uma demanda da própria comunidade. Os participantes recordam da experiência no programa Baía Limpa, também desenvolvido no Paraná, e ressaltam os resultados positivos alcançados à época. Por isso, demonstraram interesse em que trabalhássemos ações com objetivos semelhantes”, conta Karina.

Os participantes receberão capacitação sobre conservação dos manguezais, poluição marinha, uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs) e técnicas para o controle da braquiária-d’água, incluindo orientações práticas para a remoção manual da espécie invasora. Os resíduos recolhidos durante as ações de limpeza dos manguezais serão destinados à Associação dos Catadores de Reciclável do Km 04 de Antonina, que também receberá apoio por meio de capacitações e ações de fortalecimento institucional voltadas à gestão e ao aproveitamento adequado dos materiais coletados.

Para ampliar o alcance das ações de conscientização, o projeto também produzirá materiais de comunicação e educação ambiental voltados às comunidades locais e tradicionais e ao público em geral, abordando temas como conservação dos manguezais, mudanças climáticas, biodiversidade e gestão adequada de resíduos.

A iniciativa do Mater Natura também fortalecerá as ações de educação ambiental com a produção de kits pedagógicos sobre mudanças climáticas, biodiversidade e conservação dos ecossistemas costeiros, que serão utilizados por professores das redes municipais de Antonina e Matinhos. “O que os educadores apontaram como demanda foi a necessidade de materiais para usar em sala de aula, com conteúdo didático e lúdico sobre mudanças climáticas e biodiversidade. Os professores serão treinados para utilizar esse material e depois, vamos acompanhar sua aplicação em sala de aula”, explica a coordenadora do Olha o Clima, Litoral!.

Para saber mais sobre o projeto Olha o Clima, Litoral!, acesse www.maternatura.org.br/climalitoral.

Sobre o Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais

O Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua há mais de 40 anos na conservação da biodiversidade e na defesa do meio ambiente no Brasil. Desenvolve projetos voltados à proteção de ecossistemas, estudo e conservação de espécies raras e ameaçadas, educação ambiental, adaptação à mudança do clima e fortalecimento de políticas públicas ambientais, com base em evidências científicas e atuação em rede. Para mais informações, acesse: maternatura.org.br.

(Com Jéssica Amaral/DePropósito Comunicação de Causas)

“Le Chœur des Pierres”: a coleção de alta joalheria 2026 de Cartier

Paris, França, por Kleber Patricio

O colar Panthère Kentia, que faz parte da coleção. Fotos: Divulgação/Cartier.

A Cartier apresenta sua nova coleção de alta joalheria 2026, “Le Chœur des Pierres”, na qual as gemas deixam de ser apenas elementos de composição para se tornarem o ponto de partida do processo criativo, orientando formas, volumes e decisões estéticas desde o primeiro esboço.

A coleção parte da ideia de que cada pedra carrega uma identidade própria — sua cor, sua história, sua vibração interna e sua singularidade — funcionando como uma espécie de musa intuitiva que inspira designers e artesãos.

É a partir dessa escuta que o processo criativo se desenvolve como um diálogo contínuo entre joalheiros, lapidários e polidores, que trabalham em sincronia para revelar a essência de cada gema.

Com mais de 125 peças únicas desenvolvidas ao longo de mais de 85 mil horas de savoir-faire artesanal, a coleção apresenta uma sinfonia de contrastes, volumes e intensidades. Esmeraldas colombianas, diamantes, safiras e rubis não apenas ornamentam as peças – estruturam sua linguagem visual.

O resultado é uma coleção que equilibra emoção, rigor, tradição e inovação, reafirmando a alta joalheria como um território de criação sensorial.

(Com Ketlyn de Negreiros Santos/Index Conectada)

Espetáculo e exposição “Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra” combinam arte circense e sustentabilidade n’O Mundo do Circo SP

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espectadores são transportados aos anos de 1920 a 1940 com números clássicos em uma roupagem bem moderna. Fotos: Sandra Souza.

O circo tradicional é o protagonista do espetáculo e da exposição “Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra”, que ocupam o Parque da Juventude entre os dias 2 de julho e 2 de agosto de 2026. Duas lonas são montadas n’O Mundo do Circo, uma para cada atração. As entradas são gratuitas e feitas por ordem de chegada.

Após a estreia, em 2 de julho, a temporada segue com apresentações às quartas e quintas, às 11h e às 15h; às sextas, às 15h; e aos sábados e domingos, às 15h e às 17h. Já a exposição pode ser conferida de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h.

Iniciativas da Atena Entretenimento e da STR Produção e Marketing Cultural, as atividades misturam clássico e moderno, aproveitando para conscientizar os espectadores sobre a importância da Educação Ambiental. “Estamos propondo um retorno ao período de 1920 a 1940, trazendo números clássicos, como tecido, trapézio, palhaçaria, malabarismo e equilibrismo; ao mesmo tempo em que temos uma trilha sonora e uma ambientação bem contemporâneas”, comenta o produtor Sergio Tadeu, que pertence à quinta geração de uma família circense tradicional.

No espetáculo Re-Circo, 18 artistas mostram suas habilidades enquanto contam uma história sobre como as práticas sustentáveis podem ser incorporadas de forma criativa e divertida no dia a dia. Há uma banda ao vivo, composta por baixo, guitarra, bateria, teclado, saxofone, flauta e dois cantores, tocando canções circenses tradicionais e composições próprias. Efeitos visuais e sonoros complementam o trabalho.

O cenário contribui para a imersão. No começo da encenação, o espaço remete a uma cooperativa de catadores decorada com lixo reciclável e não reciclável. Conforme a narrativa avança, o local se transforma em um grande picadeiro. Da mesma maneira, o figurino é feito com tecido de papel, papelão, plástico, materiais de reuso, metal e lacres de latinhas. “Nossos projetos sempre unem sustentabilidade e cultura. E falar de reciclagem é deixar esse conceito mais tangível. Quando pensamos em práticas sustentáveis, pode parecer algo muito amplo e difícil de incorporar ao cotidiano, mas reciclar é incentivar a economia circular, evitando desperdício e excesso de lixo de um jeito bem simples”, defende o produtor Ivan Carratu.

Exposição

A exposição Re-Circo conta a história dessa arte de um jeito lúdico. Ao entrar na tenda, os visitantes voltam ao início do século 20, pois a cenografia remete às lonas coloridas e artesanais comumente usadas entre as décadas de 1920 e 1940.

Durante cerca de 15 minutos, o público contempla peças artesanais de papel machê, ferro e madeira que remetem aos números e técnicas circenses. Elas se movimentam ao som de uma trilha sonora de época.

Para uma vivência ainda mais completa, ficam presentes no local quatro monitores e quatro orientadores. Assim, é possível tirar dúvidas e entender ainda mais como funciona esse universo que encanta tantas gerações.

O projeto Re-Circo é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocinado pela Tetra Pak.

Ficha técnica

Produção Executiva: Ivan Carratu e André Begueldo

Direção Artística: Alessandra Brantes

Coreografa e Diretora de Movimento: Giu Mallen

Produção Artística: Fabi Proença e Célia Guimarães

Fotos: Sandra Souza

Artes e Comunicação: SEA – Soluções em Anúncios – Luíz de Souza

Elenco

Márcio Coleta MC – Gabriel Alvim

Baguncinha – Carolina Esteves

Confusão – Matheus Barreto

Reciclone – Rique Vieira

Reciclina – Aline Centeno

Equilibrista – Robert Marcos

Tecido Aéreo – Samantha Marques

Tranca – Lincoln Martins

Músicos

Guitarra: Luy D’Souza

Baixo: Johnny Weldell

Bateria: Rod Selmo

Teclados: Suelen Arcanjo

Sax e Flauta: Jussie Regis

Cantores: Lilian Rodrigues e Fábio Bracioli

Direção musical: Luy D’Souza

Arranjos vocais: Lilian Rodrigues

Ballet

Criss Willam

Aline Centeno

Rique Vieira

Lucci LC

Yasmin Rochz

Equipe Técnica

Operador de Guincho – Everton Máximo

Sonoplasta – Thomás Sampaio

Contra regra – Sérgio Cooker

Cenógrafo e Figurinista – Wagner Pavarim

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto

Roteiro e Direção: Sérgio Tadeu

Realização: Ministério da Cultura, STR Produção e Marketing Cultural e Atena Entretenimento

Apoio: APAA e Mundo do Circo

Patrocínio: Tetra Pak.

SERVIÇO:

Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra

Data: 2 de julho a 2 de agosto de 2026

Local: O Mundo do Circo SP – Parque da Juventude – Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Carandiru

Espetáculo Re-Circo, o Maior Espetáculo Sustentável da Terra

Estreia: 2 de julho, quinta-feira, às 20h

Temporada: até 2 de agosto, às quartas e quintas, às 11h e às 15h; sextas, às 15h; e sábados e domingos, às 15h e às 17h

* 09/07 (feriado): às 15h e às 17h

* ⁠15 e 16/07 (Recreio dos CEU’s): às 11h e às 14h

Entrada gratuita

Não haverá distribuição de ingressos. A entrada será por ordem de chegada.

Capacidade: 600 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Exposição Re-Circo

Data: 2 de julho a 2 de agosto, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h

Entrada gratuita

Duração: 15 a 20 minutos

Capacidade: 30 pessoas por vez

Como chegar

Ônibus: 042, 107T-10, 179X-10, 2032-10, 2033-10, 271A-10, 271A-51, 271M-10, 337, 500 e 566

Metrô: ao lado da estação Carandiru – Linha 1 Azul.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)

Emirates apresenta novos kits de amenidades da Bulgari para passageiros

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

A Emirates apresentou sua mais recente coleção de kits de amenidades da Bulgari para passageiros da Primeira Classe e da Classe Executiva, dando continuidade a uma parceria de mais de 16 anos com a marca italiana.

A nova coleção Primavera/Verão marca a 18ª edição dos conjuntos exclusivos oferecidos pela companhia e será introduzida gradualmente em rotas selecionadas de longas distâncias ao longo do ano. Desenvolvidos para complementar os interiores recém-modernizados das aeronaves, os novos kits reúnem materiais e fragrâncias da marca.

Kits da Primeira Classe

Para os passageiros da Primeira Classe, foram disponibilizados quatro novos modelos de nécessaires, divididos entre o público feminino e masculino.

Feminino: modelos em couro sintético metálico na cor champanhe com interior em rosa claro. Incluem o perfume Le Gemme Sahare (30 ml), loções hidratantes corporais, um protetor labial, espelho de bolso dourado e itens básicos de higiene, como kit dental, toalha umedecida, desodorante, lenços de papel e uma escova de cabelo dobrável.

Masculino: modelos em couro sintético na cor chocolate com forro vinho. Incluem o perfume Le Gemme Yasep (30 ml), loções hidratantes corporais, um protetor labial e itens de higiene.

Kits da Classe Executiva

Os clientes da Classe Executiva também receberão novas nécessaires com materiais refinados e novas combinações de cores.

Feminino: confeccionados em couro sintético creme com detalhes em rosa. Acompanham a fragrância Omnia Crystalline em frascos de 5 ml, loções hidratantes, protetor labial e um espelho duplo e itens de higiene.

Masculino: produzidos em tecido marrom-chocolate com forro cinza. Incluem o perfume Bulgari Man Rain Essence (5 ml), além de loções hidratantes, um protetor labial e um kit de higiene padrão.

Foco em materiais reciclados

Como parte das iniciativas de fornecimento responsável da companhia, parte dos elementos que compõem os kits de amenidades foi desenvolvida com materiais sustentáveis. As nécessaires de ambas as classes utilizam tecidos com conteúdo reciclado, assim como acessórios selecionados, incluindo a escova de cabelo dobrável e o pente. Outras medidas contemplam o uso de papel kraft preto nas embalagens dos kits dentais, além de espelhos duplos e capas feitas a partir de materiais reaproveitados em unidades da Classe Executiva.

Sobre a Emirates
A Emirates foi fundada em 1985 e hoje é uma das maiores e mais reconhecidas companhias aéreas internacionais do mundo. Com sede em Dubai, a Emirates opera uma frota moderna com mais de 260 aeronaves, que atendem a mais de 140 destinos em seis continentes. A companhia aérea é reconhecida por seu compromisso de oferecer serviço excepcional ao cliente e seu foco em inovação, incluindo experiências a bordo e projetos de sustentabilidade. Como pioneira na indústria da aviação, a Emirates constantemente integra tecnologias avançadas e práticas sustentáveis para aprimorar suas operações e reduzir seu impacto ambiental. A companhia aérea desempenha um papel fundamental no posicionamento de Dubai como um hub de aviação global, além de promover iniciativas de sustentabilidade alinhadas à visão dos Emirados Árabes Unidos de um futuro mais verde.

(Com Luiz Otolini/Assessoria de imprensa Emirates)

“Reparação” traz reflexão sobre violência, memória e justiça em temporada no Sesc Belenzinho

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

“Reparação”. Foto: Mariana Chama.

De 10 a 26 de julho, o Sesc Belenzinho apresenta o espetáculo “Reparação”, obra inspirada em um caso real ocorrido no interior de São Paulo na década de 1980. A montagem parte de depoimentos de moradores e pessoas ligadas ao episódio, combinando documentos, ficção e drama para refletir sobre as marcas da violência e as possibilidades, ou limites, da reparação.

A narrativa acompanha a trajetória de uma jovem violentada por dois colegas de escola que, após engravidar, é obrigada pela família a deixar a cidade para ter o filho longe dos olhares da comunidade. Seis anos depois, ela retorna com a criança para apresentar o filho ao pai. O reencontro faz emergir memórias, silêncios e conflitos que atravessam o tempo, conduzindo a história entre a tragédia e a possibilidade de reconstrução.

A dramaturgia preserva trechos dos depoimentos coletados pelo autor em transcrições fiéis, aproximando o público das vozes que inspiraram a criação da obra. Esses relatos se entrelaçam a cenas ficcionais, ampliando a discussão sobre violência de gênero, memória coletiva e os impactos duradouros de acontecimentos que permanecem inscritos na vida de indivíduos e comunidades.

Integrando a Trilogia da Cor Local, ao lado de Agamenon 12h e xs CULPADXS, “Reparação” também investiga a relação entre espaço, cultura e identidade. Nesta montagem, a ação acontece em um salão de beleza típico dos anos 1980, recriado em cena como um ambiente de convivência, confidências e transformação. Mais do que um elemento cenográfico, o espaço torna-se parte da narrativa ao evocar um aspecto marcante da sociabilidade brasileira da época e evidenciar como histórias íntimas se entrelaçam às dinâmicas sociais.

Ao longo da trilogia, diferentes espaços cotidianos da periferia brasileira servem como ponto de partida para discutir memória, pertencimento e desigualdades. Em “Reparação”, o salão de beleza revela-se um território simbólico onde passado e presente se encontram, convidando o público a refletir sobre as permanências da violência e os caminhos possíveis para sua elaboração.

FICHA TÉCNICA

Encenação e dramaturgia

Carlos Canhameiro

Elenco

Daniel Gonzalez

Fábia Mirassos

Luiz Bertazzo

Marilene Grama

Nilcéia Vicente

Yantó

Manicure em cena

Maria França

Cabelo e maquiagem em cena

Rosa De Carlos

Trilha sonora e música ao vivo

Yantó

Cenário

José Valdir Albuquerque

Carlos Canhameiro

Iluminação

Gabriele Souza

Figurinos

Bianca Scorza (Acervo Godê)

Videografia

Vic Von Poser

Técnico de som

Pedro Canales

Técnico de luz

Finnick Fernandes

Técnico de vídeo

Ana Lopes

Cenotécnicos

Cesar Bournier

Marcelo Andrade

Produção

Mariana Pessoa.

SERVIÇO:

Reparação

De 10/07 a 26/07, sexta e sábado às 20h, domingo 18h30

Valores: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia-entrada), R$ 15 (Credencial Plena – Sesc).

Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.

Limite de 2 ingressos por pessoa.

Local: Sala de Espetáculo I (120 lugares). Classificação: 16 anos. Duração:  90 min.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

sescsp.org.br/Belenzinho

Transporte público: Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

Estacionamento: De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 10,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 20,00 a primeira hora e R$ 5,00 por hora adicional.

Sesc Belenzinho nas redes: Facebook | Instagram | @sescbelenzinho.

(Com Andressa Santiago/Sesc Belenzinho)