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Copacabana Palace apresenta o Lumio, uma nova ponte entre o sul da Itália e o Brasil

Rio de Janeiro, RJ, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação/Copacabana Palace.

O Copacabana Palace, A Belmond Hotel, Rio de Janeiro apresenta o Lumio, um novo restaurante do chef Nello Cassese, com abertura em novembro de 2026 no Edifício Piscina. Moldado pela década em que Cassese viveu e cozinhou no Brasil, o Lumio apresenta uma experiência contemporânea de menu degustação italiano que reúne a sensibilidade mediterrânea, ingredientes brasileiros e a visão da Belmond do slow luxury por meio da excelência culinária.

Onde a luz encontra o mar, de Nápoles ao Rio

No Copacabana Palace, a luz há muito molda o ritmo do dia. É essa relação duradoura entre o mar, a paisagem e a cultura que inspira o Lumio.

Para o chef Nello Cassese, o conceito também se inspira em outra costa: o Sul da Itália. Conectando o Rio de Janeiro e Nápoles por meio de sua relação compartilhada com a luz, o mar e o ritual culinário, o Lumio explora o que dois territórios separados por um oceano ainda podem ter em comum.

Situado ao redor da piscina, o Lumio junta-se aos destinos gastronômicos do hotel, ao lado do novíssimo Bar do Copa, do Mee e do Pérgula, contribuindo para um ritmo social renovado no Copacabana Palace.

Um novo capítulo para Nello Cassese

Quando Cassese chegou ao Copacabana Palace em 2016, começou a desenvolver uma interpretação contemporânea da culinária italiana no Ristorante Hotel Cipriani. Ao longo dos anos seguintes, ele o estabeleceu como um dos principais destinos para jantares italianos fora da Itália, conquistando uma estrela Michelin e reconhecimento no prestigiado rank The 50 Best Restaurants Latin America, além de ter sido eleito o Melhor Restaurante Italiano do Mundo Fora da Itália, pelo 50 Top Italy em 2025 e 2026. Na mesma edição de 2026, Cassese também foi nomeado Chef do Ano.

Agora, o Lumio nasce dessa evolução: italiano em sua essência e influenciado pelo lugar, pelas viagens e pelo intercâmbio. “Durante muito tempo, minha missão foi apresentar a Itália no Rio de Janeiro. Continuo fazendo isso, mas hoje entendo que essa história ficou maior. O Rio me fez revisitar minhas próprias origens de um jeito que eu não esperava. Lumio nasce dessa descoberta, ainda um restaurante italiano na essência, mas com tudo que aprendi nos últimos dez anos entre viagens, produtores e cozinhas diferentes“, afirma Nello Cassese.

Slow luxury servido com intenção

Desenhado em torno de um único menu degustação para apenas 38 convidados por noite, o Lumio oferece uma experiência gastronômica íntima e imersiva. O formato reflete uma abordagem mais calma da hospitalidade, convidando os hóspedes a se envolverem plenamente com a jornada do menu.

A experiência inclui três opções de harmonização de vinhos e uma adega com mais de 400 rótulos, com curadoria do Head Sommelier Ed Arruda. A Mesa do Chef da Dom Pérignon será um dos assentos mais exclusivos do restaurante, reforçando a estreita conexão entre cozinha e salão que define o trabalho de Cassese. Ele continua sendo o único chef na América do Sul a fazer parte da Dom Pérignon Society. “O Copacabana Palace sempre evoluiu preservando o que o tornou um símbolo da cidade. A transformação do Edifício Piscina segue esse mesmo compromisso: olhar para o futuro sem romper com sua própria história, incorporando o espírito Belmond de Slow Luxury. O Lumio faz parte desse movimento, um restaurante italiano que só poderia existir neste momento da história do hotel, unindo o caminho que o Nello construiu na última década, a identidade do Rio de Janeiro e a compreensão da hospitalidade pela Belmond”, diz Ulisses Marreiros, diretor geral do Copacabana Palace.

O Lumio inaugura enquanto o Copacabana Palace escreve um novo capítulo em sua história. Unindo a jornada culinária de Nello Cassese, a identidade do Rio de Janeiro e a abordagem de hospitalidade da Belmond, o restaurante marca um novo momento para um dos endereços mais icônicos da cidade. Lumio será revelado em novembro de 2026.

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lumio.rio.

Sobre o Copacabana Palace, A Belmond Hotel, Rio de Janeiro

O Copacabana Palace, A Belmond Hotel, Rio de Janeiro é um dos ícones da cidade há mais de um século, emoldurando a mundialmente famosa Praia de Copacabana desde 1923. Carinhosamente conhecido como “Copa”, o hotel recebeu, ao longo dos anos, inúmeras festas e personagens lendários, de Princesa Diana e Ava Gardner a Nelson Mandela e Mick Jagger, consolidando sua reputação como o cenário do glamour e da grandiosidade, além de ser, todos os anos, o coração pulsante do Carnaval e do Réveillon do Rio. Uma obra-prima arquitetônica, com localização incomparável e a piscina mais atraente do Rio, alguns dos seus 208 quartos e suítes oferecem uma vista privilegiada da paisagem dramática da cidade. A história do hotel remonta à década de 1930, quando foi inaugurado o Golden Room, que recebeu grandes espetáculos de figuras lendárias como Josephine Baker e Nat King Cole. Hoje, os hóspedes podem desfrutar da elegante gastronomia pan-asiática do MEE, restaurante estrelado pelo Guia Michelin; de clássicos da culinária italiana com um toque contemporâneo, sob o comando do chef executivo Nello Cassese, nascido em Nápoles, em um novo restaurante italiano que será inaugurado em breve; e da culinária brasileira no Pérgula. O Teatro Fernanda Montenegro, no Copacabana Palace é um sofisticado refúgio de elegância e dramaticidade, com uma programação excepcional de apresentações.

Belmond.com | Instagram

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(Com Giovanna Cavalieri Longo Firmato Glória/FSB Comunicação)

Espetáculo “Cinderella”, estrelado por Oksana Bondareva e Leonardo Di Checchi, chega a São Paulo no Mês das Crianças

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Superprodução europeia de balé clássico passará por 18 cidades brasileiras e promete encantar público de todas as idades. Fotos: Divulgação.

Em outubro, a magia de “Cinderella” chegará a São Paulo, com uma montagem inédita da The Moscow Ballet. A grandiosa produção será estrelada por dois nomes consagrados da cena internacional: Oksana Bondareva, solista do lendário Teatro Mariinsky e reconhecida por sua expressividade e presença magnética no palco, e o italiano Leonardo de Checchi, aplaudido por sua técnica refinada e pelas conquistas em competições de prestígio mundial. Ambos foram laureados com o Capri Danza International 2025, um dos prêmios mais respeitados da dança europeia, e chegam ao País para encantar o público ao lado de um elenco de 18 grandes bailarinos russos e italianos. As apresentações serão nos dias 06 e 07, às 20h, no Teatro Bradesco.

Com figurinos luxuosos, cenários encantadores e coreografias de alto nível técnico e artístico, Cinderella apresenta ao público um universo mágico. Além da delicadeza e do virtuosismo da dança, a plateia se surpreenderá com a atuação cênica dos bailarinos. “Criamos esta montagem levando em consideração as habilidades e características dos nossos artistas. Conseguimos revelar a individualidade de cada bailarino, mostrando, em alguns momentos, a técnica de balé e, em outros, o talento para a atuação. O espetáculo é muito teatral, com muitos momentos divertidos e emocionantes. Também existe uma história de amor — a verdadeira história de Cinderella e do príncipe”, conta Oksana Bondareva, que também assina a direção artística do espetáculo junto a Andrey Lyapin.

Entre os pontos altos do espetáculo, Oksana Bondareva destaca a cena do baile, que reúne todo o elenco em um dos momentos mais grandiosos da montagem. A sequência combina dinamismo, humor e emoção e, segundo a bailarina, ganha ainda mais força na transição para a “meia-noite”, quando a passagem do tempo é traduzida de maneira especialmente criativa pelos artistas. O momento em que Cinderella precisa deixar o baile reserva, assim, uma das surpresas cênicas da produção.

Para Oksana, é uma grande oportunidade e sorte poder apresentar Cinderella ao público brasileiro neste mês tão especial. “Queremos que as crianças acreditem nos contos de fadas, no amor e que saibam distinguir o bem do mal. E que vivam sempre com fé em seus corações. E que, cada pessoa, depois de assistir ao espetáculo, saia do teatro com o coração maior, cheio de amor, alegria e calor humano”, define a bailarina.

Inspirada no clássico conto de Charles Perrault, a produção mantém como trilha sonora a genial música de Sergei Prokofiev, composta especialmente para o balé Cinderella, apresentado pela primeira vez em 1945, no Teatro Bolshoi, com a grande Galina Ulanova no papel da princesa.

A história de Cinderella vem, ao longo dos séculos, despertando fascínio em pessoas de todas as idades. “Todos nós queremos acreditar em contos de fadas, até mesmo os adultos. Todos esperamos da vida uma recompensa por nosso trabalho árduo ou por nossos sofrimentos. E Cinderella nos permite sonhar com um milagre, em qualquer uma de suas formas. Ela nos dá esperança de que, depois de todo o esforço e trabalho, seremos recompensados com felicidade e amor”, conclui Oksana.

Com produção de alto nível e uma proposta artística sofisticada, Cinderella transporta o público para um mundo encantado inspirado no clássico conto de fadas que atravessa gerações, sendo uma experiência inesquecível para toda a família.

O espetáculo será apresentado, de primeiro de outubro a primeiro de novembro, em Ribeirão Preto, São Paulo, São Bernardo do Campos, Piracicaba, Campinas, Belo Horizonte, Cascavel, Florianópolis, Maringá, Chapecó, Jaraguá do Sul, Criciúma, Novo Hamburgo, Lajeado, Caxias do Sul, Porto Alegre, Juiz de Fora, Rio de Janeiro.

SERVIÇO:

Cinderella – The Moscow Ballet

Data: 06 e 07/10/2026

Horário: 20h

Local: Teatro Bradesco – Bourbon Shopping São Paulo – R. Palestra Itália, 500 – 3° Piso – Perdizes, São Paulo – SP

Classificação Etária: Livre (menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsáveis)

Ingressos: a partir de R$90

Vendas na Uhuu:
https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/the-moscow-ballet-cinderella-16670

Produção: 3LM Entretenimento.

(Com Shirley Costa/Agência Frigg)

Pressão política limita autonomia da maioria dos professores da rede pública, indica pesquisa

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Sala de aula da Escola Classe 204 Sul (EC 204).

Levantamento com 2.235 profissionais da educação básica pública, realizado pela FGV EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo) em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), aponta que 61,7% dos docentes entrevistados sentem que a pressão política limita sua autonomia para exercer o trabalho como consideram adequado e 75,6% temem sofrer consequências profissionais caso suas decisões contrariem interesses políticos.

A pesquisa, conduzida pelos pesquisadores da FGV EAESP Gabriela Lotta, Virginia Rocha, Marcela Garcia Corrêa, Odisséia Carvalho e Caio de Souza Pinto Paoliello, ouviu professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio de todas as regiões do país, entre 23 de junho e 20 de agosto de 2026, por meio de questionário online divulgado com apoio da CNTE em grupos, redes e sites de sindicatos de professores(as). O projeto faz parte do CIPE (Centro de Estudos em Implementação de Políticas Educacionais) e conta com recursos da FAPESP.

A amostra foi obtida por conveniência — ou seja, não probabilística — e é composta por respostas voluntárias e anônimas, o que não permite generalizações para o conjunto da categoria docente brasileira embora tenha abrangência nacional. O questionário foi elaborado a partir de pesquisa qualitativa com 30 entrevistas com professores da rede municipal de São Paulo e organizado em eixos temáticos de perfil, autonomia, motivação e valores, e politização.

Os dados indicam que a politização atravessa o cotidiano escolar mesmo fora de temas explicitamente polêmicos: 66,8% dos respondentes afirmam que decisões rotineiras do trabalho podem ser interpretadas como posicionamento político, e 71,7% relatam que sua atuação está hoje mais exposta a críticas políticas do que no passado. Além disso, 58% sentem pressão para mudar procedimentos por determinação política e 64,5% dizem ter pouco espaço para interpretar as regras e são forçados a apenas segui-las.

Apesar do cenário de pressão, o estudo aponta forte senso de propósito entre profissionais: 96,3% consideram importante contribuir para o bem-estar da sociedade e 88,6% avaliam positivamente sua relação com os alunos. Já a relação com as famílias é mais tensa — 44% relatam já ter tido conflitos com familiares de alunos por causa do trabalho.

O levantamento se insere em um contexto mais amplo de desvalorização da carreira docente. Um estudo do Instituto Semesp (2025) projeta um déficit de mais de 235 mil professores até 2040, atribuído a condições de trabalho precárias. A nota técnica também associa a percepção de politização a movimentos como o Escola Sem Partido e à atuação de parlamentares que acusam professores de “doutrinação política” em sala de aula. Dados do Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/es (ONVE), levantados com mais de 3.000 profissionais entre 2010 e 2024, indicam que a maioria relatou ter sofrido, presenciado ou tomado conhecimento de situações de censura ligadas a temas políticos, de gênero e sexualidade, religiosos, étnico-raciais ou ao negacionismo científico.

A comparação internacional reforça o quadro de maior desgaste no Brasil: segundo a pesquisa TALIS 2024, da OCDE, os níveis de autonomia pedagógica dos docentes brasileiros são próximos da média dos países da organização, mas 47% dos professores brasileiros apontam a intimidação ou o abuso verbal por parte de alunos como fonte constante de estresse em sala de aula — quase o dobro da média da OCDE, de 25%.

A confiança na gestão escolar também aparece dividida entre os respondentes. A maioria (56,3%) diz confiar na direção de sua escola e acredita que serão apoiados pela direção em eventuais conflitos com famílias (54,9%). Já sobre o que influencia as decisões escolares, apenas 33,7% consideram que as ações de sua escola se baseiam sempre ou frequentemente em critérios técnicos, sem influência política, e a mesma proporção diz o mesmo sobre as decisões de seus gestores.

Segundo os pesquisadores, os resultados evidenciam uma contradição na experiência docente brasileira: enquanto o discurso oficial exalta a autonomia pedagógica, a prática cotidiana é marcada por vigilância, medo de retaliação e cerceamento profissional. “Esta pesquisa traz mais uma evidência de como a atuação dos profissionais dos serviços públicos vem sendo profundamente afetada, nos últimos anos, pelo aumento da politização e da polarização em torno das políticas públicas. E os efeitos não recaem apenas sobre esses profissionais. Quem está, em última instância, no meio desse fogo cruzado são os cidadãos, que podem ter seu acesso a serviços e direitos afetado pelas disputas políticas e pelo ambiente polarizado”, afirma a professora Gabriela Lotta.

A pesquisa integra um projeto mais amplo sobre o impacto da polarização política nas condições de trabalho de profissionais da linha de frente dos serviços públicos.

(Fonte: Agência Bori)

Angela Merkel revela bastidores do poder e reflete sobre os desafios da liderança em livro de memórias

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Capa do livro.

“Este livro conta uma história que nunca mais acontecerá, simplesmente porque o Estado em que vivi durante 35 anos não existe mais desde 1990.” — Angela Merkel.

Durante dezesseis anos à frente do governo alemão, Angela Merkel esteve no centro de algumas das decisões mais importantes da política internacional do século XXI. Em “Liberdade”, obra que chega às livrarias brasileiras pela Editora Planeta, a ex-chanceler reúne, pela primeira vez, as próprias memórias em um relato que percorre desde a infância na Alemanha Oriental até o encerramento de sua trajetória política, em 2021. O livro apresenta uma perspectiva pessoal sobre os caminhos que a levaram a se tornar a primeira mulher a ocupar o cargo mais alto da política alemã.

Ao longo das páginas, Merkel revisita momentos decisivos da carreira e guia os leitores aos bastidores da diplomacia internacional, revelando como eram conduzidas negociações de alta complexidade em Berlim, Bruxelas e outros centros de poder. Além de retratar o cotidiano da Chancelaria, a autora compartilha reflexões sobre o processo de tomada de decisões em cenários marcados por crises, disputas e constantes transformações políticas.

As memórias também ajudam a compreender acontecimentos que continuam moldando o cenário geopolítico atual. Temas como a dependência energética da Alemanha em relação ao gás russo, o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, os desafios da política migratória europeia e as mudanças na cooperação internacional aparecem contextualizados a partir da experiência direta de uma das principais lideranças políticas das últimas décadas, oferecendo novas perspectivas sobre questões que permanecem no centro do debate global.

Com formação em Física e uma trajetória que transformou o perfil técnico em liderança política, Angela Merkel constrói um relato que combina memória, análise histórica e reflexão sobre o exercício do poder. Para além de um registro autobiográfico, Liberdade propõe uma discussão sobre os limites e as responsabilidades da ação política em um mundo cada vez mais complexo, reafirmando a importância do diálogo, da democracia e da liberdade como pilares da vida pública.

FICHA TÉCNICA

Título: Liberdade

Autora: Angela Merkel

ISBN: 978-85-422-4322-2

Páginas: 688 p.

Preço livro físico: R$159.90

Editora Planeta.

SOBRE A AUTORA

Angela Merkel, chanceler da República Federal da Alemanha de 2005 a 2021, foi a primeira mulher a ocupar o cargo mais poderoso do país. Nascida em 1954 em Hamburgo, cresceu na Alemanha Oriental, onde estudou Física e concluiu o doutorado. Em 1990, foi eleita para o Bundestag. De 1991 a 1994, foi Ministra para Mulheres e Juventude; de 1994 a 1998, Ministra Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear. De 2000 a 2018, foi presidente da União Democrata‑Cristã da Alemanha. Em 2021, encerrou sua carreira política ativa.

SOBRE A EDITORA

A Editora Planeta Brasil, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que englobam o melhor dos gêneros ficção e não ficção: Academia, Crítica, Essência, Outro Planeta, Paidós, Planeta, Planeta Estratégia, Planeta Minotauro e Tusquets. A Planeta Brasil lança cerca de 150 livros todos os anos. Em faturamento, está entre as cinco maiores editoras do Brasil.

(Com Nathalia Bottino/Editora Planeta)

Hospitalidade pelo mundo: Guia MICHELIN revela sua seleção de Chaves MICHELIN 2026

Rio de Janeiro, RJ, por Kleber Patricio

Hotel Unique (SP). Fotos: Divulgação.

O Guia MICHELIN revela hoje sua seleção hoteleira de 2026, já disponível nas plataformas do Guia MICHELIN (The 2026 MICHELIN Key Hotels: A Guide to the Global Selection), onde viajantes podem explorar a nova seleção, conhecer a distinção de Chave MICHELIN de cada hotel e encontrar inspiração para sua próxima estadia.

Depois de meses de visitas anônimas, os inspetores do Guia MICHELIN selecionaram mais de 470 novos hotéis em 79 destinos. A seleção de 2026 apresenta as Chaves MICHELIN em 10 destinos pela primeira vez e promove mais de 80 hotéis dentro da própria seleção.

Para Gwendal Poullennec, diretor internacional do Guia MICHELIN, o crescimento da seleção hoteleira acontece em um momento especialmente interessante para o setor. À medida que o Guia amplia sua presença no universo da hospitalidade e do lifestyle, ele destaca o papel dos hotéis independentes e boutique em manter o segmento em movimento. “Esta segunda seleção global das Chaves MICHELIN reflete o extraordinário dinamismo que está impulsionando o setor de hospitalidade. Com quase 470 estabelecimentos recém incluídos, estamos testemunhando uma elevação contínua da oferta, impulsionada por projetos cada vez mais criativos e ambiciosos. Em todo o mundo, os hoteleiros estão reinventando a experiência de hospedagem por meio de conceitos mais imersivos, personalizados e voltados para a vivência de experiências.

Tivoli.

Essa capacidade de inovação se manifesta tanto em destinos já consagrados e imperdíveis quanto em mercados turísticos emergentes. Frequentemente impulsionada por hoteleiros independentes visionários, essa evolução dos conceitos está agora inspirando o setor como um todo. Ela também é apoiada por investimentos de grandes grupos internacionais, que ajudam a acelerar essa transformação. Assim, a seleção de 2026 celebra a diversidade, a vitalidade e a excelência de um setor em constante evolução, que continua expandindo os limites da experiência de hospitalidade e convidando os viajantes a descobrirem novos destinos”, afirmou Gwendal Poullennec.

De joias escondidas a ícones modernos: um universo diverso de estadias

As adições deste ano evidenciam a variedade do cenário hoteleiro. Os novos hotéis com Chaves MICHELIN incluem propriedades de diferentes portes, estilos, localidades e faixas de preço.

A seleção global de hotéis do Guia MICHELIN agora reúne mais de 9.400 propriedades, incluindo 2.832 hotéis premiados com uma Chave MICHELIN. Mais de 2.200 hotéis foram adicionados à seleção global desde o anúncio das Chaves MICHELIN em outubro de 2025.

Awasi.

A Chave MICHELIN também chega a novos destinos. Em 2026, hotéis na Armênia, Benin, Botsuana, Cazaquistão, Liechtenstein, Mongólia, Myanmar, Ruanda, Eslováquia e Zimbábue recebem Chaves MICHELIN pela primeira vez.

Dos 2.832 hotéis com Chaves MICHELIN, 155 possuem Três Chaves, 657 possuem Duas Chaves e 2.020 possuem Uma Chave.

Novos hotéis Três Chaves entram para a seleção

A mais alta distinção hoteleira do Guia MICHELIN recebe 18 novas propriedades Três Chaves em 2026: seis na Ásia, oito na Europa, duas na Oceania, uma na África e uma nas Américas.

Entre as novas adições deste ano estão o Borgo Santandrea, na Costa Amalfitana, na Itália, e o Southern Ocean Lodge, na Austrália, ambos reconhecidos por oferecer um nível extraordinário de hospitalidade. Juntos, os novos hotéis Três Chaves refletem a diversidade excepcional das experiências de hospitalidade mais notáveis do mundo.

Quatro prêmios especiais, quatro formas de se destacar

A seleção de 2026 também destaca quatro hotéis cuja abordagem singular da hospitalidade chamou a atenção dos inspetores do Guia MICHELIN, com Prêmios Especiais dedicados a arquitetura e design, bem-estar, novas aberturas e conexão com o destino.

Cataratas.

O Prêmio de Arquitetura e Design do Guia MICHELIN vai para o Desert Rock Resort, em Umluj, na Arábia Saudita, uma propriedade impressionante esculpida na paisagem das Montanhas Hijaz.

O Prêmio de Bem-Estar do Guia MICHELIN reconhece o Schloss Elmau Luxury Spa Retreat & Cultural Hideaway, em Elmau, na Alemanha, por sua abordagem especialmente rica e variada de bem-estar.

O Prêmio de Abertura do Ano do Guia MICHELIN celebra o Airelles Palladio Venice, em Veneza, na Itália, a primeira propriedade da Airelles fora da França e uma novidade com vista para o Canal da Giudecca.

O Prêmio Conexão com o destino do Guia MICHELIN destaca a Londolozi Game Reserve, no Kruger, na África do Sul, uma propriedade pioneira de safári com uma longa história de conexão entre hóspedes, paisagem e cultura da região.

Um olhar mais atento sobre a seleção de 2026

América do Sul

Em toda a América do Sul, a seleção de 2026 soma 20 novas Chaves e mudança de número de estrelas em seis países, elevando o total do continente para 94 hotéis com Chave. Na Colômbia, o Cinco Quintas Hotel Boutique está entre os cinco novos hotéis com Chave, enquanto o Explora Rapa Nui, na Ilha de Páscoa, foi promovido a Duas Chaves. O Las Casitas, no Peru, mantém sua distinção de Três Chaves pelo segundo ano consecutivo, oferecendo um cenário excepcional para descobrir os Andes e o Vale do Colca. A região segue com cinco hotéis com Três Chaves Michelin.

Brasil

No Brasil, país da América do Sul com mais hotéis reconhecidos, mais dois estabelecimentos passaram a integrar a seleta lista, totalizando 22.

Rosewood.

O Hotel Unique e Tivoli São Paulo Mofarrej, ambos de São Paulo, passam fazer parte do grupo de 17 hotéis brasileiros reconhecidos com Uma Chave. Completam a lista: Barracuda Hotel & Villas (BA); Botanique Hotel & Spa (SP); Carmel Taíba Exclusive Resort (CE); Emiliano São Paulo (SP); Fasano Angra dos Reis (RJ); Fasano Boa Vista (SP); Fasano Salvador (BA); Fasano São Paulo (SP); Fasano Trancoso (BA); Fera Palace Hotel (BA); Hotel Santa Teresa Rio MGallery (RJ); Kenoa Exclusive Beach & Spa Resort (AL); Pulso Hotel Faria Lima (SP); Toca da Coruja (RN); Txai Resort (BA).

O país teve ainda um hotel promovido a Duas Chaves MICHELIN: O Awasi Santa Carina (SC), antes chamado Ponta dos Ganchos Exclusive Resort. Outros dois hotéis brasileiros que estão na mesma categoria são: o Copacabana Palace (A Belmond Hotel), no Rio de Janeiro, e o Palácio Tangará, em São Paulo.

Além desses, dois hotéis são premiados com Três Chaves no Brasil: Hotel das Cataratas, (A Belmond Hotel), no Paraná, e Rosewood São Paulo, em São Paulo.

América do Norte, Central e Caribe

A seleção de 2026 traz mais de 100 novas Chaves e promoções em mais de 10 destinos da região.

Europa

A seleção europeia de 2026 inclui agora 1.338 hotéis com Chaves MICHELIN em mais de 35 destinos, com 194 novas Chaves e promoções neste ano.

África

A seleção do Guia MICHELIN 2026 na África chega a 113 hotéis com Chave, com 28 novas Chaves e promoções.

Ásia e Oriente Médio

A seleção de 2026 na Ásia e no Oriente Médio inclui 600 hotéis com Chaves MICHELIN, com 173 novas Chaves e promoções.

Oceania

A seleção de 2026 na Oceania soma 37 novas Chaves e promoções, elevando o total da região para 92 hotéis com Chave.

Tendências de hospitalidade observadas pelos inspetores do Guia MICHELIN.

Além dos hotéis individualmente, os inspetores do Guia MICHELIN observam um cenário de hospitalidade moldado por novos hábitos de viagem e expectativas cada vez mais diversas dos hóspedes:

– Viagens mais lentas e imersivas: viajantes estão passando mais tempo em menos lugares e escolhendo, cada vez mais, destinos menos cheios e mais acessíveis.

– Viagens mais fluidas: as fronteiras entre negócios e lazer seguem cada vez mais tênues, enquanto os hóspedes transitam com mais liberdade entre estilos de viagem, orçamentos e experiências.

– Uma nova visão de luxo: do “rough luxury” e das experiências ao ar livre a vilas privativas e hospitalidade residencial, viajantes buscam privacidade, autenticidade e uma conexão mais forte com o destino.

– Bem-estar além do spa: os hotéis ampliam suas ofertas com propostas mais sofisticadas de bem-estar e fitness, refletindo uma atenção crescente à saúde física e mental.

– Design pensado para descoberta: interiores ousados e altamente visuais são cada vez mais concebidos para chamar atenção, enquanto serviço e atmosfera seguem essenciais para a experiência do hóspede.

– O luxo também ganha o mar: novos conceitos como Four Seasons Yachts, The Ritz-Carlton Yacht Collection e Aman at Sea levam a experiência dos hotéis de luxo para o mar.

Resumo da seleção de Chaves MICHELIN 2026  

Uma Chave MICHELIN (2020)

Duas Chaves MICHELIN (657)

Três Chaves MICHELIN (155)

Total de hotéis com Chaves MICHELIN (2.832)

Novos hotéis com Chaves MICHELIN que passam a integrar a seleção (470)

Novos hotéis Três Chaves, incluindo promoções (18)

Novos hotéis Duas Chaves, incluindo promoções (120)

Hotéis promovidos dentro da seleção (80+).

Sobre a seleção hoteleira do Guia MICHELIN

A seleção hoteleira do Guia MICHELIN é baseada no trabalho de seus inspetores, que viajam de forma anônima e independente para identificar hotéis que oferecem experiências excepcionais. A seleção reúne uma ampla variedade de propriedades, de marcos históricos e grandes hotéis a boutiques independentes, refúgios remotos e novas aberturas inovadoras.

A Chave MICHELIN é a distinção hoteleira concedida pelo Guia MICHELIN, equivalente à Estrela MICHELIN para restaurantes. Lançada em 2024 em 15 países da América do Norte, Europa e Ásia, a Chave MICHELIN desde então se tornou uma distinção global.

Os hotéis recebem Uma, Duas ou Três Chaves MICHELIN de acordo com o nível de experiência que oferecem:

– Uma Chave MICHELIN: uma estadia muito especial.

– Duas Chaves MICHELIN: uma estadia excepcional.

– Três Chaves MICHELIN: uma estadia extraordinária.

(Com Aline Gomes/Textual)