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Espaço Porto inaugura exposição “Fotoperformance Popular”, de Alex Oliveira

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Trabalho poderá ser visitado gratuitamente na capital paulista a partir do dia 6 de junho. Foto: Alex Oliveira.

O Espaço Porto inaugura no dia 6 de junho, sábado, a exposição Fotoperformance Popular, do artista visual Alex Oliveira. A abertura acontece das 15h às 19h. A visitação gratuita acontece de quarta à sexta das 14h às 18h e finais de semana mediante agendamento prévio até 8 de agosto. Como parte da programação, Oliveira também realiza um workshop de seis dias que culminará em uma intervenção urbana na favela Monte Azul. Informações no Instagram @portodecultura.

A mostra apresenta um recorte da série desenvolvida pelo artista desde 2019 em diferentes cidades brasileiras. Na obra, transeuntes, ambulantes, trabalhadores autônomos, amigos e o próprio retratista ocupam estúdios improvisados montados em ruas, feiras livres e praças para performar identidades móveis diante da câmera. Natural de Jequié (BA), Alex Oliveira atua como fotógrafo, artista visual e filmmaker, desenvolvendo pesquisas que articulam fotografia, cultura popular e performatividade.

Alex Oliveira constrói retratos frontalizados que dialogam tanto com a fotografia de estúdio quanto com a espontaneidade da rua. A tensão central da série surge justamente do contraste entre a precariedade do dispositivo fotográfico e a formalização rigorosa da imagem, deslocando o estatuto social do retrato produzido no espaço urbano.

O projeto também propõe uma circulação expandida das imagens. Após cada sessão fotográfica, os participantes recebem cópias impressas de seus retratos em formato de postal, enquanto parte das imagens retorna ao território em forma de lambe-lambes instalados nas próprias ruas onde foram realizadas.

Desde 2025, imagens da série Fotoperformance Popular integram a coleção Fonds Brésilien de Photographies Contemporaines, da Bibliothèque Nationale de France. E, atualmente, parte das obras podem ser vistas na Sorbonne Art Gallery, em Paris.

Como desdobramento da exposição, Alex Oliveira ministra o workshop Fotoperformance: Corpo, Cidade e Ação, com duração de seis dias e carga horária total de 24 horas. Ao final das atividades, os participantes irão instalar os lambe-lambes produzidos durante as aulas na favela Monte Azul, em uma ação realizada em parceria com a Galeria Sérgio Silva. O valor das inscrições é de R$ 980.

Informações:

Instagram: @portodecultura

Site: https://portodecultura.com.br/

Exposição

O quê: Exposição Fotoperformance Popular, do artista visual Alex Oliveira em Sâo Paulo (SP)

Quando: de 6 de junho a 8 de agosto de 2026

Abertura: 6 de junho, sábado, das 15h às 19h

Visitação: de quarta a sexta, das 14h às 18h e finais de semana mediante agendamento prévio

Onde: Espaço Porto (Rua Harmonia, 925 (próximo da estação Vila Madalena do metrô)

Quanto: entrada franca

Workshop

Quando:

9 e 10 de junho – terça e quarta, das 19h às 21h

13 de junho – saída fotográfica em local a ser definido com o grupo – sábado, das 9h às 18h

16 e 17 de junho – terça e quarta, das 19h às 21h

20 de junho – colagem de lambe no Foto Beco – sábado, das 9h às 18h

Vagas limitadas

Valor: R$980

Inscrições: no site Fotoperformance.

(Com Isidoro B. Guggiana Assessoria de Imprensa)

Nova exposição da Japan House SP explora simbologia da cor branca na cultura japonesa

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Obras de Ayumi Shibata. Foto: Ayumi Shibata.

No Japão, existe uma cultura cromática única – conhecida como Nihon no dentōshoku (“cores tradicionais do Japão”, em tradução livre) – e dentre essas cores, o branco envolve a sensibilidade dos japoneses, refletindo diversas percepções evocadas no imaginário como paz, purificação, leveza, silêncio e até precisão.  É esta cor que assume o papel de fio condutor da exposição “Shiro: uma escala de nuances” (shiro significa “branco”, em tradução do japonês), que estreou ontem, 2 de junho, na Japan House São Paulo (JHSP). A mostra, inédita, segue em cartaz no andar térreo da instituição até 25 de outubro com entrada gratuita.

Com curadoria da diretora cultural da instituição, Natasha Barzaghi Geenen, a mostra introduz diversas tonalidades da cor branca no Japão passando por quatro elementos: papel, seda, neve e sal, revelando as suas relações com a cultura japonesa. A inspiração para o recorte veio da leitura da obra “O País das Neves” (1948), de Yasunari Kawabata – durante o Clube de Leitura JHSP + Quatro Cinco Um, em junho do ano passado –, que descreve as vastas paisagens brancas do norte do país e o processo de alvejamento de um tecido na neve. “Shiro não é fruto de um conceito específico, tem uma inspiração poética e abstrata. O branco, enquanto junção de todas as demais cores, serve aqui como ponto de partida simbólico para pensar como o Japão carrega tantas nuances e sutilezas, como é um país de muitas gamas, que podem passar despercebidas, mas não para o povo japonês, cujo olhar é apurado até para essas mínimas diferenças do branco”, afirma Natasha.

Dividida em quatro grandes núcleos temáticos correspondentes a cada elemento, a expografia convida os visitantes a um mergulho pelas nuances simbólicas da cor. Logo na entrada, uma tabela cromática com uma seleção de 19 tons de branco catalogados no Japão representa as diversas nuances que uma única cor pode ter, a partir das centenas de cores tradicionais do Japão.

Tomohiro Kajiyama durante criação de Land Art na neve. Foto: AOILO Co., Ltd.

No núcleo de Papel, a instalação “Poem of life”, da artista Ayumi Shibata, é feita de inúmeras folhas de papel cortadas como na técnica de kiri-ê e amarradas entre si, simbolizando o desejo da artista pela paz e harmonia do mundo. A obra de aproximadamente três metros de altura também trabalha a relação do papel com luz e sombra a partir de um espelho em sua base. Neste núcleo, o público também poderá conhecer o processo de produção do Kurotani Washi (papel japonês tradicional feito à mão), desde a colheita dos ramos de Kōzo (amoreira) – base para a fabricação deste elemento – até sua finalização. Amostras de três tipos de fibras que dão origem ao washiKōzo, Mitsumata e Gampi também estarão em exibição.

Para o núcleo de Seda, a artista Kaoru Hirano apresenta uma obra produzida especialmente para a exposição. Conhecida por desconstruir peças de roupa em suas criações, Hirano escolheu trabalhar com um juban branco de seda (peça de vestuário tradicional japonesa usada por baixo do quimono), de sua avó paterna, falecida em 2018, para criar uma espécie de teia suspensa na instalação “untitled-grandmother”. A delicada obra site-specific de quase 4 metros de diâmetro reflete sobre memória afetiva e os laços construídos (e desconstruídos) dentro dessa relação familiar. Amostras de casulos do bicho-da-seda, fios e tecido da província japonesa de Gunma, referência na produção de seda, também serão apresentados neste núcleo, acompanhados por uma breve introdução em vídeo dessa confecção no Japão.

Tomohiro Kajiyama durante criação de Land Art na neve. Foto: AOILO Co., Ltd.

Já o núcleo Neve aborda as paisagens do Norte do Japão, com seus invernos rigorosos, que evocam uma sensação de branco infinito, como descrito no livro de Kawabata. Para representar essa vastidão, foram selecionadas três fotografias de Land Art (intervenções feitas diretamente na paisagem natural), do artista Tomohiro Kajiyama, além de um vídeo demonstrando o processo de criação. Nesses trabalhos, é possível ver como o artista compreende a paisagem tomada pela neve como uma tela em branco, para ir caminhando instintivamente sobre ela com um par de pequenos esquis, guiado apenas pelas imagens em sua mente sem o uso de ferramentas de medição. Desse processo, resultam quilômetros de linhas que formam desenhos complexos, possíveis de serem contemplados em sua magnitude apenas do alto. Efêmeras, as “Snow Art” de Kajiyama costumam ocupar áreas de aproximadamente 100m² cada. “Suas criações ocorrem desde antes do amanhecer, no silêncio congelante, enquanto o céu começa a mudar de cor e continuam pela tarde, às vezes estendendo-se por vários dias. Segundo o artista, cada passo que ele dá para compactar a neve representa sua filosofia de esculpir a própria vida com uma mentalidade positiva, mesmo diante das adversidades”, explica a curadora.

A neve é um elemento tão presente no dia a dia do Japão, que os japoneses até desenvolveram um glossário dedicado a descrever suas diversas formas – seja a neve fina que parece pó, seja a neve macia que se assemelha a um mochi (bolinho de arroz glutinoso).

Assim como a neve, o sal também é especial no dia a dia dos japoneses. Embora o Japão seja um país cercado por mar, o seu ambiente não é propício à produção de sal. Por isso, desde tempos antigos, a produção de sal é feita por um método que consiste em duas etapas: a concentração da água do mar em salinas, e o processo de evaporação por meio da fervura. Esse método permanece em prática até hoje, mesmo que a produção seja feita majoritariamente de forma industrializada. Além de ser utilizado como tempero e conservante, o sal também é um objeto ritualístico na tradição xintoísta. A prática popular de criar pequenos montes de sal e deixá-los perto das entradas das casas, estabelecimentos ou santuários, como forma de atrair boa sorte e afastar os maus espíritos é chamada de morishio ou morijio. Dentre as inúmeras variações de sais encontradas no mundo, a mostra apresenta cinco tipos, originários de diversas regiões do Japão, evidenciando suas diferentes características e granulações.

Tomohiro Kajiyama durante criação de Land Art na neve. Foto: AOILO Co., Ltd.

A exposição também integra o programa JHSP Acessível, oferecendo WebApp com conteúdos acessíveis e textos traduzidos em inglês, espanhol e japonês, bem como recursos táteis, audiodescrição e vídeos em Libras para proporcionar acessibilidade a todos os visitantes.

Sobre os artistas:

Ayumi Shibata (Yokohama, 1982)

Artista de kiri-ê estudou xilogravura e técnica mista na National Academy School of Fine Arts, em Nova Iorque, explorando materiais e métodos de expressão. Transferiu a sua base de atuação para Paris, onde desenvolveu iniciativas internacionalmente por dois anos, incluindo a criação e exposição de suas obras no Atelier 59 Rivoli, mantido pela prefeitura de Paris. Retornou ao Japão em 2018, que tem sido sua base de atividades desde então.

Kaoru Hirano (Nagasaki, 1975)

A artista cria instalações a partir do desfazer e reconstruir, fio por fio, de roupas antigas, guarda-chuvas e outros materiais. Seu trabalho explora a memória individual, bem como relações sociais e históricas. O obteve doutorado pela Universidade Municipal de Hiroshima (2003). Realizou residências artísticas em Nova Iorque e Berlim com o apoio do Programa Artístico Japão-EUA e da Agência de Assuntos Culturais do Japão, além da bolsa de apoio da Pola Art Foundation (2010). Em 2025, recebeu uma bolsa de apoio da Fundação Adolph e Esther Gottlieb, atuando nacional e internacionalmente

Tomohiro Kajiyama (Shizuoka, 1985)

Mudou-se para Hokkaido em 2018, para Nakasatsunai Village, uma região com de cerca de 3.800 habitantes no norte do Japão. Com o objetivo de redescobrir os recursos locais, em 2019 passou a produzir snow art de forma autodidata e estabeleceu seu estilo autoral “free-leg”, baseado em caminhar livremente sobre a neve, seguindo o instinto. Criadas passo a passo em meio ao frio extremo e rigoroso, suas obras simbolizam a postura de abrir o próprio caminho na vida, além de despertar surpresa e emoção em muitas pessoas.

SERVIÇO:

Exposição “Shiro: uma escala de nuances”

Período: 2 de junho a 25 de outubro de 2026

Local: Japan House São Paulo, andar térreo – Av. Paulista, 52 – São Paulo/SP

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.

Entrada gratuita.

Sobre a Japan House São Paulo (JHSP)

A Japan House é uma iniciativa internacional com a finalidade de ampliar o conhecimento sobre a cultura japonesa da atualidade e divulgar políticas governamentais. Inaugurada em 30 de abril de 2017, a Japan House São Paulo foi a primeira a abrir suas portas, seguida pelas unidades de Londres e Los Angeles. Estabelecida como um dos principais pontos de interesse da celebrada Avenida Paulista, a JHSP destaca em sua fachada proposta pelo arquiteto Kengo Kuma, a arte japonesa do encaixe usando a madeira Hinoki. Desde 2017, a instituição promoveu mais de 50 exposições e cerca de mil eventos em áreas como arquitetura, tecnologia, gastronomia, moda e arte, para os quais recebeu mais de 4,7 milhões de visitantes. A oferta digital da instituição foi impulsionada e diversificada durante a Pandemia de Covid-19, atingindo mais de sete milhões de pessoas em 2020. No mesmo ano, expandiu geograficamente suas atividades para outros estados brasileiros e países da América Latina. A JHSP é certificada pelo LEED na categoria Platinum, o mais alto nível de sustentabilidade de edificações.

Confira as mídias sociais da Japan House São Paulo:

Site: https://www.japanhousesp.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/japanhousesp

YouTube: https://www.youtube.com/japanhousesp 

Facebook: https://www.facebook.com/japanhousesp 

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/japanhousesp.

(Com Bruna Janz/Suporte Comunicação)

Espetáculo infanto-juvenil “Vestido de Menino – O Dia V” estreia no Centro Cultural do iBT

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espetáculo realizado no Instituto Brasileiro de Teatro afirma a pluralidade dos modos de existir a partir do ponto de vista das crianças. Fotos: Cacá Bernardes.

O que pode acontecer quando uma criança decide, simplesmente, vestir aquilo que deseja? “Vestido de Menino – O dia V”, peça escrita por Ronaldo Serruya e dirigida por Pedro Stempniewski, acompanha Vesti, um menino com um desejo que parece pequeno, mas que precisa da ajuda de outras crianças amigas – Fut, Croqui e Fio – para enfrentar o olhar dos colegas da escola e dos adultos. A partir desse gesto, o espetáculo constrói uma narrativa sensível sobre pertencimento, amizade e o direito de experimentar o mundo com o próprio corpo. A peça, voltada ao público de 8 a 12 anos e suas famílias, estreia dia 6 de junho, com temporada gratuita até 26 de julho, no Centro Cultural do iBT – Instituto Brasileiro de Teatro – Sala Cênica – 10º andar (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 – Bela Vista, São Paulo – SP), dias e horários das apresentações estão abaixo.

Na peça, quatro crianças, que se reconhecem na diferença, usam o espaço de uma banca de revistas – espaço fluido e de passagem – como lugar de encontro, invenção e força coletiva. O espetáculo nasceu de uma inquietação nítida para os criadores: abordar temas considerados “delicados” para as infâncias sem transformá-los em tese, reduções didáticas ou confrontos pedagógicos. “O desafio era falar sem falar”, afirma Serruya. “Existe uma ideia de que determinados assuntos são proibidos para as crianças ou que há uma idade certa para tratar deles. Isso não envolve só gênero, mas morte e outras questões. Quisemos construir uma dramaturgia que afirmasse a diferença, não como diversidade domesticada, mas como diferença mesmo, como algo que existe e precisa ser cuidado, porque diferença é riqueza”, completa.

O espetáculo investiga as formas como aprendemos a ocupar o mundo. Desde cedo, meninos e meninas recebem mapas invisíveis que delimitam gestos, interesses, comportamentos e desejos. A encenação acompanha o ponto de vista das crianças – o que parece “estranho” para o adulto revela-se experiência legítima e humana para o quarteto.

Na dramaturgia, cada personagem tem uma habilidade para ajudar no desejo de Vesti: o desenho, a costura, a estratégia e a reinvenção de objetos e comportamentos cotidianos. E a história é contada de forma cíclica: começa com um prólogo em que as próprias crianças anunciam que vão contar uma história sobre um sonho. A partir daí, retorna no tempo para mostrar como esse grupo se formou, como ganhou nome e como encontrou, em uma banca de revistas, um território de invenção.

“A banca é um lugar de passagem, um não-lugar, um espaço que gera situações que acontecem e se transformam. A escola não é esse lugar. A casa também não. A banca é pública e privada ao mesmo tempo, é um espaço onde muitos universos e possibilidades coexistem”, diz Pedro Stempniewski. Nessa referência se coloca o ambiente urbano em que a peça acontece ligando casa e rua, assim a estética vai se fazendo através do universo das revistas, da moda e da cultura urbana. O voguing e a cultura ballroom são fortes referências para composição de movimentos e musical, enfatizando através da dança e da celebração coletiva, a potência do encontro desse bonde de crianças.

Ao longo da narrativa Vesti, Fut, Croqui e Fio se deparam com expectativas familiares, normas escolares e convenções culturais que surgem, mas o foco de Vestido de Menino – O dia V está na capacidade de as crianças criarem linguagens próprias e reinventarem os limites impostos. Nesse sentido, o espetáculo dialoga com debates sobre performatividade de gênero e masculinidades, mas o faz sem didatismo ou panfletarismo.

Vestido de Menino – O dia V integra um projeto amplo, que também realizará ações formativas e a disponibilização online da dramaturgia acompanhada de material pedagógico para o público, comunidades escolares e para todas as Bibliotecas Públicas da cidade de São Paulo. A peça integra o ‘Projeto Vestido de Menino – Infâncias contra Tabus’, contemplado pelo Prêmio Zé Renato de Apoio à Produção e Desenvolvimento da Atividade Teatral para a cidade de São Paulo. A realização é da Cooperativa Paulista de Teatro e da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, por intermédio da Supervisão de Fomento às Artes da Prefeitura Municipal de São Paulo. Também conta com o apoio da Funarte-SP, do Ministério da Cultura e do Governo do Brasil através do Programa Funarte Aberta – Ocupação dos Espaços Culturais; além do apoio para a realização da temporada do IBT – Instituto Brasileiro de Teatro.

Sinopse | Na contagem regressiva para a festa de formatura da escola, quatro crianças se unem e com um jeito único de olhar para o mundo realizam um sonho secreto. Unidas pela amizade e pela imaginação, elas transformam a banca de revistas da esquina da escola em ponto de encontro para planejarem um acontecimento capaz de transformar não só uma festa, mas também a maneira de olhar para si e para o outro. Uma aventura delicada e divertida sobre amizade, coragem e a liberdade de ser quem se é.

Ficha Técnica:

Direção Geral e Argumento: Pedro Stempniewski

Dramaturgia: Ronaldo Serruya

Assistente de Direção: Beatriz Oliveira

Elenco: Fernando Lufer, Luz Ribeiro, Rafael Costa e Thalles Terencio

Produção: Plataforma – Estúdio de Produção Cultural

Direção de Produção: Fernando Gimenes

Produção Executiva: Bruno Ribeiro

Coordenação de Projeto: Pedro Stempniewski

Cenário, Figurinos e Adereços: Eliseu Weide

Assistente Cenografia e Figurinos: Bruno Maldegan

Confecção das Bolsas: Coletivo Tem Sentimento

Direção Musical: Melvin Santhana

Produção Musical: Melvin Santhana e Lucas Melifona

Design de Luz: Dimitri Luppi

Operação de Luz: Guilherme Mascarenhas

Direção de Movimento: Yi Gonçalves

Treinamento Voguing: Jessy Velvet Zion

Direção da Palavra: Natália Nery

Coordenação de Acessibilidade em Libras – Gabrielle Martins e Sina Acessibilidade.

Projeto Gráfico: Murilo Thaveira

Fotos: Cacá Bernardes

Registro em Vídeo: Bruna Lessa e Cacá Bernardes – Bruta Flor Filmes

Redes Sociais: Contaí! Comunicação – Jorge Ferreira

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Dani Valério e Flávia Fontes

Idealização: Plataforma Homimacho

Proponente: Cooperativa Paulista de Teatro

Cooperado Responsável: Thalles Terencio

Realização: Cooperativa Paulista de Teatro e Prêmio Zé Renato de Apoio à Produção e Desenvolvimento da Atividade Teatral para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa – Supervisão de Fomento às Artes da Prefeitura de São Paulo.

Apoio: iBT – Instituto Brasileiro de Teatro;  Funarte – Programa Funarte Aberta – Ocupação dos Espaços Culturais – Ministério da Cultura – Governo do Brasil.

SERVIÇO:

Temporada: De 06/06 a 26/07, sexta a domingo, às 16h.

Acessibilidade em Libras: aos sábados e domingos, de 27 de junho a 26 de julho

Atenção: nos dias 10, 11 e 12 de julho não haverá apresentação.

Entrada gratuita.

Lugares limitados.

Local: Centro Cultural do iBT – Instituto Brasileiro de Teatro – Sala Cênica – 10º andar.

Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277, Bela Vista – SP

Ingressos: gratuitos (distribuídos 1h antes na bilheteria do teatro)

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: A partir de 08 anos

Capacidade: 50 lugares

Sobre o Instituto Brasileiro de Teatro (iBT)

O iBT nasceu em 2022 com o objetivo de democratização das artes cênicas, seja na realização e produção de eventos que apostam na diversidade, bem como visando a formação de novas plateias por meio de espetáculos gratuitos ou de preços altamente populares. O Instituto privado sem fins lucrativos apresenta uma série de ações voltada à classe teatral propondo uma governança, que acelera a profissionalização de grupos e artistas, atuando desde a capacitação até no auxílio de realização de espetáculos, incluindo captação de investimentos do setor privado. Além disso, o iBT também é realizador de alguns grandes espetáculos, garantindo acesso universal por meio de ingressos gratuitos ou a preços acessíveis.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Ponto de Cultura de Indaiatuba inicia campanha para viabilizar segunda participação em festival de cultura brasileira na Áustria

Indaiatuba, SP, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O Ponto de Cultura Do Corpo ao Conto foi convidado, pelo segundo ano consecutivo, a integrar a programação do Festival de Cultura Brasileira “Brazil Meets Gmünd”, que acontecerá em setembro de 2026 na Áustria.

Como forma de viabilizar a participação do Ponto de Cultura Instituto Do Corpo ao Conto no Festival Brazil Meets Gmünd 2026, na Áustria, promovendo a circulação internacional da cultura afrobrasileira, o Instituto promove a campanha “Corpo em Movimento”. “Mais do que apoiar uma viagem, contribuir com a campanha é fortalecer a presença da cultura afro-brasileira em espaços internacionais de arte e intercâmbio cultural”, destaca Marina Costa.

Integrantes do Ponto de Cultura, Marina Costa e Juan Santos desenvolvem um trabalho artístico voltado à valorização das culturas afro-brasileiras por meio da dança, da música e da oralidade, realizando apresentações artísticas, oficinas e ações culturais nas cidades de Indaiatuba, Salto e Itu, promovendo encontros entre arte, educação, ancestralidade e memória negra.

Confira a programação:

Para as crianças

14h – Tati Mendes | Contação de Histórias

14h30 – Cia Vagamundo | Teatro de Bonecos.

Para todos os públicos

15h – Jongo Filhos da Semente | Vivência de Jongo

15h30 – Grupo Vozes D’Ketu | Samba de Caboclo

16h – Mestre Bahia e Mestre Azulão | Roda de Capoeira

17h – Exibição do minidocumentário “Estrela da Guia” + Samba de Dagmã

18h – Samba de Bumbo de Itu, com presença da Mestra Natalina

18h30 – Samba do Alabel | Roda de Samba.

Sobre Do Corpo ao Conto

Fundado em 2009 em Indaiatuba/SP, o Instituto Do Corpo ao Conto é um Ponto de Cultura reconhecido pelo Ministério da Cultura, dedicado à valorização das culturas afro-brasileiras por meio da dança, da oralidade, da música e de manifestações tradicionais de matriz africana.

Idealizado a partir da trajetória artística e pedagógica de Marina Costa, o Instituto desenvolve apresentações artísticas, oficinas, projetos culturais e ações formativas em espaços de educação formal e não formal, promovendo encontros entre arte, educação, ancestralidade e memória negra.

Em 2025, Marina Costa participou da 8ª edição do Festival Brazil Meets Gmünd com apresentações de dança, workshops e contação de histórias para crianças e adultos. Agora, em 2026, “Corpo em Movimento” nasce como uma travessia coletiva: um movimento de apoio à circulação da cultura afro-brasileira além do Atlântico.

Principais realizações

– “Do Corpo ao Conto – I Encontro de Contadores de Histórias de Indaiatuba” (2023);

– “Dan – O que conta o arco-íris” (2023–2026), alcançando mais de 4 mil crianças e adultos;

– “Dandara Vai Pra Escola” – ProAC 2022;

– “Samba de Dagmã – Memórias de Mulheres Negras de Indaiatuba”;

– Circulação internacional do projeto musical “Brasilidades” em quatro cidades da Colômbia (2025);

– Participação na 8ª edição do Festival Brazil Meets Gmünd, na Áustria (2025), com intervenções de dança afro-brasileira, workshops e contação de histórias.

O intercâmbio promoverá:

– Formação cultural local

– Projeção internacional da cidade

– Fortalecimento da cultura negra local

– Intercâmbio artístico

– Oferecimento de oficinas e apresentações após a viagem, em parceria com a

CONI (Comunidade Negra de – Indaiatuba).

SERVIÇO:

Evento: Tarde Cultural – Campanha “Corpo em Movimento”

Data: 06 de junho (sábado)

Horário: das 14h às 19h

Local: Comunidade Negra de Indaiatuba (CONI)

Endereço: Rua Comendador Antônio Nagib Ibrahim, 341 – Indaiatuba/SP

Ingressos:

R$ 5 – valor social

R$ 15 – valor sugerido

R$ 20 ou mais – valor abundante.

Como apoiar

Apoio financeiro direto, apoio institucional, apoio com passagens, hospedagem e

alimentação.

Doações via PIX | chave: 24.693.441/0001-84

ou

Financiamento coletivo:| https://www.kickante.com.br/financiamentocoletivo/campanha-corpo-em-movimento

Contato Whatsapp: (19) 9 9425-4858 Marina Costa | (73) 9 8887-3687 Juan Santos.

Cinco hotéis em destinos pouco explorados para planejar a sua próxima viagem pelo Brasil

Brasil, por Kleber Patricio

Paisagens expressivas, menor fluxo turístico e mais conexão genuína com a natureza são alguns dos fatores primordiais que têm chamado a atenção de viajantes que buscam por experiências diferentes. Nesse contexto, hotéis-boutique em destinos pouco explorados surgem como a escolha ideal para quem deseja ampliar a sensação de descoberta sem abrir mão do conforto, com estruturas que contemplam gastronomia autoral, spas, serviços personalizados e uma curadoria de atividades esportivas e culturais. Confira 5 opções de hotéis em destinos pouco explorados para planejar a sua próxima viagem pelo Brasil.

Primitivo Hotel (Passo de Camaragibe, Alagoas)

Foto: Divulgação/Primitivo Hotel.

Inaugurado em dezembro de 2025, o Primitivo é o novo hotel da Rota Ecológica dos Milagres e está instalado em Passo de Camaragibe, litoral norte de Alagoas. Seu entorno, ainda pouco explorado, é composto por uma praia praticamente deserta, em uma praia de baixa circulação. Ao todo são apenas oito bangalôs equipados com piscina privativa, banheira de imersão, ducha externa, amenities Bvlgari e enxoval Trousseau. O restaurante com vista direta para o mar destaca técnicas tradicionais do Nordeste brasileiro, apresentadas sob uma abordagem contemporânea e um menu assinado pelo ex-Masterchef Moisés Batista. Para além da gastronomia, o Primitivo desenvolve uma programação de experiências voltadas ao bem-estar e à imersão na cultura local, incluindo rituais de relaxamento dentro dos bangalôs e atividades que exploram a natureza e a comunidade do entorno.

[+] PRIMITIVO HOTEL:

Endereço: Fazenda Morros de Camaragibe – Gleba 4A, S/N, Passo de Camaragibe – AL

Telefone: (82) 3032-9299

Site: Link

Instagram: @primitivo.hotel.

Hotel-Boutique & SPA Ponta de Inhambupe by Slaviero Hotéis (Baixio, Bahia)

Foto: Divulgação/Hotel-boutique & SPA Ponta de Inhambupe by Slaviero Hotéis.

A cerca de 120km ao norte do Aeroporto de Salvador, na Vila de Baixio, o Hotel-boutique & SPA Ponta de Inhambupe by Slaviero Hotéis desponta como um refúgio de bem-estar e reconexão com a natureza na Costa dos Coqueiros. Com 29 acomodações, o hotel é considerado um oásis pé na areia com infraestrutura completa e convida os viajantes a explorarem um destino ainda pouco conhecido no litoral norte baiano, com lagoas cristalinas, mirantes, trilhas, mangues e mar convidativo para um bom mergulho.

[+] Hotel Boutique & Spa Ponta de Inhambupe by Slaviero Hotéis

Endereço: Vila de Baixio, no Litoral Norte da Bahia

Reservas e informações: (75) 99952-6962 | www.hotelpontadeinhambupe.com.br

Instagram: @hotelpontadeinhambupe.

Koloa Concept Hotel (Cajueiro da Praia, Piauí)

Foto: Divulgação/Koloa Concept Hotel.

Considerado um dos principais refúgios de Cajueiro da Praia, destino tendência de 2026 localizado no litoral do Piauí, o Koloa Concept Hotel une hospitalidade contemporânea, arquitetura integrada à paisagem e experiências cuidadosamente selecionadas. Ao todo, são 26 acomodações exclusivas pensadas para proporcionar o máximo de privacidade e conforto, com vistas incríveis e ambientes cuidadosamente elaborados. O restaurante Casa Mar, exclusivo para hóspedes, possui um menu criativo focado na gastronomia contemporânea e celebra a riqueza dos ingredientes locais, desde frutos do mar a peixes, além de massas cuidadosamente preparadas.

[+] KOLOA CONCEPT HOTEL:

Endereço: W, Cajueiro da Praia – PI

WhatsApp: (86) 99998-2000

Site: koloaconcepthotel.com.br

Instagram: @koloahotel.

Monã Hotel (Teresina, Piauí)

Foto: Divulgação Monã Hotel Teresina.

Em um destino ainda pouco explorado no turismo, em Teresina, o Monã Hotel é um convite para desbravar a capital do Piauí com outro olhar. Único hotel de alto padrão da cidade, a propriedade conta com arquitetura contemporânea e uma curadoria artística que transforma seus espaços em uma verdadeira galeria viva, combinando design, conforto e uma atmosfera que valoriza o tempo e o bem-estar. Tanto para quem visita a cidade quanto para os próprios moradores em busca de novas experiências, o restaurante Ayty se apresenta como um dos pontos altos do hotel, com um menu sofisticado que valoriza ingredientes locais e releituras da culinária regional. No rooftop, a piscina convida a uma pausa com vista privilegiada, reforçando a proposta de refúgio urbano em meio à rotina.

[+] MONÃ HOTEL TERESINA:

Endereço: Av. Homero Castelo Branco, 2755 – Ininga, Teresina – PI

Telefone: (86) 2222-1001

Site: www.monahotel.com.br

Instagram: @monahotelteresina.

Marghot Hotel SPA (Porto de Pedras, Alagoas)

Foto: Divulgação/Marghot Hotel SPA.

Com previsão de inauguração no final de 2026, o Marghot Hotel SPA será a nova joia sustentável e de slow-living do nordeste brasileiro. Localizado na Praia de Lages, em Porto de Pedras, Alagoas, uma das regiões mais belas do país, o hotel-boutique apresenta 20 bangalôs com piscina privativa e arquitetura que privilegia materiais e soluções que dialogam com o entorno, preservando a vegetação nativa e valorizando a escala do destino.

O espaço contará com um SPA completo, equipado com cold tub para crioterapia e três salas de terapias corporais e energéticas, criando um ambiente ideal para quem busca relaxamento e reconexão. Um dos grandes destaques será o exclusivo Head SPA, assinado pela Pur Hair Spa, criado para proporcionar uma experiência única de cuidado com o couro cabeludo e dos fios.

A gastronomia também é um dos pilares da experiência, com um menu que une tradição e inovação. O resultado é uma cozinha contemporânea, com identidade própria e forte conexão com o território. Já a coquetelaria leva a assinatura de Alex Mesquita, referência nacional e internacional, em uma carta de drinks autorais pensada para acompanhar a atmosfera à beira-mar.

[+] MARGHOT HOTEL SPA:

Inauguração prevista para o final de 2026.

Instagram: marghothotelspa.

(Com Cíntia Banús/CB PR & MKT)