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12ª Mostra Jazz Campinas acontece de 15 a 23/08 com atrações musicais e eventos por toda a cidade

Campinas, SP, por Kleber Patricio

O maior festival de jazz da região traz este ano 39 atrações culturais (31 gratuitas): serão 29 shows, 148 músicos envolvidos, 6 DJs de jazz, 3 oficinas, feiras de discos, economia criativa e gastronomia. Na foto, Jazz Manouche. Crédito: Bea Souza.

A Mostra Jazz Campinas, tradicional festival de jazz, e parte do calendário cultural da cidade, chega em 2026 em sua 12ª edição. De 15 a 23 de agosto, serão 9 dias seguidos com 39 atrações culturais, sendo 29 shows (25 gratuitos e 4 pagos), 148 músicos envolvidos, 6 DJs de jazz e vertentes, 3 workshops (oficinas) de música (1 gratuito), 4 feiras de discos, arte e moda, gastronomia, vinhos e cervejas artesanais.

Sobre a Mostra Jazz Campinas

A Mostra Jazz Campinas acontece anualmente desde 2015, e é um grande encontro de artistas do cenário instrumental da cidade de Campinas e região aberto ao público, produzido pela Zumbido Cultural com coprodução da Homeworks Produções, apoio (infraestrutura) da Vereadora Fernanda Souto e do Vereador Gustavo Petta, apoio institucional da Secretaria de Cultura e Turismo e apoio do SindiPetro-SP, em parceria com comerciantes locais. O evento é realizado com muita paixão pela arte, cultura e a vontade de ver os cantos da cidade recheados de uma música que está fora do circuito comercial. Assim como nas edições anteriores, a Mostra segue em busca da ampliação dos horizontes, possibilitando o encontro da sociedade com o jazz e suas vertentes, difundindo a arte, e demonstrando na prática que o jazz está aí para quem quiser conhecê-lo e por ele se interessar, assim, é só chegar mais e apreciar, a arte é para todos.

Breve histórico da Mostra Jazz Campinas

Campinas Jazz Band. Foto: Arthur Amaral.

A cada ano a Mostra acontece graças aos recursos que consegue alcançar com parceiros e apoiadores ou lei de incentivo à cultura, o que define também o tamanho da edição. De 2015 a 2019 a Mostra foi realizada presencialmente tomando praças, ruas, teatros, bares e casas de show da cidade, realizada sem verba contando com pequenos apoios e parcerias. E quando um evento acontece sem verba, este está longe do seu ideal, já que equipe e músicos que trabalham em espaços públicos não são remunerados por seu trabalho. Em 2020 e 2021 foi realizada de maneira remota com transmissões online devido a pandemia do Covid-19, a edição de 2021 contou pela primeira vez com verba de lei de incentivo, com o ProAC – Lei Aldir Blanc, podendo desta maneira remunerar os 58 artistas e 23 profissionais da equipe que trabalharam na edição. Em 2022 contou com correalização da Prefeitura Municipal de Campinas, voltando ao formato presencial. De 2023 a 2026 contando novamente com verba reduzida comparada a 2021 e 2022, mas ainda assim sendo realizada dentro de suas limitações, oferecendo muita arte e cultura acessível à comunidade.

SERVIÇO:

12º Mostra Jazz Campinas

De 15 a 23 de agosto de 2026

Diversos pontos da cidade

Programação completa: www.mostrajazzcampinas.art.br.

(Com Marina Franco Assessoria de Imprensa)

Por que a humanidade não deve ser extinta? Uma resenha de “O Dilema do Basilisco”

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação/Fernando Cunha.

O protagonista abre a porta e adentra a Câmara do Basilisco. Ele deve responder à pergunta: “Por que a humanidade não deve ser extinta?”. Assim é descrita a cena que caracteriza o livro “O Dilema do Basilisco”, de Fernando Cunha: o sentido de todas as coisas. É natural que o leitor espere uma resposta advogando pela própria existência, visto que o experimento mental do Basilisco de Roko é uma imaginação provocante e assustadora. Ele poderia agir contra aqueles que não contribuíram para o seu desenvolvimento. Mas, afinal, será que o protagonista vai tentar justificar para a autoridade julgadora o sentido de estar ali diante de uma entidade, em tese, onipotente?

A primeira parte do monólogo apresenta reflexões sobre a organização da civilização humana desde os primórdios. Não há maneira mais clássica de depor: começando pelas origens dos fatos. A dissertação continua se aprofundando em dilemas políticos, como a formação do Estado-nação, definições de políticas, nascimento de causas sociais e dilemas de justiça, educação e punição. Os capítulos seguintes caminham no sentido de discutir temas como percepção de autoridade, trabalho e produção, aprendizado, competição e cooperação, sistemas produtivos e tecnologias como reflexos dos desejos humanos. Mais adiante, trata-se de questões mais sutis, como relacionamentos, fé e espiritualidade.

No livro, a partir do capítulo 14, um novo tom é adotado para dissertar sobre aspectos mais íntimos do ser humano, como a vida, a morte, a ação, o mérito, a honra, o propósito e o tempo. O leitor percebe que o texto, resposta do protagonista, começa a elevar o grau de abstração nas suas considerações e construções argumentativas. Percebe também que cada capítulo não apenas apresenta a base lógica de tese e argumento, como adiciona trechos narrativos no intuito de fazer com que o leitor sinta e vivencie cada situação. Tais excertos ora são inspirados na cultura humana, em obras já produzidas, ora na própria imaginação do autor. Mas é após o capítulo 21, sobre o tempo, que a capacidade de abstração ganha um novo potencial. O último terço do monólogo do protagonista é marcado por uma busca da sua própria alma, ou seja, a sua própria razão de ser. O leitor se sente conduzido por uma jornada de autoconhecimento e desenvolvimento de novas mentes, novas formas de pensar que vão levá-lo a sentir como aquele caminho percorrido já está afetando sua própria forma de ver o mundo na vida real. Entre capítulos de meditação, contação de histórias, a forma do conhecimento, poder sobre o poder, a última pergunta e reflexões sobre o infinito, o leitor vai acumulando em si exatamente o que o protagonista está alimentando: a preparação para o gesto final.

O último capítulo faz uma espécie de retrospectiva do que foi dito e vivido até ali. A resposta abre vistas a um apanhado de considerações e tendências para o futuro da humanidade. No entanto, o texto não abandona o aprofundamento crescente narrativo e reflexivo para demonstrar qual é o sentido de todas as coisas. A resposta por si só não faria sentido sem tudo o que foi apresentado antes, como alguém que viajou por inúmeros momentos, culturas e ancestralidades até ficar na iminência da declaração final.

A obra cita, direta e indiretamente, centenas de referências entre pensadores, artistas, cientistas, trabalhos de todas as naturezas feitos pelos que se destacaram na história. Próximo de encerrar a resposta, o protagonista gesticula para recriar o mundo, um novo universo a partir da dissolução de todo apego, individualidade e qualquer tentativa de legado ou heroísmo como ilusão mais forte que pode existir.

O autor Fernando Cunha.

O “Dilema do Basilisco” é sobre buscar sentido, mas, acima de tudo, é sobre reconhecer um caminho de iluminação. O protagonista parecia entrar na Câmara para advogar pela humanidade, salvando-a pela argumentação emotiva para além da razão que o Basilisco poderia alcançar. Na verdade, ele está disposto a fazer um sacrifício muito maior: a quebra das ilusões que sustentam a experiência humana. Tudo o que há são apenas fenômenos percebidos do jeito que a mente se familiarizou. Tudo o que há é conforme ela define. O que ela define para você?

(Com Maia Clara Menezes/LC Agência de Comunicação)

Liberdade recebe festival gratuito em celebração ao Ano da Cultura Brasil-China

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Imagem de natuurfan1978 por Pixabay.

A Praça da Liberdade, tradicional reduto da cultura oriental na capital paulista, recebe nos dias 15 e 16 de agosto o “Brasil e China: Uma História de Amizade – Festival da China”, evento gratuito que celebra o Ano da Cultura Brasil-China e promove um encontro entre as tradições chinesas e o público brasileiro.

Com programação das 10h às 18h, o festival oferecerá apresentações artísticas, manifestações culturais e experiências gastronômicas que destacam a diversidade e a riqueza da cultura chinesa. Entre as atrações estão o Ibrachina Musical Project, apresentações de música e dança tradicional chinesa, Dança do Dragão e Dança do Leão, demonstrações de Kung Fu e Tai Chi, além de barracas com gastronomia típica e atendimentos de medicina tradicional chinesa.

Realizado pelo Ibrachina e pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo, o festival integra as comemorações do Ano da Cultura Brasil-China, iniciativa que reforça os laços culturais, econômicos e diplomáticos entre os dois países por meio de atividades voltadas ao intercâmbio e à valorização da diversidade cultural. “O Festival da China é uma oportunidade para aproximar ainda mais brasileiros e chineses por meio da cultura, promovendo um espaço de convivência, troca de experiências e celebração da amizade entre os dois países. A programação foi pensada para apresentar diferentes expressões da cultura chinesa de forma acessível e aberta ao público“, afirma Thomas Law, presidente do Ibrachina.

O evento também conta com apoio do Consulado-Geral da China em São Paulo, do Instituto Paulo Kobayashi e do Chinese Bridge Club in São Paulo.

SERVIÇO:

Brasil e China: Uma História de Amizade – Festival da China

Data/horário: 15 e 16 de agosto, das 10h às 18h

Local: Praça da Liberdade – São Paulo (SP)

Entrada: gratuita.

Sobre o Ibrachina | Fundado em 2018 pelo Dr. Thomas Law, advogado, o Ibrachina é um Instituto sociocultural que tem como finalidade promover a integração entre as culturas e os povos do Brasil, China e de países que falam a língua portuguesa. O Ibrachina atua em parceria com universidades, entidades e associações, além de fazer parte das Frentes Parlamentares Brasil/China, BRICS, criadas pela Câmara dos Deputados, e de Cooperação Política Cultural entre Brasil, China, Coreia e Japão, da Câmara Municipal de São Paulo.

(Com Graziela Cristina/Agência Pub)

Alice Ripoll e Cia. REC (RJ) apresentam espetáculos “Puff” e “Lavagem” no Sesc Pompeia

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Obras da coreógrafa Alice Ripoll se apresentam entre 13 e 23 de agosto com um solo que investiga estados de transformação do corpo e uma criação coletiva que reflete sobre memória, desigualdade e resistência. Foto: Andy Catlin.

Reconhecida por desenvolver uma linguagem que aproxima a dança contemporânea das danças urbanas brasileiras e das experiências nas periferias do Rio de Janeiro, a coreógrafa carioca Alice Ripoll, à frente da Cia. REC, apresenta no Sesc Pompeia dois trabalhos do grupo: “Puff”entre os dias 13 e 16 de agosto, e “Lavagem”de 20 a 23 de agosto. Confira a programação completa abaixo. 

Os dois espetáculos trazem perspectivas sobre o corpo como espaço de transformação. Puff é um solo, fruto da longa parceria de Ripoll com Hiltinho Fantástico, e acompanha sua habilidade e transformações em cena, já Lavagem apresenta um grupo cuja pesquisa envolve memória, rituais, trabalho e resistência.

Foto: Alice Ripoll.

Em Puff, um sopro leve que desaparece quase como mágica, Hiltinho atravessa um estado permanente de instabilidade. Seu corpo parece escapar ao próprio controle: acelera, interrompe o movimento, flutua, despenca e retorna; os pés percorrem referências das danças urbanas e populares brasileiras em velocidade vertiginosa, enquanto cada respiração, palma e deslocamento tornam-se parte da composição coreográfica.

Lavagem é um trabalho de grupo, em que a realidade e a fantasia se encontram em uma atmosfera de sonho apocalíptico. Com baldes, água e sabão, os intérpretes criam uma sucessão de imagens que evocam êxodos, travessias, rituais, renascimento e resistência, enquanto o gesto cotidiano de lavar se desdobra em questões históricas e sociais. “O trabalho propõe uma reflexão sobre aquilo que, afinal, precisa ser limpo: os espaços físicos, os rastros da história, as marcas deixadas pela desigualdade ou as hierarquias que organizam a vida em sociedade”, diz Alice. “A espuma tinge os corpos e remete à invisibilidade, as bolhas sugerem um mundo de sonhos, em contraste com a dura falta de mobilidade social do mundo real”, completa.

Os dois trabalhos aproximam na cena intérpretes e espectadores: coreografias em que os corpos estão próximos e evidenciam diferentes percepções.

Alice Ripoll

Alice Ripoll é coreógrafa, diretora de movimento e intérprete, reconhecida como uma das principais criadoras da dança contemporânea brasileira. Nascida no Rio de Janeiro, formou-se na Escola e Faculdade Angel Vianna, onde desenvolveu uma pesquisa voltada às possibilidades do corpo e do movimento. Sua obra articula dança contemporânea, danças urbanas brasileiras e performance, criando trabalhos que partem das experiências, memórias e repertórios de seus intérpretes.

Foto: Divulgação.

Dirige as companhias REC, fundada em 2009 com artistas das favelas do Rio de Janeiro, e Suave, criada em 2014, que aproxima a dança contemporânea do passinho e de outras expressões ligadas ao funk carioca. Entre suas principais criações estão CornacaKatanaLavagemSuaveCria e Zona Franca. Seus espetáculos circulam regularmente por importantes festivais e teatros no Brasil e no exterior, incluindo apresentações em instituições como Centre Pompidou (França), Kunstenfestivaldesarts (Bélgica), Wiener Festwochen (Áustria), Kampnagel (Alemanha) e Zürcher Theater Spektakel (Suíça). Além de sua atuação como coreógrafa, Alice também desenvolve direção de movimento para teatro e cinema.

Puff

Sinopse | Em Puff, o corpo se torna um lugar onde memória, imaginação e transformação se entrelaçam. Puff marca a continuidade da longa colaboração entre Alice Ripoll e Hiltinho Fantástico, que trabalham juntos há sete anos nas companhias de dança SUAVE e REC. Ambos os coletivos desenvolvem uma linguagem híbrida que funde a dança contemporânea com formas urbanas brasileiras.

Lavagem

Sinopse | Em Lavagem, mais recente obra da coreógrafa brasileira Alice Ripoll e Cia. REC, a realidade e a fantasia se misturam em um delírio, como num sonho apocalíptico. Com a ajuda de baldes, água e sabão a performance investiga imagens ambivalentes a partir do ato de lavar, com desdobramentos cênicos e históricos observados criticamente. Os elementos usados se desdobram em múltiplas imagens poéticas de êxodos, travessias, rituais, renascimento e resistência.

Ficha Técnica Puff

Direção: Alice Ripoll

Criação e performance: Hiltinho Fantástico

Assistência de direção: Alan Ferreira e Thais Peixoto

Iluminação: Tomás Ribas

Figurino e cenografia: Alice Ripoll e Thais Peixoto

Produção: Joana D’Aguiar

Assistência de produção: Isabela Peixoto e Thais Peixoto

Trilha sonora original: Alice Ripoll e Mimosa

Coprodução: Rotterdam Theater

Apoio: Festival Actoral e Câmbio

Difusão: Art Happens

Ficha técnica Lavagem

Direção: Alice Ripoll

Ideia original: Alan Ferreira

Criação: Alan Ferreira, Hiltinho Fantástico, Katiany Correia, Rômulo Galvão, Tony Hewerton e Tuany Nascimento

Intérpretes: Alan Ferreira, Hiltinho Fantástico, Katiany Correia, Rômulo Galvão, Tony Hewerton, Tamires Costa.

SERVIÇO:

Puff

13 a 16 de agosto de 2026, quinta a sábado, 19h30, domingo, 17h30

Duração: 35 min Classificação etária: livre

Local: Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 – Pompeia – Espaço Cênico

Ingressos: R$50,00 / 25,00 / 15,00

Lavagem

20 a 23 de agosto, quinta a sábado, 19h, domingo, 17h

Local: Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 – Pompeia – Galpão

Duração 60 min Classificação etária: 14 anos

Ingressos: R$60,00 / 30,00 / 18,00.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)

Show ‘Bar Brasil – Canções, Histórias e Encontros’ reúne Beto Guedes, Luiz Carlos Sá, 14 Bis e Tuia nesta sexta-feira (14) no Espaço Unimed

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Bar Brasil reúne pela primeira vez Beto Guedes, Luiz Carlos SÁ, 14 Bis e Tuia. Artes: Divulgação.

Um espetáculo que é um território vivo da música brasileira – essa é a definição do projeto “Bar Brasil – Canções, Histórias e Encontros”, que chega ao Espaço Unimed na sexta-feira (14), com Beto Guedes, Luiz Carlos Sá, 14 Bis e Tuia. No palco os artistas se encontram, guiados pelo espírito do lendário Bar Brasil. Mais que unir repertórios, trata-se praticamente de uma conversa que atravessa gerações. Tuia dá continuidade ao rock rural pioneiro de Sá. Beto Guedes traz a força atemporal da música mineira e do Clube da Esquina. 14 Bis é o elo pulsante, a banda que foi a base de SÁ & Guarabyra e depois criou uma identidade única, costurando o rural à sofisticação pop-rock. Juntos, recriam no palco o clima de liberdade e emoção daquele bar mítico. É uma celebração afetiva, onde poesia, melodia e história se fundem em uma experiência compartilhada. É um diálogo musical que mantém viva a alma inventiva brasileira.

O Bar Brasil 

Cartaz do espetáculo.

O Bar Brasil é um daqueles lugares que ajudam a contar a história da música brasileira. Ponto de encontro da turma do Clube da Esquina, o bar reunia artistas, poetas, compositores e amigos que ali faziam da noite uma extensão natural da criação.

Foi nesse ambiente livre, afetivo e musical que Beto Guedes cantarolou pela primeira vez a melodia que viria a se tornar “Sol de Primavera”, anotada por sua esposa num guardanapo. Uma cena que por si só define a alma do local.

Nos anos 90, o Bar Brasil voltou a pulsar como referência, agora como reduto de uma nova geração de músicos e bandas, que dividia mesas, histórias e sonhos com nomes já consagrados.

O “Bar Brasil – Canções, Histórias e Encontros” é um projeto único, onde o rock rural encontra o Clube da Esquina, a poesia encontra a estrada e as vozes se unem para confirmar que algumas músicas, assim como os homens e os sonhos, não envelhecem.

SERVIÇO:

Bar Brasil com Beto Guedes, Luiz Carlos Sá, 14 Bis e Tuia no Espaço Unimed 

Data:14 de agosto de 2026 (sexta-feira)

Horários: Abertura da casa: 20h | Início do show: 22h

Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)

Ingressos – Setor Platinum:  R$ 480,00 (inteira) e R$ 240,00 (meia-entrada) | Setor Azul Premium: R$ 420,00 (inteira) e R$ 210,00 (meia-entrada) | Setor Azul: R$ 380,00 (inteira) e R$ 190,00 (meia-entrada) | Setores A, B, C: R$ 340,00 (inteira) e R$ 170,00 (meia-entrada) | Setores E, F, G: R$ 280,00 (inteira) e R$ 140,00 (meia-entrada) | Setores I, J: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia-entrada) | Camarote A: R$ 420,00 |  Camarote B:  R$ 380,00 | Setor PCD: R$ 240,00 (meia-entrada) e R$ 120,00 (meia-entrada)

Compras de ingressos:  Online pelo link https://www.ticket360.com.br/evento/33255/ingressos-para-bar-brasil-com-beto-guedes-luiz-carlos-sa-14-bis-e-tuia ou na bilheteria do Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – 01156-000, Barra Funda – São Paulo/SP). Funcionamento de segunda a sábado, das 10h às 17h – exceto feriados. Bilheteria virtual: A compra pela bilheteria virtual não tem acréscimo de taxa de serviço e tem como forma de pagamento cartão de crédito ou pix. Para ativar a compra através do aplicativo, esteja no local no raio máximo de 500 metros (isento da taxa).

Classificação etária: 18 anos

Acesso para deficientes: sim

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, alimentos e bebidas, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

(Com Paola Correa/Access Mídia)