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Tradição ancestral transforma barro em arte no Alentejo

Alentejo, Portugal, por Kleber Patricio

Olaria Pedrada, em Nisa. Fotos: Nelson Carvalheiro.

No Alentejo, o barro ganha forma, cor e significado em vilas como Redondo e Estremoz. A olaria na maior região de Portugal vai muito além de uma atividade artesanal, é expressão cultural, herança coletiva e um dos grandes atrativos para quem busca experiências autênticas no país.

Com raízes que remontam ao século 16, a tradição oleira de Redondo se consolidou como uma das mais importantes do Alentejo. Durante décadas, a vila foi um vibrante centro de produção, com dezenas de olarias em funcionamento. Hoje, mesmo com menos artesãos em atividade, a arte resiste e segue sendo transmitida de geração em geração. A relevância dessa prática é tamanha que as técnicas de decoração da olaria local estão inscritas no Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial, reforçando a necessidade de sua preservação.

Olaria Pedrada, em Nisa. 

Mais do que peças utilitárias, a cerâmica de Redondo carrega identidade em seus pratos, vasos e travessas, que exibem cores vivas e padrões populares que refletem o cotidiano e a criatividade alentejana. Para os visitantes, a experiência vai além da contemplação, é possível participar de workshops, conhecer oficinas tradicionais e até colocar a mão no barro, em atividades promovidas por artesãos e instituições locais, como o Museu do Barro, espaço que valoriza e mantém viva essa arte.

Já em Estremoz, o barro ganha uma dimensão ainda mais simbólica com os famosos Bonecos de Estremoz, pequenas esculturas que retratam cenas do cotidiano, personagens históricos e religiosos. Com mais de três séculos de história, essas peças conquistaram reconhecimento internacional ao serem declaradas Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco em 2017.

Modelados e pintados à mão, os bonecos são marcados por cores vibrantes e detalhes minuciosos em que cada peça conta uma história, seja da vida rural alentejana, das tradições religiosas ou das influências culturais que moldaram a região ao longo dos séculos.

Bonecos de Estremoz.

O viajante que chega a Estremoz pode mergulhar nesse universo visitando ateliês, que oferecem a oportunidade de vivenciar de perto o processo artesanal, e o Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz, que, além da exposição das peças, promove oficinas, ações educativas e encontros com artesãos, aproximando o público do processo criativo e da riqueza dessa arte.

Em Nisa, a tradição do barro ganha contornos únicos com a famosa Olaria Pedrada. Com origens ligadas à produção de peças utilitárias para armazenamento de água, essa arte secular evoluiu ao longo do tempo e se transformou em símbolo cultural da vila. O grande diferencial está na técnica do “empedrado”, em que pequenas pedras de quartzo branco são aplicadas manualmente sobre o barro, criando desenhos e padrões inspirados na natureza e no cotidiano alentejano.

Exclusiva de Nisa, essa prática atravessa gerações e mantém vivo um saber raro, preservado por oleiros e pedradeiras locais. Para os visitantes, a experiência inclui visitar as oficinas tradicionais, acompanhar o delicado processo de criação e mergulhar em uma herança cultural que faz da olaria nisense um dos patrimônios artesanais mais singulares do Alentejo.

Bonecos de Estremoz.

Em Redondo, Estremoz e Nisa, o barro é mais do que matéria-prima, é identidade cultural viva, que convida o visitante a conhecer e participar de uma tradição que atravessa séculos.

Sobre o Alentejo 

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística do Alentejo, efetuada pela Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, conta com o apoio dos fundos comunitários através do Alentejo 2030, do Portugal 2030 e da União Europeia. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

(Com Lisia Minelli/AFT Comunicação Digital)

Guilherme Lamas lança álbum ‘Pilar’ com show gratuito dia 11 de junho, no Teatro Castro Mendes

Campinas, SP, por Kleber Patricio

Com entrada gratuita, show instrumental terá cerca de 60 minutos e reúne composições do novo trabalho, mas também músicas do álbum “Bem Acompanhado” (2022). Fotos: Rafael Scucuglia.

O violonista e compositor Guilherme Lamas apresenta, no dia 11 de junho, às 20h, no Teatro Castro Mendes, em Campinas, o show solo oficial de lançamento de seu novo álbum, “Pilar”. O evento integra o projeto realizado com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Campinas, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas – FICC 2024. 

Com entrada gratuita, o show instrumental terá cerca de 60 minutos e reúne composições do novo trabalho, mas também músicas do álbum Bem Acompanhado (2022).

Previsto para chegar às plataformas digitais no dia 20 de junho, Pilar é o quinto álbum completo de Guilherme Lamas e, com exceção de duas composições, é todo autoral. O trabalho carrega as marcas pessoais do artista, que mergulha na música popular mantendo também sólida formação acadêmica, com formação pelo Conservatório de Tatuí, mestrado e doutorado em Música pela Unicamp.

Essa aproximação entre popular e erudito se revela, por exemplo, na organização das 11 faixas do álbum, separadas em 3 suítes autorais inéditas e mais duas canções com reelaborações musicais de obras de Tom Jobim e Toninho Horta. Suíte é um termo geralmente associado à música clássica, que Guilherme emprega no contexto da música popular.

O novo trabalho situa em definitivo o violão de 7 cordas como elemento central da atuação do músico, que transita pelas cordas de náilon e de aço, estas últimas bastante incomuns atualmente na cena musical brasileira instrumental. Com produções desenvolvidas desde os tempos da pandemia, o novo trabalho reflete experiências pessoais fortes do artista, e muitas parcerias com músicos que fazem parte de sua jornada. Dos sete músicos que participaram da gravação do álbum, cinco são de Campinas, onde Guilherme vive atualmente.

O choro, que apareceu com destaque em trabalhos anteriores de Guilherme Lamas, abre o repertório do álbum, com a Suíte Infância. “A primeira música é uma homenagem às crianças do meu condomínio. Logo que me mudei, no mesmo andar éramos três casais com filhos pequenos da mesma idade. Nos fins de tarde, deixávamos as portas abertas e as crianças brincavam e circulavam pelos três apartamentos”, recorda o músico. Músicas feitas para o sobrinho e para a filha de uma amiga completam o primeiro trecho do álbum.

Na sequência, a Suíte Pilar traz homenagens à família: ao filho, à companheira e à mãe. “Pilar é a música que fiz para minha mãe, e que acabou dando nome ao álbum, por sugestão de Paulo Belinatti, dos mais respeitados violonistas brasileiros no mundo. Esse título remete justamente à ideia de sustentação, apoio, que ela sempre me deu”, conta Guilherme. 

A Suíte Contorno, terceira do álbum, traz duas parcerias com Carlos Chaves, músico do Rio de Janeiro que integra o grupo Monobloco e o quarteto de violões Maogani, e o afro-samba Machado, de Guilherme Lamas.

Chovendo na roseira, de Tom Jobim, e Aqui, oh, de Toninho Horta e Fernando Brant fecham o trabalho.

O público já pode realizar o pré-save do álbum Pilar pelo link:
https://tratore.ffm.to/pilarguilhermelamas. 

SERVIÇO:

Show de lançamento do álbum Pilar

Violão solo: Guilherme Lamas

Grátis

Projeto realizado com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Campinas, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas – FICC 2024

Data: 11/junho (5ªf)

Horário: 20h

Local: Teatro Castro Mendes

Endereço: Praça Correa de Lemos, s/nº – Vila Industrial – CEP 13035-330

Contatos Guilherme Lamas:

Site: https://guilhermelamas.com/pilar

Instagram: https://www.instagram.com/guilhermelamas7/

Facebook: https://www.facebook.com/guilhermelamasviolao/

Youtube: https://www.youtube.com/GuilhermeLamas7cordas.

(Com Andréa Alves/A2N Comunicação)

“Língua”, com direção de Vinicius Arneiro, estreia no Sesc Consolação

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Encenado em português e em LIBRAS, espetáculo premiado reflete sobre nossa dificuldade de comunicação. Fotos: Renato Mangolin.

“Língua”, peça dirigida por Vinicius Arneiro e idealizada por ele em parceria com Filipe Codeço, acompanha uma festa de aniversário surpresa de uma mãe para o filho surdo. Criada em português e em LIBRAS, ela discute os limites da convivência entre diferentes formas de perceber o mundo. Após passar pelos palcos do Rio de Janeiro com sucesso e de fazer apresentações na MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, em 2025, o espetáculo faz sua primeira temporada paulista no Teatro Anchieta do Sesc Consolação. São 15 sessões entre os dias 5 e 28 de junho, de quinta a sábado, às 20h, e, aos domingos, às 18h; e nos dias 12 e 26/6, sextas, às 15h. Nos dias 13 e 19 de junho não ocorrem sessões, por conta dos jogos do Brasil na Copa.

Com texto de Pedro Emanuel e Vinicius Arneiro, o trabalho foi vencedor do Prêmio Shell – edição carioca na categoria dramaturgia em 2025. O elenco é formado por Erika Rettl, Filipe Codeço, Jhonatas Narciso, Luize Mendes Dias e Ricardo Boaretto. Ricardo, o protagonista, é um ator surdo e dos quatro atores ouvintes, três são sinalizantes fluentes na língua brasileira de sinais (LIBRAS).

Na trama, uma mãe prepara uma festa de aniversário para seu filho surdo que cresceu rodeado de pessoas ouvintes. O encontro, que reúne um pequeno grupo de amigos do rapaz, revela afetos, mas também dilemas e a diferença cultural entre eles. O tema, aparentemente simples, se desdobra em uma investigação sobre linguagem, tradução e afeto.

Durante a celebração, os personagens estão apenas tentando conversar normalmente. O público ouvinte acompanha a narrativa a partir do olhar de Félix, personagem que não domina LIBRAS e depende da mediação dos outros para compreender as conversas. “A peça fala justamente desse descompasso entre sentir algo e conseguir expressar”, afirma Arneiro. “Percebi que a peça não era apenas sobre Libras e português. Ela começou a tocar numa questão mais profunda: a dificuldade humana de comunicação”, completa.

A criação nasceu do desejo de construir uma ficção em que espectadores surdos pudessem se reconhecer emocionalmente em cena, e não apenas acessar uma obra por meio do recurso da acessibilidade, ou seja, de uma tradução.

“Nosso trabalho promove a inclusão no sentido mais pleno da palavra, porque promovemos a equidade linguística. Não usamos intérpretes de LIBRAS em cena, porque o espetáculo é encenado em duas línguas. Ouvintes e não ouvintes conseguem prestar o mesmo nível de atenção nas cenas: não precisam escolher entre olhar para o intérprete ou para a ação. Ou seja, o envolvimento emocional é muito maior”, coloca o diretor.

Ao mesmo tempo, Língua não tem a surdez como seu tema principal. Aos poucos, a festa revela camadas mais profundas da relação entre mãe e filho, marcada por afeto, superproteção e atitudes capacitistas muitas vezes involuntárias. “A peça também olha para essas relações atravessadas por dependência emocional e pelo desejo de proteção”, comenta.

A trilha sonora marcada é por frequências graves, pensadas também a partir da experiência vibracional da música para pessoas surdas; o cenário de Julia Deccache fez uma proposta realista, remetendo a uma casa. Da mesma maneira, o figurino assinado por Julia Vicente contribui para conferir veracidade àqueles personagens.

Mesmo assim, a peça está no limite entre o ordinário e o extraordinário. “Por acontecer em uma festa, um momento em que as pessoas estão mais soltas e consumindo álcool, estamos sempre na iminência de que algo fora do comum vai acontecer”, acrescenta.

Sinopse | Uma mãe prepara uma festa de aniversário para seu filho, um taxista surdo que cresceu rodeado de pessoas ouvintes. O encontro, que reúne um pequeno grupo de amigos do rapaz, revela não só afetos, dilemas e a diferença cultural entre eles. Além disso, convida-nos a perceber como lidamos com a distância entre aquilo que se sente e a tentativa de dizê-lo.

FICHA TÉCNICA

Direção: Vinicius Arneiro

Dramaturgia: Pedro Emanuel e Vinicius Arneiro

Elenco: Erika Rettl, Filipe Codeço, Jhonatas Narciso, Luize Mendes Dias (Caju Ribeiro/Stand-in) e Ricardo Boaretto.

Direção de Produção: Juracy de Oliveira

Intérprete LIBRAS/Português e Transcriação: Lorraine Mayer

Interlocução Dramatúrgica: Catharine Moreira

Interlocução Gestual: Laura Samy

Diretora Assistente: Dominique Arantes

Cenário: Julia Deccache

Direção Musical: Felipe Storino

Iluminação: Daniela Sanchez

Figurino: Julia Vicente

Arte Gráfica: Pedro Colombo

Produção Executiva: Híbrida Arte e Cultura – Lindsay Castro Lima e Mariana Mantovani

Assistente de Produção: Laura Lapadula

VJ: Dominique Arantes

Operação de Luz: Felipe Antello e Matheus Espessoto

Operação de Som: Stephanye Correa e Lays Somogyi

Cenotecnia: Djavan Costa

Assistência de Cenotecnia: Giovanna Guadanholi

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto Comunicação

Fotografia: Renato Mangolin

Idealização: Filipe Codeço e Vinicius Arneiro.

SERVIÇO:

Língua

De Vinícius Arneiro e Pedro Emanuel. Direção: Vinicius Arneiro

Sesc Consolação – Teatro Anchieta – Rua Dr. Vila Nova, 245. São Paulo – SP

Telefone para informações: 11 3234-3000

Temporada5 a 28/6/2026

Horários: Quinta a sábado, às 20h; domingos, às 18h.

Exceto: 13 e 19/6 (Jogos do Brasil na Copa)

Sessões em horários diferenciados:

Dias 12 e 26/6. Sextas, às 15h.

Lotação: 280 lugares | Duração: 70 minutos | Classificação: 16 anos

Ingressos: R$60 (inteira) R$30 (meia entrada) e R$18 (credencial plena)

Venda on-line centralrelacionamento.sescsp.org.br e no App Credencial Sesc SP

Venda presencial nas bilheterias do Sesc São Paulo.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)

Campos do Jordão se prepara para 55ª Festa da Cerejeira em Flor

Campos do Jordão, SP, por Kleber Patricio

Festa da Cerejeira de Campos do Jordão começa no dia 25 de julho. Fotos: Cleverson Nunes.

O inverno em Campos do Jordão (SP) ficará ainda mais encantador com a realização da 55ª Festa da Cerejeira em Flor, um dos eventos mais tradicionais da Serra da Mantiqueira. A celebração acontece nos finais de semana de 25 e 26 de julho e 1, 2, 8, 9, 15 e 16 de agosto, das 9h às 16h, no Parque da Cerejeira. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla.

Inspirada no tradicional Hanami japonês — celebração da florada das sakuras que significa “contemplar flores” — a festa proporciona uma verdadeira imersão na cultura oriental em meio ao espetáculo natural das cerejeiras em flor. O evento reúne tradição, beleza, renovação e esperança em um cenário deslumbrante durante a temporada mais fria do ano.

Em Campos do Jordão, o Parque da Cerejeira abriga cerca de 800 árvores de diferentes espécies de sakura, formando uma paisagem em tons de rosa que encanta visitantes de todas as idades. “As primeiras mudas de sakura foram plantadas em 1936”, destaca o coordenador do evento, Takahiko Yoshida.

Atrativos para toda a família

Além da beleza da florada, a programação contará com inúmeras atrações, incluindo apresentações de dança típica japonesa (odori), taikô (tambores japoneses), artes marciais, bazar cultural e o concurso de cosplay do 4º Sakura Anime Show.

Outro charme da festa é a presença de visitantes e artistas vestidos com trajes tradicionais japoneses, tornando a experiência ainda mais especial e imersiva.

A gastronomia também é um dos grandes destaques do festival, com pratos tradicionais como sushi, tempurá, yakisoba, udon e o famoso mochi, além de opções típicas da Serra da Mantiqueira.

Para a organização, a expectativa é repetir o sucesso das edições anteriores. “É uma festa linda, preparada para toda a família”, afirma Yoshida.

Cultura e solidariedade

A Festa da Cerejeira é promovida pelo Sakura Home Residencial Sênior (@sakurahomeresidencial), instituição ligada à Associação Nipo-Brasileira de Assistência Social (Enkyo). Toda a renda arrecadada será destinada à manutenção do residencial e do Parque da Cerejeira (@parque.da.cerejeira), reforçando o compromisso da entidade com o cuidado às pessoas, os programas de longevidade e a preservação da cultura japonesa.

Mais informações sobre a instituição estão disponíveis no site.

Ingressos | O valor da entrada é de R$60 reais (inteira) e R$30 (meia para jordanenses e idosos), crianças até seis anos e idosos acima de 80 anos não pagam. Para excursões, acima de 15 pessoas o valor é de meia entrada. A compra deve ser realizada por uma pessoa representante da mesma. O estacionamento é pago à parte (R$40/carro e R$80/van).

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo Sympla.

SERVIÇO:

55ª Festa da Cerejeira em Flor de Campos do Jordão

Datas: 25 e 26 de julho; 1, 2, 8, 9, 15 e 16 de agosto

Horário: das 9h às 16h

Local: Parque da Cerejeira, localizado à Avenida Tassaburo Yamaguchi, número 2.173, na Vila Albertina, Campos do Jordão/SP

Ingressos: R$60 (inteira) e R$30 (meia)

Estacionamento terceirizado pago à parte: R$40 (carro) e R$80 (van)

Vendas antecipadas pelo Sympla ou na bilheteria.

(Com Ana Mattos/Texteria)