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FAAP e MAM São Paulo apresentam exposição em parceria inédita

São Paulo, por Kleber Patricio

Felipe Cama, Gobbis x Elaine, 2008. Doação artista por intermédio do Clube de Colecionadores de Fotografia MAM São Paulo, 2009. Coleção MAM São Paulo.

De 26 de março a 28 de junho de 2026, a Fundação Armando Alvares Penteado e o Museu de Arte Moderna de São Paulo apresentam a exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista. Com curadoria de Cauê Alves e Marcos Moraes, a mostra acontece no Salão Cultural do MAB FAAP – Museu de Arte Brasileira e reúne cerca de 160 obras do acervo do MAM São Paulo de 80 artistas que passaram pela FAAP como estudantes ou professores, revelando percursos formativos que atravessam gerações e instituições.

FAAP na coleção do MAM: a formação do artista aborda o modo como museu e escola irradiam saberes, acolhem rupturas e acompanham os movimentos da arte brasileira. Mais do que compreender a formação como aprendizado técnico e teórico, a exposição propõe pensá-la como uma travessia permanente, que se reinventa por meio do diálogo com o mundo contemporâneo e do contato direto com a arte.

Articulada em três núcleos – alunos, professores e artistas residentes – a exposição propõe um percurso que acompanha seis décadas de existência do curso de artes visuais da FAAP – mas também com artistas que estudaram cinema, publicidade e comunicação visual na Instituição. Para os curadores, “mais do que compreender a formação como aprendizado teórico, técnico e de linguagens artísticas, trata-se de estimular o diálogo com o mundo contemporâneo e o contato direto com a arte”.

Márcia Xavier, Luneta, 2000. Doação Milú Villela, 2005. Coleção MAM São Paulo. Foto: Renato Parada.

“A exposição propõe uma reflexão sobre os vínculos entre ensino, prática e reconhecimento institucional na arte brasileira, apontando para o fato de que a formação do artista nunca está concluída: ela está sempre em expansão e se reinventando, tanto na sala de aula, no ateliê, quanto no museu ou em programas de residência artística. Ao realizar este projeto em parceria com a FAAP, a primeira entre as duas instituições, o MAM reafirma seu compromisso histórico com colaborações institucionais que ampliam o debate público e fazem o acervo circular, ativando novas leituras e contextos”, diz Cauê Alves, curador-chefe do MAM São Paulo.

“O recorte curatorial evidencia como a formação do artista se constrói de modo contínuo e expandido. Cada obra presente na exposição testemunha o entrelaçamento entre os percursos individuais dos artistas, o ambiente pedagógico da FAAP e o papel do museu como espaço de legitimação, mediação e circulação. É possível reconhecer, no conjunto das obras, o diálogo entre as diferentes gerações que passaram pelos cursos vinculados à Fundação e que estão presentes tanto na história da arte contemporânea como na coleção do Museu. É uma excelente oportunidade para vermos também os resultados em manter dois programas de residência artística, em São Paulo e Paris, voltados para o desenvolvimento de projetos, ativos nos últimos 30 anos”, reflete Marcos Moraes, diretor do MAB FAAP, do curso de Artes Visuais e das Residências Artísticas da FAAP – São Paulo/ Paris.

Marcius Galan, Mapa-múndi político – escala 1_1, 2010. Doação artista por intermédio do Clube de Colecionadores de Gravura MAM São Paulo, 2010. Coleção MAM São Paulo. Foto: Ma.

A lista de artistas é composta por Alex Cerveny, Alex Vallauri, Ana Maria Tavares, Anna Mantovani, André Komatsu, Caetano de Almeida, Caio Reisewitz, Carla Chaim, Carla Zaccagnini, Carmela Gross, Celina Yamauchi, Celso Orsini, Claudio Mubarac, Dora Longo Bahia, Edgar de Souza, Edith Derdyk, Edouard Fraipont, Elisa Bracher, Evandro Carlos Jardim, Fabiano Marques, Fabio Morais, Fabricio Lopez, Felipe Cama, Felipe Cohen, Flávia Junqueira, Gilberto Mariotti, Gisele Motta & Leandro Lima, Guilherme Petters, Gustavo Rezende, Herman Tacasey, Hudinilson Júnior, Iran do Espírito Santo, Jac Leirner, João Loureiro, José Leonilson, José Moraes, José Spaniol, Julio Plaza, Karola Braga, Keila Alaver, Laurita Salles, Leda Catunda, Letícia Ramos, Leya Mira Brander, Lia Chaia, Lina Kim, Lucas Bambozzi, Lucia Koch, Luiz Solha, Luiz Zerbini, Lydia Okumura, Marcelo Arruda, Marcello Nitsche, Marcelo Cidade, Márcia Xavier, Maria Teresa Louro, Mário Ishikawa, Mauro Restiffe, Mauro Piva, Marcius Galan, Marina Rheingantz, Marina Saleme, Mônica Barth, Mônica Nador, Mônica Schoenacker, Nelson Leirner, Nicolas Vlavianos, Norberto Nicola, Paulo Pasta, Pazé, Regina Johas, Regina Silveira, Ricardo Carioba, Rogério Canella, Rosângela Dorazio, Sandra Cinto, Santídio Pereira, Sérgio Romagnolo, Sidney Amaral, Tiago Judas, Thiago Honório & Thiago Bortolozzo, Ulysses Bôscolo, Vik Muniz e Wagner Malta Tavares.

Criada em 1947, a FAAP consolidou-se como um espaço dedicado à formação artística, à pesquisa e à reflexão crítica. Já o MAM São Paulo, fundado em 1948, nasceu como um lugar de experimentação, aberto à arte moderna e contemporânea. A aproximação entre essas duas histórias encontra eco na atuação de figuras centrais do cenário cultural brasileiro, como Yolanda Penteado, protagonista do mecenato cultural no país, e seu primo Armando Alvares Penteado, cujo projeto institucional visava fomentar o estudo da arte e profissionalizar o circuito artístico.

Regina Silveira, As loucas, 1964.Doação Oswaldo Kathalian, 1998. Coleção MAM São Paulo. Foto: Renato Parada.

Hoje, com 60 anos de história, o curso de artes visuais da instituição tem, além da formação, exposições como a Anual de Artes, já em sua 55ª edição, que já revelou nomes em início de carreira para o circuito das artes. Os programas de residência artística, tanto em São Paulo, como em Paris, têm 30 anos de existência e já receberam mais de 450 artistas do mundo todo para o desenvolvimento de projetos.

A exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista integra o programa MAM em Movimento, iniciativa que leva a coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo a outras instituições durante o fechamento temporário de sua sede para reforma, ampliando diálogos, expandindo seus territórios de atuação e reafirmando seu compromisso com a circulação do acervo e com a construção de parcerias institucionais.

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de cinco mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas. O MAM tem uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

O MAM está temporariamente fora de sua sede no Ibirapuera desde agosto de 2024 devido à reforma da marquise, realizada pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, e o retorno do museu ao Parque está previsto para o segundo semestre de 2026. A programação de exposições está sendo apresentada em instituições parceiras. Acompanhe as atividades do MAM através do site (www.mam.org.br) e pelas redes sociais (@mamsaopaulo).

Sobre a FAAP

Rogério Canella – Subsolo – 3 – na. Doação Galeria Vermelho – 2006. Coleção MAM São Paulo.

Desde 1947, a FAAP se destaca como um marco na cultura, nos negócios e na educação. É uma instituição de ensino superior de referência. É uma instituição tripartite – educacional, cultural e artística. Investe em cultura e ensino por meio do Museu de Arte Brasileira, do Teatro FAAP, do Colégio FAAP, da biblioteca (criada em 1959) e das faculdades. O curso de artes visuais da instituição é um dos mais tradicionais do país, com 60 anos de existência e reconhecido como referência na formação de artistas, curadores e profissionais ligados às artes.

Um dos diferenciais do curso é a organização da Anual de Arte, exposição que reúne os trabalhos de alunos. Realizada desde 1964, a exposição tem revelado artistas e estimulado a reflexão sobre a arte contemporânea. Participam também desta exposição os artistas que integram o programa de Residência Artística, gerando uma rica troca de conhecimento.

Residência Artística FAAP – Paris

A FAAP é atualmente a única instituição educacional da América Latina a manter uma residência artística universitária na Cité Internationale des Arts, reafirmando seu compromisso com a formação, a pesquisa e a projeção internacional de artistas no cenário contemporâneo.

O programa de residência da FAAP em Paris já se aproxima dos seus 30 anos de existência, e é um dos mais prestigiados da Fundação Armando Alvares Penteado. Oferece a artistas ligados à FAAP — estudantes, ex-alunos e professores — a oportunidade de viver e criar em Paris, sem custos e com subsídio. Instalada na Cité Internationale des Arts, às margens do Rio Sena, a residência proporciona um ambiente dinâmico, multicultural e inserido em um dos principais epicentros da arte contemporânea. Já fizeram o programa de residência em Paris artistas como Dora Longo Bahia, Daniel de Paula, Graziela Kunsch, Flavia Junqueira, Marcius Gallan, Maurício Ianês, Rodolpho Parigi, Sandra Cinto, Thiago Honório, Caetano de Almeida, Lia Chaia, Fábio Morais, Fernanda Galvão e Pepi Lemes.

Atualmente, a artista escolhida para o programa é Regina Parra, ex-aluna do curso de Artes Visuais da FAAP e ex-professora da instituição, ocupando o estúdio 1422 na capital francesa para desenvolver um projeto inédito.

Residência Artística FAAP – São Paulo

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. O espaço – localizado no centro de São Paulo – possui dez estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. O Programa foi criado em 2005 e, desde então, recebe artistas nacionais e internacionais todos os semestres. Mais de 450 artistas de todos os continentes já passaram Edifício Lutetia, localizado na Praça do Patriarca, no centro de São Paulo, e projetado pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo.

Sobre o MAB FAAP

Instalado no edifício projetado por Auguste Perret, desde que abriu suas portas pela primeira vez em agosto de 1961, com a mostra “Barroco no Brasil”, o MAB FAAP se comprometeu a incentivar e divulgar a arte brasileira. Nestes 65 anos de existência, compôs um acervo que conta com mais de 4.000 obras de arte criadas a partir do final do século 19. No decorrer dos últimos anos, abrigou exposições marcantes para a história da cultura do país, como “Proposta 65”, “O Objeto na Arte: Brasil anos 60”, entre outras. Em 2024, apresentou a exposição “Desafio Salvador Dalí: Uma Exposição Surreal na FAAP, “Ancestral: Afro-Américas – Estados Unidos e Brasil”. Em 2025, recebeu a exposição “Andy Warhol: Pop Art!”, e sediou a Conferência Res Artis 2025 – São Paulo, o maior evento dedicado às residências artísticas do mundo, realizado pela primeira vez na América Latina.

Serviço:

FAAP na coleção do MAM São Paulo: a formação do artista

Abertura: 26 de março de 2026

Encerramento: 28 de junho

MAB FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário de funcionamento:

De terça a domingo, das 10h às 18h – última entrada às 17h30

Entrada gratuita

Fechado às segundas-feiras

Acessibilidade: local acessível para cadeirantes

Classificação etária: livre para todas as idades

A exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo através do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – ProMAC e do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

(Com Paula Corrêa/Buriti Comunicação)

“Pai & Filho” estreia no CCBB SP na Ocupação da Pequena Companhia de Teatro

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espetáculo Pai & Filho na Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro. Foto: Ayrton Valle.

Entre 26 de fevereiro e 20 de abril de 2026, a maranhense Pequena Companhia de Teatro ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo com quatro espetáculos, uma oficina e uma exposição em celebração aos seus 20 anos de trajetória. Após a temporada de abertura com Velhos caem do céu como canivetes, a programação segue agora com a estreia do segundo espetáculo da Ocupação Pai & Filho, em cartaz de 12 a 23 de março. Todas as atividades são gratuitas.

Inspirado na obra Carta ao Pai, de Franz Kafkao espetáculo discute relações de poder originadas no ambiente familiar e reverberadas nas estruturas sociais contemporâneas. Em cena, um homem aprisionado pela figura paterna tenta confrontar esse domínio, mas sua tentativa de diálogo esbarra em uma hierarquia que se mantém intacta. A encenação constrói um espaço para refletir sobre conflito de gerações, dependência emocional e as dinâmicas de autoridade que atravessam a vida privada e pública. No palco, Jorge Choairy interpreta o Filho e Cláudio Marconcine dá vida ao Pai.

A montagem integra o conjunto de quatro obras que compõem a Ocupação, todas com dramaturgia de Marcelo Flecha e livremente inspiradas em textos de autores da literatura mundial, como Franz Kafka, Fernando Pessoa, Gabriel García Márquez e Jorge Luis Borges.

Criada em 2005, a Pequena Companhia de Teatro é formada pelos atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, pelo encenador e dramaturgo Marcelo Flecha e pela produtora Katia Lopes. O grupo se consolidou como uma das principais referências do teatro maranhense contemporâneo, com circulação por 72 cidades de 25 estados brasileiros e participação em 70 festivais e mostras nacionais. Ao longo de sua trajetória, recebeu quatro Prêmios Funarte de Teatro Myriam Muniz e integrou importantes projetos de circulação, como Palco Giratório, Sesc Amazônia das Artes e SESI Viagem Teatral.

Depois de Pai & Filho, a programação da Ocupação segue com Ensaio sobre a memória (26 de março a 6 de abril), inspirado no conto A outra morte, de Jorge Luis Borges, e se encerra com Desassossego (9 a 20 de abril), baseado em Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.

Além dos espetáculos, o público pode visitar a Pequena Mostra de Teatro, exposição instalada no foyer do CCBB São Paulo que reúne registros de duas décadas de pesquisa do grupo, com figurinos, cenografias, diários de processo e materiais de criação. A programação inclui ainda a oficina Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência, conduzida por Marcelo Flecha, voltada a artistas, técnicos e pesquisadores interessados em dramaturgia da luz a partir de fontes luminosas não convencionais.

Algumas sessões contam ainda com bate-papos com o público após as apresentações.

SERVIÇO:

Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro

De 26 de fevereiro a 20 de abril de 2026

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

R. Álvares Penteado, 112, Centro Histórico de São Paulo, SP

Retirada de ingressos: Grátis na bilheteria do CCBB SP e pelo bb.com.br/cultura

(Os ingressos são liberados na sexta-feira da semana anterior, às 12h).

No Teatro

Pai & Filho, livremente inspirado na obra Carta ao Pai, de Franz Kafka

Data: 12 a 23/03/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h

Bate-papo após sessão: 21/03 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 15/03 | domingo

Classificação etária: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos

Ficha técnica:

Elenco: Jorge Choairy (Filho) e Cláudio Marconcine (Pai)

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha

Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha

Trilha sonora: Marcelo Flecha

Operador de luz e som: Marcelo Flecha

Fotos divulgação: Ayrton Valle

Produção: Katia Lopes

Realização: Pequena Companhia de Teatro

Ensaio sobre a memória, livremente inspirado no conto A outra morte de Jorge Luís Borges

Data: 26/03 a 06/04/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado, domingo e feriado, às 18h

Bate-papo após sessão: 04/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 29/03 | domingo

Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Drama

Ficha técnica:

Elenco: Cláudio Marconcine (Escritor), Dênia Correia (Mulher), Lauande Aires (Pedro Damián) e Katia Lopes (Espectro)

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha

Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha

Trilha sonora: Lauande Aires

Operador de luz: Marcelo Flecha

Operador de som: Katia Lopes

Fotos divulgação: Ayrton Valle

Produção: Katia Lopes

Realização: Pequena Companhia de Teatro

Desassossego, livremente inspirado no Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa

Data: 09 a 20/04/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h

Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Comédia constrangedora para sorrisos amarelos

Bate-papo após sessão: 18/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 12/04 | domingo

Ficha técnica:

Elenco: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo

Dramaturgia: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro

Encenação: Marcelo Flecha

Cenografia, iluminação, figurinos e trilha sonora: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro

Operador de luz e som: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo

Produção: Luciana Duarte e Katia Lopes

Realização: Cia. A Máscara de Teatro e Pequena Companhia de Teatro

Oficina Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência, com Marcelo Flecha

Dias: 07 e 21/03 | 04/04/26

Horário: Das 14 às 17h

Público: iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais.

Carga horária: 9h | Classificação etária: 18 anos

Vagas: 30 vagas

Inscrições gratuitas: inscrições pelo formulário: https://forms.gle/CU8n36BbqScsoJ837

No Foyer do Teatro

Exposição Pequena Mostra de Teatro

Data: 26/02 a 20/04

Dias: Todos os dias, exceto às terças-feiras

Horário: 9h às 20h

Classificação etária: Livre

Entrada: Gratuita

Informações CCBB SP:

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças

Telefone: (11) 4297-0600

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

bb.com.br/cultura

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E-mail: ccbbsp@bb.com.br.

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)

Theatro Municipal de São Paulo inaugura obra de restauro da fachada da Sala do Conservatório

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Fachada da Sala do Conservatório ao lado da Praça das Artes e próxima ao Vale do Anhangabaú. Fotos: Rafael Salvador.

O Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, edifício histórico localizado na Praça das Artes, recebe um evento especial que marca a conclusão da obra de conservação da sua fachada. Este trabalho preserva a memória do edifício que abrigou a primeira escola de música erudita e arte dramática do Estado de São Paulo e de elementos arquitetônicos de grande valor histórico e permanece como um importante espaço dedicado à música de câmara, a atividades culturais e educacionais no centro da cidade, pois integra o conjunto da praça das artes onde funcionam as escolas municipais de dança e de música. O evento acontece no dia 24 de março, a partir das 17h, na Sala de Exposições, é gratuito e tem duração de 180 minutos.

A programação celebra a preservação desse patrimônio e propõe um diálogo entre arquitetura, memória e criação artística. Ao longo da tarde, o público poderá acompanhar conversas com especialistas, uma apresentação musical e a abertura de uma ocupação expositiva dedicada à história e aos acervos ligados ao Conservatório e ao complexo cultural do Theatro Municipal.

Com a mesa-redonda Praça das Artes em Diálogo: Restauro, Acervo e Exposição, às 17h, o público poderá participar de uma conversa mediada por Eduardo Spinazzola, gerente do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal, e Ana Lucia Lopes, gerente de Formação, Acervo e Memória do Theatro Municipal, e contará com a participação de Toninho Sarasá, fundador e Diretor Executivo do Instituto Sarasá, Gustavo Kerr, arquiteto do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal, e Rafael Araújo, coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Theatro Municipal. Durante o evento, serão discutidos os processos de restauro, preservação e pesquisa relacionados ao patrimônio arquitetônico e documental da instituição.

“A renovação da fachada do Conservatório contribui para a memória coletiva deste local, que abrigou a primeira escola de música erudita e arte dramática do Estado de São Paulo, não só pela preservação do edifício histórico, de arquitetura emblemática, mas pela sua inserção na Praça das Artes, onde temos abrigadas as escolas municipais de dança e de música, e também, por ser parte integrante do Complexo do Theatro Municipal, gerido pela Sustenidos, que promove ali intensa programação de eventos, apresentações teatrais e musicais, oficinas educativas, exposições e tantas outras ações que mantém viva a memória do Conservatório”, explica Eduardo Spinazzola, gerente do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal.

Já às 18h10, o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo realiza uma apresentação na Sala do Conservatório, seguida, às 18h30, pela abertura da ocupação expositiva do saguão da Sala de Exposições. A entrada é gratuita, mediante lotação, a classificação é livre e a duração total aproximada da programação é de 180 minutos, sem intervalo.

Por fim, das 18h30 até 20h, na Sala de Exposições, será aberta a Ocupação Expositiva do Saguão.

SERVIÇO:

Inauguração do Restauro da Fachada da Sala do Conservatório

Sala do Conservatório e Sala de Exposições na Praça das Artes

24 de março, sexta-feira, às 17h

Programação

17h – 18h | Sala de Exposições

Mesa redonda “Praça das Artes em Diálogo: Restauro, Acervo e Exposição”

Mediação

Eduardo Spinazzola (gerente do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal)

Ana Lucia Lopes (gerente de Formação, Acervo e Memória do Theatro Municipal).

Convidados

Toninho Sarasá (Fundador e Diretor Executivo do Instituto Sarasá)

Gustavo Kerr (Arquiteto do setor de Arquitetura e Patrimônio do Theatro Municipal)

Rafael Araújo (Coordenador do Núcleo de Acervo e Pesquisa do Theatro Municipal)

18h10 – 18h30 | Sala do Conservatório

Apresentação do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo

18h30 – 20h | Sala de Exposições

Abertura da Ocupação Expositiva do Saguão

Ingressos gratuitos e entrada livre até atingir a capacidade máxima

Classificação: livre para todos os públicos – sem conteúdos potencialmente prejudiciais para qualquer faixa etária

Duração de aproximadamente 180 minutos (sem intervalo).

SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO

O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo.

O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras).

Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo.
Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área.

Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz.

Quem apoia institucionalmente seus projetos via Lei de Incentivo à Cultura: Bradesco, CAIXA Vida e Previdência, Elevadores Atlas Schindler, Mobilize, igc Partners, Scotiabank, CAIXA Seguridade. Pessoas físicas também fortalecem as atividades através de doações incentivadas.

(Com André Santa Rosa/Theatro Municipal de São Paulo)

Galeria de Arte André apresenta exposição individual de Ana Augusta Silveira

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Feroz, o.s.t – 95×150 cm.

A Galeria de Arte André apresenta a exposição Cores que curam, de Ana Augusta Silveira. Primeira individual da artista na galeria, a exposição apresenta mais de 20 telas, realizadas entre 2025 e 2026, evidenciando a força de sua produção recente e sua ampla mobilidade no campo da abstração.

Ana Augusta pratica uma espécie de “arqueologia da imagem”, segundo o texto crítico assinado por Mario Gioia. “Com cromatismo intenso e desenvoltura pelas grandes escalas, em especial, Ana Augusta incorpora novas estratégias plásticas em seu corpus de obra na exposição, como o uso do branco como fundo, além de utilizar mais tons como o verde turquesa e o rosa”, afirma o crítico.

SemTítulo, acr.s.tela – 155×231 cm.

“Ver como experiência, olhar como presença, contemplar como possibilidade de silêncio e reorganização interna”, afirma a artista, que tem na aproximação com a psicanálise um de seus eixos conceituais. “As telas não representam o mundo exterior nem propõem significados fechados”, conta.

Nas suas obras, o processo ocupa lugar central em sua prática. Após cada tela atingir um aparente estado de conclusão, é o percurso — feito de sobreposições, apagamentos e reiterações — que se revela fundamental. A sucessão de experiências plásticas guarda proximidade tanto com o espiritual, quanto com a visualidade contemporânea, na repetição e serialização que afastam a obra do campo narrativo.

Sem Título, acr.s.tela – 155×231 cm.

Ao eleger a pintura — linguagem tradicional na história da arte — como veículo de sua poética, Ana Augusta reafirma sua atualidade. Em seu ateliê, localizado na zona norte da capital paulista, a artista mantém um processo de trabalho contínuo, orientado mais pela presença do que por explicações literais. “A cor se manifesta como vibração, como estado, como energia em movimento”, sintetiza, definindo a natureza de sua investigação.

Sobre Ana Augusta Silveira 

A artista, nascida em 1977, em São Paulo, atualmente reside em Ribeirão Preto. Autodidata, participou de exposições na Europa e em São Paulo e é membro da Ward-Nasse Gallery, em Nova York. Sua produção se destaca pela pesquisa contínua no campo da abstração e pela intensidade cromática que marca sua pintura.

Sobre a Galeria de Arte André

Sem Título, acr.s.tela – 155×231 cm.

Com 67 anos de atuação no circuito das artes, a Galeria de Arte André foi fundada em 1959 pelo romeno André Blau. É considerada a maior galeria de arte da América Latina, tendo se tornado uma referência no mercado de arte brasileira. Atualmente dirigida por Juliana Blau, a casa ajudou a forjar o mercado de arte no Brasil e passou por diversos endereços, até se consolidar na Rua Estados Unidos, entre a Avenida Rebouças e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva.

Conhecida pelo seu acervo de esculturas e obras de artistas como Aldemir Martins, Alfredo Volpi, Bruno Giorgi, Carlos Araujo, Carlos Scliar, Cícero Dias, Clóvis Graciano, Di Cavalcanti, Frans Krajcberg, Guignard, Hector Carybé, Manabu Mabe, Orlando Teruz, Roberto Burle Marx, Sonia Ebling e Tomie Ohtake, entre muitos outros, a casa oferece ao público exposições periódicas e projetos educacionais e culturais.

Sem Título, acr.s.tela – 107×145 cm.

Oferece um calendário de exposições ao longo do ano, tendo diversos projetos curatoriais com artistas da casa e que fizeram parte da história e de seu acervo. Além disso, tem o projeto Multimuros, com obras de arte públicas pintadas na fachada da galeria, localizada na Avenida Rebouças.

A galeria também dispõe de uma loja virtual com obras de arte a preços acessíveis no link www.galeriandre.com.br/loja-virtual. Também mantém um blog com notícias e análises do mundo da arte, em www.galeriandre.com.br/blog.

Serviço:

Exposição Cores que curam, de Ana Augusta Silveira

Curadoria: Octavio Guastini

Texto crítico: Mario Gioia

Período expositivo: de 14 de março a 11 de abril de 2026

Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 10h às 14h

Galeria de Arte André

Rua Estados Unidos, 2.280 – Jardim Paulistano – 01427-002 – São Paulo – SP

(11) 3081-9697 / 3081-3972 / 3063-0427

www.galeriaandre.com.br.

(Com Carina Bordalo/Buriti Comunicação)

NOTRE-DAME: Expedição em realidade virtual convida a descobrir a história e os segredos da catedral mais famosa do mundo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Imagem: Divulgação.

Verdadeira obra-prima da arquitetura gótica, a Catedral de Notre-Dame de Paris vigia a capital francesa há mais de 800 anos. Com mais de 12 milhões de visitantes anuais, o monumento é um dos mais emblemáticos e visitados do mundo. Agora, essa história milenar ganha uma nova forma de ser vivenciada pelo público brasileiro com a expedição imersiva “Notre-Dame de Paris – Sagrada e Eterna”, que estreia dia 21 de março de 2026 no Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual, no Shopping Cidade São Paulo.

Produzida pela Orange, realizada pela Excurio e Bruno Sellier em colaboração com a Amaclio Productions, o estabelecimento público responsável pela conservação e restauração da catedral, a Diocese e a Cidade de Paris, a experiência propõe um novo olhar sobre a história e as transformações da Notre-Dame — da Idade Média à restauração após o incêndio que a devastou em 2019.

Com duração de 45 minutos, a expedição leva os visitantes a uma viagem através dos séculos, explorando partes inacessíveis ao público e revelando os bastidores de uma das mais complexas e emblemáticas obras de restauração do século XXI. 

Uma viagem no tempo guiada pelos construtores da catedral

Guiada pela figura simbólica de um “Companheiro do Dever”, a experiência começa em 1240 e se estende até a entrega das chaves da catedral ao arcebispo de Paris, após anos de reconstrução. Ao longo do percurso, o público acompanha o trabalho de pedreiros medievais, carpinteiros, mestres vidreiros, arquitetos e restauradores contemporâneos, descobrindo os ofícios, os gestos e o conhecimento transmitido por gerações.

Entre os personagens históricos apresentados, estão Guillaume d’Auvergne, bispo de Paris no século XIII, e o arquiteto Eugène Viollet-le-Duc, responsável pela grande restauração do século XIX e pela criação da icônica flecha da catedral.

Equipados com óculos de realidade virtual de última geração, os visitantes caminham livremente durante 45 minutos por ambientes cuidadosamente reconstruídos com base em pesquisas históricas, arquitetônicas e científicas, desenvolvidas com o apoio de um comitê científico especializado.

Arquitetura, espiritualidade e emoção em uma experiência coletiva

Ao longo da visita, o público atravessa momentos marcantes da história da Notre-Dame: a ampliação da nave e a construção das capelas no século XIII, a transformação do altar por ordem de Luís XIV, a restauração conduzida por Viollet-le-Duc, a descoberta de espaços invisíveis ao olhar do visitante — como a “floresta” de mil carvalhos que sustenta o telhado — e, por fim, o delicado processo de restauração após o incêndio de 2019.

A experiência culmina com a reconstrução da flecha e a devolução do monumento à cidade, simbolizando a permanência da Notre-Dame como um patrimônio vivo que atravessa séculos sem perder sua força simbólica, espiritual e cultural.

Tecnologia a serviço da memória e do patrimônio

A experiência permite a circulação simultânea de grupos em grandes espaços, promovendo uma vivência coletiva e envolvente. Os visitantes enxergam os avatares uns dos outros, evitando o isolamento comum em experiências de realidade virtual e reforçando o caráter compartilhado da jornada.

Com mais de 20 anos de experiência, a Excurio já assinou expedições imersivas de sucesso mundial, como Horizonte de QuéopsMundos Desaparecidos e Uma Noite com os Impressionistas, que juntas já atraíram mais de 4 milhões de visitantes em cerca de 30 cidades ao redor do mundo.

“Notre-Dame de Paris – Sagrada e Eterna” é uma criação da Excurio, apresentada no Brasil pelo banco francês Crédit Agricole e realizada pela produtora Bonfilm. Ela é exibida no Centro Cultural CNP de Realidade Virtual, cujos patrocinadores principais são CNP Seguros Holding Brasil, Crédit Agricole, Essilor/Luxottica (Varilux), além do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet e do Governo do Estado de São Paulo – Secretaria de Cultura, Economia e indústria criativa – lei do ProAC-SP. Outros parceiros importantes são Air France (transportadora oficial), Grupo Accor e Indigo. O evento tem o apoio institucional da Embaixada da França no Brasil.

Serviço:

Expedição Imersiva “Notre-Dame de Paris – Sagrada e Eterna”

Local: Shopping Cidade São Paulo – Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual
2º Subsolo – Avenida Paulista, 1230 – Bela Vista – São Paulo

Data: A partir de 21 de março de 2026

Horário de Funcionamento: Segunda, quinta, sexta, finais de semana e feriados, das 10h às 21h20

Duração: 45 minutos

Ingressos: de R$ 29 a R$ 98 (conforme dia e horário) | Meia-entrada e condições especiais para famílias e grupos

Classificação etária: a partir de 8 anos

Onde comprar: espacoculturavr.com.br e Fever ou no próprio local da exposição.

Classificação etária: a partir dos 8 anos

Trailer: https://vaai.la/gvuz.

(Com Valéria Blanco/Atti Comunicação)