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‘Colors of Provence’: cruzeiro fluvial oferece aos brasileiros os encantos d

Provença, França, por Kleber Patricio

AmaKristina navegando pelo rio Ródano em sua passagem por Avignon. Crédito das fotos: Divulgação AmaWaterways.

A AmaWaterways, referência global em cruzeiros fluviais de luxo e pioneira no desenvolvimento de experiências culturalmente imersivas para o viajante brasileiro, anuncia mais uma rota com saídas em português, desta vez ao longo do Rio Ródano, no sul da Franca. O roteiro Colors of Provence oferece aos brasileiros a oportunidade de explorar a região da Provença e suas paisagens cenográficas, castelos, gastronomia estrelada e campos de lavanda e vinhedos com conforto e profundidade, na sua língua mãe, com equipe de bordo fluente, cardápios, guias locais e aplicativo todos em português.

A companhia foi a primeira linha de cruzeiros fluviais do mundo a criar partidas dedicadas exclusivamente para viajantes brasileiros, conduzidas integralmente em português, com serviços personalizados e excursões guiadas pensadas para a sensibilidade e os interesses do viajante do Brasil. “O sucesso e a expansão do conceito AmaBrasil representam um capítulo natural na evolução de uma relação cuidadosamente construída entre a AmaWaterways e o mercado brasileiro de viagens premium”, conta João Miranda, diretor de Vendas da AmaWaterways.

Bike tour por Arles.

Essa trajetória tomou forma nos rios mais icônicos da Europa: no Reno, com o itinerário Enchanting Rhine, que inaugurou o conceito de cruzeiro fluvial em português para brasileiros; e no Danúbio, com partidas exclusivas em 2026 e 2027 que reforçaram a crescente demanda e o profundo vínculo emocional que os brasileiros cultivam com experiências de viagem cuidadosamente planejadas para sua cultura e seu idioma. Agora, com Colors of Provence, a AmaWaterways estende esse compromisso à França, levando a elegância atemporal da Provença ao coração de cada viajante brasileiro que aspira ao encontro genuíno com a arte de viver francesa.

Entre a lavanda e o Ródano: descobrindo a Provença que poucos conhecem

Há algo na Provença que ultrapassa a contemplação, com uma paisagem que convida à presença. Os campos de lavanda que tingem o horizonte de violeta, os mercados perfumados pela fragrância de ervas frescas, os vinhedos que guardam séculos de tradição vitivinícola, e uma gastronomia que celebra os ingredientes com a mesma reverência que um artista dedica a sua obra, encantam os viajantes.

Ao navegar pelo Rio Ródano a bordo da AmaWaterways, os viajantes brasileiros terão acesso a um ritmo de descoberta que apenas um cruzeiro fluvial de pequeno porte pode oferecer: a proximidade com as margens, a ancoragem no centro de vilas históricas e o silêncio contemplativo de uma embarcação que convida a presença plena. A bordo, cada detalhe foi pensado para aprofundar essa conexão com a paisagem: a AmaWaterways é a única companhia de cruzeiros fluviais no Ródano a oferecer camarotes com dupla varanda, combinando uma varanda francesa com portas de vidro do piso ao teto e uma varanda externa com vista panorâmica para o rio. Nenhuma outra linha navegando estas águas oferece essa experiência, tornando a viagem com a AmaWaterways genuinamente incomparável.

Lyon.

A bordo, o ambiente é conduzido em português por um gerente de cruzeiro dedicado, presente para antecipar as preferências e sensibilidades do viajante brasileiro. As excursões guiadas foram cuidadosamente selecionadas para revelar os ritmos autênticos da Provença: dos ateliês de artistas em L’Isle-sur-la-Sorgue aos jardins e palácios de Avignon, das adegas de renome em Chateauneuf-du-Pape a beleza imponente dos Arcos Romanos de Orange, das ruas de paralelepípedos de Arles, cidade que inspirou Van Gogh, a grandiosidade dos testemunhos romanos de Vienne e ao charme medieval de Viviers, uma das vilas mais bem preservadas do Vale do Ródano.

A experiência gastronômica a bordo reflete a filosofia da região: ingredientes de origem local, vinhos selecionados pelas denominações mais relevantes do Cote-du-Rhone, desde as garrafas emblemáticas de Chateauneuf-du-Pape até as produções artesanais que os viajantes descobrem diretamente nas adegas visitadas durante as excursões. A culinária se desdobra com o tempo e a intenção que a gastronomia francesa merece: gastronomia que é, em si mesma, uma forma de conhecer a terra.

Um mercado que amadureceu para o extraordinário

O viajante brasileiro de luxo mudou. Ele já não busca apenas um destino: busca uma experiência que dialogue com sua identidade, que se comunique em seu idioma e que ressoe com sua forma de sentir o mundo. A demanda por viagens premium e intencionais no Brasil cresce de forma consistente, impulsionada por um perfil de viajante cada vez mais sofisticado, curioso e exigente em relação a qualidade e a curadoria de cada detalhe.

Viviers.

A AmaWaterways compreendeu este movimento antes de qualquer outra linha de cruzeiros fluviais no mundo. Ao criar o conceito AmaBrasil, a companhia não apenas traduziu sua programação, mas também construiu uma experiência pensada do início ao fim para o viajante brasileiro, da seleção dos itinerários à formação das equipes de bordo, das excursões aos momentos de mesa. Colors of Provence é a mais recente expressão dessa filosofia pioneira: a certeza de que o verdadeiro luxo está na experiência vivida com profundidade, no idioma que nos pertence, em companhia de pessoas que partilham a mesma sensibilidade.

Sobre a AmaWaterways

Fundada em 2002, a AmaWaterways cria jornadas fluviais pensadas para oferecer conforto, conexão e descoberta. Seus navios espaçosos e personalizados navegam pela Europa, Sudeste Asiático, África e América do Sul, oferecendo aos hóspedes a liberdade de explorar no próprio ritmo. Fundada por pioneiros europeus em cruzeiros fluviais, a empresa é reconhecida por sua abordagem cuidadosa às viagens, combinando experiências autênticas com um serviço genuíno e acolhedor. Com experiências em terra diariamente, culinária inspirada nas regiões visitadas, comodidades de bem-estar premiadas e uma atmosfera calorosa a bordo, cada jornada reflete o ritmo e o interesse de cada hóspede.

(Com Daniela Majori/Ovo Ideias)

Exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II” reúne obras de 22 artistas fotógrafos no Centro de Convivência Cultural de Campinas

Campinas, SP, por Kleber Patricio

Foto de Pierre Piton. Mostra, com curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi, integra programação do XVI Festival Hercule Florence e fica em cartaz de 5 a 29 de agosto.

O Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe, de 5 a 29 de agosto, a exposição “A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II”, que reúne obras de 22 artistas fotógrafos e integra a programação oficial do XVI Festival Hercule Florence. O vernissage acontece no dia 5 de agosto, às 19h, no saguão principal do espaço.

Em sua segunda edição, a exposição apresenta duas obras de cada artista participante, reunindo diferentes olhares, linguagens e abordagens sobre a fotografia como expressão artística. A mostra tem curadoria de Ligia Testa e Rosita Cavenaghi e conta com apoio da Prefeitura de Campinas e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Por integrar a programação do XVI Festival Hercule Florence, a iniciativa também conta com apoio da Unicamp, Senac e Sesc.

Além de marcar a abertura da 16ª edição do Festival Hercule Florence, a exposição fará parte do encerramento da programação, com uma visita guiada pela mostra. Ao todo, serão apresentadas 44 fotos de 22 artistas. Aos sábados, o público também poderá visitar a tradicional feira hippie do centro cultural, que acontece em frente à entrada do espaço onde estarão as obras.

Foto de Tânia Martins.

Para Ligia Testa, a proposta da mostra é reforçar a fotografia como uma linguagem central na arte contemporânea, capaz de transitar entre o registro, a interpretação e a construção poética da imagem. “A ideia de chamar a fotografia de ‘oitava arte’ é sedutora, ainda que não seja exatamente consensual do ponto de vista histórico. Por isso, é importante reconhecê-la como essencial: a fotografia deixou de ser apenas um registro técnico para se firmar como uma das linguagens centrais da arte e da cultura visual contemporânea. Sem fotografia, não há cultura imagética como a conhecemos hoje”, afirma Ligia.

Para Rosita Cavenaghi, a fotografia deve ser compreendida também por sua dimensão coletiva e social. “Chamar a fotografia de essencial não é exagero. A fotografia molda a nossa memória coletiva, redefine a forma como percebemos o real e democratiza a produção de imagens. Hoje, além de sustentar grande parte da cultura visual contemporânea, ocupa um papel central na maneira como registramos, interpretamos e compartilhamos o mundo”, afirma.

Participam da exposição os fotógrafos Bel Young, Cadu Carmignani Verdade, Cati Alionis, Claudio Colavolpe, Daniel Gallo, Daniel Von, Elisabeth Wortsman, Fabiana Yazbek, Germano, Heloisa Tannuri, Huguette Gallo, JR Hofling, Marcio Murilo Pilot, Piergiorgio Castrucci, Pierre Piton, Renata Grangeiro, R. Kovacs, Ricardo Lima, Sayuri Assanuma, Sergio Poroger, Tania Martins e Thelma Gátuzzô.

Foto de Renata Grangeiro.

“É com grande alegria que a exposição ‘A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II’ integra a programação oficial da 16ª edição do Festival Hercule Florence, em agosto. Esta é uma belíssima ação idealizada e realizada por Ligia Testa e Rosita Cavenaghi, que agora se une ao Festival para somar forças e dar ainda mais visibilidade à nossa paixão em comum. É uma excelente oportunidade para apresentar o seu olhar, compartilhar a sua linguagem e fazer parte de uma mostra que valoriza a fotografia como expressão artística essencial”, comenta Ricardo Lima, idealizador e presidente do Festival Hercule Florence. A presença da mostra na programação do Festival Hercule Florence amplia a visibilidade da iniciativa e reforça o diálogo entre artistas, instituições culturais e público em torno da fotografia como linguagem artística, documental e contemporânea.

SERVIÇO:

Exposição A Oitava Arte: Fotografia, Arte Essencial II

Período: de 5 a 29 de agosto de 2026

Vernissage: 5 de agosto, às 19h

Local: Centro de Convivência Cultural de Campinas — saguão principal

Entrada gratuita.

(Com Sergio Poroger/SPMJ Comunicação)

 

 

 

 

 

 

Com grandes parcerias, Ivan Lins lança álbum dedicado ao samba

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

“Sambadouro” traz composições da carreira do músico carioca com arranjos tradicionais do samba, além de uma faixa inédita. Foto: Barbara Furtado Dantas Jr. Fotografia.

“Sambadouro”, novo álbum de Ivan Lins lançado pelo Selo Sesc, retoma as raízes de um dos maiores nomes da música brasileira, trazendo composições consagradas do músico, além de canções menos conhecidas do público, com arranjos tradicionais de samba. O álbum chegou às principais plataformas de áudio em 24/7. Além da versão digital, o álbum chega também em versão física nas Lojas Sesc.

Uma das preciosidades de Sambadouro são as participações de peso do álbum: Zeca Pagodinho, Xande de Pilares, Mart’nália, Péricles, Ferrugem e Diogo Nogueira nas vozes, Carlinhos 7 Cordas, Paulão 7 Cordas e Rafael dos Anjos nos arranjos, além de Hamilton de Holanda no bandolim. “Quando eu decido fazer um disco só de samba, estou realizando um sonho que eu sempre carreguei durante muitos anos. Tô quase morrendo do coração aqui porque eu tô ouvindo a minha música de uma maneira que eu, pessoalmente, não me sentiria capaz de fazer exatamente dessa forma”, declara Ivan.

Sambadouro surge como um álbum que preza pela criação coletiva e realiza o sonho de Ivan de prestar uma homenagem ao samba, reafirmando o amor pela música de um dos grandes mestres da Música Popular Brasileira, que completou 80 anos em 2025. “O samba sempre conviveu comigo, e ele foi entrando devagar porque eu já vinha com outras influências. Eu sempre gostei muito de tudo quanto é tipo de música. Isso é um dom que eu recebi. E o samba cada vez foi se incorporando mais. Foi me levando a esse amor pelas nossas raízes, pelo meu próprio país. O samba me ajudou a amar mais o meu país.”

Sambadouro abre com Nosso samba já é um país, canção de 2014 presente no álbum América, Brasil. Diplomação, canção de 2001 de Basta um Tambor Bater traz Zeca Pagodinho em parceria com Ivan, seguida de Prece ao Samba, de 2006. Xande de Pilares empresta sua voz a Saravá, Saravá, canção de 2004 comporta em parceria com Martinho da Vila. Em É de Deus, de 1995, do disco Anjo de Mim, precede Porta Entreaberta, de Cantando Histórias, lançado em 2004 e que em Sambadouro Ivan vem acompanhado de Diogo Nogueira. Ambas de 1974, presentes em Modo Livre, o disco segue com Não tem perdão e Deixa eu dizer, esta com participação de Ferrugem. Entre elas, homônima ao álbum, Sambadouro, de 1993, presente em Coisas de Brasil. Ivan Lins e Hamilton de Holanda trazem Parei contigo, novamente de Contando Histórias, seguida da parceira com Mart’nália com Sou eu, canção de 1990 de A doce presença de Ivan Lins. Fechando o disco, Ivan Lins entoa Maravilhado, faixa inédita que condiz com a sensação da realização do disco. “O samba significa, para mim, uma identidade. Inclusive uma identidade citadina. É uma identidade urbana no Brasil. Desde que eu me senti capaz de entender e compreender música, eu escuto samba”, completa Ivan.

Capa de Sambadouro. Projeto Gráfico: Alexandre Amaral.

A capa do álbum foi inspirada na única foto da casa de Tia Ciata, local que teve papel central para o samba enquanto gênero e na sua relação com o carnaval e que foi frequentado por figuras como João da Baiana, Pixinguinha, Hilário Jovino e Sinhô, hoje demolido. A foto pertence ao Arquivo Geral do Rio de Janeiro.
Reconhecido internacionalmente, Ivan Lins construiu uma carreira que atravessa mais de cinco décadas, com mais de 20 álbuns autorais, e canções suas gravadas por importantes nomes da música nacional e internacional como Elis Regina, Gonzaguinha, Sting e Barbara Streisand.

Vencedor por cinco vezes do Grammy Latino, o artista recebeu o último deles em 2025 com o Prêmio à Excelência Musical, um reconhecimento à sua produção e à sua relevância na música, que é corroborada agora com Sambadouro.

FAIXAS

1 – Nosso samba já é um país (Ivan Lins e Vitor Martins)

2 – Diplomação (Ivan Lins e Celso Viáfora) part. Zeca Pagodinho

3 – Prece ao Samba (Ivan Lins e Nei Lopes)

4 – Saravá, Saravá (Ivan Lins e Martinho da Vila) part. Xande de Pilares

5 – É de Deus (Ivan Lins e Vitor Martins)

6 – Porta Entreaberta (Ivan Lins e Paulo Cesar Pinheiro) part. Diogo Nogueira

7 – Não tem perdão (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza) part. Péricles

8 – Sambadouro (Ivan Lins e Vitor Martins)

9 – Deixa eu dizer (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza) part. Ferrugem

10 – Parei contigo (Ivan Lins e Paulo Cesar Pinheiro) part. Hamilton de Holanda

11 – Sou eu (Ivan Lins e Chico Buarque) part. Mart’nália

12 – Maravilhado (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza)

FICHA TÉCNICA 

Ivan Lins – voz

Adriano Souza – piano

Alex Almeida – percussão

Alessandro Cardoso – cavaquinho

André Vasconcellos – baixo

Ari Bispo – coro

Bororó Felipe – baixo

Bruno Gama – percussão

Carlinhos 7 Cordas – violão e violão 7 cordas

Diogo Gomes – trompete

Diogo Nogueira – voz

Dirceu Leite – saxofone

Edu Neves – flauta

Fabiano Segalote – trombone

Felipe Cavaco – banjo e cavaquinho

Ferrugem – voz

Flavinho Miúdo – percussão

Gabriel Grossi – gaita

Hamilton de Holanda – bandolim

Hudson Gomes – guitarra e violão

Jussara Lourenço – coro

Karla Prietto – coro

Luciano Broa – bateria

Luciano King – bateira

Márcio Vanderlei – banjo e cavaquinho sol-re-la-mi

Marlon Sette – trombone

Mart’Nália – voz

Papau do Salgueiro – coro

Paulão 7 Cordas – violão

Paulo Bonfim – bateria

Pedrinho Pereira – percussão

Péricles – voz

Rafael dos Anjos – violão

Rogério Caetano – violão 7 cordas

Samuel de Oliveira – saxofone

Thiago da Serrinha – percussão

Vinícius Magalhães – violão 7 cordas

Vitor de Souza – cavaquinho

Waltis Zacarias – percussão

Xande de Pilares – voz

Zeca Pagodinho – voz

Zé Luiz Maia – baixo

Gravado em maio de 2025 na Cia. dos Técnicos, Rio de Janeiro.

Gravação da voz de Ivan Lins (La Maison Studio, Rio de Janeiro) – Didier Fernan

Cia. dos Técnicos:

Gravação e Mixagem – William Luna Jr.

Assistentes de gravação – Raphael Rui e Enzo Menegazzi

Masterização – Arthur Luna

Produção – Marcus Fernando

Comunicação – Bárbara Carneiro, Renan Abreu e Sofia Calabria

Projeto gráfico – Ale Amaral

Vídeos (captação) – Centro de Produção Audiovisual (CPA) do Sesc São Paulo

Vídeos (direção e roteiro) – Marco Keppler (MARCOZERO Entretenimento)

Vídeos (montagem, finalização e motion design) – Rafael Machado

Fotos – Monica Ramalho.

Sobre Ivan Lins

Ivan Lins é um dos maiores compositores da música brasileira, reconhecido mundialmente por sua obra sofisticada, popular e profundamente autoral. Carioca e tijucano, construiu uma carreira marcada por harmonias inovadoras e canções que atravessaram gerações, como “Madalena”, “Começar de Novo”, “Vitoriosa” e “Novo Tempo”, além de ter sua obra gravada por artistas como Elis Regina, Simone, Gal Costa, Fafá de Belém, Nana Caymmi, Zizi Possi, Jair Rodrigues, Diogo Nogueira, entre outros. Sua música ganhou projeção internacional a partir dos anos 1980, sendo interpretada por nomes como Ella Fitzgerald, Quincy Jones, Sting, George Benson e Diana Krall. Vencedor de múltiplos Grammy e Grammy Latino, recebeu em 2025 o Prêmio à Excelência Musical do Latin Grammy pelo conjunto de sua obra. Aos 80 anos, segue em turnê comemorativa e lança, neste ano de 2026, o álbum Sambadouro, pelo selo Sesc, com composições próprias e participações especiais de Zeca Pagodinho, Xande de Pilares, Mart’nália, Péricles, Ferrugem, Diogo Nogueira e Hamilton de Holanda nas vozes, além de Paulão Sete Cordas, Carlinhos Sete Cordas e Rafael dos Anjos nos arranjos, reafirmando sua vitalidade criativa e seu vínculo permanente com a música brasileira.

Sobre o Selo Sesc

Desde 2004 o Selo Sesc traz a público obras que revelam a diversidade e a amplitude da produção artística brasileira, tanto em obras contemporâneas quanto naquelas que repercutem a memória cultural, estabelecendo diálogos entre a inovação e o histórico. Em catálogo, constam álbuns em formatos físico e digital que vão de registros folclóricos às realizações atuais da música de concerto, passando pelas vertentes da música popular e projetos especiais. Entre as obras audiovisuais em DVD, destacam-se a convergência de linguagens e a abordagem de diferentes aspectos da música, da literatura, da dança e das artes visuais. Os títulos estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, Sesc Digital e Lojas Sesc. Saiba mais em: sescsp.org.br/selosesc.

Sobre o Sesc São Paulo

Com 79 anos de atuação, o Sesc – Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 42 unidades operacionais com atendimento presencial e 4 unidades operacionais com atendimento não presencial no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. Mais informações em sescsp.org.br.

Selo Sesc nas redes: Instagram | YouTube.

(Com Sofia Calabria/Assessoria de imprensa Selo Sesc)

Aruba é designada Reserva da Biosfera pela Unesco

Oranjestad, Aruba, por Kleber Patricio

Vista aérea de Mangel Halto. Foto: Divulgação.

Em uma decisão histórica tomada durante a 38ª sessão do Conselho Internacional de Coordenação do Programa sobre o Homem e a Biosfera (MAB) da Unesco, realizada no Paraguai, toda a ilha de Aruba foi oficialmente declarada Reserva da Biosfera. Esta designação reconhece o compromisso de Aruba com a integração da conservação da biodiversidade, do patrimônio cultural e do desenvolvimento sustentável, incluindo-a na prestigiosa Rede Mundial de Reservas da Biosfera da Unesco. Aruba é uma das duas únicas nações insulares – junto com São Tomé e Príncipe – cujo território completo foi designado Reserva da Biosfera.

A colaboração de Aruba que tornou isso possível

O esforço de colaboração por trás da nomeação de Aruba foi amplo e envolveu vários órgãos governamentais, entidades públicas e diversos setores interessados, entre eles, a Fundação para a Conservação de Aruba, o Ministério de Assuntos Gerais, a Universidade de Aruba, a Fundação Museu Aruba e a Autoridade de Turismo de Aruba. A nomeação contemplou não apenas a proteção da natureza, mas também a preservação da valiosa história e cultura de Aruba, bem como a garantia de uma boa qualidade de vida e um futuro economicamente sólido para seus residentes. Um aspecto fundamental desta designação é o esforço colaborativo estruturado em nível insular para construir um futuro sustentável.

A Reserva da Biosfera de Aruba

A recém-criada Reserva da Biosfera de Aruba abrange a totalidade da ilha, com uma área aproximada de 19.300 hectares, e se estende até uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE) de quase 3 milhões de hectares. Com uma população aproximada de 108.000 habitantes, esta designação marca um marco para Aruba e para a região do Caribe em geral. Aruba ostenta contrastes naturais extraordinários e uma biodiversidade notável. Suas paisagens semiáridas abrigam um patrimônio vivo excepcional, que inclui cactos imponentes, plantas únicas adaptadas ao deserto e mais de 30 espécies endêmicas, entre elas, 10 das 16 espécies de trinta-réis (andorinhas-do-mar) do mundo que dependem de Aruba como área de reprodução. Ao longo da costa, os manguezais e os bancos de alga marinha servem como berçários cruciais para a vida marinha. Esses ecossistemas não apenas protegem espécies raras e endêmicas, mas também sustentam os meios de subsistência, fortalecem a resiliência contra tempestades e preservam o rico patrimônio natural e cultural de Aruba.

A capacidade de Aruba de designar todo o seu território como Reserva da Biosfera se deve, em parte, às áreas protegidas existentes sob a Fundação do Parque Nacional de Aruba (ACF), que cumprem os critérios da Unesco para as zonas centrais.

A assistência técnica do Escritório Regional da Unesco para o Caribe foi fundamental para este esforço de colaboração. “O conceito das reservas da biosfera se adapta particularmente bem à realidade do Caribe e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento”, declarou Eric Falt, diretor regional da Unesco para o Caribe. “Esses territórios demonstram como a conservação da biodiversidade, o patrimônio cultural e o desenvolvimento sustentável podem caminhar lado a lado. Esperamos que a designação de Aruba inspire outros países da região a considerar este modelo e a se juntarem à Rede Mundial de Reservas da Biosfera”. 

Sobre Aruba

Conhecida como a “Ilha Feliz”, Aruba está localizada a apenas 25 km da costa da América do Sul e fora da rota de furacões, o que garante cerca de 360 dias de sol por ano, com temperatura média agradável de 28 °C. Mais de 25% do território é protegido pela Fundação de Conservação de Aruba (ACF), responsável pela gestão do Parque Nacional Arikok e pela promoção de práticas sustentáveis. O parque abriga uma impressionante diversidade de fauna e flora desérticas, além de cavernas com pinturas rupestres. Já suas praias se destacam por características únicas em relação às áreas hoteleiras.

Um dos destinos caribenhos mais populares entre os latino-americanos, Aruba encanta com praias de águas cristalinas, rica e variada gastronomia e uma ampla oferta de hotéis, vilas e praias premiadas. Eagle Beach foi eleita a melhor praia do Caribe e a 2ª colocada no ranking especial do 25º Aniversário do TripAdvisor — uma categoria exclusiva que celebra as praias favoritas dos viajantes ao longo dos 25 anos de dados históricos da plataforma — além de ter sido reconhecida como a 3ª melhor praia do mundo no Ranking Mundial do Travelers’ Choice Awards 2025. Nesse mesmo ranking, Aruba foi eleita o destino nº 1 do Caribe.

Os arubanos são conhecidos por sua simpatia e hospitalidade. A maioria da população fala pelo menos quatro idiomas, incluindo inglês e espanhol, o que facilita a comunicação com visitantes. Descubra tudo o que Aruba tem a oferecer — de refúgios românticos à beira-mar a experiências exclusivas de bem-estar e muito mais.

(Com Marilia Bianchini/Sorella PR)

Bolshoi Brasil apresenta gala com grandes clássicos e balé contemporâneo em São Paulo

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Companhia Jovem leva ao Teatro Liberdade quatro apresentações com trechos de “O Quebra-Nozes”, “Don Quixote” e “O Corsário”, além da premiada coreografia “Kaori”. Crédito: Saulo Cruz.

O público paulista terá a oportunidade de assistir a alguns dos balés mais reconhecidos da história da dança em duas apresentações especiais. Com o apoio da Caixa Seguridade, nos dias 15 e 16 de agosto, a Companhia Jovem da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil apresenta o espetáculo Gala Bolshoi e Balé Kaori no Teatro Liberdade, em São Paulo, com sessões às 16h e às 20h.

Composta por bailarinos em fase final de formação e recém-formados pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, a Companhia Jovem reúne talentos que já despontam no cenário da dança nacional e internacional. O grupo funciona como uma ponte entre a formação acadêmica e a carreira profissional, levando ao público espetáculos que unem excelência técnica, sensibilidade artística e a força da nova geração do balé brasileiro.

A primeira parte do espetáculo apresenta uma seleção de trechos de alguns dos balés mais emblemáticos do repertório clássico. O público poderá conferir o lirismo de “O Quebra-Nozes” ao som da consagrada trilha de Tchaikovsky; a intensidade e o virtuosismo técnico de “Don Quixote”, conhecido pelos desafiadores 32 fouettés da personagem Kitri e pelos saltos de Basílio, além de “O Corsário”, uma das obras mais marcantes do ballet clássico, reconhecida por sua força cênica e riqueza coreográfica.

Na segunda parte, a cena é ocupada por “Kaori”, criação contemporânea do coreógrafo William Almeida. Integrante do repertório da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil desde 2018, a obra se destaca pela intensidade física, velocidade dos movimentos e expressividade. A coreografia desafia os bailarinos a combinar precisão técnica e interpretação, proporcionando uma experiência envolvente para o público.

As apresentações integram a Turnê Bolshoi Brasil CAIXA Seguridade, iniciativa que percorre diferentes cidades brasileiras levando espetáculos, workshops gratuitos e audições para novos talentos. Em São Paulo, a programação também inclui aulas abertas de dança clássica e a pré-seleção de candidatos para ingressar na escola, ampliando o acesso à formação artística e incentivando o surgimento de novos profissionais da dança.

Os workshops gratuitos acontecem no dia 13 de agosto no Centro Cultural São Paulo e serão ministrados por professores da unidade brasileira de teatro de Bolshoi e bailarinos da Companhia Jovem. No mesmo dia, a instituição realiza audições para crianças e adolescentes com e sem experiência em dança, que poderão concorrer a uma vaga na única escola fora da Rússia.

Os ingressos para Gala Bolshoi e Balé Kaori estão à venda com valores a partir de R$ 50,00, com classificação livre para todos os públicos.

SERVIÇO:

Espetáculo – Gala Bolshoi e Balé Kaori

15 de agosto (sábado)

Sessões às 16h e às 20h

16 de agosto (domingo)

Sessões às 16h e às 20h

Duração: 90 minutos

Classificação: Livre

Local:

Teatro Liberdade

(Rua São Joaquim, 129 – Liberdade – São Paulo/SP)

Ingressos: R$ 50,00 (meia-entrada para estudantes, idosos e pessoas com deficiência) e R$ 100 (inteira)

Vendas: Sympla

Workshops gratuitos

13 de agosto

10h30 às 12h – Workshop para iniciantes (9 a 12 anos)

12h15 às 13h45 – Workshop para iniciantes/intermediários (11 a 15 anos)

Local:

Rua Vergueiro, 1.000 – Liberdade – São Paulo/SP

Inscrições gratuitas até 9 de agosto pelo site da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil.

Audições

13 de agosto

15h45 – Candidatos nascidos entre 2015 e 2017

17h45 – Candidatos nascidos entre 2012 e 2015

19h30 – Candidatos nascidos entre 2009 e 2011

Local: Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro, 1.000 – Liberdade – São Paulo/SP)

Inscrições: R$ 40,00 até 9 de agosto. Candidatos em situação de vulnerabilidade social, oriundos de escolas públicas, projetos sociais e ONGs podem solicitar isenção da taxa conforme regulamento disponível no site da Escola.

Patrocínio: A Turnê Bolshoi Brasil CAIXA Seguridade conta com o patrocínio da CAIXA Seguridade.

(Com Juliana Jeziorny/Aurora Comunicação Criativa)