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Espetáculo “Bossa Sempre Nova” une Roberto Menescal, Patty Ascher e Danilo Caymmi no Teatro Bradesco

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Roberto Menescal, Patty Ascher e Danilo Caymmi. Foto: Divulgação.

A Bossa Nova volta aos palcos em uma noite inesquecível no Teatro Bradesco. No dia 22 de março de 2026, Roberto Menescal, Patty Ascher e Danilo Caymmi se reúnem para apresentar o espetáculo “Bossa Sempre Nova”, um concerto especial que celebra o gênero musical mais emblemático do Brasil, unindo gerações e estilos em perfeita harmonia.

No palco, três trajetórias se cruzam para revisitar clássicos eternos e apresentar novas leituras que reafirmam a vitalidade e o encanto da Bossa Nova. O repertório inclui canções icônicas como “O Barquinho”, “Chega de Saudade”, “Desafinado”, “Água de Beber”, “Casaco Marrom”, “Andanças”, “Vagamente”, “Você”, “Rio” e “The Look of Love”, entre outras que marcaram gerações.

Idealizado como uma grande celebração à música brasileira, o show marca também a última grande turnê de Roberto Menescal pelo país. Com seu violão inconfundível e composições que se tornaram símbolos da Bossa Nova, Menescal compartilha o palco com dois convidados muito especiais.

Patty Ascher, cantora de projeção internacional indicada ao Grammy e radicada em Las Vegas, retorna ao Brasil para celebrar os 20 anos do lançamento de seu primeiro álbum, produzido pelo próprio Menescal. Dona de uma voz sofisticada e presença marcante, ela imprime elegância e modernidade às canções que interpreta.

Completando o trio, Danilo Caymmi, filho de Dorival Caymmi e afilhado de Jorge Amado, traz sua voz calorosa e interpretação apaixonada, reafirmando o elo entre a Bossa Nova e as raízes mais profundas da MPB.

SERVIÇO:

Bossa Sempre Nova – Roberto Menescal, Patty Ascher e Danilo Caymmi

Teatro Bradesco – Rua Palestra Itália, 500 – 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes

www.teatrobradesco.com.br

Duração: 90 minutos

Classificação: Livre

Acessibilidade

Ar-condicionado

Capacidade: 1.439 pessoas

Data: 22 de março de 2026, às 20h

Ingressos: a partir de R$ 60 (Obs.: Confira a legislação vigente para meia-entrada)

Canais de venda oficiais:

Uhuu.com – com taxa de serviço

Bilheteria do Teatro Bradesco

3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo

Rua Palestra Itália, nº 500 – Loja 263 – Perdizes – São Paulo/SP

Segunda a sexta: 12h às 15h | 16h às 19h

Sábados, domingos e feriados: 14h às 20h

Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo.

Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca

7º Piso do Shopping Frei Caneca

Rua Frei Caneca, nº 569 – Consolação – São Paulo/SP

Segunda-feira: fechada

Terça a sexta: 12h às 15h | 16h às 19h

Sábados, domingos e feriados: 14h às 20h

Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo.

Formas de pagamento:

Bilheteria do teatro: dinheiro, cartão de crédito e cartão de débito.

Site da Uhuu.com e outros pontos oficiais: cartão de crédito.

Cartões aceitos: Visa, Mastercard, Diners, Hipercard, American Express e Elo.

Estacionamento Bourbon Shopping

Confira valores e horários em bourbonshopping.com.br.

(Com Italo Martins/Press Manager)

Artistas brasileiras apresentam exposição “O útero também é um punho” em Nova York

Nova York, NY, por Kleber Patricio

Rikia Amaral – Sekhmet – 2024 – Escultura com base de granito, cascas de ovo, cera, linha e fogo.

No dia 27 de março de 2026 será inaugurada a exposição inédita “O útero também é um punho”, na Apexart, instituição educativa e cultural localizada em Nova York. O projeto foi o único brasileiro contemplado entre 658 inscritos de todo o mundo que passaram por uma criteriosa seleção da instituição, que tem mais de 30 anos de tradição. Com curadoria de Talita Trizoli e Renata Freitas, a mostra terá cerca de 30 obras de dez artistas brasileiras e de uma argentina radicada no Brasil feitas em diferentes suportes, como pintura, desenho, escultura, instalação, vídeo e performance, que discutem os direitos reprodutivos das mulheres. Paralelamente à exposição, serão realizadas diversas atividades, como performances, visita guiada, roda de conversa e oficina artística.

A exposição apresentará obras das artistas Guillermina Bustos, Leíner Hoki, Leticia Ranzani, Liane Roditi, Ludmilla Ramalho, Mariana Feitosa, Natali Tubenchlak, Raffaella Yacar, Renata Freitas, Rikia Amaral e Rosa Bunchaft, todas integrantes do coletivo G.A.F. (Grupo de Acompanhamento Feminista). Elas são oriundas de diferentes estados brasileiros, como Pernambuco, Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com realidades diversas, mostrando que as discussões sobre o tema perpassam a localidade, idade e raça. “Debater direitos reprodutivos vai muito além da questão de continuar ou não uma gestação. Envolve acesso à educação, transporte público, saúde, educação sexual nas escolas, métodos contraceptivos seguros e eficazes, atendimento médico digno, licença-maternidade, segurança no trabalho e condições que possibilitem uma parentalidade responsável”, dizem as curadoras Talita Trizoli e Renata Freitas.

Mesmo sendo um tema extremamente importante e que vem ganhando cada vez mais discussões na sociedade, no campo das artes visuais ele ainda é muito restrito. Desta forma, a exposição vem cobrir esta lacuna. “Apesar de sua urgência, a justiça reprodutiva permanece amplamente ausente na arte contemporânea brasileira, frequentemente silenciada por censura e resistência institucional”, afirmam as curadoras.

Letícia Ranzini – Modo de sobrevivência 1 – 2025 – Desenho – aquarela e transferência em papel termográfico sobre papel.

O nome da exposição é uma referência ao poema da brasileira Angélica Freitas, “O útero é do tamanho de um punho”. “O poema é um clássico feminista e um dos poucos poemas que vão falar de aborto e de violência do corpo feminino. Nele, ela compara o útero a uma unidade de medida, mas também a um karma da corporeidade feminizada. Assim, pretendemos destacar nesta exposição as ambivalências que permeiam a experiência da feminilidade ainda atrelada à dimensão anatômica, e particularmente às suas limitações institucionais”, ressaltam as curadoras.

OBRAS EM EXPOSIÇÃO

A mostra terá trabalhos em diversos suportes, que abordam o tema dos direitos reprodutivos das mulheres sob diferentes aspectos. Desta forma, entre as obras, estará “Autonomia condicional”, da artista argentina radicada em São Paulo Guillermina Bustos, um jogo eletrônico de perguntas e respostas no qual cada participante deve enfrentar a tensão de decidir o que fazer diante de uma gravidez indesejada, levando em consideração uma série de limites e variáveis temporais e contextuais. 

Natali Tubenchlak apresentará obras das séries “Prenhe”, na qual mescla imagens de animais prenhes com corpos de crianças, e a serigrafia inédita “Necrófagos”, que parte da premiada fotografia da mulher indígena amamentando uma criança e um animal, feita pelo fotógrafo Pisco del Gaiso, e substitui pelo corpo de uma mulher branca, com dois urubus se alimentando. A correlação do corpo materno com o animal também aparece na videoperformance “Sua vaca!”, da artista Ludmilla Ramalho, que materializa a objetificação do corpo materno através da sobreposição de um crânio bovino sobre o rosto da performer enquanto ela amamenta sua filha. A obra emerge da experiência traumática que transforma o corpo feminino em “corpo-santo” durante a gravidez e “corpo-vaca” no período de amamentação. A animalidade também está presente na pintura “Efeito Bruce”, de Rikia Amaral, que traz a estratégia biológica de aborto espontâneo que ocorre nos corpos de roedores e chimpanzés diante da adversidade e do estresse ambiental. A artista também apresenta a escultura “Sekhmet”, que representa a deusa egípcia homônima, feita com ovos e cera.

Natali Tubenchlak – Necrófagos – 2025 – serigrafia sobre tecido de algodão. Foto: Mario Grisolli.

Haverá, também, um conjunto de pequenas peças da artista Rosa Bunchaft intitulada “Tribunal da família: a Costela de Adão e a Vara”, na qual, por meio de cianotipias de fóruns, plantas e retratos de família, ela examina as Varas de Família a partir de sua própria perspectiva, sendo uma mãe neurodivergente que enfrentou violência institucional sob a misógina Lei da Alienação Parental (LAP). Ela também apresenta o autorretrato “Como a dama do mar”, na qual aparece grávida, boiando na imensidão do oceano.

Alguns trabalhos falam mais diretamente do gesto abortivo, como é o caso da instalação “O alívio”, da artista Raffaella Yacar, feita com um manto de veludo, seda, argila e água gelificada do rio Limmat, em Zurique, onde mora. A instalação se desdobra como uma composição enigmática, de caráter onírico, que dialoga com debates sobre os direitos reprodutivos das mulheres, tendo relação com o aborto espontâneo. Já outras representações são mais sutis, como as aquarelas “Existência anulada”, de Mariana Feitosa, onde um corpo grávido existe apenas através das manchas deixadas no tecido. Já Leticia Ranzani, que passou por duas depressões pós-parto, apresenta desenhos feitos em fotografias de seus próprios filhos, que falam de uma mulher que vai sumindo aos poucos no delírio dos outros.

Na instalação “Licença poética”, Renata Freitas trabalha com lençóis hospitalares, que vestem o espaço com sobreposições de camadas translúcidas. Em algum momento da vida, 100 milhões de mulheres terão contato com esses lençóis, seja em partos ou exames ginecológicos. Entre delicadeza e força, a obra expõe a tensão entre cuidado, controle e autonomia e reflete sobre o poder de decisão de cada mulher sobre o seu próprio corpo. Ao longo do período da exposição, a artista realizará uma performance na instalação.

Leíner Hoki – Ambas Madres – 2025 – pintura spray, tinta acrílica, tinta a óleo e tinta de tatuagem sobre tela.

Liane Roditi tem o corpo muito presente em seu trabalho, seja na pintura “Sucção”, em que uma massa branca de dedos, centralizada sobre um fundo terroso na tela, apresenta uma incerteza de movimentos – não se sabe se as mãos estão sendo puxadas para dentro ou lutando para emergir, seja na videoperformance “Desvio”, em que artista filma suas pernas nuas, por onde escorre um líquido vermelho em direção ao chão branco. Alternativas possíveis para lidar com a maternidade também aparecem na exposição, como nas obras de Leíner Hoki, que traz outras possibilidades de maternagem a partir de relações homoafetivas, ou mesmo as vias alternativas para lidar com a gravidez indesejada. A artista também apresenta uma releitura da icônica obra “A Fazedora de Anjos” (1908), de Pedro Weingartner, que pertence à Pinacoteca de São Paulo.

PROGRAMAÇÃO PÚBLICA 

No dia 27 de março, às 18h, as curadoras Talita Trizoli e Renata Freitas apresentarão uma prévia da mostra, com transmissão ao vivo pelo Instagram. Em seguida, às 19h30, Renata Freitas, realizará a performance “Desdobrável, eu sou”, na qual ela transfere a escultura em forma de manto, presente na mostra, para outra pessoa, permitindo que o corpo receba fisicamente o peso, a estrutura e as dimensões em camadas que ecoam as cargas sociais impostas às mulheres. No dia seguinte, dia 28 de março, às 17h, a artista Liane Roditi fará uma performance na qual ocultará o corpo sob camadas móveis de tecido, despindo-as por meio de movimentos lentos e deliberados, em um gesto que oscila entre apagamento e emergência.

No dia 1º de abril, às 16h, a artista Leíner Hoki fará uma oficina convidando o público a criar suas próprias obras de gravura, utilizando carimbos presentes na obra “Angel Makers”, que integra a exposição. Haverá, ainda, uma roda de conversa no dia 21 de maio, às 16h, com as pesquisadoras e curadoras Carolina Filippini e Diana Iturralde, que irão explorar as obras da exposição sob a perspectiva dos direitos reprodutivos no Brasil.

SOBRE AS CURADORAS

Talita Trizoli é historiadora da arte, curadora e pesquisadora brasileira, especializada em arte feminista brasileira e em questões de gênero e ética sob uma perspectiva sistêmica, com publicações de referência na área. Foi curadora de diversas exposições no Brasil, todas com perspectiva feminista. Coordenadora do G.A.F. desde 2020, foi recentemente contemplada com a Mellon Fellowship como High Impact Scholar na UT Austin. Também realizou pós-doutorado no IEB-USP com bolsa CAPES/FAPESP. 

Renata Freitas é artista visual, pesquisadora e curadora brasileira, doutora em Comunicação e Semiótica. Sua prática articula teoria feminista, a pesquisa artística sobre corpo, memória, gênero e poder, desenvolvendo trabalhos em pintura, performance e instalação no Brasil e internacionalmente. 

SOBRE A APEXART

A Apexart é uma instituição artística educacional que tem atuado como um importante espaço de incubação para curadores e criativos por mais de 30 anos. Desde sua fundação, em 1994, a Apexart apresentou 269 exposições em 39 países, proporcionando visibilidade profissional a mais de 1.200 artistas. Mais de 240 artistas e curadores de mais de 50 países já receberam bolsa da Apexart, movidos pela ideia de que a exclusividade é contrária à criatividade. Os editais enfatizam a transparência e processos de seleção justos, realizados por grandes júris descentralizados, e o programa de Bolsas oferece importantes oportunidades de reflexão para que artistas considerem novas ideias e questões. 

Serviço:

Exposição “O útero também é um punho” 

Abertura: 27 de março de 2026, das 18h às 20h

Exposição: até 23 de maio de 2026

Local: Apexart

Endereço: 291 Church St. NYC

Funcionamento: De terça a sábado, das 11h às 18h

Entrada gratuita 

Programação pública

Dia 27 de março, às 18h – visita guiada com as curadoras Talita Trizoli e Renata Freitas, com transmissão ao vivo pelo Instagram.

Dia 27 de março, às 19h30 – performance “Desdobrável, eu sou”, de Renata Freitas.

Dia 28 de março, às 17h – performance da artista Liane Roditi

Dia 1º de abril, às 16h – oficina de carimbos com a artista Leíner Hoki.

Dia 21 de maio, às 16h – roda de conversa com as pesquisadoras e curadoras Carolina Filippini e Diana Iturralde.

(Com Beatriz Caillaux/Midiarte Comunicação)

“Ópera do Malandro”, da Cia. Bravo de Teatro Musical, chega ao palco do Centro de Convivência nos dias 21 e 22 de março

Campinas, SP, por Kleber Patricio

Companhia é considerada uma das maiores do interior de São Paulo, com elenco de mais de 60 artistas em cena, entre atores, cantores, músicos e bailarinos. Fotos: Thais Mazzoco.

Após sucesso em sua temporada de estreia no Teatro Oficina do Estudante – Iguatemi, o musical “Ópera do Malandro”, da Cia Bravo de Teatro Musical, chega ao teatro do Centro de Convivência Cultural nos dias 21 e 22 de março, em duas sessões. Com um trabalho forte e consistente e mais de 10 anos de estrada, a Cia. Bravo coloca em cena mais de 60 atores, cantores, músicos e bailarinos nesta montagem, todos artistas locais ou da região. Para compra de ingressos, clique aqui.

Escrita em 1978, a “Ópera do Malandro” é uma adaptação livre de Chico Buarque inspirada de “A Ópera dos Mendigos”, de John Gay, e “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht e Kurt Weill. Na nova montagem da Bravo, a direção e adaptação são de Juliana Hilal, a direção coreográfica de Tutu Morasi, com direção musical e arranjos de Danilo Demori e preparação vocal de Marília Andreani.

“É uma montagem grandiosa e complexa, resultado de muitos anos de pesquisa e trajetória da nossa companhia, que alcança agora um momento de maturidade artística e tem tudo para dialogar com os mais diversos públicos. Pela primeira vez nos dedicamos a um musical nacional com elenco numeroso e esse tem sido o nosso grande desafio: imprimir em cena toda a brasilidade corporal e musical, presente tanto na estética quanto no trabalho dos atores. Estamos imensamente felizes em realizar a Ópera do Malandro para o público campineiro com um elenco e uma equipe formados por artistas da cidade e região, reunindo alta qualidade técnica, emoção e identidade local”, destaca a diretora.

Com banda ao vivo, o espetáculo revive sucessos marcantes do cancioneiro nacional, como “Folhetim”, “Teresinha”, “Geni e o Zepelim” e “Homenagem ao Malandro”, todos compostos por Chico Buarque. Seguindo a tradição da companhia, o musical ganha uma encenação dinâmica, com humor, energia cênica e coreografias envolventes. O espetáculo conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Prefeitura de Campinas.

Sinopse

A trama se passa na década de 1940, em um Brasil marcado pela malandragem, pela prostituição e pelo contrabando, um cenário que ainda encontra ecos na atualidade.

O enredo gira em torno de Duran, um cafetão que se apresenta como respeitável comerciante, e sua esposa Vitória. A filha do casal, Teresinha, apaixona-se por Max Overseas, um golpista que mantém conchavos com o chefe de polícia, inspetor Chaves. O universo da peça também apresenta prostitutas disfarçadas de vendedoras de boutique e a icônica travesti Geni, personagem central de um dos momentos mais memoráveis da obra, na canção “Geni e o Zepelim”.

A narrativa expõe, com ironia e musicalidade, um país permeado por corrupção, acordos obscuros e contradições sociais, em uma crítica atemporal.

Sobre a Bravo Teatro Musical

A Bravo é uma companhia de teatro musical sediada em Campinas, SP. Criada em 2015, realiza montagens profissionais e acadêmicas, além de cursos, oficinas e performances, sempre com excelência, bom humor e acreditando no poder transformador da arte. A companhia já levou milhares de pessoas aos teatros em suas montagens: “Minha Mãe e Meus Pais” (2015/16) – uma adaptação do  musical Mamma Mia! –, “Deu a Louca no Convento” (2016/17) – uma adaptação do musical  Mudança de Hábito –, “Godspell” (2017/18), “A Pequena Loja dos Horrores” (2018), “A  Família Addams” (2018/19), “Anna e a Rainha do Gelo” (2019-2022), baseada no musical Frozen, “O Mágico de Oz” (2023), “L’Amour en Rouge” (2023/24) e “Witches”, baseado no musical Wicked (2024).

Siga:
https://www.instagram.com/operadomalandro.bravo/

https://www.instagram.com/paiol.arteecultura/

https://www.instagram.com/bravo.teatromusical/

SERVIÇO:

Espetáculo: Ópera do Malandro – Cia. Bravo de Teatro Musical

Datas e horários:

21/03 (sábado) – 19h

22/03 (domingo) – 19h

Local: Teatro do Centro de Convivência Cultural

Praça Imprensa Fluminense, s/n, Cambuí.

Ingressos (entre R$ 75 e R$ 150):

https://www.astroingressos.com.br/evento/8,9/opera-do-malandro

FICHA TÉCNICA 

Direção e Adaptação: Juliana Hilal

Direção musical e Arranjos: Danilo Demori

Direção coreográfica: Tutu Morasi

Preparação vocal: Marília Andreani

Produção: Paiol Produções Artísticas

Realização: Bravo Teatro Musical.

(Com Marina Franco Assessoria de Imprensa)

FAAP e MAM São Paulo apresentam exposição em parceria inédita

São Paulo, por Kleber Patricio

Felipe Cama, Gobbis x Elaine, 2008. Doação artista por intermédio do Clube de Colecionadores de Fotografia MAM São Paulo, 2009. Coleção MAM São Paulo.

De 26 de março a 28 de junho de 2026, a Fundação Armando Alvares Penteado e o Museu de Arte Moderna de São Paulo apresentam a exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista. Com curadoria de Cauê Alves e Marcos Moraes, a mostra acontece no Salão Cultural do MAB FAAP – Museu de Arte Brasileira e reúne cerca de 160 obras do acervo do MAM São Paulo de 80 artistas que passaram pela FAAP como estudantes ou professores, revelando percursos formativos que atravessam gerações e instituições.

FAAP na coleção do MAM: a formação do artista aborda o modo como museu e escola irradiam saberes, acolhem rupturas e acompanham os movimentos da arte brasileira. Mais do que compreender a formação como aprendizado técnico e teórico, a exposição propõe pensá-la como uma travessia permanente, que se reinventa por meio do diálogo com o mundo contemporâneo e do contato direto com a arte.

Articulada em três núcleos – alunos, professores e artistas residentes – a exposição propõe um percurso que acompanha seis décadas de existência do curso de artes visuais da FAAP – mas também com artistas que estudaram cinema, publicidade e comunicação visual na Instituição. Para os curadores, “mais do que compreender a formação como aprendizado teórico, técnico e de linguagens artísticas, trata-se de estimular o diálogo com o mundo contemporâneo e o contato direto com a arte”.

Márcia Xavier, Luneta, 2000. Doação Milú Villela, 2005. Coleção MAM São Paulo. Foto: Renato Parada.

“A exposição propõe uma reflexão sobre os vínculos entre ensino, prática e reconhecimento institucional na arte brasileira, apontando para o fato de que a formação do artista nunca está concluída: ela está sempre em expansão e se reinventando, tanto na sala de aula, no ateliê, quanto no museu ou em programas de residência artística. Ao realizar este projeto em parceria com a FAAP, a primeira entre as duas instituições, o MAM reafirma seu compromisso histórico com colaborações institucionais que ampliam o debate público e fazem o acervo circular, ativando novas leituras e contextos”, diz Cauê Alves, curador-chefe do MAM São Paulo.

“O recorte curatorial evidencia como a formação do artista se constrói de modo contínuo e expandido. Cada obra presente na exposição testemunha o entrelaçamento entre os percursos individuais dos artistas, o ambiente pedagógico da FAAP e o papel do museu como espaço de legitimação, mediação e circulação. É possível reconhecer, no conjunto das obras, o diálogo entre as diferentes gerações que passaram pelos cursos vinculados à Fundação e que estão presentes tanto na história da arte contemporânea como na coleção do Museu. É uma excelente oportunidade para vermos também os resultados em manter dois programas de residência artística, em São Paulo e Paris, voltados para o desenvolvimento de projetos, ativos nos últimos 30 anos”, reflete Marcos Moraes, diretor do MAB FAAP, do curso de Artes Visuais e das Residências Artísticas da FAAP – São Paulo/ Paris.

Marcius Galan, Mapa-múndi político – escala 1_1, 2010. Doação artista por intermédio do Clube de Colecionadores de Gravura MAM São Paulo, 2010. Coleção MAM São Paulo. Foto: Ma.

A lista de artistas é composta por Alex Cerveny, Alex Vallauri, Ana Maria Tavares, Anna Mantovani, André Komatsu, Caetano de Almeida, Caio Reisewitz, Carla Chaim, Carla Zaccagnini, Carmela Gross, Celina Yamauchi, Celso Orsini, Claudio Mubarac, Dora Longo Bahia, Edgar de Souza, Edith Derdyk, Edouard Fraipont, Elisa Bracher, Evandro Carlos Jardim, Fabiano Marques, Fabio Morais, Fabricio Lopez, Felipe Cama, Felipe Cohen, Flávia Junqueira, Gilberto Mariotti, Gisele Motta & Leandro Lima, Guilherme Petters, Gustavo Rezende, Herman Tacasey, Hudinilson Júnior, Iran do Espírito Santo, Jac Leirner, João Loureiro, José Leonilson, José Moraes, José Spaniol, Julio Plaza, Karola Braga, Keila Alaver, Laurita Salles, Leda Catunda, Letícia Ramos, Leya Mira Brander, Lia Chaia, Lina Kim, Lucas Bambozzi, Lucia Koch, Luiz Solha, Luiz Zerbini, Lydia Okumura, Marcelo Arruda, Marcello Nitsche, Marcelo Cidade, Márcia Xavier, Maria Teresa Louro, Mário Ishikawa, Mauro Restiffe, Mauro Piva, Marcius Galan, Marina Rheingantz, Marina Saleme, Mônica Barth, Mônica Nador, Mônica Schoenacker, Nelson Leirner, Nicolas Vlavianos, Norberto Nicola, Paulo Pasta, Pazé, Regina Johas, Regina Silveira, Ricardo Carioba, Rogério Canella, Rosângela Dorazio, Sandra Cinto, Santídio Pereira, Sérgio Romagnolo, Sidney Amaral, Tiago Judas, Thiago Honório & Thiago Bortolozzo, Ulysses Bôscolo, Vik Muniz e Wagner Malta Tavares.

Criada em 1947, a FAAP consolidou-se como um espaço dedicado à formação artística, à pesquisa e à reflexão crítica. Já o MAM São Paulo, fundado em 1948, nasceu como um lugar de experimentação, aberto à arte moderna e contemporânea. A aproximação entre essas duas histórias encontra eco na atuação de figuras centrais do cenário cultural brasileiro, como Yolanda Penteado, protagonista do mecenato cultural no país, e seu primo Armando Alvares Penteado, cujo projeto institucional visava fomentar o estudo da arte e profissionalizar o circuito artístico.

Regina Silveira, As loucas, 1964.Doação Oswaldo Kathalian, 1998. Coleção MAM São Paulo. Foto: Renato Parada.

Hoje, com 60 anos de história, o curso de artes visuais da instituição tem, além da formação, exposições como a Anual de Artes, já em sua 55ª edição, que já revelou nomes em início de carreira para o circuito das artes. Os programas de residência artística, tanto em São Paulo, como em Paris, têm 30 anos de existência e já receberam mais de 450 artistas do mundo todo para o desenvolvimento de projetos.

A exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista integra o programa MAM em Movimento, iniciativa que leva a coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo a outras instituições durante o fechamento temporário de sua sede para reforma, ampliando diálogos, expandindo seus territórios de atuação e reafirmando seu compromisso com a circulação do acervo e com a construção de parcerias institucionais.

Sobre o MAM São Paulo

Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de cinco mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas. O MAM tem uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

O MAM está temporariamente fora de sua sede no Ibirapuera desde agosto de 2024 devido à reforma da marquise, realizada pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, e o retorno do museu ao Parque está previsto para o segundo semestre de 2026. A programação de exposições está sendo apresentada em instituições parceiras. Acompanhe as atividades do MAM através do site (www.mam.org.br) e pelas redes sociais (@mamsaopaulo).

Sobre a FAAP

Rogério Canella – Subsolo – 3 – na. Doação Galeria Vermelho – 2006. Coleção MAM São Paulo.

Desde 1947, a FAAP se destaca como um marco na cultura, nos negócios e na educação. É uma instituição de ensino superior de referência. É uma instituição tripartite – educacional, cultural e artística. Investe em cultura e ensino por meio do Museu de Arte Brasileira, do Teatro FAAP, do Colégio FAAP, da biblioteca (criada em 1959) e das faculdades. O curso de artes visuais da instituição é um dos mais tradicionais do país, com 60 anos de existência e reconhecido como referência na formação de artistas, curadores e profissionais ligados às artes.

Um dos diferenciais do curso é a organização da Anual de Arte, exposição que reúne os trabalhos de alunos. Realizada desde 1964, a exposição tem revelado artistas e estimulado a reflexão sobre a arte contemporânea. Participam também desta exposição os artistas que integram o programa de Residência Artística, gerando uma rica troca de conhecimento.

Residência Artística FAAP – Paris

A FAAP é atualmente a única instituição educacional da América Latina a manter uma residência artística universitária na Cité Internationale des Arts, reafirmando seu compromisso com a formação, a pesquisa e a projeção internacional de artistas no cenário contemporâneo.

O programa de residência da FAAP em Paris já se aproxima dos seus 30 anos de existência, e é um dos mais prestigiados da Fundação Armando Alvares Penteado. Oferece a artistas ligados à FAAP — estudantes, ex-alunos e professores — a oportunidade de viver e criar em Paris, sem custos e com subsídio. Instalada na Cité Internationale des Arts, às margens do Rio Sena, a residência proporciona um ambiente dinâmico, multicultural e inserido em um dos principais epicentros da arte contemporânea. Já fizeram o programa de residência em Paris artistas como Dora Longo Bahia, Daniel de Paula, Graziela Kunsch, Flavia Junqueira, Marcius Gallan, Maurício Ianês, Rodolpho Parigi, Sandra Cinto, Thiago Honório, Caetano de Almeida, Lia Chaia, Fábio Morais, Fernanda Galvão e Pepi Lemes.

Atualmente, a artista escolhida para o programa é Regina Parra, ex-aluna do curso de Artes Visuais da FAAP e ex-professora da instituição, ocupando o estúdio 1422 na capital francesa para desenvolver um projeto inédito.

Residência Artística FAAP – São Paulo

A Residência Artística FAAP tem como objetivo oferecer um espaço privilegiado para troca de experiências na área de artes visuais. O espaço – localizado no centro de São Paulo – possui dez estúdios para acomodar os artistas que participam do programa a partir de processo seletivo realizado a cada início de semestre. O Programa foi criado em 2005 e, desde então, recebe artistas nacionais e internacionais todos os semestres. Mais de 450 artistas de todos os continentes já passaram Edifício Lutetia, localizado na Praça do Patriarca, no centro de São Paulo, e projetado pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo.

Sobre o MAB FAAP

Instalado no edifício projetado por Auguste Perret, desde que abriu suas portas pela primeira vez em agosto de 1961, com a mostra “Barroco no Brasil”, o MAB FAAP se comprometeu a incentivar e divulgar a arte brasileira. Nestes 65 anos de existência, compôs um acervo que conta com mais de 4.000 obras de arte criadas a partir do final do século 19. No decorrer dos últimos anos, abrigou exposições marcantes para a história da cultura do país, como “Proposta 65”, “O Objeto na Arte: Brasil anos 60”, entre outras. Em 2024, apresentou a exposição “Desafio Salvador Dalí: Uma Exposição Surreal na FAAP, “Ancestral: Afro-Américas – Estados Unidos e Brasil”. Em 2025, recebeu a exposição “Andy Warhol: Pop Art!”, e sediou a Conferência Res Artis 2025 – São Paulo, o maior evento dedicado às residências artísticas do mundo, realizado pela primeira vez na América Latina.

Serviço:

FAAP na coleção do MAM São Paulo: a formação do artista

Abertura: 26 de março de 2026

Encerramento: 28 de junho

MAB FAAP

Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis

Horário de funcionamento:

De terça a domingo, das 10h às 18h – última entrada às 17h30

Entrada gratuita

Fechado às segundas-feiras

Acessibilidade: local acessível para cadeirantes

Classificação etária: livre para todas as idades

A exposição FAAP na coleção do MAM: a formação do artista é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo através do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – ProMAC e do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

(Com Paula Corrêa/Buriti Comunicação)

“Pai & Filho” estreia no CCBB SP na Ocupação da Pequena Companhia de Teatro

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Espetáculo Pai & Filho na Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro. Foto: Ayrton Valle.

Entre 26 de fevereiro e 20 de abril de 2026, a maranhense Pequena Companhia de Teatro ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo com quatro espetáculos, uma oficina e uma exposição em celebração aos seus 20 anos de trajetória. Após a temporada de abertura com Velhos caem do céu como canivetes, a programação segue agora com a estreia do segundo espetáculo da Ocupação Pai & Filho, em cartaz de 12 a 23 de março. Todas as atividades são gratuitas.

Inspirado na obra Carta ao Pai, de Franz Kafkao espetáculo discute relações de poder originadas no ambiente familiar e reverberadas nas estruturas sociais contemporâneas. Em cena, um homem aprisionado pela figura paterna tenta confrontar esse domínio, mas sua tentativa de diálogo esbarra em uma hierarquia que se mantém intacta. A encenação constrói um espaço para refletir sobre conflito de gerações, dependência emocional e as dinâmicas de autoridade que atravessam a vida privada e pública. No palco, Jorge Choairy interpreta o Filho e Cláudio Marconcine dá vida ao Pai.

A montagem integra o conjunto de quatro obras que compõem a Ocupação, todas com dramaturgia de Marcelo Flecha e livremente inspiradas em textos de autores da literatura mundial, como Franz Kafka, Fernando Pessoa, Gabriel García Márquez e Jorge Luis Borges.

Criada em 2005, a Pequena Companhia de Teatro é formada pelos atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, pelo encenador e dramaturgo Marcelo Flecha e pela produtora Katia Lopes. O grupo se consolidou como uma das principais referências do teatro maranhense contemporâneo, com circulação por 72 cidades de 25 estados brasileiros e participação em 70 festivais e mostras nacionais. Ao longo de sua trajetória, recebeu quatro Prêmios Funarte de Teatro Myriam Muniz e integrou importantes projetos de circulação, como Palco Giratório, Sesc Amazônia das Artes e SESI Viagem Teatral.

Depois de Pai & Filho, a programação da Ocupação segue com Ensaio sobre a memória (26 de março a 6 de abril), inspirado no conto A outra morte, de Jorge Luis Borges, e se encerra com Desassossego (9 a 20 de abril), baseado em Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.

Além dos espetáculos, o público pode visitar a Pequena Mostra de Teatro, exposição instalada no foyer do CCBB São Paulo que reúne registros de duas décadas de pesquisa do grupo, com figurinos, cenografias, diários de processo e materiais de criação. A programação inclui ainda a oficina Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência, conduzida por Marcelo Flecha, voltada a artistas, técnicos e pesquisadores interessados em dramaturgia da luz a partir de fontes luminosas não convencionais.

Algumas sessões contam ainda com bate-papos com o público após as apresentações.

SERVIÇO:

Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro

De 26 de fevereiro a 20 de abril de 2026

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

R. Álvares Penteado, 112, Centro Histórico de São Paulo, SP

Retirada de ingressos: Grátis na bilheteria do CCBB SP e pelo bb.com.br/cultura

(Os ingressos são liberados na sexta-feira da semana anterior, às 12h).

No Teatro

Pai & Filho, livremente inspirado na obra Carta ao Pai, de Franz Kafka

Data: 12 a 23/03/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h

Bate-papo após sessão: 21/03 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 15/03 | domingo

Classificação etária: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos

Ficha técnica:

Elenco: Jorge Choairy (Filho) e Cláudio Marconcine (Pai)

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha

Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha

Trilha sonora: Marcelo Flecha

Operador de luz e som: Marcelo Flecha

Fotos divulgação: Ayrton Valle

Produção: Katia Lopes

Realização: Pequena Companhia de Teatro

Ensaio sobre a memória, livremente inspirado no conto A outra morte de Jorge Luís Borges

Data: 26/03 a 06/04/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado, domingo e feriado, às 18h

Bate-papo após sessão: 04/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 29/03 | domingo

Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Drama

Ficha técnica:

Elenco: Cláudio Marconcine (Escritor), Dênia Correia (Mulher), Lauande Aires (Pedro Damián) e Katia Lopes (Espectro)

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha

Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha

Trilha sonora: Lauande Aires

Operador de luz: Marcelo Flecha

Operador de som: Katia Lopes

Fotos divulgação: Ayrton Valle

Produção: Katia Lopes

Realização: Pequena Companhia de Teatro

Desassossego, livremente inspirado no Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa

Data: 09 a 20/04/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h

Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Comédia constrangedora para sorrisos amarelos

Bate-papo após sessão: 18/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 12/04 | domingo

Ficha técnica:

Elenco: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo

Dramaturgia: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro

Encenação: Marcelo Flecha

Cenografia, iluminação, figurinos e trilha sonora: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro

Operador de luz e som: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo

Produção: Luciana Duarte e Katia Lopes

Realização: Cia. A Máscara de Teatro e Pequena Companhia de Teatro

Oficina Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência, com Marcelo Flecha

Dias: 07 e 21/03 | 04/04/26

Horário: Das 14 às 17h

Público: iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais.

Carga horária: 9h | Classificação etária: 18 anos

Vagas: 30 vagas

Inscrições gratuitas: inscrições pelo formulário: https://forms.gle/CU8n36BbqScsoJ837

No Foyer do Teatro

Exposição Pequena Mostra de Teatro

Data: 26/02 a 20/04

Dias: Todos os dias, exceto às terças-feiras

Horário: 9h às 20h

Classificação etária: Livre

Entrada: Gratuita

Informações CCBB SP:

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças

Telefone: (11) 4297-0600

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

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(Com Daniele Valério/Canal Aberto Comunicação)