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Confira quatro experiências para viver Corumbau, o paraíso do sul da Bahia

Corumbau, BA, por Kleber Patricio

Revoada na Ponta do Corumbau. Foto: Pulsar.

Entre extensas faixas de areia, mar cristalino e vegetação nativa, Corumbau se destaca no sul da Bahia pelo turismo de experiência. Cercada por áreas de Mata Atlântica e formações marinhas, a antiga vila de pescadores reúne diferentes formas de contato com a natureza, que vão de trilhas à beira-mar e mergulho a birdwatching e observação de baleias.

Riqueza de aves na região

A paisagem natural e a biodiversidade local ajudam a definir a experiência no destino. Manguezais, vegetação costeira e áreas de mata nativa favorecem a presença de diferentes espécies de aves, atraindo observadores e fotógrafos interessados em birdwatching.

Mergulho em águas cristalinas

Mergulho nos recifes da Praia de Corumbau. Foto: Pulsar.

Em dias de mar calmo, a costa revela um cenário quase translúcido. Recifes e formações marinhas surgem próximos à faixa de areia, convidando a atividades como flutuação e mergulho livre, em que o tempo parece desacelerar junto com a maré.

Percursos pela costa de Corumbau

Além das atividades ligadas à biodiversidade marinha, a contemplação da paisagem também faz parte da experiência em Corumbau. As caminhadas à beira-mar estão entre as vivências procuradas por visitantes que buscam um ritmo mais desacelerado durante a viagem, especialmente em trajetos em direção à Ponta do Corumbau, conhecida pela extensa faixa de areia que avança sobre o mar.

Observação de baleias-jubarte

Entre julho e outubro, o litoral de Corumbau também se transforma em ponto de observação de baleias-jubarte. Nesse período, os passeios de barco passam a integrar as experiências oferecidas na região, conduzindo visitantes a áreas de avistamento em mar aberto, em roteiros voltados à contemplação da paisagem e da fauna marinha.

Baleia jubarte. Crédito: Deposit Photos.

Segundo Sandra Catelan, presidente da AMA Corumbau (Associação de Moradores e Amigos de Corumbau), o diferencial da região está na forma como a atividade turística se integra à paisagem e à comunidade. “O destino mantém características que passaram a ser cada vez mais valorizadas no turismo, como contato com a natureza, tranquilidade e uma relação mais próxima com a cultura local”, afirma.

Em meio à procura por lugares menos massificados e mais associados ao bem-estar e à desaceleração, Corumbau consolida sua relevância no turismo ao reunir preservação ambiental, contemplação da paisagem e vivências relacionadas ao território.

(Com Priscilla Rosa/Hawkz)

Gilberto Salvador apresenta “Geometria Visceral” na Galeria Mayer Mizrahi

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Gilberto Salvador – Bola 7 – 2021 – técnica mista sobre madeira – 62 x 92 cm.

Ao longo de seis décadas, Gilberto Salvador constrói uma obra marcada pelo confronto entre rigor geométrico e impulso orgânico. Essa tensão, presente desde seus primeiros trabalhos, orienta “Geometria Visceral”, individual que a Galeria Mayer Mizrahi inaugura em junho, sob curadoria de Denise Mattar.

Reunindo pinturas, relevos e composições produzidas entre 2021 e 2025, a mostra apresenta um recorte significativo do conjunto exibido recentemente pelo artista no Paço Imperial do Rio de Janeiro. A ocasião marca o lançamento do catálogo concebido para a apresentação realizada na instituição carioca. Em trabalhos que atravessam pintura, escultura e construção espacial, Gilberto Salvador articula planos recortados, transparências, cor e matéria em composições que investigam equilíbrio, deslocamento e instabilidade.

Ao longo de sua trajetória, o artista desenvolveu uma linguagem singular dentro da arte brasileira, aproximando procedimentos construtivos de uma pintura marcada pelo gesto, pela tensão e pela experiência sensível. Distante tanto da rigidez ortodoxa do concretismo quanto da gestualidade puramente intuitiva, sua pesquisa sustenta-se em um território de permanente fricção entre cálculo e liberdade formal. “Na obra de Gilberto Salvador, o orgânico encontra o inorgânico em um campo contínuo de energia”, observa Denise Mattar. A definição atravessa o núcleo apresentado na galeria, onde estruturas geométricas parecem deslocar-se, curvar-se ou expandir-se diante da ação da cor e da matéria.

Gilberto Salvador – Andaluz – acrílica sobre madeira placa de acrílico e parafusos de latão – 160 x 160 cm.

Ao longo das décadas, essa investigação ampliou-se para além da superfície pictórica. Transparência, recorte, profundidade e matéria passaram a operar como elementos estruturais de trabalhos que aproximam pintura, arquitetura e experiência espacial sem se fixar em categorias estáveis. Em sua obra, a geometria nunca surge como exercício racionalista puro: ela é constantemente atravessada pelo gesto, pela instabilidade e pela presença física dos materiais. Em diferentes trabalhos, arcos, linhas tensionadas, planos translúcidos e superfícies recortadas produzem relações instáveis entre profundidade, gravidade e percepção visual. Há obras que se aproximam da paisagem e da observação da água; outras investigam ritmo, vibração cromática e transparência por meio do acrílico, do chumbo e da madeira. Mais do que operar dentro de categorias fixas, o artista constrói trabalhos que tensionam continuamente os limites entre pintura, relevo e escultura.

Essa dimensão torna-se particularmente evidente no conjunto apresentado na galeria. Em vez de buscar equilíbrio ou harmonia previsível, as obras parecem operar em estado de tensão permanente. Planos translúcidos deslocam a percepção do espaço; linhas curvas rompem a rigidez estrutural; recortes e sobreposições criam ritmos visuais que aproximam construção e improviso. Em muitos trabalhos, a cor deixa de atuar apenas como elemento compositivo e passa a funcionar como energia e deslocamento. “O que eu tento efetivamente é fazer uma obra que tenha força própria e que não se prenda a uma utilidade racional, mas sim a uma utilidade emocional”, afirma Gilberto Salvador. Em outro momento, o artista resume uma dimensão central de sua pesquisa: “A arte é como o amor: ou você vive ou não vive”.

Mais do que apresentar um panorama recente da produção de Gilberto Salvador, Geometria Visceral evidencia, sob curadoria de Denise Mattar, a permanência e a atualidade de uma pesquisa construída ao longo de décadas. Em um momento marcado pela velocidade das imagens e pela dissolução contínua da experiência visual, sua obra reafirma a potência da pintura e da matéria como campos de percepção, tensão e presença.

SERVIÇO:

Exposição: Geometria Visceral

Artista: Gilberto Salvador

Curadora: Denise Mattar

Abertura: 13 de junho, sábado, às 11h

Período: de 15 de junho a 11 de julho de 2026

Local: Galeria Mayer Mizrahi

Endereço: Alameda Ministro Rocha Azevedo, 1082 – Jardim Paulista – São Paulo, SP

Horários: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 16h

Telefone: (11) 3064-9492 | WhatsApp: (11) 94105-8449

E-mail: contato@galeriamayermizrahi.com.br

Site: www.galeriamayermizrahi.com.br

Redes sociais: @galeriamayermizrahi (Instagram | Facebook | YouTube).

(Com Silvia Balady/Balady Comunicação)

Theatro São Pedro apresenta óperas inéditas e valoriza novos compositores brasileiros

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Concebidas no Atelier de Composição Lírica do Theatro São Pedro, obras “O Natal de Maria: ópera curta em três cenas” e “Juanita: una história de amor em portunhol” terão récitas nos dias 11, 12 e 14 de junho. Foto: Íris Zanetti.

A renovação da ópera brasileira passa pelo palco do Theatro São Pedro. A partir do trabalho do Atelier de Composição Lírica do Theatro São Pedro, que objetiva fomentar a composição de óperas inéditas, partindo de um programa de formação com professores que são referências no gênero, a temporada lírica do teatro irá apresentar “O Natal de Maria: ópera curta em três cenas” e “Juanita: una história de amor em portunhol” nos dias 11, 12 e 14 de junhoOs ingressos custam de R$ 41 (meia-entrada) a R$ 124 (inteira) e estão à disposição no site do Theatro São Pedro.

Com a Orquestra do Theatro São Pedro, o espetáculo reúne jovens compositores, libretistas e intérpretes em uma produção que valoriza a criação autoral e o diálogo com o público, sob direção musical de Maíra Ferreira e direção cênica de Julianna Santos, e participação dos cantores Manuela Freua (soprano), Laiana Oliveira (mezzo-soprano) e Vinícius Atique (barítono).

Foto: Sergio Ferreira.

Projeto de caráter único no Brasil, o Atelier de Composição Lírica do Theatro São Pedro oferece aos participantes atividades teóricas e práticas, trazendo uma perspectiva da ópera na contemporaneidade que os prepara para discutirem e pensarem a respeito do desenvolvimento da linguagem operística. Neste ano, as obras apresentadas ao público serão O Natal de Maria: ópera curta em três cenas, composta por Fernando Dias Gomes (2002 -), com libreto de Isabella Luchi (1991 -), e Juanita: una história de amor em portunhol, de autoria de Pedro Pascoali (2000 -), com libreto de Lena Giuliano (2003 -).

Transmissão ao vivo | A récita do dia 12 de junho será transmitida online e de forma gratuita pelo canal de Youtube do Theatro São Pedro.

Atelier de Composição Lírica do Theatro São Pedro

Orquestra do Theatro São Pedro

Maíra Ferreira, direção musical

Julianna Santos, direção cênica

Giorgia Massetani, cenografia

Aline Santini, iluminação

Juliana Bertolini, figurino

Tiça Camargo, visagismo

Pedro Rothe, direção de palco e assistência de direção cênica

Manuela Freua, soprano

Laiana Oliveira, mezzo- soprano

Vinícius Atique, barítono

FERNANDO DIAS GOMES (2002-)

O Natal de Maria: ópera curta em três cenas 15’30’’

[libreto: Isabella Luchi (1991-)]

PEDRO PASCOALI (2000-)

Juanita: una história de amor em portunhol – 11’

[libreto: Lena Giuliano (2003-)]

Ensaio geral aberto e gratuito: 10 de junho, 19h, Theatro São Pedro

Récitas: 11, 12 e 14 de junho

Quinta e sexta-feira às 20h; domingo às 17h, Theatro São Pedro

Ingressos: aqui

Plateia central – R$ 62 (meia-entrada) e R$ 124 (inteira)

1º Balcão superior – R$ 51 (meia-entrada) e R$ 102 (inteira)

2º Balcão superior – R$ 41 (meia-entrada) e R$ 82 (inteira)

Classificação etária: 12 anos.

THEATRO SÃO PEDRO

Com mais de 100 anos, o Theatro São Pedro, instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerido pela Santa Marcelina Cultura, tem uma das histórias mais ricas e surpreendentes da música nacional. Inaugurado em uma época de florescimento cultural, o teatro se insere tanto na tradição dos teatros de ópera criados na virada do século XIX para o XX quanto na proliferação de casas de espetáculo por bairros de São Paulo. Ele é o único remanescente dessa época em que a cultura estava espalhada pelas ruas da cidade, promovendo concertos, galas, vesperais, óperas e operetas. Nesses mais de 100 anos, o Theatro São Pedro passou por diversas fases e reinvenções. Já foi cinema, teatro, e, sem corpos estáveis, recebia companhias itinerantes que montavam óperas e operetas. Entre idas e vindas, o teatro foi palco de resistência política e cultural, e recebeu grandes nomes da nossa música, como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Caio Pagano e Gilberto Tinetti, além de ter abrigado concertos da Osesp. Após passar por uma restauração, foi reaberto em 1998 com a montagem de La Cenerentola, de Gioacchino Rossini. Gradativamente, a ópera passou a ocupar lugar de destaque na programação do São Pedro, e em 2010, com a criação da Orquestra do Theatro São Pedro, essa vocação foi reafirmada. Ao longo dos anos, suas temporadas líricas apostaram na diversidade, com títulos conhecidos do repertório tradicional, obras pouco executadas, além de óperas de compositores brasileiros, tornando o Theatro São Pedro uma referência na cena lírica do país.

(Com Julian Schumacher/Santa Marcelina Cultura)

Tradição ancestral transforma barro em arte no Alentejo

Alentejo, Portugal, por Kleber Patricio

Olaria Pedrada, em Nisa. Fotos: Nelson Carvalheiro.

No Alentejo, o barro ganha forma, cor e significado em vilas como Redondo e Estremoz. A olaria na maior região de Portugal vai muito além de uma atividade artesanal, é expressão cultural, herança coletiva e um dos grandes atrativos para quem busca experiências autênticas no país.

Com raízes que remontam ao século 16, a tradição oleira de Redondo se consolidou como uma das mais importantes do Alentejo. Durante décadas, a vila foi um vibrante centro de produção, com dezenas de olarias em funcionamento. Hoje, mesmo com menos artesãos em atividade, a arte resiste e segue sendo transmitida de geração em geração. A relevância dessa prática é tamanha que as técnicas de decoração da olaria local estão inscritas no Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial, reforçando a necessidade de sua preservação.

Olaria Pedrada, em Nisa. 

Mais do que peças utilitárias, a cerâmica de Redondo carrega identidade em seus pratos, vasos e travessas, que exibem cores vivas e padrões populares que refletem o cotidiano e a criatividade alentejana. Para os visitantes, a experiência vai além da contemplação, é possível participar de workshops, conhecer oficinas tradicionais e até colocar a mão no barro, em atividades promovidas por artesãos e instituições locais, como o Museu do Barro, espaço que valoriza e mantém viva essa arte.

Já em Estremoz, o barro ganha uma dimensão ainda mais simbólica com os famosos Bonecos de Estremoz, pequenas esculturas que retratam cenas do cotidiano, personagens históricos e religiosos. Com mais de três séculos de história, essas peças conquistaram reconhecimento internacional ao serem declaradas Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco em 2017.

Modelados e pintados à mão, os bonecos são marcados por cores vibrantes e detalhes minuciosos em que cada peça conta uma história, seja da vida rural alentejana, das tradições religiosas ou das influências culturais que moldaram a região ao longo dos séculos.

Bonecos de Estremoz.

O viajante que chega a Estremoz pode mergulhar nesse universo visitando ateliês, que oferecem a oportunidade de vivenciar de perto o processo artesanal, e o Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz, que, além da exposição das peças, promove oficinas, ações educativas e encontros com artesãos, aproximando o público do processo criativo e da riqueza dessa arte.

Em Nisa, a tradição do barro ganha contornos únicos com a famosa Olaria Pedrada. Com origens ligadas à produção de peças utilitárias para armazenamento de água, essa arte secular evoluiu ao longo do tempo e se transformou em símbolo cultural da vila. O grande diferencial está na técnica do “empedrado”, em que pequenas pedras de quartzo branco são aplicadas manualmente sobre o barro, criando desenhos e padrões inspirados na natureza e no cotidiano alentejano.

Exclusiva de Nisa, essa prática atravessa gerações e mantém vivo um saber raro, preservado por oleiros e pedradeiras locais. Para os visitantes, a experiência inclui visitar as oficinas tradicionais, acompanhar o delicado processo de criação e mergulhar em uma herança cultural que faz da olaria nisense um dos patrimônios artesanais mais singulares do Alentejo.

Bonecos de Estremoz.

Em Redondo, Estremoz e Nisa, o barro é mais do que matéria-prima, é identidade cultural viva, que convida o visitante a conhecer e participar de uma tradição que atravessa séculos.

Sobre o Alentejo 

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de quatro títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística do Alentejo, efetuada pela Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo, conta com o apoio dos fundos comunitários através do Alentejo 2030, do Portugal 2030 e da União Europeia. Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

(Com Lisia Minelli/AFT Comunicação Digital)

Guilherme Lamas lança álbum ‘Pilar’ com show gratuito dia 11 de junho, no Teatro Castro Mendes

Campinas, SP, por Kleber Patricio

Com entrada gratuita, show instrumental terá cerca de 60 minutos e reúne composições do novo trabalho, mas também músicas do álbum “Bem Acompanhado” (2022). Fotos: Rafael Scucuglia.

O violonista e compositor Guilherme Lamas apresenta, no dia 11 de junho, às 20h, no Teatro Castro Mendes, em Campinas, o show solo oficial de lançamento de seu novo álbum, “Pilar”. O evento integra o projeto realizado com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Campinas, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas – FICC 2024. 

Com entrada gratuita, o show instrumental terá cerca de 60 minutos e reúne composições do novo trabalho, mas também músicas do álbum Bem Acompanhado (2022).

Previsto para chegar às plataformas digitais no dia 20 de junho, Pilar é o quinto álbum completo de Guilherme Lamas e, com exceção de duas composições, é todo autoral. O trabalho carrega as marcas pessoais do artista, que mergulha na música popular mantendo também sólida formação acadêmica, com formação pelo Conservatório de Tatuí, mestrado e doutorado em Música pela Unicamp.

Essa aproximação entre popular e erudito se revela, por exemplo, na organização das 11 faixas do álbum, separadas em 3 suítes autorais inéditas e mais duas canções com reelaborações musicais de obras de Tom Jobim e Toninho Horta. Suíte é um termo geralmente associado à música clássica, que Guilherme emprega no contexto da música popular.

O novo trabalho situa em definitivo o violão de 7 cordas como elemento central da atuação do músico, que transita pelas cordas de náilon e de aço, estas últimas bastante incomuns atualmente na cena musical brasileira instrumental. Com produções desenvolvidas desde os tempos da pandemia, o novo trabalho reflete experiências pessoais fortes do artista, e muitas parcerias com músicos que fazem parte de sua jornada. Dos sete músicos que participaram da gravação do álbum, cinco são de Campinas, onde Guilherme vive atualmente.

O choro, que apareceu com destaque em trabalhos anteriores de Guilherme Lamas, abre o repertório do álbum, com a Suíte Infância. “A primeira música é uma homenagem às crianças do meu condomínio. Logo que me mudei, no mesmo andar éramos três casais com filhos pequenos da mesma idade. Nos fins de tarde, deixávamos as portas abertas e as crianças brincavam e circulavam pelos três apartamentos”, recorda o músico. Músicas feitas para o sobrinho e para a filha de uma amiga completam o primeiro trecho do álbum.

Na sequência, a Suíte Pilar traz homenagens à família: ao filho, à companheira e à mãe. “Pilar é a música que fiz para minha mãe, e que acabou dando nome ao álbum, por sugestão de Paulo Belinatti, dos mais respeitados violonistas brasileiros no mundo. Esse título remete justamente à ideia de sustentação, apoio, que ela sempre me deu”, conta Guilherme. 

A Suíte Contorno, terceira do álbum, traz duas parcerias com Carlos Chaves, músico do Rio de Janeiro que integra o grupo Monobloco e o quarteto de violões Maogani, e o afro-samba Machado, de Guilherme Lamas.

Chovendo na roseira, de Tom Jobim, e Aqui, oh, de Toninho Horta e Fernando Brant fecham o trabalho.

O público já pode realizar o pré-save do álbum Pilar pelo link:
https://tratore.ffm.to/pilarguilhermelamas. 

SERVIÇO:

Show de lançamento do álbum Pilar

Violão solo: Guilherme Lamas

Grátis

Projeto realizado com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Campinas, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas – FICC 2024

Data: 11/junho (5ªf)

Horário: 20h

Local: Teatro Castro Mendes

Endereço: Praça Correa de Lemos, s/nº – Vila Industrial – CEP 13035-330

Contatos Guilherme Lamas:

Site: https://guilhermelamas.com/pilar

Instagram: https://www.instagram.com/guilhermelamas7/

Facebook: https://www.facebook.com/guilhermelamasviolao/

Youtube: https://www.youtube.com/GuilhermeLamas7cordas.

(Com Andréa Alves/A2N Comunicação)