Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Além das piscinas naturais, Maragogi revela uma face de luxo, natureza e bem-estar

Maragogi, AL, por Kleber Patricio

Destino conhecido pelas águas cristalinas também reúne experiências de turismo slow e hotelaria boutique para quem busca exclusividade no litoral de Alagoas. Fotos: Divulgação/ Pousada Camurim Grande.

Quando se fala em Maragogi, as imagens das piscinas naturais de águas cristalinas costumam ocupar o primeiro plano. As famosas galés ajudaram a projetar o município alagoano entre os principais destinos de sol e praia do Nordeste. Mas, para além dos passeios que se tornaram cartões-postais, existe outra forma de conhecer a região: com menos pressa, mais privacidade e experiências ligadas à natureza, à gastronomia e ao bem-estar.

É nesse cenário que está a Pousada Camurim Grande. Instalada em uma península entre o Rio Maragogi e o mar, no coração da Costa dos Corais, a propriedade ocupa 6,5 hectares de área preservada e possui mais de 800 metros de orla. Manguezais, coqueirais, rio e mar cercam um empreendimento com apenas 20 acomodações, criando uma experiência bastante diferente daquela encontrada nas áreas de maior circulação turística do destino.

A proposta acompanha um movimento que tem ganhado espaço entre viajantes de alto padrão: trocar roteiros preenchidos por atividades por estadias nas quais o próprio hotel e seu entorno fazem parte da viagem. Na Camurim Grande, isso se traduz em dias que podem começar sem horário definido para o café da manhã e seguir entre praia, spa, gastronomia e momentos de contemplação.

Privacidade em meio à natureza

A exclusividade começa pelo tamanho da operação. Distribuídas pela propriedade, as 20 acomodações incluem chalés, bangalôs, casas e a Cabana, com áreas que variam de 70 m² a 242 m². Dependendo da categoria, há banheiras de imersão, mini spas com cromoterapia, piscinas privativas e amplas varandas com espaços de descanso.

A baixa densidade permite que a vegetação continue sendo protagonista. Além disso, a preservação do território acompanha a história da pousada desde antes de sua abertura, em 2011. Ao longo dos anos, mais de 800 árvores foram plantadas, enquanto manguezais, coqueirais e parte significativa da vegetação original foram mantidos.

A operação também incorporou energia solar, compostagem, reciclagem e horta orgânica. A relação com o território se estende à valorização de pequenos produtores e a iniciativas voltadas à comunidade local. Entre elas está uma creche construída para o município e que hoje atende centenas de crianças por meio de projetos de educação, alimentação, acolhimento e bem-estar social.

Bem-estar como parte da viagem

Outro caminho para descobrir essa Maragogi menos apressada passa pelo wellness. No Spa Verde Camurim, criado por Cristiana Freire, massagens terapêuticas, banhos de ervas, sauna a vapor e rituais sensoriais são oferecidos de acordo com o ritmo de cada hóspede.

Um dos destaques é a piscina sensorial terapêutica aquecida, equipada com mais de 50 duchas direcionadas e envolta por sais terapêuticos. A experiência de hidroterapia foi desenvolvida após pesquisas realizadas em spas internacionais.

O cuidado também deu origem à Verde Camurim, saboaria própria da pousada. Sabonetes, óleos essenciais e outros preparos utilizados nas experiências são produzidos artesanalmente com ingredientes naturais e orgânicos do Brasil e da região.

A ideia é não só acrescentar um spa à estrutura de hospedagem, mas incorporar o bem-estar à experiência do destino. A praia, o contato com a vegetação, os momentos de silêncio e a possibilidade de não seguir uma programação rígida passam a fazer parte da própria viagem.

Gastronomia sem hora marcada

A mesma lógica aparece à mesa na Camurim Grande, com um café da manhã que pode ser servido no horário e no local escolhidos pelo hóspede e opções de jantar, já incluso na hospedagem, que acontece acompanhado por música ao vivo.

A gastronomia privilegia ingredientes frescos e uma relação com produtores e sabores da região. Entre as experiências mais características está o chá servido na ponte ao pôr do sol, diante do manguezal, um momento que sintetiza a proposta de desacelerar e observar a paisagem em vez de apenas passar por ela.

A cerca de 90 minutos tanto de Recife quanto de Maceió, a pousada representa uma possibilidade diferente de experimentar um dos destinos mais conhecidos do litoral nordestino. Uma Maragogi em que as piscinas naturais continuam sendo parte da viagem, mas não necessariamente precisam ser suas protagonistas.

Entre manguezais, praia, gastronomia e bem-estar, o destino também pode ser um lugar para simplesmente ficar.

Mais informações: camurimgrande.com.br

(Com Eliria Buso/Assimptur)

Padre Júlio Lancellotti ganha exposição em homenagem a sua trajetória na Lacerdine Galeria

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Foto de Daniel Camargo.

A Lacerdine Galeria de Arte (Avenida Angélica, 2578/SP) recebe, de 18 de setembro a 18 de novembro de 2026, a exposição “A Alfabetização do Olhar – um ato de amor e responsabilidade”, uma homenagem ao Padre Júlio Lancellotti e à atuação da Pastoral do Povo da Rua no acolhimento, na convivência e na defesa dos direitos das pessoas em situação de rua em São Paulo.

Com curadoria de Geraldo Lacerdine – artista plástico expressionista contemporâneo e fundador da Lacerdine Galeria –, a mostra reúne mais de 100 fotografias de Daniel Camargo Kfouri, Fernando Jensen, Tr3ze e Victor Angelo Caldini, além de textos, instalações e vídeos. No mezzanino da galeria, serão apresentados cerca de 50 prêmios e reconhecimentos recebidos por Padre Júlio ao longo de sua trajetória. 

SERVIÇO:

Exposição A Alfabetização do Olhar – um ato de amor e responsabilidade

Homenagem: Padre Júlio Lancellotti

Curadoria: Geraldo Lacerdine

Período: 18 de setembro a 18 de novembro de 2026

Local: Lacerdine Galeria de Arte

Endereço: Avenida Angélica, 2578, Higienópolis, São Paulo – SP

Visitação: segunda a sábado, das 10h às 18h

Abertura oficial: 18 de setembro de 2026, às 20h

Artistas/fotógrafos: Daniel Camargo Kfouri, Fernando Jensen, Tr3ze e Victor Angelo Caldini

Instagram: @lacerdine | @cafefalasartes

Entrada gratuita

Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/abertura-exposicao-a-alfabetizacao-do-olhar-um-ato-de-amor-e-responsabilidade/3575077.

(Com Deborah Ferreira/Tudo em Comunicação)

Sesc Pompeia mergulha no mês do horror com estreia de “Monstro – tenho sonhado com homens”

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Fotos: Mayra Azzi.

O Sesc Pompeia apresenta, de 7 a 30 de outubro, o espetáculo “Monstro – tenho sonhado com homens”, criação e performance de Sofia Maruci com direção de Vicente Antunes Ramos. A obra integra a programação especial do Sesc dedicada ao “mês do horror”, explorando com humor, violência e imaginação os limites entre vítima e monstro, desejo e repulsa.

Perseguições, assassinatos, decapitações e muito sangue. Em Monstro – tenho sonhado com homens, uma mulher é atormentada por sonhos recorrentes em que homens a perseguem e ameaçam — mas também se vê assumindo o lugar de quem golpeia e aniquila. Entre o medo e o desejo, ela tenta compreender obsessivamente o que acontece nesses pesadelos, dialogando com cenas clássicas do cinema de horror e com pensadores fundamentais do gênero.

Criado e interpretado por Sofia Maruci, o solo se apropria de imagens e convenções do horror cinematográfico para construir uma experiência cênica marcada pela fisicalidade e por um humor sinistro. A personagem transita entre vítima e carrasco, reproduzindo e deformando gestos associados às figuras clássicas do horror. Corpo e voz se alteram ao longo da obra, abrindo espaço para que essa figura — entre monstro e donzela — possa habitar o palco.

A relação entre Monstro e Donzela, recorrente no imaginário do horror, é central no trabalho. Ao colocar essas figuras em um mesmo corpo, o espetáculo embaralha identidades e desloca seus lugares tradicionais, criando uma sucessão de transformações que tensionam desejo, repulsa, fascínio e violência.

Assim, Monstro combina horror e comicidade para criar um pesadelo em estado de vigília, compreendendo que é por meio dessa violência que se abre uma brecha para encontrar um novo corpo — e, mais ainda, uma nova voz. O espetáculo integra o mês do horror no Sesc Pompeia, ao lado da Mostra Monstra de Cinema, que percorre diferentes momentos da história do gênero a partir de suas personagens femininas e das transformações de seus arquétipos.

Sinopse

Perseguições, assassinatos, decapitações e muito sangue: há alguns anos, uma mulher é atormentada por sonhos horríveis envolvendo macabras cenas de violência. Em Monstro – tenho sonhado com homens, o público testemunha sua tentativa cruel e curiosamente cômica de elaborar corporalmente essas experiências aterradoras, fazendo uso de imagens e teorias do horror cinematográfico. Ela se apropria de gestos e expressões de cenas clássicas do gênero, cita trechos de livros e incorpora vozes alheias, alternando entre a figura do monstro e das personagens femininas representadas nos filmes de horror. Possuída e desconjuntada por esses signos, busca obsessivamente um novo corpo e uma nova voz.

Bate-papo — 16 de outubro

Após a sessão do dia 16/10, acontece um bate-papo mediado por Sofia Maruci, com participação da curadora e crítica de cinema Beatriz Saldanha e da professora e pesquisadora Christine Greiner. A conversa aborda o horror como força de criação que incide sobre o corpo — seja em sua presença ao vivo, seja em sua construção pela imagem — aproximando teatro e cinema em uma reflexão interdisciplinar sobre o horror como linguagem na criação contemporânea.

Ficha Técnica

Criação e performance: Sofia Maruci

Direção: Vicente Antunes Ramos

Dramaturgia: Sofia Maruci e Vicente Antunes Ramos

Direção de movimento e voz: Beatriz Sano

Cenografia, figurino e desenho gráfico: Pedro Levorin

Dramaturgia sonora: Marcus Garcia e Julia Teles

Eletrônica, programação e máquinas: Marcus Garcia

Trilha sonora: Julia Teles

Operação de som: Henrique Berrocal

Desenho de luz: Matheus Brant

Assistência e operação de luz: Letícia Nanni

Roteiro e montagem audiovisual: Antonia Baudouin

Fotos: Mayra Azzi

Pesquisa direitos autorais: Sabrina Lima

Assessoria jurídica: José Augusto Vieira de Aquino

Gestão e produção: Dani Correia, Rachel Brumana, Veni Barbosa e Gabi Correia — Associação SÙ de Cultura e Educação. 

Minibios

Sofia Maruci — criação e performance

Atriz, pesquisadora e mestre pela USP, investiga cruzamentos entre corpo, morte, sexualidade e monstruosidade. Premiada no Cinalfama Lisbon International Film Festival (2023), atua no teatro e no cinema e desenvolve pesquisas e workshops sobre horror na cena contemporânea.

Vicente Antunes Ramos — direção

Diretor e dramaturgo, fundador do comitê escondido, com trabalhos apresentados em instituições como Itaú Cultural, TUSP, Teatro de Contêiner e festivais nacionais e internacionais. Desenvolve pesquisa em Coreografia e Performance na JLU-Giessen (Alemanha).

Christine Greiner — bate-papo

Professora livre-docente da PUC-SP, pesquisadora de dança, performance e filosofia do corpo, autora de diversos livros e curadora de importantes exposições.

Beatriz Saldanha — bate-papo

Pesquisadora, curadora e crítica de cinema, doutora pela UAM com estágio na Sorbonne. Idealizadora da mostra Mestras do Macabro e editora da revista Les Diaboliques.

Associação SÙ de Cultura e Educação

Fundada em São Paulo, em 2022, a Associação SÙ nasce da união de experiências de empresas e produtoras independentes com ampla trajetória na gestão e produção cultural, reunindo um legado de excelência, inovação e atuação nacional e internacional. Tem como missão criar, produzir, gerir e curar projetos que valorizem a diversidade, a pluralidade de vozes e, especialmente, as questões raciais e de gênero, atuando em diferentes linguagens artísticas, como teatro, dança, performance, ópera, música, artes visuais, audiovisual e ações formativas, sempre em diálogo e colaboração com instituições, artistas e parceiros. Comprometida com o fortalecimento e a visibilidade de artistas e coletivos que expressam um panorama cultural plural, inclusivo, provocador e atento às transformações do presente, a SÙ busca fomentar perspectivas que desafiem normas estabelecidas, acolham existências diversas e, por vezes, marginalizadas, e ampliem os espaços de criação, circulação e reconhecimento, contribuindo para a construção de um futuro cultural mais vibrante, representativo e aberto ao inesperado.

SERVIÇO:

Monstro – tenho sonhado com homens

Data: De 7 a 30 de outubro – quartas e sextas, 19h30; quintas, 16h e 19h30

Duração: 60 minutos

Classificação: 16 anos

Local: Sesc Pompeia

Rua Clélia, 93 – Pompeia (Água Branca), São Paulo – SP, 05042-000

R$50,00 Inteira, R$25,00 meias e R$15,00 com credencial

Programação: aqui.

(Com Maria Clara Moura/Agência Amigo)

Uma viagem pela tradição têxtil da Malásia

Malásia, por Kleber Patricio

Peças, tecidos e técnicas artesanais revelam histórias de intercâmbio, identidade e transformação. Fotos: Divulgação/Tourism Malaysia.

Há destinos que podem ser descobertos por seus monumentos, paisagens ou gastronomia. Na Malásia, a história também está presente em algo muito mais cotidiano: as roupas. Tecidos, cores, bordados e silhuetas refletem a formação de um país marcado pelo encontro entre culturas malaias, chinesas, indianas e indígenas.

De uma peça de baju kurung usada em celebrações aos elaborados desenhos de um songket, a indumentária tradicional malaia vai além da estética. Ela expressa valores culturais e formas de pertencimento e, ao mesmo tempo, continua se transformando para acompanhar a vida contemporânea.

Baju kurung: elegância da tradição malaia

Um dos trajes femininos mais representativos da cultura malaia é o baju kurung, composto por uma blusa longa e solta, geralmente até os joelhos ou abaixo deles, combinada a uma saia longa. Presente há gerações nas comunidades malaias, sua silhueta permite uma ampla variedade de cores, estampas e tecidos.

O baju kurung faz parte do cotidiano, mas ganha destaque em celebrações como o Hari Raya Aidilfitri, quando as famílias se reúnem para celebrar o fim do Ramadã. Nessas ocasiões, as peças podem ser confeccionadas com tecidos mais sofisticados e combinadas a acessórios tradicionais.

Sua permanência também mostra como uma vestimenta tradicional pode acompanhar os novos tempos. Atualmente, há versões com cortes, estampas e materiais contemporâneos, sem perder as características que identificam a peça.

Kebaya: uma peça que revela o intercâmbio cultural

A kebaya é outra das vestimentas femininas mais emblemáticas do Sudeste Asiático. É uma blusa de corte ajustado, tradicionalmente usada sobre uma saia ou sarongue, que pode apresentar bordados, rendas e outros detalhes ornamentais.

Sua história reflete a natureza multicultural da região. Influenciada ao longo dos séculos pelo comércio e pelo intercâmbio entre diferentes povos, a kebaya foi adotada e reinterpretada por diversas comunidades, incluindo malaias e peranakan (baba-nyonya), dando origem a diferentes versões regionais.

Na Malásia, sua presença é especialmente significativa em locais onde diferentes culturas e rotas comerciais se encontraram. A peça se torna também um registro dos intercâmbios que conectaram diferentes partes da Ásia ao longo da história.

Sari: a herança da comunidade indiana

A diversidade cultural da Malásia também está presente nas vestimentas da comunidade indiana. O sari, uma longa peça de tecido que envolve o corpo e é tradicionalmente combinada a uma blusa, é uma das roupas mais reconhecidas da cultura indiana.

Cores intensas, bordados, estampas e detalhes têxteis fazem de cada sari uma peça singular. Sua presença no país reflete a importância histórica da comunidade indiana na formação da sociedade malaia e mostra como diferentes tradições convivem no cotidiano.

Durante celebrações como o Deepavali, o Festival das Luzes, é comum ver os saris acompanhados de joias, cores vibrantes e outros elementos tradicionais.

Batik: arte que se veste

Entre os tecidos mais associados à cultura da Malásia está o batik. Mais do que uma estampa, trata-se de uma técnica artesanal que utiliza cera aplicada sobre o tecido antes do tingimento, criando desenhos e padrões característicos.

Flores, folhas, formas geométricas e elementos inspirados na natureza aparecem com frequência. Embora o batik tenha raízes compartilhadas com outras regiões do Sudeste Asiático, a Malásia desenvolveu características e estilos próprios.

Hoje, o batik está presente em camisas, vestidos, saias, lenços e outras peças, sendo também uma das formas mais acessíveis de levar consigo um pouco da cultura malaia.

Songket: das cortes reais às celebrações atuais

Outro destaque da tradição têxtil do país é o songket, tecido artesanal conhecido pelos motivos decorativos criados com fios metálicos, tradicionalmente de ouro ou prata. O brilho desses fios conferiu à peça, ao longo do tempo, uma associação com prestígio, artesanato e ocasiões solenes.

Historicamente, o songket era associado a sultões, membros da realeza e da nobreza, representando riqueza e status social. Com o passar do tempo, essas restrições foram diminuindo, enquanto o uso de fios metálicos modernos tornou o tecido mais acessível. Atualmente, o songket é usado tanto pela realeza quanto pelo público em geral, especialmente em casamentos, festividades, cerimônias e ocasiões formais.

Sua produção exige habilidade e paciência, e os padrões carregam conhecimentos artesanais transmitidos entre gerações. Para o viajante, encontrar um songket em um mercado local significa entrar em contato com uma tradição que continua fazendo parte do patrimônio cultural da Malásia.

Mercados: onde a cultura ganha vida

Uma das melhores maneiras de conhecer essa riqueza têxtil é visitar os mercados locais, onde os tecidos fazem parte do cotidiano.

Em Kota Bharu, os mercados reúnem artesanato, tecidos, gastronomia e objetos tradicionais, oferecendo um contato próximo com a cultura local. Em Perlis, é possível conhecer outras expressões da produção e do artesanato regional. Já a Petaling Street, em Kuala Lumpur, apresenta uma experiência de compras marcada pela influência da comunidade chinesa e pela diversidade comercial da capital.

Em Kuala Terengganu, os mercados também são uma boa oportunidade para encontrar artesanatos e tecidos ligados às tradições da costa leste da península. Percorrer esses espaços permite observar como os produtos são produzidos, comercializados e incorporados à vida cotidiana.

Para o viajante, escolher um lenço de batik, uma peça de songket ou uma vestimenta tradicional pode ser mais do que uma lembrança da viagem: é também uma maneira de valorizar o trabalho dos artesãos locais.

Da tradição ao design contemporâneo

A moda malaia não ficou restrita ao passado. Designers contemporâneos reinterpretam silhuetas tradicionais e incorporam tecidos como batik e songket a peças pensadas para o guarda-roupa atual.

Assim, as vestimentas tradicionais continuam presentes em casamentos, festivais, cerimônias e outras ocasiões importantes, ao mesmo tempo em que inspiram novas criações. Na Malásia, elas não são apenas heranças de outras gerações, mas manifestações vivas de cultura e criatividade que continuam evoluindo.

Para descobrir mais sobre a Malásia, acesse: https://www.malaysia.travel/.

Sobre a Tourism Malaysia

O Conselho de Promoção Turística da Malásia, também conhecido como Turismo da Malásia, é uma agência do Ministério do Turismo, Artes e Cultura da Malásia (MOTAC). Seu foco é promover a Malásia como um destino turístico preferencial e, desde a sua criação, tem desempenhado um papel significativo no fortalecimento da presença e competitividade do país no cenário turístico global.

A campanha “Visite a Malásia 2026-2027” (VM2026-2027) destaca o compromisso da Malásia com o desenvolvimento do turismo sustentável, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. A campanha visa apresentar as diversas atrações naturais do país, o rico patrimônio cultural e a vibrante oferta turística, promovendo, ao mesmo tempo, o crescimento inclusivo e o valor a longo prazo para as comunidades locais e as partes interessadas do setor.

Para mais informações, visite as redes sociais do Turismo da Malásia no Facebook, Instagram, YouTube e TikTok.

Sobre a TM Americas

Empresa de marketing de turismo, é especializada em destinos e atrações de classe mundial. Conta com uma equipe de profissionais trilíngues especializados em diferentes áreas: marketing, vendas, comunicação, marketing digital e posicionamento de marca. Sediada na Flórida, está presente no Brasil, Colômbia, México, Argentina e Canadá, abrangendo 18 países.

(Fonte: TM Americas)

Osesp MASP tem segundo concerto da temporada em diálogo com obra de Ingres

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Jean-Auguste Dominique Ingres, Angélica Acorrentada, 1859 – Óleo sobre tela – Acervo MASP. Foto: João Musa.

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp apresentam, neste segundo semestre de 2026, a 11ª edição do projeto Osesp MASP, que combina artes visuais e música no palco do auditório do museu. O segundo concerto da temporada tem como referência a pintura Angélica Acorrentada (1859), de Jean-Auguste Dominique Ingres, que integra o acervo do museu desde 1958.

A apresentação é conduzida pelo Quarteto Poesis, formado por músicos da Osesp Carolina Kliemann, violino; Maria Angélica Cameron, viola; Maria Luísa Cameron, violoncelo; e Fernando Tomimura, piano. O programa reúne Três Romances para violino e piano, Op. 22, de Clara Schumann, e o Quarteto para piano nº 1 em Sol menor, Op. 25, de Johannes Brahms. A apresentação tem duração aproximada de 1h30, com entrada gratuita.

Promovido pelo MASP e pela Osesp desde 2015, o projeto é uma realização do Ministério da Cultura e, nesta edição, conta com apoio do escritório de advocacia Lefosse. “O Lefosse reafirma, com o apoio ao projeto Osesp MASP, seu compromisso com iniciativas que aproximam a sociedade da arte e da música. Iniciativas como essa têm um papel fundamental no acesso à cultura e no fortalecimento do diálogo entre diferentes linguagens artísticas”, afirma Rodrigo Junqueira, managing partner do Lefosse.

PROGRAMA

Clara Schumann

Três Romances para violino e piano, Op. 22, I. Andante molto

3 min

Johannes Brahms

Quarteto para piano nº 1 em Sol menor, Op. 25

I. Allegro: 14 min

II. Intermezzo, Allegro ma non troppo: 8 min

III. Andante con moto: 9 min

IV. Rondo alla zingarese, Presto: 8 min

39 min

OBRA COMENTADA

Jean-Auguste Dominique Ingres, Angelica in Chains, 1859. Acervo MASP.

SERVIÇO:

Concerto 2 | Osesp MASP

30/9/26 | quarta-feira, às 20h

Capacidade: 344 lugares

Sujeito a lotação

Classificação: Livre

Duração do espetáculo: 1h30

Entrada gratuita: ingressos distribuídos uma hora antes no Vão Livre do MASP.

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 — Bela Vista 01310-200 São Paulo, SP

Telefone: (11) 3149-5959

www.masp.org.br

Facebook | Instagram

www.osesp.art.br

Facebook | Instagram | Tik Tok.

(Fonte: Assessoria de Imprensa MASP)