Música inédita será lançada pelo Instituto Anelo hoje, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, nas plataformas digitais e terá uma versão em videoclipe


Campinas
Projeto Outras Florestas é uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil e a ONG Contato cujo objetivo é combater a degradação ambiental e a crise climática no país. Foto: Reinaldo Rodrigues/acervo Fundação BB.
A sustentabilidade é um dos pilares da atuação da Fundação Banco do Brasil, que reforça seu compromisso com o meio ambiente por meio de investimentos significativos e iniciativas concretas que, direta ou indiretamente, contribuem para mitigar os impactos das mudanças climáticas. Entre 2019 e 2024, foram destinados R$ 159,2 milhões a projetos ambientais pelo programa Meio Ambiente e Renda, impulsionando a preservação ambiental, a agroecologia, a agrofloresta e a inclusão socioeconômica de produtores familiares.
Entre as iniciativas apoiadas, destaca-se o projeto Outras Florestas, que promove reflorestamento, intercâmbio de tecnologias sustentáveis e segurança alimentar em comunidades de Marechal Thaumaturgo (AC), Belo Horizonte (MG) e Boipeba (BA). Outra ação de grande impacto é o edital Ecoforte Redes 2024, que destinará R$ 100 milhões para fortalecer redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica, com recursos do Bndes, do Fundo Amazônia e da própria Fundação Banco do Brasil.
Além do apoio a projetos, a Fundação tem investido na capacitação e no engajamento comunitário, aproximando-se das populações diretamente impactadas pelas mudanças climáticas. Essas ações incluem treinamentos técnicos, pesquisas de campo e desenvolvimento de soluções sustentáveis alinhadas às necessidades locais.
A Fundação BB, por meio da Rede de Tecnologias Sociais – Transforma, disponibiliza mais de 760 iniciativas de construção coletiva certificadas pela instituição, que podem aliar conhecimento popular, organização social e estudo técnico-científico. Essas tecnologias sociais promovem soluções efetivas e podem ser adaptadas à realidade de outras comunidades.
Compromisso com o futuro
A Fundação Banco do Brasil estabeleceu a meta de investir R$ 1 bilhão em projetos ambientais até 2030, contribuindo para a mitigação dos impactos climáticos, o uso sustentável dos recursos naturais e o fortalecimento de comunidades vulneráveis. “O combate às mudanças climáticas não depende de uma única entidade, mas da mobilização coletiva de governos, empresas e sociedade civil. Precisamos agir agora para garantir um futuro sustentável para as próximas gerações”, afirma Kleytton Morais, presidente da Fundação Banco do Brasil.
O desafio das mudanças climáticas
As mudanças climáticas representam um dos maiores desafios do século XXI. De acordo com relatórios da ONU, limitar o aquecimento global a 1,5ºC é essencial para evitar impactos ainda mais severos. No entanto, projeções indicam que, sem ações concretas, a temperatura pode subir até 3,2ºC até o final do século.
A temperatura média global tem aumentado sistematicamente desde 1880, com 19 dos 20 anos mais quentes registrados desde 2001. Esse aquecimento tem efeitos diretos, como a redução da camada de gelo, acidificação dos oceanos, aumento do nível do mar e maior frequência de eventos climáticos extremos, impactando a segurança alimentar, a biodiversidade e a economia global.
A sustentabilidade como princípio norteador
A Fundação Banco do Brasil adota a sustentabilidade como eixo estratégico em todas as suas iniciativas. Nenhum projeto é apoiado sem a devida avaliação de seu impacto ambiental, considerando fatores como emissão de carbono, preservação de florestas, manejo sustentável do solo e descarte adequado de resíduos. “Não há uma solução única para combater as mudanças climáticas, mas um conjunto de ações que precisam ser implementadas de forma integrada. Nosso papel é garantir que esses investimentos sejam eficazes e gerem impacto real para as comunidades e para o meio ambiente”, reforça Kleytton Morais.
Com essa abordagem, a Fundação Banco do Brasil segue fortalecendo seu compromisso com um futuro mais sustentável, incentivando soluções inovadoras para os desafios ambientais e contribuindo ativamente para a construção de um planeta mais equilibrado para as futuras gerações.
Sobre a Fundação BB | Há 40 anos, a Fundação Banco do Brasil busca inspirar cada brasileiro a se tornar um agente de transformação da sociedade. A instituição acredita na força do coletivo para encontrar soluções viáveis na superação dos desafios e promoção do desenvolvimento sustentável. Nos últimos 10 anos, foram investidos R$ 2,7 bilhões em 10 mil iniciativas que impactaram positivamente a vida de 6,8 milhões de pessoas de 3.400 municípios.
(Com Carol Veiga/Apex)
Grupo Pavilhão da Magnólia – participou do Projeto Maré Cearense, que levou artistas cearenses para se apresentarem em São Paulo (2024).
Neste mês de março, o Instituto Dragão do Mar (IDM) completa 27 anos de atuação no Ceará, consolidando-se como uma das principais Organizações Sociais (OS) e a mais antiga do país na gestão de equipamentos culturais, na elaboração e implementação de políticas culturais inovadoras com impacto social e fortalecimento da diversidade e cidadania cultural. “O Instituto Dragão do Mar é um patrimônio do Ceará. Faz parte da história da nossa política cultural, da construção do repertório artístico e simbólico de uma geração de cearenses e da formação de um mercado de trabalho no estado. O IDM não apenas administra equipamentos culturais; ele transforma vidas e fortalece a identidade cultural do Ceará”, destaca Rachel Gadelha, presidente do Instituto Dragão do Mar.
O IDM é uma Organização Social (OS) e segue o modelo de gestão que permite à sociedade civil gerenciar serviços públicos, como equipamentos culturais, ambientais e esportivos. Trata-se de uma entidade privada sem fins lucrativos que, após um processo de seleção e certificação, passa a ser autorizada a gerenciar serviços públicos em parceria com o estado. Atualmente, o IDM é responsável por gerenciar 16 equipamentos públicos do Governo do Ceará em parceria com as secretarias estaduais da Cultura (Secult), do Esporte (Sesporte) e do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema), além de elaborar e executar diversos projetos com parceiros como Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Superintendência do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (Seas).
O Instituto atua como parceiro estratégico do poder público, especialmente com o Governo do Estado do Ceará, elaborando e executando projetos e ações que contribuem para o desenvolvimento sociocultural do estado, sempre priorizando a gestão independente e a participação da sociedade civil.
Efeito das ações desenvolvidas
Os resultados do IDM e as grandes realizações promovidas ao longo desses 27 anos de história demonstram a relevância da gestão profissional e estratégica desenvolvida na instituição. Os números de 2024 deixam bem nítido o papel do IDM para o cenário cultural cearense.
Por meio do Plano Anual 2024, captado via Lei Rouanet, leis de incentivos e parceiros, foram arrecadados mais de R$ 11 milhões, viabilizando projetos como a Maré Cearense, que levou a produção artística do Ceará a São Paulo, e os laboratórios de criação na Escola Porto Iracema das Artes, beneficiando diretamente mais de 4,2 mil pessoas e alcançando mais de 4,7 milhões de pessoas no meio digital, com mais de 124 municípios atingidos.
Além disso, projetos como o Cinema do Dragão: Telas Plurais, Cenas Diversas, apoiado pela Lei Paulo Gustavo, ampliaram a acessibilidade nas salas de exibição, enquanto o Travessias Culturais, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, levou arte e formação profissional a jovens em situação de vulnerabilidade.
Impacto social: ética, direitos humanos e cidadania cultural
A cidadania cultural é um dos pilares do IDM, que se reflete em políticas inclusivas e ações afirmativas. O Instituto tem investido na qualificação de processos de gestão de pessoas, garantindo equidade e diversidade. Uma conquista recente foi a estruturação do Comitê de Diversidade, que revisou procedimentos administrativos para assegurar o respeito ao uso do nome social e aprimorar a inclusão de diferentes grupos sociais nos espaços culturais geridos, como também, o documento de Políticas de Direitos Humanos que reforça o compromisso com a inclusão. “Com sua política de direitos humanos e diversidade, o IDM passou a responder, substancialmente, a uma demanda vinda das ruas, dos corpos divergentes, dos territórios múltiplos e dos movimentos organizados (ou não). A ideia de direito à cultura é, por si só, o pano de fundo de tudo isso, ou, a forma por excelência da garantia da vida cultural a partir da noção de diversidade e do exercício livre das individualidades e identidades”, diz Lenildo Gomes, gestor cultural do IDM.
Os equipamentos geridos pelo IDM trabalham com o conceito de transversalidade e investimentos voltados para políticas de acesso à cultura combatendo a pobreza e na prevenção da violência. Neste viés, nasceu o Estouro Cultural, com intuito de apoiar pessoas em situação de rua com atividades socioculturais realizadas na Praça do Ferreira. Com o mesmo objetivo, os projetos Trilharte e Travessias Culturais foram criados para oportunizar aos jovens com risco de violência iminente ou que cumpriram medidas socioeducativas a possibilidade de ressocialização a partir da escuta ativa, diálogos sobre cidadania, fortalecendo trajetórias de vida através da arte, atendimento sociopsicológico, visitas guiadas e acesso aos cursos de formação em arte e gastronomia.
Formação no IDM: Itinerários Formativos Integrados
O IDM gerencia, por meio de sua Diretoria de Formação, uma rede diversificada de programas formativos em áreas como artes, cultura, esporte e meio ambiente, oferecendo cursos e experiências educacionais nos 16 equipamentos culturais sob sua gestão. As formações são estruturadas em seis eixos principais: Artes, Patrimônio, Cultura Alimentar, Meio Ambiente, Esportes e Técnicas da Cena, criando itinerários formativos que interconectam diferentes campos de conhecimento e permitem uma aprendizagem contínua.
Com quase 60 mil horas/aula em 2024, os programas formativos atendem a diversos níveis e faixas etárias, com destaque para a Escola Porto Iracema das Artes, a Escola de Cultura e Artes (ECA) do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ), a Escola de Artes e Ofícios Thomaz Pompeu Sobrinho, a Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco e a Escola Vila da Música Monsenhor Ágio Augusto Moreira.
Formação e interiorização
O Projeto ABarca leva a formação para diferentes territórios, ampliando o acesso à educação cultural, incluindo cidades como Caucaia, Maracanaú, Itapipoca, Sobral, Quixadá, Crato e Juazeiro do Norte. Ao promover a interiorização da educação em artes, o projeto visa criar um circuito formativo eficiente e colaborativo, integrando diferentes programas e metodologias. Isso garante uma formação acessível e contribui para o desenvolvimento social e cultural do estado. “Nosso compromisso vai além da gestão cultural. Trabalhamos para que a cultura seja uma ferramenta de transformação social e de garantia de direitos. O IDM concebe políticas culturais integrando formação, criação e fruição. A educação em artes é central, com atividades formativas. Uma formação artística que mobiliza novas sensibilidades acolhedoras da diversidade, especialmente no que se refere à diversidade de visões do mundo. Importante acentuar que a educação em artes não é a panaceia para todos os males da vida contemporânea, mas não restam dúvidas sobre seu papel estratégico na formação de um pensamento complexo, capaz de contribuir com a criação de novas perspectivas de existência”, explica Bete Jaguaribe, diretora de formação do IDM e diretora da Porto Iracema das Artes.
Sustentabilidade e captação: resultados de 2024 e projeções para 2025
Nos últimos anos, o IDM tem aprimorado sua estratégia de captação de recursos e avançando no processo de crescimento em gestão sustentável de equipamentos culturais. Desde 2023, a criação de um setor especializado tem garantido um avanço expressivo na arrecadação e no desenvolvimento de novos projetos.
Em 2024, o IDM conquistou patrocínios de grandes marcas como Itaú, Mercado Livre, ArcelorMittal e Nubank, além da renovação do apoio de empresas locais como Cagece e Cegás. Esses investimentos fortalecem a capacidade de manutenção, formação e difusão cultural do Instituto.
A inauguração de três novos espaços – o Café Regional e a loja Colabora, na Biblioteca Pública Estadual (BECE), e o Café Cultural Cego Aderaldo, na Casa de Saberes Cego Aderaldo – demonstra como a expansão da captação também se reflete na otimização dos equipamentos geridos pelo IDM. Além de gerar receita, essas iniciativas enriquecem a experiência do público, tornando os espaços culturais mais acolhedores e dinâmicos.
Para 2025, o IDM planeja novas conquistas. A 15ª edição da Bienal do Livro do Ceará, um dos eventos mais aguardados do calendário cultural do estado, promete mobilizar o Centro de Eventos do Ceará. O projeto CFO nas Redes: Vôlei de Praia e Tênis, com apoio do Mercado Livre, retorna para sua terceira edição. Além disso, a captação do Plano Anual 2025 já está em andamento, assegurando uma programação vibrante para alguns equipamentos que estão sob a gestão do instituto. “A necessidade de prestar contas de forma clara e objetiva exige processos administrativos financeiros bem estruturados. Uma gestão eficiente permite que a organização planeje melhor seus recursos, identifique fontes de financiamento e garanta que cada real investido seja utilizado de forma otimizada. E é isso que estamos fazendo”, comenta Adriana Victoriano, diretora administrativo-financeira do IDM.
Políticas de Ação Cultural e direitos humanos
Desde 2021, a estruturação da Diretoria de Ação Cultural (DAC) tem sido fundamental para os avanços na consolidação das políticas culturais do IDM. A mudança de nome da antiga Diretoria de Articulação Institucional reflete um compromisso mais profundo com a cidadania cultural, os direitos humanos e a diversidade. A DAC passou a atuar em frentes estratégicas como curadoria e programação, parametrização de valores de cachês, fortalecimento de parcerias institucionais e ampliação do acesso aos equipamentos culturais.
Um dos marcos desse processo foi a implementação de diretrizes que garantem a equidade e o acesso democrático às atividades culturais promovidas pelo IDM. Políticas de pautas mais acessíveis, a criação de grupos de estudos em curadoria e a estruturação de ações voltadas à diversidade têm sido passos importantes para a construção de um ecossistema cultural mais representativo e inclusivo.
Outro ponto importante é a consolidação da gestão em rede que tem permitido uma articulação mais efetiva entre os equipamentos culturais sob administração do IDM. Espaços como o Centro de Formação Olímpica, o Hub Cultural Porto Dragão e o Centro Cultural do Bom Jardim são exemplos de iniciativas que vêm fortalecendo seus programas e ampliando suas atividades com o suporte dessas novas diretrizes.
Para o futuro, três grandes desafios guiam as ações do IDM: aprimorar ainda mais o modelo de gestão em rede, consolidar ações de captação de recursos para garantir a sustentabilidade dos projetos culturais e estruturar estratégias que ampliem o impacto social dos equipamentos culturais nos territórios onde estão inseridos. A implementação dessas diretrizes não só fortalece a atuação do IDM, mas também reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e a valorização da diversidade.
Compromisso com a inovação e o futuro
Ao celebrar 27 anos de história, o Instituto Dragão do Mar reafirma seu compromisso com a cultura, a inclusão e a sustentabilidade. A instituição segue em uma crescente e melhoria contínua na sua missão de gestão cultural, promovendo ações que fortalecem a identidade cearense e ampliam o acesso à arte e ao conhecimento. “Essa história foi e continua sendo escrita a muitas mãos. Durante esses anos e, particularmente no ano de 2024, contamos com o apoio de quase 800 pessoas entre colaboradores diretos, terceirizados e prestadores de serviços que com inteligência, compromisso e entrega fizeram a diferença. Cada ano é um novo desafio, mas também uma nova oportunidade de reafirmarmos nosso papel na sociedade. O IDM seguirá inovando e construindo caminhos para que a cultura continue transformando vidas no Ceará e além”, conclui Rachel Gadelha.
Rede de Gestão
O Instituto Dragão do Mar (IDM) foi criado em 1998 e é responsável por gerenciar equipamentos culturais, ambientais e esportivos, em Fortaleza e no interior do Ceará. São eles:
Biblioteca Pública Estadual do Ceará (BECE);
Casa de Antônio Conselheiro, em Quixeramobim;
Casa de Saberes Cego Aderaldo em Quixadá,
Centro Cultural Bom Jardim
Centro de Formação Olímpica (CFO)
Hub Cultural Porto Dragão
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Cineteatro São Luiz
Complexo Ambiental Caminhos do Horto, em Juazeiro do Norte
Complexo Ambiental e Gastronômico da Sabiaguaba
Complexo Ambiental Mirante do Calda, em Barbalha
Escola de Artes e Ofícios Thomaz Pompeu Sobrinho
Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco
Escola Porto Iracema das Artes
Escola Vila da Música Monsenhor Ágio Augusto Moreira, no Crato
Theatro José de Alencar (TJA)
Todos esses espaços são referências na cultura e oferecem programações com espetáculos, exposições, cursos e oficinas que formam e impactam milhares de pessoas anualmente.
Para mais informações sobre a programação e os projetos, basta acessar o site do IDM.
(Com Waldirene Lisboa/AD2M Comunicação)
Descubra aventuras inesquecíveis, paisagens paradisíacas e a autêntica ‘Belicidade’ neste refúgio tropical da América Central. Fotos: Divulgação/Belize Tourism Board.
Você está planejando suas próximas férias? Quer aventura, exploração e cultura em um só lugar? Ou talvez apenas queira se desconectar da rotina e aproveitar um paraíso tropical? Quem sabe então simplesmente explorar lugares vibrantes, cheios de alegria, ritmo, cor e uma culinária que encanta qualquer paladar? Bem no coração da América Central, entre o México e a Guatemala, fica Belize, um país repleto de aventura, história, cultura e uma infinidade de atividades incríveis. Se você é daqueles viajantes que adoram esportes e bem-estar e gostam de se manter ativos mesmo durante as férias, aqui estão algumas dicas para aproveitar ao máximo seus dias em Belize:
Mantenha-se ativo
Belize é um verdadeiro parque de diversões ao ar livre. Não é necessário ir à academia. Experimente realizar pelo menos 30 minutos diários de atividades cheias de adrenalina. Desde remar de caiaque em águas cristalinas até caminhar na selva em busca de uma cachoeira digna de Instagram, há diversas opções para se manter em movimento. Quer um desafio? Experimente fazer rapel em uma queda d’água ou explorar a Caverna ATM, que exige um bom preparo físico e inclui momentos de natação. Se você ainda não está em forma, este pode ser o incentivo perfeito.
Aproveite comidas frescas e locais
Em Belize, você não encontrará grandes redes internacionais de fast food. O que há em abundância são delícias frescas, do tipo ‘da fazenda para a mesa’, servidas nos restaurantes locais. Os mercados de rua oferecem uma grande variedade de frutas e vegetais. Experimente uma fruta nova e opte por um suco natural em vez de refrigerantes. Entre as frutas favoritas dos locais estão a graviola, carambola e tamarindo.
Hidrate-se bem
Belize tem um clima tão quente e acolhedor quanto seus habitantes. No entanto, o sol caribenho pode ser intenso para quem visita os trópicos pela primeira vez. Em outras palavras: beba muita água. A hidratação é essencial para aproveitar todas as aventuras. Dica de especialista: beba o dobro de água que os moradores locais consomem.
Relaxe e aproveite
O segredo para uma viagem inesquecível é relaxar e viver o momento. Pode ser mais fácil falar do que fazer, mas há muitas maneiras de desacelerar e recarregar as energias. Você pode passar o dia navegando pela costa, visitar a tranquila ilha de Caye Caulker ou desfrutar de um tratamento revigorante em um SPA. Depois de relaxar, estará pronto para embarcar em novas aventuras. Seu corpo, mente e alma agradecerão.
Conecte-se com a natureza
Estar cercado por vegetação, pelo mar e respirar ar puro tem um efeito calmante e terapêutico no corpo e na mente. A natureza nos faz mais felizes e contribui para o nosso bem-estar. Belize abriga mais de 90 áreas protegidas, incluindo parques nacionais, reservas e santuários naturais. Há sempre um refúgio verde para explorar. Mergulhe no azul-turquesa do Mar do Caribe e descubra um verdadeiro paraíso de vida marinha.
Seguindo essas dicas, você certamente aproveitará ao máximo suas férias e encontrará sua ‘Belicidade’ neste pequeno paraíso da América Central. E para chegar até lá, a partir do Brasil, há voos da Copa Airlines via Panamá, onde é o hub da companhia. Já para quem for viajar a partir dos Estados Unidos, há voos via Miami e Dallas com a American Airlines, via Houston com a United Airlines e de Atlanta com a Delta Airlines.
Sobre o Belize Tourism Board (BTB)
Órgão estatutário do Ministério do Turismo e Relações da Diáspora de Belize, o Belize Tourism Board trabalha em conjunto com membros do setor privado – incluindo a Associação de Hotéis de Belize, a Associação da Indústria de Turismo de Belize e a Associação Nacional de Operadores Turísticos de Belize. Dedica-se a construir o turismo da forma mais económica e ambientalmente sustentável. Como parte das suas responsabilidades, o BTB promove Belize como um destino turístico de primeira linha para consumidores nacionais e internacionais. Entre o seu alcance ao mercado de viagens internacional comercializa as atrações únicas do país para viajantes, membros da indústria de viagens e meios de comunicação nos principais mercados. Também se dedica a desenvolver e implementar programas de turismo que ajudarão a fortalecer e fazer crescer a indústria turística de Belize; promover uma boa administração do destino; e incutir padrões de alta qualidade para acomodações e experiências de viagem. Para obter mais informações sobre o BTB e seus serviços, visite o site.
Sobre a TM Americas | Empresa líder em marketing de turismo internacional, especializada em destinos e atrações de classe mundial. Conta com uma equipe de profissionais trilíngues especializados em diferentes áreas: marketing, vendas, comunicação, marketing digital e posicionamento de marca. Sediada na Flórida, está presente no Brasil, Colômbia, México, Argentina e Canadá – abrangendo 18 países.
(Com Carol Maia/Agência em Foco)
32º livro do autor reconhecido com os prêmios Jabuti (2000) e Machado de Assis (2020) sai pelo selo Ópio Literário, da Degustadora Editora. Fotos: Renato Lopes.
O escritor Menalton Braff acaba de lançar seu novo livro. O romance ‘Sonata Patética’ é um lançamento do selo Ópio Literário, da Degustadora Editora. Com capítulos curtos e alternância de três narradores – os irmãos Marco Aurélio, Júlia e Augusto –, a narrativa explora as complexas relações familiares e as consequências da suspeita de traição amorosa.
O enredo é marcado pela presença de Olívia, personagem que provoca reações intensas nos protagonistas e impulsiona a trama. “É um drama familiar envolvendo dois irmãos e uma irmã. Há uma quarta personagem secundária que servirá de eixo nas relações entre os irmãos”, comenta Menalton.
A obra, de 157, páginas se desenvolve no ritmo da Sonata nº 8, de Ludwig van Beethoven, conhecida como Patética. “Percebi que as estruturas narrativo-formais do livro e da Sonata Patética do Beethoven eram semelhantes: cada narrador do romance equivalendo a um dos temas do primeiro movimento da música”, explica o autor.
A editora Melissa Velludo, responsável pelo selo Ópio Literário, destaca a importância do lançamento. “É um grande prazer poder publicar o Menalton, que é um autor premiado e reconhecido e de quem eu sou fã”, afirma. “Como todos os seus livros, este é literariamente muito bem elaborado e cheio de simbologias. É um romance que nós estamos muito felizes em publicar”.
Além da trama, a obra conta com posfácio assinado pela professora Elaine Christina Mota, professora mestra em literatura comparada pela Unesp Araraquara. Sonata Patética também está disponível para venda pelo link https://www.degustadoraeditora.com.br/sonata-patetica-de-menalton-braff—pre-venda/p.
Sobre o autor
O gaúcho Menalton Braff, 86 anos, é um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. Com mais de 40 anos de carreira e 32 livros publicados, venceu prêmios como o Jabuti, em 2000, e o Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional, em 2020. Radicado em São Paulo desde 1965, Menalton reside na região de Ribeirão Preto há mais de três décadas.
Sobre a editora
O selo Ópio Literário, da Degustadora Editora, foi criado com o propósito de publicar obras da literatura brasileira contemporânea. Sonata Patética, de Menalton Braff, é o segundo livro do catálogo, que já conta com Instantâneos de Anas, de Cristina Bresser Campos, obra vencedora do 1º Concurso Literário da Degustadora Editora, em 2024. A segunda edição do concurso está com inscrições abertas até o dia 27 de abril de 2025.
(Com Angelo Davanço)
A Pinacoteca de São Paulo apresenta ‘Bárbara Wagner e Benjamin de Burca: Estás vendo coisas’ (2016), na sala de vídeo do edifício Pinacoteca Luz. O filme foi apresentado pela primeira vez na 32ª Bienal de São Paulo e investiga a paisagem social e profissional da música Brega no Recife. A curadoria é de Ana Paula Lopes.
A produção retrata como a indústria dos videoclipes impulsiona um ideal de sucesso moldado pelo capitalismo, destacando a autorregulação e a manipulação da imagem na construção da identidade artística. Wagner e de Burca documentaram a vida de jovens cantoras e MCs ligados a movimentos de diferentes gêneros do movimento musical do brega em Pernambuco. Adentrando os bastidores desta indústria periférica e mássica, a trama traz uma camada autorreferencial que permite pensar questões ligadas a agências e dispositivos de representação.
Sobre o filme
Estás Vendo Coisas acompanha dois personagens principais — o cabeleireiro e MC Porck e a bombeira e cantora Dayana Paixão — em seus trajetos entre o estúdio e o palco. Com uma estrutura próxima à de um musical, o filme se desenrola no interior de uma casa noturna, onde gestos são entrelaçados a canções sobre amor, fidelidade, sucesso e riqueza. Retirada de seu contexto mediatizado, a linguagem do Brega é desconstruída e rearranjada, revelando o vocabulário do espetáculo como uma nova forma de trabalho.
Sobre Bárbara Wagner e Benjamin de Burca
Bárbara Wagner (Brasília, Brasil, 1980) e Benjamin de Burca (Munique, Alemanha, 1975) têm uma parceria de trabalho de mais de uma década. A dupla produz vídeos e instalações a partir do profundo estudo e íntima convivência com artistas de cenas musicais populares e não-hegemônicas. Entre o documentário e a ficção, o trabalho da dupla envolve estreita colaboração com os retratados em seus filmes, numa criação cinematográfica coletiva que passa a ser munição para diferentes narrativas de construção de autoimagens que, embora marginalizadas pelo viés de classe e raça, são centrais na formação da identidade sociocultural brasileira.
Sobre a Pinacoteca de São Paulo
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais com ênfase na produção brasileira do século XIX até́ a contemporaneidade e em diálogo com as culturas do mundo. Museu de arte mais antigo da cidade, fundado em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais em seus três edifícios, a Pina Luz, a Pina Estação e a Pina Contemporânea. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo. A B3 – A Bolsa do Brasil é Mantenedora da Pinacoteca de São Paulo.
Serviço:
Pinacoteca de São Paulo
De quarta a segunda, das 10h às 18h (entrada até 17h)
Gratuitos aos sábados – R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada), ingresso único com acesso aos três edifícios – válido somente para o dia marcado no ingresso
Quintas-feiras com horário estendido na Pina Luz, das 10h às 20h (gratuito a partir das 18h)
2º Domingo do mês – gratuidade Mantenedora B3.
(Com Mariana Martins/Pinacoteca de São Paulo)