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Starbucks® lança café da República Dominicana

Brasil, por Kleber Patricio

Notas de chocolate e passas secas podem ser encontradas neste café, que já está à venda em todas as lojas do país. Foto: divulgação.

Desde a abertura de suas portas em 1971, o café tem sido a principal paixão e inspiração da Starbucks, sendo a alma e o coração da marca, que surpreende mais uma vez ao lançar o Starbucks™ Single Origin República Dominicana, o primeiro café da marca proveniente desse país. Com o lançamento, a marca celebra a cultura do café da ilha do Caribe, enquanto reafirma seu compromisso de oferecer aos clientes os melhores cafés disponíveis em todo o mundo. “Temos muito orgulho de que todos os dias os nossos clientes possam encontrar o melhor do café em todas as nossas lojas. E reafirmando o nosso compromisso em ser uma marca inovadora, por meio deste lançamento queremos convidar as pessoas a experimentarem e desfrutarem de cafés de outras regiões, permitindo que elas fortaleçam seu conhecimento e paixão pelo café, tornando a Experiência Starbucks mais completa e especial”, explica Sandra Collier, head de marketing e categorias da Starbucks Brasil.

Desde o início de sua história, a Starbucks visita regiões distantes do mundo, em cerca de 30 países, para obter os melhores grãos de café 100% arábica disponíveis em alta altitude e que atendem ao seu mais alto padrão de qualidade. Sem dúvida, a região da América Latina se tornou uma importante região de fornecimento, pois a Starbucks orgulhosamente fornece café de países como Brasil, Colômbia, Costa Rica, México, Panamá e Porto Rico, entre muitos outros, e hoje, a República Dominicana se junta a esta lista.

Mergulhe no sabor da República Dominicana

Cada grão de café possui características distintas de sabor da sua região de origem que é influenciado pelas condições específicas de cultivo de cada região – solo, temperatura, altitude e quantidade de chuva e sol podem afetar o sabor que os clientes apreciam em cada xícara. Em pequenas fazendas na região exuberante e ensolarada de Cibao, o café da República Dominicana prospera e é graças às características dessa região que chocolate e passas secas podem ser encontrados em cada gole deste café; perfeito para deliciar os paladares mais exigentes. Para aproximar ainda mais os clientes dessa experiência caribenha, a ilustração apresentada na embalagem celebra a diversificada e abundante flora e fauna do Caribe. A obra de arte apresenta uma baleia jubarte, já que as águas costeiras perto de onde esse café é cultivado atraem milhares delas todos os invernos.

“Na Starbucks, temos muito orgulho de oferecer, pela primeira vez, este maravilhoso café da República Dominicana, disponível em dez países da região da América Latina e do Caribe. Esperamos que partners e clientes desfrutem deste café doce, suave e equilibrado”, comenta Mary Mayorquin, gerente sênior de desenvolvimento da estratégia global de café. “Nosso objetivo com esse grão de origem única era capturar sua própria beleza e os sabores únicos em que é cultivado, para que os clientes possam desfrutar enquanto tomam uma xícara de café a caminho do trabalho ou simplesmente em um momento de relaxamento”, comemorou Mayorquin.

Este café de corpo médio, doce e equilibrado, com torrefação média, já está disponível em todas as 127 lojas da marca no país por tempo limitado e pode ser apreciado por clientes nas Bahamas, Chile, México e Porto Rico, entre outros.

Editora Planeta lança único livro escrito integralmente em Auschwitz

Literatura, por Kleber Patricio

Fac-símile da capa.

“Pareceu-lhe uma maldade incompreensível que ele não tenha compartilhado o mesmo destino dos outros. Mas ele pensou nas palavras daquela garota em No pasarán: ‘Tenho que continuar vivendo para contar sobre isso, para contar a todos, para convencer as pessoas de que aconteceu de verdade…’“.

Em ocasião dos 75 anos da libertação de Auschwitz, que ocorre em 27 de janeiro, a Editora Planeta lança no Brasil Última parada: Auschwitz, considerado o único material escrito integralmente no campo de extermínio. Lançado em outros 20 países, o livro traz as memórias de Eddy de Wind, médico judeu que viveu no local, registradas após a fuga dos nazistas do campo em 1945. Eddy se escondeu e, com chegada dos soviéticos a Auschwitz, passou a dividir sua rotina entre cuidar dos soldados e dos sobreviventes e produzir o relato deste livro, no qual registrou todas as atrocidades que presenciou ao longo do período em que foi prisioneiro.

O manuscrito a lápis e com letras pequenas, no qual Eddy compartilha suas memórias em terceira pessoa, usando o personagem Hans para contar sua própria história como maneira de atenuar o sofrimento vivido, ganhou os olhos do mundo quando Melcher de Wind, filho de Eddy, decidiu enviar a uma exposição sobre Auschwitz em 2018. A partir daí, editoras do mundo todo resolveram publicar o relato. O diário havia sido publicado originalmente em 1946, na Holanda, por uma editora que encerrou as atividades logo em seguida.

Em 1943, Eddy de Wind se voluntariou para trabalhar em Westerbork, o campo de trânsito para a deportação de judeus localizado no leste da Holanda, com a promessa de que sua mãe seria isenta de deportação em troca de seu trabalho, sem saber na verdade que ela já tinha sido mandada para Auschwitz. No campo, ele conheceu uma jovem enfermeira judia chamada Friedel, com quem se casou. Algum tempo depois, eles foram transportados num trem de carga para Auschwitz, onde foram separados: Friedel foi para a ala onde ficavam os prisioneiros destinados aos experimentos médicos do Dr. Mengele e Eddy ficou encarregado de ajudar a cuidar de prisioneiros políticos.

Nessa nova vida, cada dia se tornava uma batalha pela sobrevivência. Para Eddy, isso significava enfrentar a violência dos guardas. Para Friedel, era sofrer e resistir aos experimentos médicos de Joseph Mengele. No meio de tudo, eles ainda se mantiveram unidos, passando bilhetes pela cerca, às vezes roubando um breve abraço à custa de algum suborno. Em Última parada: Auschwitz, Eddy compartilha com os leitores sua história de amor e sobrevivência em meio ao horror vivido no campo. O livro traz também fotos do prisioneiro antes, durante e depois da guerra.

Sobre o autor

Eddy de Wind (1916-1987) foi o último médico judeu a formar-se na Universidade de Leiden, na Holanda, durante a Segunda Guerra Mundial. Ofereceu-se para trabalhar no campo de trabalho de Westerbork, com a falsa impressão de que a sua mãe, que havia sido levada pelos alemães, seria salva da deportação. Lá, ele conheceu e casou-se com a sua primeira esposa, Friedel. O casal foi deportado para Auschwitz em 1943. De Wind retornou à Holanda no verão de 1945 e especializou-se como psiquiatra e psicanalista. Em 1949, publicou Confronto com a Morte, o seu famoso artigo no qual introduziu a ideia da síndrome do campo de concentração.

Ficha técnica

Título: Última parada: Auschwitz – Meu diário de sobrevivência

Autor: Eddy de Wind

Páginas: 240

Preço: R$44,90

Editora Planeta.

Diretrizes de tratamento do Ministério da Saúde estão defasadas para diversos cânceres, segundo a SBOC

Brasil, por Kleber Patricio

Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente da SBOC. Foto: divulgação.

A fim de ampliar e possibilitar o acesso aos tratamentos oncológicos mais eficazes, que melhoram a qualidade de vida e aumentam a sobrevida dos pacientes, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) analisa constantemente os tratamentos oferecidos nos sistemas público e privado. Como em muitos casos existe uma discrepância significativa entre os dois, a SBOC busca formas de proporcionar condições semelhantes aos pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS).

Um dos exemplos mais acentuados desse abismo entre o sistema público e os planos de saúde é o tratamento para câncer de pele melanoma em estágio metastático, quando a doença já se espalhou para outros órgãos do corpo. Anualmente, o Brasil registra 6.260 novos casos da doença e 1.794 óbitos, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). “Os pacientes que dependem do SUS ficam a mercê de um quimioterápico-padrão que não proporciona mais anos de vida aos pacientes, além de ter efeitos colaterais bastante severos”, lamenta Dr. Rodrigo Munhoz, vice-presidente da SBOC. Já no sistema privado, desde janeiro de 2018 estão disponíveis tratamentos que permitem aos pacientes um aumento considerável de sobrevida, como a imunoterapia e a terapia-alvo.

A imunoterapia é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “medicamento essencial” para o tratamento de melanoma metastático desde agosto de 2019. Esse título implica na responsabilidade de proporcionar esse medicamento aos pacientes de todos os países membros das Nações Unidas, incluindo o Brasil. “Para se ter uma ideia, a chance de um paciente com melanoma metastático estar vivo em três anos com a quimioterapia oferecida pelo SUS é de 10% a 12%. Esse número chegou a quase 60% com combinação de imunoterapias. Ou seja, os pacientes que antes viviam de 6 a 9 meses, hoje podem viver até mais de 5 anos e, em alguns casos, até atingir a cura”, aponta Dr. Munhoz.

A boa notícia é que atualmente há uma forma de mudar a realidade do tratamento no sistema público e qualquer cidadão pode participar. Está acontecendo uma consulta pública para avaliar a incorporação dos medicamentos de imunoterapia e terapia-alvo para pacientes com melanoma no SUS, que ocorrerá até dia 21 de janeiro.

O procedimento das consultas públicas funciona da seguinte forma: a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), órgão do Ministério da Saúde, realiza uma reunião sobre o assunto em questão, apresenta um relatório preliminar e abre a consulta pública para que a população também possa opinar nas decisões do governo sobre políticas públicas de saúde. Depois de encerrado o período de contribuições da consulta, o órgão avalia os comentários recebidos e emite o relatório final, que determina se o medicamento/tecnologia será incorporado ao SUS.

No relatório inicial, a Conitec se posicionou contrária a incorporação das imunoterapias e terapia-alvo. Por conta disso, a SBOC recomenda que a população participe da consulta, visto que as contribuições podem interferir na recomendação final da instituição e assegurar o acesso dos pacientes com melanoma metastático às melhores terapias do mercado. A razão para a recomendação da Conitec se deve essencialmente ao custo das medicações, uma vez que o parecer deles mesmos reconhece a eficiência dos tratamentos.

Segundo o Dr. Tiago Farina Matos, advogado da SBOC, um dos pontos mais questionáveis é que o atual processo de avaliação de tecnologias no SUS vem sendo conduzido de forma apática, sem um protagonismo consistente do Ministério da Saúde na busca por soluções que possibilitem a incorporação de tecnologias cujos benefícios clínicos são inquestionáveis. “Talvez isso se dê por barreiras legais ou regulatórias, mas não podemos nos conformar com um modelo que permite decisões do tipo ‘não é custo efetivo’ e ponto final. Além disso, sequer temos clareza quanto ao limite orçamentário, o que poderia possibilitar negociações mais assertivas para precificação e aquisição de medicamentos pelo setor público”.

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica defende que o bem-estar dos pacientes deve estar em primeiro lugar e, por isso, é fundamental negociar preços com afinco para poder viabilizar o acesso desses tratamentos para os pacientes do SUS. A SBOC se compromete em buscar o sim da Conitec para garantir que essa realidade mude. Por isso, desde 2016 a Sociedade vem concentrando seus esforços para a introdução de imunoterápicos para tratamento de melanoma no SUS. Agora, submeterá sua contribuição à consulta pública, honrando seu compromisso de defender os pacientes e a boa prática oncológica.

Sobre a SBOC – Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 1,9 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. É presidida pela médica oncologista Clarissa Mathias, eleita para a gestão do biênio 2019/2021.

Tivoli Mofarrej São Paulo apresenta a maior Suíte Presidencial da América Latina

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Localização privilegiada – situado no melhor bairro de São Paulo, no coração dos Jardins, na Alameda Santos – o Tivoli Mofarrej São Paulo se encontra próximo às mais elegantes boutiques da Rua Oscar Freire e a menos de um quarteirão do maior centro financeiro nacional: a Avenida Paulista. Membro da The Leading Hotels of The World, a seleta lista dos melhores hotéis do mundo, o hotel possui 217 apartamentos, equipados com as mais recentes inovações tecnológicas aliadas à elegância na decoração.

Completamente renovada, a nova Suíte Presidencial apresenta um conceito singelo, inovador e acolhedor, sem perder de vista a tradição e sofisticação. O projeto, desenvolvido pelo premiado Estúdio Penha, propõe uma harmonia entre o verde, a pureza e a simplicidade do brasileiro com a vida urbana e sua efervescência. O objetivo é proporcionar uma experiência inesquecível, não só pela estética e visual luxuoso, mas pelo estímulo sensorial e atmosfera aconchegante.

Com vista panorâmica para o melhor de São Paulo, a maior suíte presidencial da América Latina, localizada no 22º andar, revela espaços privilegiados, cozinha, escritório, sala de jantar, sala de estar três quartos e dois lavabos, distribuídos em extraordinários 750 m². O novo conceito foi inspirado na contemporaneidade brasileira que, por meio dos tons terrosos e materiais naturais – como linho, algodão, cerâmica e artesanato local –, revela um refúgio de sofisticação na agitada capital paulista, valorizando a incidência da luz natural e estimulando o olhar para a avenida mais movimentada da cidade. Colunas de betão, feitas de concreto exposto, dão o ar moderno e urbano da capital paulista para os ambientes, conectando o interior com o externo, um toque simbólico para a suíte de um dos edifícios mais icônicos da metrópole.

As mudanças no espaço se deram, sobretudo, em sua disposição. Para torná-la mais integrada e fluida, a suíte apresenta áreas ambientes integrados e sem separações físicas, para um aspecto mais receptivo. Toda a decoração e a distribuição dos ambientes são voltadas para a vista panorâmica, criando uma área para contemplação.

O grande destaque da nova suíte presidencial do Tivoli Mofarrej está no dormitório principal: sua renovação apresenta um espaço grande, único, integrado e muito iluminado com vista para o Parque Trianon. Com inspiração no contemporâneo, a proposta é tornar a estadia do hóspede em uma experiência única e fazer com que este sinta todas as características locais na mais brasileira das suítes. Destaque, também, para o futon elevado na sala. Com design moderno, o item pode ser utilizado para assistir televisão ou mesmo ser um mirante para a vista da Avenida Paulista e parque.

Outras novidades neste layout são o ambiente de escritório, que foi projetado na nova suíte presidencial para uma área de trabalho ou reuniões, e a sala de jantar, separada da entrada por uma esquadria de vidro decorado que cria um efeito de sombra e movimento feito por quem está na área social. O projeto apresenta, ainda, sistemas extremamente modernos, como a área de vídeo como telão retrátil de 120 polegadas, e dois Ipads que controlam todo o sistema de som, iluminação e temperatura.

A escolha dos materiais para essa nova versão sugere um toque de sustentabilidade – parte do mobiliário foi desenvolvido a partir de madeira de demolição e diversas peças são assinadas por designers brasileiros, como as luminárias de Jader Almeida, as banquetas de Sérgio Rodrigues e as poltronas de Percival Lafer, que se integram com outros móveis antigos e únicos, dos anos 50, cuidadosamente garimpados e pensados para a composição da suíte. Além da mobília, os quadros e outras instalações artísticas também são feitas por designers brasileiros com trabalhos autorais, reforçando a autenticidade e o conforto que todo o projeto transmite. As novidades são uma espécie de abraço do Brasil para os hóspedes.

Considerado o Oscar do turismo, o World Travel Award 2018 elegeu a Suíte Presidencial do Tivoli Mofarrej São Paulo como a melhor suíte do Brasil. Com diárias que oferecem além da excelência do espaço, um tratamento premium, os hóspedes da suíte têm direito a massagens no Anantara Spa e podem contar com serviço de concièrge mordomo 24 horas por dia. Na lista de personas ilustres que já passaram por lá, se destacam várias casas reais e comitivas governamentais oficiais, além de celebridades como Donatella Versace, Mick Jagger, Lady Gaga, Kenzo e Catherine Deneuve, entre outros.

Facebook: http://www.facebook.com/tivolimofarrej/

Instagram: @TivoliMofarrej.

Exposições imperdíveis para visitar em São Paulo durante as férias

São Paulo, por Kleber Patricio

Sem título, 1966, Antonio Bandeira. óleo sobre tela (tríptico), 162 x 291. Acervo do Instituto São Fernando, Rio de Janeiro. IAB-0454 – Apoio do Instituto Antonio Bandeira. Foto: Ding Musa.

Visitar as exposições em cartaz na cidade de São Paulo é uma ótima alternativa para as férias. Como a metrópole oferece múltiplas possibilidades de lazer em diferentes espaços artísticos, a sugestão é programar passeios, inclusive com crianças e mergulhar no universo da arte dos museus e das galerias.

O MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo apresenta ocupações em quatro espaços expositivos: o pintor cearense Antonio Bandeira, um dos pioneiros do abstracionismo no Brasil, é homenageado na exposição homônima exibida na Sala Milú Vilela; na Sala Paulo Figueiredo, é possível conhecer publicações de artistas que compõem o acervo da biblioteca do museu em Livros de Artistas, da Biblioteca do MAM; a Sala de Vidro, que conecta o museu com o ambiente externo da marquise e do parque, é ocupada por duas obras de Laura Vinci; o Projeto Parede, no espaço entre o saguão de entrada e a Sala Milú Villela, recebe uma obra do fotógrafo Vicente de Mello. Além disso, a Família MAM preparou uma programação especial para as férias escolares, com atividades até o dia 25 de janeiro. Crianças e acompanhantes são convidados a vivenciar experimentações e brincadeiras no museu.

No dia 25 de janeiro, quando a capital paulista completa 466 anos, acontece a abertura de Da Vinci Experience e suas invenções, no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Parque Ibirapuera). Em celebração aos 500 anos de sua morte, Leonardo da Vinci (1452-1519), gênio de perfil multifacetado, é homenageado na mostra que revela a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história.

Veja a lista de mostras em exibição:

MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS

Antonio Bandeira no MAM São Paulo

“Cidade”, 1949, Antonio Bandeira. óleo sobre tela, 60,5×73,0cm. Acervo Fundação José e Paulina Nemirovsky, em comodato com a Pinacoteca do Estado de São Paulo. IAB-0300 – Apoio Instituto Antonio Bandeira. Foto: Ding Musa.

Até 2 de fevereiro

Um conjunto de cerca de 70 trabalhos do artista Antonio Bandeira (1922-1967) pode ser visto no MAM São Paulo. Com curadoria de Regina Teixeira de Barros e Giancarlo Hannud, a exposição reúne obras de diferentes fases da produção do artista, desde as primeiras pinturas figurativas até as grandes telas de tramas, criadas nos últimos anos de sua carreira. A exposição fica em cartaz até 2 de fevereiro de 2020 e tem entrada gratuita aos sábados.

Laura Vinci no MAM São Paulo

“Folhas Avulsas #3” (2018), de Laura Vinci. Foto de Karina Bacci.

Até 16 de fevereiro

O Museu de Arte Moderna de São Paulo convida o público a refletir sobre arte-ecologia com a mostra de Laura Vinci, em cartaz até 16 de fevereiro na Sala de Vidro. Com curadoria de Felipe Chaimovich, a exposição traz Folhas Avulsas (2018), escultura de latão banhada em ouro adquirida durante a 15ª SP-Arte por meio de doação, e Galho (2018), no qual o visitante é convidado a refletir sobre o ciclo transitório da natureza.

 

 

Livros de Artistas, no MAM São Paulo

Alex Vallauri – “A Rainha do Frango Assado”. Foto: Karina Bacci.

Até 16 de fevereiro

Nas décadas de 1960 e 1970, a escrita impressa e o desenho gráfico foram ferramentas importantes para a veiculação das obras de arte. Por meio de livros, artistas passaram a apresentar trabalhos para além das paredes de museus e galerias, fazendo com que, nos últimos 50 anos, houvesse um verdadeiro florescimento dos chamados livros de artista. Foi nesse contexto que se formou a coleção da Biblioteca Paulo Mendes de Almeida do MAM São Paulo. Cerca de 60 obras desta coleção integram a mostra Livros de Artistas da Biblioteca do MAM, em cartaz até 16 de fevereiro na Sala Paulo Figueiredo do Museu. A curadoria da exposição, a cargo de Felipe Chaimovich, elegeu obras produzidas de forma artesanal ou que tenham sido publicadas por editoras alternativas. Figuram livros de artistas como Almandrade, Anna Bella Geiger, Antonio Dias, Betty Leirner, Dora Longo Bahia, Julio Plaza, León Ferrari, Marcius Galan, Nuno Ramos, Paulo Bruscky, Regina Silveira e Rosângela Rennó.

Projeto Parede, no MAM São Paulo

Projeto Parede – MAM São Paulo. Foto: Karina Bacci.

Até 16 de fevereiro

O MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo exibe, até 16 de fevereiro, a instalação Pli selon pli, do artista Vicente de Mello no Projeto Parede. Caracterizada por registros que o artista fez dos postes de Varsóvia, na Polônia, a obra ocupa o espaço entre o saguão de entrada do MAM e a Sala Milú Villela. O título da obra – que em português significa Dobra sobre dobra – foi inspirado na peça homônima do compositor e maestro francês Pierre Boulez, composta entre 1957 e 1962. Mello deu vida a uma sequência fotográfica que dialoga com o movimento de notas musicais sobre uma partitura em meio a um grande móbile. Além da intervenção gráfica, a obra acompanha a reprodução sonora da peça musical na qual foi inspirada.

Programação de férias para crianças no MAM São Paulo

Férias no MAM. Foto: Karina Bacci.

Até 25 de janeiro

O MAM promove experimentações e brincadeiras para crianças e acompanhantes até o dia 25 de janeiro. Entre os destaques da programação estão oficinas de narração de história em português e libras com Mirela Estelles e Amarilis Reto, oficina de música e movimento para bebês com Sandra Bittar e um percurso sensorial para bebês e seus acompanhantes com Mirela Estelles e Lua Tatit. Além disso, as crianças poderão fazer experimentações com colagem, construir seus brinquedos e ter vivências lúdicas com o coletivo de educadores Zebra 5. As atividades são gratuitas, mas tem vagas limitadas; 30 minutos antes das atrações haverá uma distribuição de senhas para os participantes.

Chiharu Shiota, no Centro Cultural Banco do Brasil

Chiharu Shiota – “A Long Day” – K21 (2015). Foto: Sunhi Mang.

Até 27 de janeiro

A transitoriedade dos ciclos da vida, a memória e a própria experiência pessoal inspiram a obra da japonesa Chiharu Shiota. Conhecida principalmente por seus trabalhos site specific em grande escala, frequentemente compostos por emaranhados de linhas, Shiota é autora de uma obra multidisciplinar, desdobrada em suportes diversos: são instalações, performances, fotografias e pinturas. A artista tem sua extensa obra celebrada na mostra retrospectiva Linhas da Vida no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP). Com curadoria de Tereza de Arruda e produção da Base7 Projetos Culturais, a exposição também será exibida nas unidades do CCBB em Brasília e no Rio de Janeiro.

Coletiva 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas, no Sesc 24 de maio

Monica Nador – “Dando Bandeira”. Foto: Everton Ballardin.

Até 2 de fevereiro de 2020

A mostra, que está em sua 21ª edição, reúne trabalhos de 55 artistas de 28 países. A exposição, que passa a se chamar Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, contempla obras em suportes diversos: vídeos, performances, pinturas e fotografias e tem direção artística assinada por Solange Farkas.

Cruz-Diez, no Espaço Cultural Porto Seguro

“Cromossaturação [Chromosaturation]”, 1965/2004. Exposição “Carlos Cruz-Diez. Color in Space and Time”, Museum of Fine Arts, Houston (MFAH), United States, 2011. Cortesia da Cruz-Diez Art Foundation © Photo: Cruz-Diez Art Foundation © Ad.

Até 2 de fevereiro

Figura de singular trajetória na arte contemporânea, o franco-venezuelano Carlos Cruz-Diez (1923- 2019) dedicou sua vida ao estudo da cor nas artes contemporâneas. A exposição faz um percurso imersivo em diferentes fases do artista por meio de um conjunto de 8 obras, além de 20 fotos. Curadoria de Rodrigo Villela.

 

Tony Cragg, no MuBE

“Bad Guys” – 68 x 84 x 86 cm – Bronze – 2005. Foto: Charles Duprat.

Até 2 de março de 2020

Aclamado pela crítica mundial por suas esculturas, o britânico Tony Cragg ganha sua primeira individual no Brasil. O MuBE (Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia) exibe Espécies raras, mostra realizada pela Dan Galeria, que oferece ao público brasileiro um percurso pelas diferentes fases do artista. São 43 obras em diferentes suportes e dimensões, de aquarelas a esculturas de 5 metros de altura.

GALERIAS

Claudio Alvarez, na Galeria Lume

Claudio Alvarez – “Janelas Invisíveis”, 2019. Foto: divulgação.

Até 2 de fevereiro

Claudio Alvarez apresenta sua mais recente produção na Galeria Lume. A visão, um dos sentidos essenciais da existência humana, é carregada de ideias pré-estabelecidas sobre os fenômenos que fazem parte do cotidiano. A percepção torna-se tão automatizada que só é possível constatar que se está enxergando quando o objeto de observação desafia o olhar com alguma característica que foge do comum. Aqui, é preciso suspender os pré-julgamentos e enxergar o novo objeto de forma pura – é o que propõe Alvarez na mostra Quando Vemos.

Coletiva ArtEEdições

Sonia Gomes, “Candieiro Mágico”, 2019. Impressão fine art em papel 100% algodão. Edição 2/5. Foto: divulgação.

Até 28 de fevereiro

Reflexões sobre o arquétipo feminino na arte permeiam a exposição Artista, o Substantivo no Feminino, mostra coletiva que estreia em 27 de novembro na ArtEEdições Galeria, com Catherine Yass, Cris Rocha, Elizabeth Magill, Leda Catunda, Sonia Gomes e Rachel Whiteread.

 

Fernanda Figueiredo, na Galeria Kogan Amaro

Fernanda Figueiredo “A visita de Max Bill – Varandinha”, 2019, acrílico sobre tela 90 x 120 cm. Foto: divulgação.

Até 8 de fevereiro

Foi o contato com o concretismo do artista multidisciplinar suíço Max Bill (1908-1994) que catalisou a mais recente produção da artista Fernanda Figueiredo. Para somar, os encontros de Figueiredo com a poética de expoentes do movimento concretista no Brasil, como Hélio Oiticica, Lygia Clark e Lygia Pape, ancoraram ainda mais seus processos criativos. O resultado dessa pesquisa simbiótica será exibido em A Visita de Max Bill, mostra individual em cartaz a partir de 11 de janeiro na Galeria Kogan Amaro.

Gretta Sarfaty, na Central Galeria

Greta Sarfaty – “A woman’s diary XVIII”, 1977, 33 x 48 cm. Foto: divulgação.

Disruptiva e multidisciplinar, a artista Gretta Sarfaty faz de seu corpo espaço para experimentação artística, política, campo de transformação. Em sua obra, o corpo feminino é território tanto para questionamentos internos quanto sociais. Com curadoria de Catarina Duncan, ela apresenta a exposição Dos nossos espaços vazios internos, em cartaz até 2 de fevereiro, na Central Galeria.

Gretta Sarfaty, no IAB

Greta Sarfaty – “Three Generation II Detail”, 2002-2003, 48 x 33 cm. Foto: divulgação.

Até 25 de janeiro

Após mais de três décadas fora do Brasil, artista greco-brasileira apresenta sua produção recente, inspirada em reconexões familiares. Com curadoria de Fábio Magalhães e realização de Luli Hunt, Reconciliações, fica em cartaz até 25 de janeiro.

 

Tangerina Bruno, na Galeria Kogan Amaro

“Queimadura de sol de terceiro grau”, 2019 | Tangerina Bruno. Foto: divulgação.

Até 8 de fevereiro

Capturar a fugacidade dos episódios cotidianos é o que move o duo Tangerina Bruno. Os irmãos gêmeos compartilham o encantamento pela expressividade impressa nas cenas corriqueiras que parecem dizer muito sobre a existência humana. É essa pesquisa que eles apresentam na mostra Estados Cotidianos, na Galeria Kogan Amaro. Com curadoria de Ana Carolina Ralston, a exposição reúne cinco telas inéditas que trazem narrativas rotineiras do âmbito doméstico.