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GGBS, Orquestra Sinfônica e Ópera Estúdio da Unicamp apresentam ópera “Gianni Schicchi”, de Puccini

Campinas, por Kleber Patricio

Foto do elenco na montagem de 2018 da ópera ‘Gianni Schicchi’ em Indaiatuba. Toda a família de Buoso Donati está reunida em torno de uma mesa para a leitura de seu testamento. Crédito da foto: Rafael Ré.

Gianni Schicchi é uma ópera cômica em um ato, de Giacomo Puccini, com libreto de Giovacchino Forzano, baseado no Canto XXX do Inferno, da Divina Comédia de Dante Alighieri. Na história, Buoso Donati morre e deixa em testamento toda sua fortuna para igreja. A família, cobiçando a herança, chama Gianni Schicchi para se passar pelo morto e alterar o testamento. Todos estão cientes de que a pena para esse tipo de crime é o exílio de Florença e o corte da mão direita. Imitando o falecido, Schicchi dá um golpe em toda a família e deixa os bens mais preciosos para si mesmo.

Este projeto é uma ação sociocultural patrocinada pelo Grupo Gestor de Benefícios Sociais da Unicamp (GGBS) e voltada prioritariamente para a comunidade de servidores, pesquisadores e docentes da Unicamp. A montagem é feita em parceria da Orquestra Sinfônica da Unicamp com o Ópera Estúdio Unicamp, com apoio da Prefeitura Municipal de Paulínia, da Prefeitura Municipal de Campinas e da Sanasa Campinas.

Será oferecida a opção do recurso de audiodescrição, com a narração dos detalhes das cenas e resumo das legendas, transmitida em fones individuais para pessoas com deficiência visual. A reserva do serviço dá direito a uma entrada gratuita para o usuário do equipamento e um acompanhante, até o limite de equipamentos disponíveis e deve ser feita pelo telefone (19) 3521-6506 ou pelo e-mail acessart@unicamp.br.

Os ingressos para o público em geral já estão à venda em diversos pontos físicos e no site da Alpha Tickets: www.alphatickets.com.br.

Ópera Studio

Criado em 2012, o Ópera Estúdio Unicamp é formado por estudantes de canto e jovens cantores de cursos de graduação e pós-graduação, tem amplamente desenvolvido atividades pedagógicas em canto e atuação, de performance nas montagens de óperas e de pesquisa e tem sido um laboratório para projetos do Programa de Pós-graduação em Música do Instituto de Artes da Unicamp.

Foto: Marilia Vasconcellos.

A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) é um corpo artístico profissional mantido pela Universidade Estadual de Campinas, que está vinculado ao Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (Ciddic). Fundada em 1982, a OSU realiza concertos, óperas, gravações, espetáculos multimídia, programas de educação e formação de público, música de câmara, atuando paralelamente como laboratório de pesquisa em criação e performance musical. Seus projetos também incluem o Fórum Gestão Orquestral e Compromisso Social, que tem por objetivo a atualização de líderes e gestores do meio sinfônico e o Projeto Identidade, Música e Arquitetura, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), que leva música e história aos prédios e espaços públicos da cidade de Campinas. Em 2010, lançou o seu primeiro CD, intitulado Novos Universos Sonoros, com patrocínio da Petrobras, que reúne obras inéditas de compositores brasileiros, escritas para orquestra e grupos de câmara. Gravou, em 2013, o CD Panorama da Música Brasileira Vol. 1 e, em 2018, o CD Teuto-brasileiro, contemplado pelo edital FICC. Em parceria com o Ópera Estúdio Unicamp, o Coral Contemporâneo de Campinas e Coral Unicamp Zíper na Boca, fez a montagem das óperas As Bodas de Fígaro (2014), Don Giovanni (2015), O Empresário (2016) e A Flauta Mágica (2017), de W. A. Mozart e, ainda, pilares do repertório romântico, como O Elixir do Amor (2016), de Gaetano Donizetti e La Traviata (2018), de Giuseppe Verdi. Paralelamente a obras do repertório lírico tradicional, a OSU também realizou a estreia da ópera multimodal Descobertas de Jônatas Manzolli, em 2016 e a montagem da ópera barroca Les Plaisirs de Versailles, contemplada no edital FICC em 2012. Com a produção de A Flauta Mágica em 2017, a OSU realizou a primeira ópera com recursos de acessibilidade da Região Metropolitana de Campinas.

Serviço:

Gianni Schicchi – ópera em 1 ato, de Giacomo Puccini

23 de maio, quinta-feira, 20h

24 de maio, sexta-feira, 20h

Theatro Municipal de Paulínia

Ingressos: R$25,00 (inteira) e R$12,50 (meia-entrada para estudantes, idosos e professores da rede pública de ensino e moradores de Paulínia). O GGBS disponibilizará um lote de ingressos de cortesia para a comunidade funcional da Unicamp, com mais informações no site do GGBS https://www.ggbs.gr.unicamp.br/.

À venda em diversos pontos físicos e pelo site da AlphaTickets https://www.alphatickets.com.br/.

Classificação indicativa: 12 anos.

Orquestra Sinfônica da Unicamp

Ópera Estúdio Unicamp

Tiago Roscani, direção musical e regência

Felipe Venancio, direção cênica

Angelo Fernandes, direção geral

Elenco (Ópera Estúdio Unicamp):

Buoso Donati: Gabriel Delicato

Gianni Schicchi: Willian Donizetti

Lauretta: Isabelle Dumalakas/Rebeca Oliveira

Rinuccio: Ramon Mundin

Zita: Nina Piedade

Simone: Leandro Cavini

Betto: Heitor Coelho

Nella: Maria Rúbia Andreta/Sarah Nicoli

Gherardo: Vinícius Cestari

Gherardino: Isabelle Dumalakas/Rebeca Oliveira

Ciesca: Beatriz Esposito/Lara Ramos

Marco: Daniel Luiz

Maestro Spinelloccio: Matheus Coelho

Amantio di Nicolao: Matheus Coelho

Pinellino: Vitor Italiani

Guccio: Weverton Silva.

Informações: (19) 3521-6506 ou osu@unicamp.br.

Sinfônica de Indaiatuba apresenta Rock Sinfônico no 27º Maio Musical

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Abertura do Maio Musical, que teve início no último dia 1º e segue até o dia 26 com uma série de atrações. Foto: divulgação.

A Secretaria Municipal de Cultura e a Associação da Orquestra de Indaiatuba promovem, dentro da programação do 27º Maio Musical, mais uma edição do concerto Rock Sinfônico – Tributo a Pink Floyd, que acontece no dia 18 de maio, sábado, às 20h, no palco externo montado em frente à Prefeitura. Nesse concerto, a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba relembra grandes sucessos da banda, contando com arranjos luxuosos de Emanuel Massaro e a participação especial do grupo Villa Jazz.

O repertório do concerto reúne grandes sucessos do quarteto formado em 1965 e que deu origem ao Pink Floyd, uma das bandas mais importantes e influentes da história do rock, cujos discos e shows são lembrados não apenas pelas músicas, mas também pela experiência visual do público. Por isso, o Rock Sinfônico conta com uma produção caprichada, com projeções e efeitos de luz e som, que, junto à mistura de guitarras, bateria e baixo elétrico aos violinos, flautas e trompetes, garantem um verdadeiro concerto/show para todos os públicos.

O projeto Rock Sinfônico surgiu em 2017 e, no ano seguinte, ganhou seu Tributo a Pink Floyd. Em 22 de junho de 2018, o concerto lotou duas sessões no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba), com ingressos trocados antecipadamente. Desta vez, a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba e a Secretaria Municipal de Cultura apresentam o concerto em palco aberto, para abrigar todo o público de Indaiatuba e região neste grande espetáculo.

A 27ª edição do Maio Musical, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e pela Prefeitura, teve início no último dia 1º e segue até o dia 26, com uma série de atrações. Confira a programação em www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/.

Pink Floyd

O Pink Floyd foi formado em 1965 por Syd Barret, Nick Mason, Roger Waters e Richard Wright, que ao se juntarem, não tinham ideia de que estariam criando uma das bandas mais importantes e influentes da história do rock. Em 1967, Syd deixa a banda e David Gilmour assume a guitarra, constituindo aquela que seria a sua formação clássica. Entre 1973 e 1979, a banda lançou álbuns clássicos como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979).

Embora muitas vezes classificada como uma banda de rock progressivo, ao longo de sua história o Pink Floyd transitou por uma série de estilos, tendo como uma de suas maiores características as experimentações musicais. Influenciou nomes como David Bowie, Queen, Radiohead e Rush, entre outros.

Villa Jazz

O grupo Villa Jazz nasceu em 2001, juntamente com a escola de música Vila Jazz, através da visão de seis amigos em proporcionar a toda Limeira e região uma perspectiva diferenciada no ramo musical. Vários projetos foram apresentados desde então, sempre visando à qualidade e a versatilidade no repertório, indo de Elis Regina a Jimmy Hendrix.

O primeiro concerto ao lado de uma orquestra aconteceu em julho de 2004, com a Sinfônica de Limeira. Desde então, essa junção banda/orquestra se torna cada vez mais forte, unindo diferentes gêneros musicais com formações inusitadas e diferenciadas.

Orquestra Sinfônica de Indaiatuba

Criada em 2004 por iniciativa da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Cultura, a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba tem como finalidade principal promover o desenvolvimento musical da cidade, oferecendo a toda população apresentações de alto nível.

Tem realizado um trabalho de formação de público através de concertos comentados, tornando a música clássica acessível a uma grande parte da população, além de possibilitar que jovens instrumentistas se desenvolvam técnica e musicalmente com aulas gratuitas de instrumento e teoria musical.

Serviço:

Rock Sinfônico – Tributo a Pink Floyd com a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba

Grupo convidado: Villa Jazz

Dia: 18 de maio

Horário: 20 horas

Local: Palco Externo, em frente à Prefeitura de Indaiatuba

Endereço: Av. Eng. Fábio Roberto Barnabé, 2.800, Jardim Esplanada, Indaiatuba/SP

Informações: www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/.

Encontro Musical de Indaiatuba abre inscrições para cursos de violino, viola e violoncelo

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Eliandro Figueira.

A Orquestra Sinfônica de Indaiatuba e a Associação Mantenedora da Orquestra Jovem de Indaiatuba (Amoji) realizam entre os dias entre os dias 17 e 21 de julho de 2019 a primeira edição do EMIn – Encontro Musical de Indaiatuba. Promovido com o apoio da Secretaria de Cultura e do Mosteiro de Itaici, o EMIn oferecerá cursos de violino, viola e violoncelo com professores reconhecidos no cenário nacional. Direcionado a músicos ou pessoas com noções básicas de um dos instrumentos, o encontro tem como diretor artístico o maestro Paulo de Paula e será realizado durante o 1º Festival de Inverno de Indaiatuba.

Entre os professores do encontro estão grandes nomes da música instrumental, entre eles Pablo de León (violino), Arthur Huf (violino), Gabriel Marin (viola), Fabio Presgrave (violoncelo) e o maestro Paulo de Paula. Os alunos participarão dos ensaios e apresentações da Camerata de Cordas e da Orquestra Acadêmica, que encerrará o encontro no dia 21 de julho. Serão realizadas ainda apresentações musicais diárias com a participação de grandes solistas convidados.

Haverá dois tipos de inscrição, com ou sem acomodação. Os valores e o regulamento completo do 1º EMIn devem ser verificados no site http://www.orquestradeindaiatuba.org.br/emin/index.php. As inscrições devem ser realizadas até o dia 15 de junho no mesmo site. Após preencher a inscrição online, os candidatos deverão imprimir a ficha de inscrição e autorizações (quando menores de idade), preenchê-las, assinar, escanear e enviar para o e-mail emin.contato@gmail.com. Somente após o recebimento deste e-mail a inscrição estará concluída.

Workshop de Sopros

Nos dias 19 e 20 de julho a Sociedade Mantenedora da Corporação Musical Villa-Lobos de Indaiatuba realizará um workshop de sopro, com professores e músicos profissionais, dentro do 1º EMIn – Encontro Musical de Indaiatuba. Com realização gratuita, o workshop oferecerá aulas de flauta, oboé, fagote, clarinete, saxofone, trompete, trompa, trombone, eufônio (bombardino), tuba e percussão.

Dentre os participantes inscritos, serão selecionados 55 músicos para a realização de mostra instrumental do repertório proposto. As inscrições devem ser efetuadas no site http://www.orquestradeindaiatuba.org.br/emin/workshop.php.

No dia 19 de julho, as atividades acontecerão no Centro Cultural Wanderley Peres das 19h às 22h. Já no dia 20, as atividades serão no Ciaei (Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba) das 9h às 18h00. Às 20h, acontece o encerramento com um concerto dos participantes selecionados e com a Corporação Musical Villa-Lobos.

Pint of Science Campinas debate a ciência em 4 bares e na Fazenda Roseira

Campinas, por Kleber Patricio

(Divulgação)

Com 13 temas diferentes e 28 especialistas convidados, a edição campineira 2019 do maior festival de divulgação científica do mundo,  o Pint of Science, já tem programação definida, com data, horário e local – agora só falta marcar na agenda: de 20 a 22 de maio, às 19h30, em Campinas, em quatro bares diferentes e na Casa de Cultura Fazenda Roseira, ampliando nesta edição o alcance para além do eixo Centro-Barão e trazendo novas propostas de público e de interação.

Esta é a quarta edição campineira do Pint of Science, que promove o debate da ciência fora dos espaços formais e propõe temas marcados pela diversidade e pelo grande interesse da população. O objetivo, portanto, é falar sob a perspectiva científica de temas conectados direta e profundamente com a sociedade: de átomos a jogos, de previdência a meio ambiente, de violência a drogas e de índios a transporte. Em 2019 estão em pauta nos bares de Campinas violência urbana, ciência das drogas e os rumos das políticas públicas para as mesmas, o futuro dos veículos, perícia e investigação forense, átomos e universo, jogos digitais, gênero e transgênero, línguas indígenas, genética, evolução biológica, desinformação, desastres ambientais como Brumadinho e Mariana, previdência social e identidade nacional.

No Ano Internacional de Línguas Indígenas, o Pint promove um bate-papo sobre os desafios de integração da cultura indígena nas universidades, com participação do Coletivo de Acadêmicos Indígenas da Unicamp. Neste dia (21/5), a pesquisadora de linguística da Unicamp Maria Filomena Spatti Sandalo vai apresentar uma plataforma digital de documentação de línguas faladas na América do Sul em perigo de extinção.

Confira a programação completa:

De 20/5 (segunda-feira) a 22/5 (quarta-feira)

19h às 21h30

20/5Átomos e Universo (Botequim Barão) – https://pintofscience.com.br/event/BTQ-2005

Perícia e Investigação (Da Vinci Bar) – https://pintofscience.com.br/event/DVC-2005

Ciência X Desinformações (Lado B) – https://pintofscience.com.br/event/LDB-2005

Violências Urbanas (Maria Bonjour) – https://pintofscience.com.br/event/MBJ-2005.

21/5Jogos Digitais (Botequim Barão) – https://pintofscience.com.br/event/BTQ-2105

Edição Genética (Da Vinci Bar) – https://pintofscience.com.br/event/DVC-2105

Línguas Indígenas (Lado B) – https://pintofscience.com.br/event/LDB-2105

Ciência das Drogas (Maria Bonjour) – https://pintofscience.com.br/event/MBJ-2105.

22/5Gênero e Transgênero (Botequim Barão) – https://pintofscience.com.br/event/BTQ-2205

Evolução Biológica (Da Vinci Bar) – https://pintofscience.com.br/event/DVC-2205

Desastres Ambientais (Lado B) – https://pintofscience.com.br/event/LDB-2205

Futuro dos Veículos (Maria Bonjour) – https://pintofscience.com.br/event/MBJ-2205.

22/5 – Casa de Cultura Fazenda Roseira – Identidade nacional + Previdência socialhttps://pintofscience.com.br/event/CFR-2205.

Organização local

A Casa de Cultura Fazenda Roseira. Foto: site Comunidade Jongo Dito Ribeiro.

Na cidade de Campinas, quatro bares, além da Casa de Cultura Fazenda Roseira, recebem o festival: Botequim de Barão (Barão Geraldo), Da Vinci Bar (Cambuí), Bar Lado B (Barão Geraldo) e Maria Bonjour Bar (Barão Geraldo). A expectativa da equipe organizadora é de que haja um aumento de 50% no público. Na região, as cidades de Limeira e Piracicaba também promovem o Pint of Science com programação e organização locais.

De acordo com o professor Luiz Carlos Dias, do Instituto de Química da Unicamp, coordenador do evento na cidade, além de crescer a cada ano o interesse do público pela programação do Pint of Science, tem crescido também a participação feminina. “Hoje (a participação feminina) representa 62% dos especialistas convidados. E na organização local a mulher também é maioria: 65% da equipe”, destaca Dias. Diferentemente dos outros eventos científicos, no Pint of Science o público também é composto na maior parte por mulheres, com cerca de 55% dos participantes.

O festival é organizado na cidade por uma equipe de docentes e estudantes da Unicamp, pelo Labjor/Unicamp (Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo) e pela NuminaLabs, empresa de geração de conteúdo científico educacional, também realizadora do sarau científico Chopp com Ciência.

Formato informal

O formato criado pelo Pint of Science para falar de ciência nos bares é de uma breve apresentação do tema – de cerca de 15 minutos, sem jargões científicos – pelos estudiosos e especialistas das áreas referentes, abrindo depois para perguntas e participação do público. O objetivo do festival é romper barreiras entre a população em geral e aqueles que produzem ou trabalham com ciência, permitindo que as novas descobertas e a forma como a ciência funciona sejam mais conhecidas. Campinas se destaca nacionalmente pela organização e por novas propostas ao formato, como a ideia de interagir com o público apenas na base do bate-papo, sem recorrer ao uso de qualquer recurso audiovisual ou de projeção.

Toda a programação do Pint of Science é gratuita, sem a necessidade de inscrições prévias – basta chegar e participar. As despesas no local são de responsabilidade dos participantes. O evento em Campinas tem o patrocínio da Editora do Brasil, CIBFar, CCES Unicamp, Eppendorf e Buchi. Tem também o apoio da Prefeitura de Campinas, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e de Turismo de Campinas, empresa Merck e Blue Dot.

Brasil, o maior do mundo

A combinação do ambiente de bar com o debate sobre e para a ciência tem dado tão certo no Brasil que o Pint of Science brasileiro já é o maior do mundo, chegando este ano a 87 cidades de todas as regiões do país. Criada em 2012 na Inglaterra, a iniciativa se espalhou e ganha adesão por onde passa. O trabalho de organização é realizado por voluntários, sob o comando de uma coordenação nacional e outra local.

O primeiro Pint of Science Brasil aconteceu em São Carlos, na Universidade de São Paulo (USP), em 2015. Segundo dados nacionais, em 2016, sete municípios sediaram o evento. Desde então, ano a ano o público e o número de cidades vêm crescendo. Em 2019, o evento acontece simultaneamente em 87 cidades brasileiras, dentre elas Campinas, São Paulo, São Carlos, Curitiba, Foz do Iguaçu, Recife, Fortaleza, Cuiabá, Florianópolis, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Entre os 24 países participantes, o Brasil é o maior, seguido pela Espanha, com 72 eventos simultâneos. A expectativa de público no Brasil este ano é de 70 mil pessoas. No estado de São Paulo, são 16 cidades participantes, num total de 349 palestrantes, 242 voluntários, 54 bares, e uma expectativa de público estimada em 11 mil pessoas.

História do Pint

A ideia do Festival Pint of Science surgiu em 2012, quando dois pesquisadores do Imperial College London, Michael Motskin e Praveen Paul, organizaram um evento chamado Encontro com Pesquisadores. Durante o encontro, pessoas acometidas por Alzheimer, Parkinson, doenças neuromusculares e Esclerose Múltipla foram convidadas a conhecer os laboratórios dos pesquisadores e ver na prática o tipo de pesquisa que realizavam. A experiência inspirou os pesquisadores a promover o diálogo entre cientistas e a população.

Saiba mais nos links abaixo:

Programação Campinas: https://pintofscience.com.br/events/campinas

Comissão Organizadora Campinas: https://pintofscience.com.br/equipe/Campinas

Facebook: https://www.facebook.com/events/2278579405739441/?ti=icl

Site: http://pintofscience.com.br/.